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Os princípios dos tratamentos à distância  

Se você não acredita ou não compreende como pode funcionar um tratamento à distância?  Então, este post é para você.  Antes de mais nada:  o tema “tratamentos à distância” faz parte de uma nova ciência!  E, se você não faz ideia do que seja este nova ciência ou considera a nova ciência uma “pseudociência”, um dos livros que recomendo a leitura é O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart (Editora Rocco, 2002).

O Campo é uma leitura indispensável para  abrir a mente e conhecer a história dos verdadeiros avanços na Ciência, por meio de verdadeiros cientistas (não de técnicos em ciência).  A Lynne é uma referência internacional quando o assunto é medicina não convencional e também é uma palestrante internacional e usa uma linguagem acessível aos leigos.

As descobertas relatadas  no best seller O Campo justificam cientificamente como agem as terapias frequenciais. São histórias emocionantes das descobertas de cientistas do mundo todo e de suas lutas pessoais para desbravar novos caminhos para a Ciência.  São centenas de estudos científicos relatados, uma oportunidade para você rever seus conceitos e crenças sobre o que é Ciência e o que é científico.  Os estudos relatados em O Campo demonstraram cientificamente, entre outras questões, que os tratamentos à distância funcionam.

Até os anos 20, a Física significava poder medir, demonstrar e representar geometricamente.  Até que,  em 1925, “o princípio da incerteza” quebrou esses paradigmas.  Os cientistas Schrödinger, de Broglie e Heisenberg se deram conta de que não era possível fornecer dados sobre a velocidade e posição de uma partícula. Exemplo:  ao tentar medir a velocidade de um elétron não se conseguia saber a sua posição no espaço. E, quando eles tentavam saber onde o elétron se encontrava, a sua velocidade mudava.  Em outras palavras, não podemos, em nível subatômico, observar algo sem afetá-lo, ou seja, não vemos as coisas como são, mas como optamos por vê-las.  Esse foi só o começo de um novo ciclo no mundo da Ciência, no qual os cientistas levaram e continuam levando muitos sustos!

Alguns pontos que merecem atenção e compreensão e estão direta ou indiretamente ligados ao tema “tratamentos à distância”:

  • Em primeiro lugar, tratamentos à distância não têm a ver com mecanismos ou rituais baseados no medo ou em tradições. Tratamentos à distância estão associados com os avanços da Física, da Neurociência e de todos os seus recursos técnicos, em um novo mundo, uma nova realidade que já estamos vivendo, com muitos conceitos novos vindo à tona e um resgate do que o Prof. Juan Ribaut chama de Tradição:  aquilo que nos conduz às Leis Naturais e das quais a humanidade foi se desconectando ao longo dos séculos.
  • Processos de autocura exigem considerar não só a dimensão física, mas também a dimensão mental.
  • A ciência moderna começou com o trabalho de Isaac Newton (1642-1727), que afirmava que o Universo era como um relógio, ordenado e previsível. Para ele, que finalizou seu trabalho com a Lei da Gravidade Universal, o mundo era um sistema mecânico que podia ser observado objetivamente, independente do observador humano.  Mas, uma grande mudança aconteceu no século XX, pois entre várias descobertas, uma delas foi um novo tipo de força, a eletricidade e o magnetismo.  Os cientistas Faraday e C. Maxwell introduziram o conceito de “campo de força”, que não se encaixava no conceito mecanicista de Isaac Newton.  Outras ideias foram quebrando o conceito de máquina e, então, no início do século XX, novas descobertas da Física abalaram os conceitos cartesianos e mecânicos, quebrando muitos paradigmas científicos.  Um dos primeiros fatos relevantes  foi quando Max Planck descobriu que a estrutura básica da natureza era “granular”, ou seja, a natureza era feita de “blocos de energia” (foi quando surgiu o termo quantum).  Ele ficou assustado ao pressentir que essa sua descoberta abalaria os fundamentos da Física clássica.  Depois houve uma nova descoberta que abalou o mundo da Ciência:  quando os pesquisadores puderam se aproximar da estrutura do átomo, houve uma enorme surpresa: os átomos não eram “blocos” e, sim, entidades compostas de outras menores, ou seja, a matéria era fundamentalmente espaço vazio.  Esta foi a primeira de muitas outras descobertas. Muitos outros cientistas vieram, durante e depois dessa época, construindo aos poucos uma nova Física.  A Teoria Quântica, por exemplo, mostrou que as partículas subatômicas (que existem entre os prótons, nêutrons e elétrons) não são grãos isolados de matéria e, sim, modelos de probabilidades, interconexões numa inseparável teia cósmica que inclui o observador humano e sua consciência.  Como afirma o Prof. Juan Ribaut, “a transformação maior da nova Física está em admitir que a consciência tem um papel fundamental no chamado Universo físico”.  Não há divisão entre as realidades objetiva e subjetiva.  Matéria e consciência são dois aspectos de uma mesma coisa.  Assim, não conseguimos definir a realidade que vivemos, pois ela ultrapassa os conceitos que precisam ser revistos.  E, associando ao tema “tratamentos à distância”, vale citar uma das características fundamentais da Teoria Quântica:  a íntima interconexão existente entre sistemas diferentes que não estão em contato espacial. Como afirma Juan Ribaut: “Todas as coisas estão interconectadas, a consciência e o mundo físico estão conectados e não somente podemos viajar através do tempo à velocidade máxima da luz, mas cada ponto do cérebro está conectado a todos os demais pontos do Universo“.
  • A Física Moderna, com sua Teoria Quântica e do Caos afeta, desconfortavelmente, a nossa vida cotidiana no sentido de que nada é como supomos que é ou que poderia ser. Tratamentos à distância envolvem temas do mundo da mente e da consciência, interligadas com o Universo, exigindo enveredarmos na aceitação do desconhecido e de mudanças de paradigmas a partir de novas descobertas.  Entre as diversas teorias da Física Moderna está o princípio da não localidade ou da inseparabilidade, segundo o qual os sistemas que uma vez formaram parte de um todo maior seguem unidos de uma forma misteriosa, mesmo quando são separados a grandes distâncias.  Essa misteriosa união é que permite tratar uma pessoa que não está presente, sendo necessário apenas uma parte do seu todo (ou na linguagem da radiestesia:  um testemunho. Ex. foto, nome, fio de cabelo.).

  • O universo é uma rede interligada de energia e informação e podemos acessá-la por meio de nossa intenção. Esta rede é descrita no livro O Campo e definida como “o campo do ponto zero”. A Física antiga via a Universo como uma máquina gigantesca.  A Física moderna vê o Universo como um organismo em desenvolvimento, que, à medida que cresce, cria novos modelos de organização.
  • A fé, não a fé religiosa, dogmática, e sim a fé que envolve o consciente e o inconsciente alinhados é outro ponto fundamental. Essa fé é poderosíssima.  Quem realiza um tratamento à distância ativa a confiança e fortalece a fé de quem recebe o tratamento.  Infelizmente, ainda temos pouca consciência sobre o poder de nossa mente e de nossa imaginação.  Podemos influenciar o mundo e o corpo com nossos pensamentos e intenções.  Nossas intenções afetam o Campo (fonte inesgotável e imensurável de energia) que vibra manifestando o resultado no objeto da intenção.

Atualmente, a nossa vida cotidiana já está sendo altamente impactada por todas as perguntas sem resposta com as quais a Ciência e a Física moderna estão se deparando.  Portanto, temos que realizar (primeiro individualmente) muitas mudanças na nossa forma de ver e viver a vida e para isso precisamos desenvolver a nossa sensibilidade e a nossa mente, aceitando e nos abrindo ao novo para, então, com a nossa mudança individual podermos emanar frequências que afetarão, saudavelmente, o coletivo.  Até para um leigo em ciência, está evidente que o conhecimento científico predominante não dá conta de encarar o mundo que já vivemos e o que vem pela frente.

Como afirma o Prof. Juan Ribaut, “a nossa força maior não é a força de vontade, que só cria tensão por não ser natural”, e sim, a “imaginação, com desejo, convicção e vontade”.  A vontade é a expressão do ser consciente, enquanto a força de vontade é a expressão escondida do medo no subconsciente.

Acreditar e realizar tratamentos à distância vai além de uma fé intelectual.  Envolve a fé munida de vida (amor), de instinto, de sentimento, de energia vital, de entusiasmo, de subconsciente em ação, alinhado com o consciente, pois o que conseguimos acreditar, de verdade (inconscientemente) conseguimos criar (conscientemente).

Referências bibliográficas:

  • O Campo – O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart, Editora Rocco, 2002.
  • Radiônica, a Ciência do Futuro – Juan Ribaut – Editora Alfabeto
  • Energia Mental – A Imaginação um Mundo Além da Razão – Juan Ribaut – Editora Roka
  • Física Y Tempo de Ensueño – Peter von Buengner – M-Tec Verlag – Alemanha

Provocações sobre o tempo…

Já parou para pensar sobre o que é o tempo? Sobre as interpretações que fazemos do tempo? Sobre quais são as premissas pelas quais entendemos e vivemos o nosso tempo?

A maioria das pessoas acredita que o passado simplesmente passou, que está acabado, morto, enterrado.  No entanto, apesar da força e do conformismo em relação a essa crença, a física quântica vem descobrindo fatos novos e perturbadores.

Como o objetivo aqui é provocar, já parou para pensar o que você faz consciente e inconscientemente com o seu tempo presente? Alguns cientistas chegam mesmo a raciocinar que “eventos passados permanecem um tanto incertos a partir de uma perspectiva do presente. Como consequência disso, passados múltiplos podem existir.  Cada passado pode levar a um momento presente por via de uma história diferente”.

Outro exemplo de fato considerado pela ciência: “eventos simultâneos estariam espalhados no espaço em um único instante”.  Em outras palavras, a nova física afirma que “estados de entrelaçamento entre mente e matéria existem agora, existiram antes e existirão depois”. E, então, “para compreendermos corretamente o caminho da natureza, esses estados de entrelaçamento precisam ser levados em consideração”.

Acrescentando a essas considerações (um tanto impactantes), vamos também considerar, outras colocações científicas, entre elas, a existência dos universos paralelos: “o universo foi dividido em vários resultados paralelos, talvez em um número infinito desses resultados e nós somos os observadores e nossa observação desses resultados está ocorrendo agora”.

Bem, acredito que só de ler estes primeiros parágrafos, você já se deu conta do quanto precisamos rever nossos conceitos e paradigmas convencionais sobre o tempo.  Um desses paradigmas, talvez o mais forte, seja “eu não tenho tempo suficiente”.  Será que podemos continuar lidando com o tempo do mesmo modo que lidamos com o combustível que acaba no tanque de gasolina do nosso carro?  Mesmo porque, até na ciência, não tem sido mais possível compreender as novas teorias adotando interpretações convencionais.

Ou seja, para assimilarmos, de verdade, o novo mundo (que já estamos vivendo!), precisamos nos desapegar de paradigmas ou das “lentes” que escolhemos usar, em nosso consciente, para interpretar a realidade, inclusive o tempo.

Afinal, o tempo presente está entre as preciosidades da nossa vida e buscar novas e iluminadoras percepções (em nosso inconsciente) sobre como vivemos o aqui/agora é fundamental para criarmos através do nosso inconsciente, de forma consciente, novas realidades.

Vou finalizar este post com uma afirmação, não menos provocadora, do cientista Albert Einstein: “Pessoas como nós, que acreditam na física, sabem que a distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão, teimosa e persistente”.

Este post foi escrito através da seleção de trechos do livro “O Tecido do Espaço-Tempo”, de Fred Alan Wolf, cientista, autor de vários livros e artigos científicos, pesquisador da relação entre física quântica e a consciência, que vem ajudando a popularizar conceitos científicos em documentários, filmes e através de vários canais na Internet.

A fé e a vida   

Compreender o que é a fé faz parte das respostas fundamentais que venho buscando há muitos anos.  Desde a minha infância, a definição de fé sempre foi regada por conceitos baseados em dogmas religiosos e doutrinários, que nunca me ajudaram a encontrar uma resposta profunda para o que é sentir fé.  Assim foi, até eu começar a estudar e praticar a radiestesia e a radiônica e, especialmente, ler os livros e estudar com o Professor Juan Ribaut.

Ao mergulhar nos estudos e práticas da radiestesia e da radiônica, a fé passou a ter um significado bem diferente daquilo que eu imaginava ou estava condicionada a acreditar.  A fé tem a ver com o que consigo acessar e monitorar, conscientemente, no meu inconsciente!  “A fé é a essência de todo o poder”, afirma Juan Ribaut, porque é no inconsciente que reside a nossa verdadeira força para criarmos a realidade que realmente desejamos.  Parece uma afirmação muito limitada aos campos filosófico ou teórico?  Acredite que não é!

Como afirma o Prof. Juan Ribaut, o que captamos por meio do nosso consciente (idéias, conhecimentos, conceitos, informações, fatos etc.) nada mais é do que sementes com potencial para germinar.  Para germinarem, essas sementes precisam ser plantadas no terreno do inconsciente, onde poderão criar raízes e se desenvolver até darem frutos.  E o que isso tem a ver com fé?  Só aquilo que verdadeiramente acredito (no inconsciente) é que vai germinar!   Não basta querer algo apenas conscientemente (racionalmente, intelectualmente).  É necessário querer também no inconsciente, ou seja, ter fé por meio do inconsciente.  Para isso, precisamos aprender a alinhar o consciente com o inconsciente.

Graças à inclusão da radiestesia e da radiônica no meu cotidiano, hoje vivo como se estivesse em um solo fértil, cheio de sementes de fé, que representam as possibilidades de lidar de maneira mais saudável, alegre, criativa e confiante com os acontecimentos da minha existência e, assim, ter condições de contribuir com a vida de outras pessoas.

“A fé lida com mistérios”, afirma o Prof. Juan Ribaut.  A fé lida com a nossa capacidade de nos surpreendermos com a essência da vida, com a realidade que pode ser vista através de várias “lentes”.  A fé lida com o desconhecido, com a vastidão imensa do que somos em essência – vida, amor, consciência – , com o amplo mundo da mente e da consciência.  E, principalmente, com o universo do nosso coração.  Mas este é um tema para outro post…

Só cremos, realmente, naquilo que está no nosso inconsciente.  Se, verdadeiramente temos fé, criamos, realizamos.  Portanto, o nosso futuro não é construído somente com as informações (ou possibilidades aparentes) do presente ou do que desejamos no nível consciente.

Sempre haverá espaço para a esperança, na medida em aprendermos a plantar, conscientemente, em nosso inconsciente, as sementes daquilo que realmente queremos colher, a partir da verdadeira fé.

 

 

Reflexões sobre a Caridade

Sempre me interessei em compreender o que é de verdade a caridade, lendo, estudando, praticando.  Noto que o assunto costuma ser abordado a partir de ideologias, religiões ou doutrinas que buscam combater o mal que assola tantos seres humanos.

O que mais me chama atenção nestas abordagens, entretanto, é constatar como as interpretações sobre o tema ainda estão vinculadas ao mundo externo e não ao mundo interior das pessoas, onde está a semente, o potencial de qualquer caridade.  O tema caridade é complexo, porque envolve algo difícil de se compreender antes de se vivenciar:  a comunhão com nós mesmos e com os outros.

Essa comunhão pode acontecer quando menos esperamos e com pessoas que conhecemos ou não, em situações que nunca imaginaríamos.  Eu me recordo de uma forte experiência que vivi, nos anos 90, durante uma viagem ao Peru.  Eu voltei de um passeio e entrei no ônibus turístico.  Ao sentar em minha poltrona, da janela do ônibus, senti uma repentina e inexplicável força de conexão por meio do olhar que cruzei com um humilde senhor, que se encontrava muito sereno em meio a um grupo de pessoas que tentava desesperadamente vender algo aos turistas.  Ao cruzarmos nossos olhares, em questão de segundos, nossas mãos se uniram através do vidro da janela, num gesto sublime.  Não me pergunte como isso aconteceu, simplesmente aconteceu.  Não consigo descrever em palavras a sensação, o sentimento daquela experiência.

Várias outras situações vivi em minha vida, que independente de intenções ou interesses, geraram um momentum, uma força que se expressa sem palavras, com outras pessoas, com grupos, equipes, familiares, amigos, conhecidos, colegas e, até mesmo, com estranhos que aparecem do nada, como se fossem anjos com a missão de me inspirarem para algo maior, superior ao  cotidiano tão escravizante do sistema em que vivemos, livres de conceitos, expectativas ou definições.

Penso que é impossível viver neste planeta sem interesses, sejam eles os mais mundanos ou elevados.  O que muitas vezes pensamos ser caridade, nada mais é do que a tentativa de seres humanos autômatos e carentes buscarem compensar seus vazios com atos “salvadores”, frequentemente acreditando que estão “ganhando pontos com Deus” e partindo de premissas que valorizam o sofrimento e a dor como remédios inevitáveis para a evolução humana.  Ou seja, muitas vezes, a caridade nada mais é do que uma resposta cultural a um paradigma ou conceito doutrinário, religioso, institucional, criado a partir de crenças humanas limitadas e fortemente vinculadas ao medo, à escassez.

Acredito que a verdadeira caridade começa em como tratamos a nós mesmos e o quanto nos amamos de verdade para, então, podermos receber e dar amor.  Acho oportuno refletirmos sobre outro tema:  a força do inconsciente.  Sabemos, de verdade, o que estamos plantando em nossas vidas? Temos, mesmo, consciência do que plantamos?  Mas este tema, ficará para um próximo post!

O que a sua empresa vibra?

Você já considerou que administrar a sua empresa somente com base nas suas ideias e pensamentos não basta?  Que para atingir resultados realmente benéficos para o todo, a sua empresa precisa ser compreendida por meio do seu padrão vibracional? Não sabe o que eu quero dizer? Então, vou explicar o conceito de padrão vibracional da empresa.

Primeiro, vamos lembrar que tudo no Universo é vibração.  Assim como as células do nosso corpo, a empresa também funciona como as células, pois é um organismo complexo vivo, com seu próprio campo vibracional atômico nuclear.  Essa vibração é uma frequência que carrega tipos de informações.  Dependendo do tipo de informações, haverá um tipo de frequência, de padrão vibracional.  Uma empresa não necessariamente vibra o que os seus donos pensam ou imaginam sobre ela.  Ela vibra muito mais o que seus donos sentem sobre ela e a forma como seus donos se comportam em relação a ela, o que também influencia as outras pessoas que direta ou indiretamente fazem parte dessa empresa.

Os fatos evidenciam que estamos vivendo um cenário de desestruturação econômica e ambiental, exigindo esforços fenomenais no mundo dos negócios éticos, inclusive a revisão de modelos tradicionais de gestão, de caráter mecanicista, que estão superados.  Esses fatos também evidenciam que é preciso rever conceitos e paradigmas sobre empreender e administrar empresas.

Acredito que, cada vez mais, as empresas terão papéis fundamentais na sociedade, no sentido de transformações humanas, necessárias para vivermos novas realidades econômicas, sociais, culturais e políticas em nosso país e em nosso planeta.  Ou seja, os donos e dirigentes das empresas precisarão, cada vez mais, sintonizar-se consigo próprios e com os rumos da humanidade.

O que estou propondo é que você reflita sobre o que a sua empresa vibra. Qual é o padrão vibracional da sua empresa?  Que tipo de progresso a sua empresa revela através dos fatos?  Qual é a percepção dos seus funcionários sobre a sua empresa? Quais recursos, além dos físicos, você considera para tocar o seu negócio? Você percebe o quanto a forma de você encara e administra a sua própria vida afeta a sua empresa?

O padrão vibracional de uma empresa tem muita ligação com os recursos interiores de cada ser que, de alguma forma, faz parte do campo energético daquela empresa, especialmente dos que estão em posições de propriedade/liderança/comando.  Em geral, esses recursos interiores são pouco considerados e, no entanto, eles influenciam diretamente no padrão vibracional das empresas. Ter consciência dos seus próprios potenciais humanos e acioná-los em suas ações empreendedoras/técnico-administrativas pode proporcionar grandes diferenças na vida e nos resultados de uma empresa.

A visão que proponho é considerar a gestão de uma empresa como também uma gestão vibracional, que certamente começa na administração individual dos líderes da empresa, podendo transformar enormemente os resultados de qualquer administrador de empresas.

O empresário que se organiza os seus pensamentos, ideias e também sentimentos tem muito mais chances de êxito na sobrevivência e desenvolvimento de sua empresa diante do cenário que vivemos, inclusive contribuindo com a evolução de si próprio e de outras pessoas.

Objetivo Financeiro:  uma questão que transcende “o exato”.

Neste post, quero explicar mais um pouco sobre o propósito e como funciona a Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados de Abundância Financeira, que vou chamar de MR77, e a importância da definição do objetivo financeiro, fundamental para a realização da mesa.

Lembro que a MR77 trabalha questões financeiras, monetárias a partir de um objetivo definido, que corresponde a:

  • fatos da vida da pessoa, que são consequências dos estados vibracionais e padrões de comportamento da pessoa ( dívidas, negócios ligados a compra e venda, ausência de projetos, objetivos e metas financeiras, desemprego, empreendimentos sem êxito, falências etc.);
  • estados nos quais a pessoa se encontra (ex.: dificuldades momentâneas com o dinheiro, medos em relação ao dinheiro, contextos de vida que dificultam uma visualização clara dos fatos,  inexistência de táticas/estratégias para a vida material etc.);
  • padrões ou modelos de comportamento que a pessoa adota inconscientemente e que afetam sutilmente e poderosamente a sua vida (inclusive material), tais como:  respostas a traumas, questões espirituais, ilusões, impregnações de estruturas energéticas de pensamento familiar, grupal e coletivo, sistema de crenças limitantes sobre dinheiro, confusão mental e emocional, vícios de interpretação sobre os fatos, entre outros.

A MR77 é indicada para pessoas que estão dispostas a rever a sua relação com o dinheiro e vivenciar uma nova experiência na área material, decidindo assumir mais autorresponsabilidade diante da sua própria vida.  O primeiro passo, é refletir ativamente sobre o seu momento financeiro e escrever um objetivo que seja:

  • específico (focado)
  • mensurável (que possa ser avaliado em termos de êxito)
  • atingível (que seja definido “com os pés no chão”, sem devaneios, ilusões)
  • relevante (em nome de que o objetivo foi definido/que leve em conta valores centrais da pessoa/que faça sentido/que tenha significado para a pessoa)
  • e que considera o tempo (prazo para ser concretizado/visão de curto, médio e longo prazos),

Tudo isso tem o objetivo de iniciar um exercício mental e emocional sobre o lugar que o dinheiro ocupa em sua vida, além de preparar-se para assimilar os “recados” que a mesa propiciará para que comece a colocar em prática novas formas de ganhar, gastar, poupar, investir e fazer circular dinheiro.

É comum existir um emaranhado de informações (confusão informacional) no campo das pessoas que, muitas vezes,  é um impeditivo para elas avançarem (seguirem em frente) ou sairem da estagnação (trazer movimento) no processo de se conectarem com a abundância do Universo, que inclui as questões financeiras.

Esses emaranhamentos, complicações e dificuldades estão ligados aos mais variados motivos que, por meio de orientações que a mesa propicia, chegam ao consciente da pessoa para que os trabalhe, conscientemente, e que estão ligados, basicamente, à iniciativa, objetivos, embasamento, consistência, novas ideias, mudanças, planejamento, questões emocionais, paciência, capacitação, parcerias, sociedades, projetos, espiritualidade, forma de lidar com as crises, recomeços, novos ciclos, autoconfiança, flexibilidade e adaptabilidade.

A MR77 pode dar respostas como também pode ajudar a pessoa a elaborar as suas próprias perguntas sobre o que está por trás da sua atual situação financeira, tais como:  o que me impede de conseguir as conquistas materiais que almejo?  O que está por trás da dificuldade de criar e colocar em prática meus projetos financeiros?  Que lugar o dinheiro ocupa em minha vida? De que forma posso melhorar a minha relação com o dinheiro?  Por que todo o dinheiro que ganho logo acaba?  Por que pensar em dinheiro me deixa tão inseguro(a)? Por que está tão difícil vender meu imóvel? Eu me sinto merecedor(a) da riqueza?

A MR77 envolve um trabalho de conexão com Mestres Ascencionados e Guardiões Terrenos, através de Símbolos Estelares, dentro de Árvores Sagradas.  Canalizada por Rodrigo de Aldebaran de forma exclusiva, genuína, ou seja, sem interferência de símbolos externos, a MR77 é unica, com permissão Divina para ser usada no momento atual do planeta Terra.

Para cada objetivo, é realizada pelo menos uma mesa radiônica por meio do meu trabalho, contando com a participação do meu cliente, que vai se conectar com a sua própria espiritualidade (aquilo que ele acredita como sendo sua família espiritual), refletindo, permitindo-se dar um tempo para si próprio, identificando o que realmente quer mudar em sua vida para melhorar suas finanças, o que fará para alcançar os melhores resultados em relação ao seu objetivo.

Este processo de participação da pessoa é fundamental, permitindo aproveitar melhor o amparo  da MR77, através de orientações e informações que contribuirão para abrir seus caminhos, neutralizar energias e informações deletérias e também projetar e potencializar as infinitas possibilidades para o êxito do objetivo, para o bem do Todo.

Atenção:  a MR77 não é uma garantia de que vá acontecer o que a pessoa quer e sim, garante orientação, direcionamento e despertar para maior consciência e maior lucidez no agir, além de limpeza e purificação no campo da vida material da pessoa.  Cada indivíduo vivencia, de forma única, sua experiência com a MR77, podendo  trabalhar o mesmo objetivo em mais de uma mesa.  A MR77 pode trazer, inclusive, orientações que evideciam que o objetivo almejado não é destinado a acontecer agora, evitando assim que a pessoa gaste seu tempo e energia com esse objetivo, convidando-a a revê-lo ou a considerar outros objetivos.

Também é importante ressaltar que  todo o trabalho realizado com a MR77 está dentro da Lei Maior e da Justiça Divina, ou seja, o trabalho com a mesa radiônica não infringe qualquer Lei Cósmica e, ao mesmo tempo, permite uma revisão, um replanejamento da vida material da pessoa, por meio de uma maior sintonia com o Universo, abrindo caminhos, permitindo o acesso a novas oportunidades e possibilidades, com mais consciência, novas atitudes, novas idéias, novos comportamentos.

Na MR77 são trabalhadas questões que nos limitam em nossa prosperidade material tais como fugas psicológicas, autoenganos, crenças limitantes introjetadas através da formação social, religiosa e cultural, questões cármicas (Lei Universal da causa e efeito) e todos os tipos de estados e situações que nos impedem de entrarmos em sintonia com a abundância, com o belo, com o harmonioso, com o próspero.

A premissa básica da MR77 é que nascemos para vivenciar a abundância em todos os sentidos.  E que, quando queremos de verdade (no consciente e inconsciente) podemos aprender a “quitar débitos” (não só financeiros) de forma saudável, leve, alegre, harmoniosa e feliz.

Portanto, a MR77 é libertadora (e isso não tem preço!), porque cria melhores condições para a pessoa libertar-se de sintonias, frequências, vibrações e fugas criadas por ela mesma, consciente e/ou inconscientemente, ao longo da sua existência. Ao passar pela MR77, a pessoa terá, no mínimo, melhores condições de avaliar o quanto faz sentido o caminho que escolheu para vivenciar a sua vida material nesta experiência que é a vida na Terra.

 

Dinheiro e Consciência: dupla inseparável

O dinheiro, para quase todos nós, é algo ainda vinculado puramente ao materialismo. No entanto, o dinheiro, assim como tudo que existe (inclusive nós e o planeta Terra), está vinculado a algo maior, ao Universo.

A “correria” ou o excesso e acúmulo de atividades no dia a dia, ocupações que assumimos baseadas nas convenções sociais, culturais e religiosas, nos desconectam dessa verdade:  tudo vem de algo maior, que não necessariamente compreendemos, aceitamos ou temos consciência.

Voltando ao tema dinheiro, eu vou lhe propor algumas perguntas e espero que responda honestamente para você mesmo (a): o que é dinheiro para você?  O que você sente e pensa em relação ao dinheiro?  O que você acredita em relação ao dinheiro?  Para que você ganha ou quer ganhar mais dinheiro? Ao que está associado o seu dinheiro? Como é a sua relação com o dinheiro?

Ouso afirmar que fomos todos condicionados a viver na escassez, porque tudo que fazemos ainda gira em torno de necessidades, faltas.  Exemplo: queremos um namorado, porque necessitamos ser amados.  Queremos um terapeuta, porque necessitamos ser curados. Se necessitamos algo, é porque algo falta.  E focamos na falta e não na abundância. E, então penso:  como seria a nossa vida (individualmente e coletivamente) se tivéssemos aprendido, desde crianças, a viver a vida focados na abundância, no que simplesmente é bom, no que é saudável, na alegria, na saúde, na paz, na harmonia, na beleza, na abundância, na colaboração, na generosidade, na nobreza de espírito, sem termos de combater a falta? Sem termos que “lutar” e nos desgastar em nome das faltas?

De novo as perguntas:  qual é a visão você tem da vida e da sua vida?  Quais crenças você tem sobre riqueza, dinheiro, abundância, que você reconhece como sendo realmente suas?  Quais foram as crenças sobre dinheiro que incutiram em sua mente?

A física quântica chama de “colapso da função de onda” a realidade criada pela mente. A partir deste paradigma, toda a escassez do mundo (miséria, pobreza) é nada mais do que criações mentais individuais e coletivas.

Para mudar um sistema de crenças, temos que lidar com a nossa vontade, rever conceitos arraigados, acomodados dentro de consensos, como por exemplo, acreditarmos que corpo, mente e espírito atuam separadamente em nossas vidas.

Somos um todo que envolve o consciente e o subconsciente (sede do inconsciente).  Exemplo:  basta um acontecimento traumático na área das finanças de uma pessoa para que esse acontecimento afete a sua mente e a de todos os envolvidos, podendo inclusive perdurar por gerações.  Assim, nascem os programas de autossabotagem que, muitas vezes, nos impedem de avançar em nossos projetos, atravancando nossos impulsos para vivenciarmos uma vida rica, plena em todos os sentidos.  É dentro de todo esse contexto que está a questão do dinheiro, da abundância.

Muitas vezes, não nos damos conta da visão negativa que temos da vida e da sobrevivência, do trabalho, das conquistas materiais.  Frases como “comer o pão que o diabo amassou”, “ganhar o pão com o suor do teu rosto” ilustram bem como essas visões são reforçadas.  A própria visão condicionada sobre a economia também reforça crenças limitantes sobre o dinheiro, porque estamos acostumados a pensar no dinheiro como sendo algo especulativo, ligado à cobiça, ao medo e à ânsia de poder para a superioridade.

Ao despertarmos desse estado hipnótico, ao nos conscientizarmos dessa visão condicionada, temos mais condições de assumir novas escolhas para a nossa vida que, certamente, afetarão as nossas finanças.  O dinheiro verdadeiro é criado na própria consciência, afinal o que é o “mercado”, senão, todos nós. Enquanto não acreditarmos, de verdade, no poder da nossa mente, enquanto não acreditarmos que podemos aprender e monitorar o nosso inconsciente e escolher novas formas de pensar, agir, ganhar e investir nosso dinheiro, a economia continuará do jeito que está.

Energia, consciência também são informações que podem ser modificadas.  A partir do momento que acreditamos (de verdade) nessa modificação, somos capazes de fazer mudanças verdadeiras em nossas vidas, inclusive na parte financeira.  Concordo com o pensador e palestrante Joan Antoni Melé:  “os problemas do mundo são, no fundo, um reflexo de nossos próprios problemas e contradições e  a única maneira de solucioná-los é resolvê-los em nosso interior”.

Independentemente de você concordar ou não com o que foi abordado neste post, o fato é:  o que você verdadeiramente acredita (no nível consciente e inconsciente) influencia diretamente na sua realidade.  Basta você mesmo constatar por meio dos fatos e da história da sua vida.