Arquivo do autor:angelterapeuta

Meu trabalho para Empresas e Organizações

Além de atender indivíduos, também atendo empresas e organizações, cujos proprietários buscam o novo, a mudança, a evolução e, assim, abrir portas para a transformação dos seus negócios em um novo mundo.

Novo mundo porque os fatos evidenciam que estamos vivendo um cenário de desestruturação econômica e ambiental, exigindo esforços fenomenais no universo dos negócios éticos, inclusive a revisão de modelos tradicionais de gestão, de caráter mecanicista, que estão superados.  Esses fatos também evidenciam que é preciso rever conceitos e paradigmas sobre administrar empresas.

Muitas empresas contratam consultorias sabendo da necessidade de mudar, no entanto, vivem no passado, recordando os “melhores tempos antigos”, presos a paradigmas que funcionavam antes e não funcionam no presente.  Contratar consultorias não basta. É necessário aceitar que o momento atual (o presente) é o que importa para fazer as renovações e transformações necessárias para um novo mundo, um novo modelo, uma nova forma de conduzir negócios e lidar com o dinheiro dentro de uma consciência renovada.  Para isso, é necessário mudar. Mas, por onde começar essa mudança verdadeira? Meu trabalho pode contribuir para começar essa mudança por meio de avaliações vibracionais e tratamentos com radiônica.

Dentro do conceito de campo sistêmico, toda empresa/organização é um grande sistema vivo e humano.  Como  organismos vivos e humanos, as empresas/organizações podem e devem ser tratadas energeticamente para que cresçam, desenvolvam e sustentem os seus propósitos com muita consciência, autorresponsabilidade e saúde. Envolve compreender o campo vibracional da empresa, quais realidades estão sendo criadas por meio dela e com qual nível de consciência os resultados são gerados. Esta são questões básicas quando se trata de colocar mais vida em uma empresa.

Meu trabalho para empresas/organizações está ligado ao conjunto de informações que fazem parte desse campo sistêmico que, apesar de invisível, existe.  Essas informações estão ligadas a muitos fatores e, inclusive, a outros campos (de estruturas energéticas de pensamento coletivo e grupal).

Por meio da radiestesia e radiônica, realizo um trabalho de avaliação vibracional e envio de frequências harmonizadoras que ajudam o empresário a entender o que está por trás dos fatos e problemas que quer encarar e resolver em sua empresa.

O objetivo básico é harmonizar o campo sistêmico da empresa/organização que, como um organismo vivo, deve ser tratada como um campo bioinformacional que contém energia, matéria e consciência.  Outro objetivo é propiciar melhores condições para a empresa entrar ou ampliar sua frequência da prosperidade, beneficiando a própria empresa/organização e o todo.  Entre os benefícios deste trabalho para as empresas/organizações, estão:

  • Manutenção energética da empresa, sendo possível tratar questões específicas, ligadas aos problemas crônicos, que exigem a compreensão das origens do “adoecimento” de determinados processos ou frentes de trabalho, adotando-se um olhar mais profundo sobre o que levou àquela situação e indicar possíveis soluções.
  • Harmonização de ambientes, melhorando o bem-estar das pessoas que trabalham, frequentam e/ou visitam estes locais.
  • Aplicar frequências harmonizadoras direcionadas aos processos de gestão empresarial e planejamento estratégico.
  • Ampliar o fluxo de prosperidade da empresa/organização, contribuindo para melhorias na gestão, no relacionamento com clientes e públicos de interesse, nos  processos de fechamento de negócios e na compreensão dos fatores-chave para o êxito da missão da empresa, sempre levando em conta o bem do todo.

Meu trabalho para empresas/organizações é indicado para empresários/empreendedores que:

  • ousam adotar e praticar valores, visão e propósitos elevados, alinhados não só à geração de lucros financeiros, mas também de riquezas que vão além do aspecto material.
  • estão dispostos a rever a sua forma de liderança, considerando um novo poder que atue sobre os negócios com a força do cuidado e do amor que beneficia todos os envolvidos e o todo.
  • estão dispostos a entrar em novos ritmos de colaboração e invenção, nos quais o movimento é junto e não contra (concorrer em vez de competir) e as decisões são tomadas também com a intuição e o sentimento, eliminando padrões recorrentes de medo e estresse.
  • buscam criar, conscientemente, valores diversos, que envolvem clientes, funcionários, comunidades, fornecedores, investidores, meio ambiente e todos os stakeholders, encarando este processo não somente como um meio de fazer mais dinheiro para os acionistas.

Minhas propostas de trabalho para empresas/organizações são 100% personalizadas e feitas a partir de uma ou mais consultas.

 

Missão e Dinheiro:  uma compreensão necessária!

Missão não tem a ver com dinheiro.  Mas, o dinheiro tem a ver com a nossa missão! “Como assim?”, você pode se perguntar. Por isso, vou abordar esse tema usando o meu próprio exemplo.

Há dez anos, iniciei uma nova carreira na área da saúde, como profissional liberal, para a qual me dedico e ganho dinheiro com ela, assim como ocorreu com outras carreiras que vivenciei.  No entanto, esta é diferente porque está 100% alinhada com a minha missão.  Como descobri isso?  Quando me dei conta de que o que faço hoje eu faria mesmo de graça.

Dinheiro é maravilhoso quando é decorrente de um movimento que fazemos em nossas vidas em prol daquilo para o qual damos valor.  Um valor que vem de dentro, das entranhas, do coração, muitas vezes, intuitivamente, inconscientemente….

O dinheiro é fatal quando atribuímos a ele apenas o seu caráter físico, monetário, macroeconômico.  Quando uma pessoa diz que a terapia que ofereço “é cara”, eu a convido a refletir:  quanto custa uma terapia é uma coisa.  Quanto vale uma terapia é outra coisa.

A nossa missão de vida se expressa, consciente ou inconscientemente, independente da nossa situação financeira.  No entanto, a nossa situação financeira tem muito a ver com a nossa missão de vida, porque está diretamente ligada ao compromisso que temos com nós mesmos, com o nosso desenvolvimento pessoal, com a nossa libertação de amarras e condicionamentos sociais.

Dinheiro nenhum sustenta uma missão,  porque o dinheiro não paga tudo o que envolve a ação de uma pessoa para realizar sua missão, tais como, coragem, entusiasmo, lucidez, alegria, paz de espírito, libertação do medo e paz interior.

O dinheiro em si não é a causa de uma missão, é a consequência! Para chegar no estágio que estou da minha atual carreira como Coach, Mentora e Terapeuta Holística, sim, eu investi dinheiro.

Este dinheiro representa a construção da realidade que vislumbrei, num processo que envolveu o meu consciente e o inconsciente, nem sempre alinhados, porém, determinados a me manter firme no meu propósito de evolução pessoal.

A dedicação à nossa missão não tem nada a ver com dinheiro.  Dedicação é consequência de entusiasmo com algo.  Quanto vale uma vida de autorrealização?  Haveria como medir isso em valores monetários?  O sentido e o entusiasmo com que fazemos algo não pode ser medido por meio apenas de cifras financeiras.  Exemplo:  se agora eu não tenho dinheiro para fazer uma formação que considero muito valorosa para mim,  não hesito em fazer um empréstimo e acredito que serei capaz de quitá-lo com o dinheiro que vou ganhar ou que uma quantia extra de dinheiro entrará na minha conta para reequilibrar o meu fluxo de caixa.

O dinheiro, quando percebido com uma visão mais ampla, deixa de ser somente moedas, papéis e cifras: ele passa a ser encarado como um campo energético informacional com o qual estamos ou não em ressonância.

Então, você pode me questionar:  como conseguir algo sem dinheiro? E eu respondo:  existe algo que vem antes do dinheiro que precisamos para comprar algo que valorizamos.  Esse algo tem a ver com a forma como estamos em ressonância com tudo que envolve dinheiro e prosperidade.  E então, inevitavelmente, vamos entrar na questão das nossas crenças (conscientes e inconscientes) a respeito do que é autorrealização, viver, sobreviver, ganhar e usar o dinheiro que ganhamos.  Crenças essas, na sua grande maioria, são introjetadas em nosso inconsciente, desde a infância e das quais precisamos nos libertar para começarmos a entrar na verdadeira abundância que a vida nos oferece, inclusive financeira.

A forma como escolhemos e pagamos o preço das nossas escolhas nos trazem muitas dicas sobre o lugar que o dinheiro ocupa em nossas vidas.  O grau de entusiasmo que temos com o nosso trabalho e com o dinheiro também.

Entusiasmar-se com o que se faz e com o que se conquista (inclusive o dinheiro) não tem a ver com aprovações externas.  Tem a ver com o que sentimos dentro de nós, fazendo o que fazemos e o que sentimos com o dinheiro que ganhamos.  O entusiasmo vem do espírito, não da mente.

O dinheiro é um instrumento que precisamos aprender a usar em nossas vidas, independentemente da situação econômica na qual nos encontramos.  Até para transformar uma crise econômica, precisamos rever nosso olhar sobre a forma como vemos e lidamos com dinheiro (microeconomia), nossa visão sobre dinheiro e o lugar que ele ocupa em nossas vidas.

Oportunidades batem em nossa porta o tempo todo. Situações nos permitem criar oportunidades. A questão é se a nossa visão de vida, nossa dimensão de consciência nos permite constatar essas oportunidades.  Descobrir nossa missão é tão fundamental quanto descobrirmos a razão da nossa vida e o porquê da nossa situação financeira estar do jeito que está.

Para sabermos discernir entre o que é o dinheiro e o que é a nossa missão, precisamos ter visão.  Dinheiro e missão andam juntos!  Acredito que este post pode lhe estimular a mergulhar nesta questão.

 

Querer é poder ? Mais reflexões sobre radiônica

Gosto muito de incluir novos posts sobre a radiônica para ajudar meus clientes e qualquer pessoa  interessada a compreender melhor o que é um tratamento com esta terapia.

Minha base teórica e prática sobre radiônica foi construída a partir de vários pesquisadores, professores, entre eles, o mestre Juan Ribaut, com quem tenho tido o privilégio de aprender e ser treinada. Ele há mais de 50 anos pesquisa, pratica e ensina esta arte representada pela radiônica.

Se você tiver interesse em se aprofundar nesse tema, recomendo o livro “Radiônica:  a ciência do futuro”, de Juan Ribaut, Editora Alfabeto, que foi a minha fonte de pesquisa para escrever este post. Com uma linguagem simples e ao mesmo tempo, profunda, entra na essência desta terapia, inclusive na prática. Agora, vamos ao assunto central deste texto?

O componente fundamental da radiônica é a mente treinada, que usa um instrumento radiônico, ou seja, ele funciona a partir da mente treinada. E então você pode se perguntar:  para que serve o aparelho se ele depende da mente de quem o utiliza?  A resposta é:  a radiônica é o conjunto mente treinada-aparelho.  Quando a mente trabalha sozinha não se trata de radiônica.

Primeiramente, precisamos lembrar que todos os seres humanos são “receptores, emissores, transformadores e geradores de frequências” (Juan Ribaut).   O tempo todo estamos, com as nossas mentes, interferindo na vida, na matéria, no Universo.  Essas interferências acontecem tanto no nível consciente quanto no nível inconsciente.

Interferência consciente significa, nas palavras de Juan Ribaut:  “uma mente que tem uma direção, sabe o que quer, é coerente, está convicta de que pode e coloca os meios para algo”.  No entanto, mesmo uma mente sem direção, sem coerência, confusa, medrosa, que acredita não poder, também é capaz de processar mudanças no mundo, só que de uma forma inconsciente e desordenada.  A força desta mente está nas crenças dela, que criam desordem, destruição, escassez, limitação, violência, abusos…E o pior, ela pensa que não está fazendo nada!   A pessoa com uma mente assim pode até querer algo muito bom, porém, incosncientemente, está produzindo desarmonia, o oposto do que pensa querer.

Um detalhe importante:  é  impossível uma mente se isolar, pois nada no Universo é isolado.  Tudo está interconectado e estamos sempre processando mudanças no mundo, de forma consciente ou inconsciente.

Assim, só querer não é necessariamente poder.  É preciso focalizar naquilo que se quer.  Exemplo:  desejar a paz, mas se focaliza em tudo que envolve o medo da guerra, nunca vai ter paz.  Se você quer saúde, mas focaliza em tudo que envolve doença, nunca terá saúde.  Se quer riqueza, mas pensa muito no medo da falta, da escassez, terá mais pobreza.  Em outras palavras:  focar no objeto do medo nos faz acreditar nele e, assim, construímos o contrário do que desejamos.  Querer algo e colocar a nossa mente na direção do contrário desse algo (por medo), nos leva a obter exatamente o que não queremos.

Uma mente treinada é aquela que aprende a direcionar e acreditar naquilo que realmente quer e não o contrário.  Uma mente treinada é aquela que alinha consciente com subconsciente,  pois é no subconsciente que está “a Vida, o instinto, a emoção, a fé, a energia vital. (…) A crença capaz de transformar vem da Mente e da Vida (subconsciente).  Este é o segredo do poder e da radiônica”, afirma o Prof. Juan Ribaut.  Em outras palavras, podemos materializar tudo o que a nossa mente consegue imaginar e realmente acreditar.

E voltando à radiônica:  temos que a mente treinada é capaz de ativar um aparelho radiônico.

Ser radionicista requer treinar a mente, vivenciar e compreender a essência da radiônica, que envolve a interação mente-matéria e a interconexão com tudo o que existe no universo.  Envolve também dedicação, a entrega, treino constante, o entusiasmo, colocar a alma em seu trabalho, reconhecer e aplicar as suas conquistas de controle mental para, então, ter condições de ajudar as pessoas por meio da transferência de informações que vão modificar a pessoa, para melhor e para o bem do todo.  Como terapeuta radionicista, eu só posso oferecer aos meus clientes aquilo que sou capaz de oferecer a mim mesma.

Segundo Juan Ribaut, como ciência, a radiônica está dentro da Teoria Quântica, pois “a ciência Física está chegando ao âmago da matéria, tocando o que na matéria há de vida, inteligência, consciência”.  Quando as teorias quânticas afirmam que a mente influencia a matéria, o subconsciente faz parte desse processo.

Concordo com Juan Ribaut que o controle da mente é o trabalho mais importante a ser realizado no terceiro milênio, pois  controlar a mente é  “aprender a direcionar e acreditar naquilo que realmente queremos e não o contrário”.  Um querer que envolve nos permitir enveredar pelo desconhecido e pelas muitas descobertas do universo da mente, da consciência, de fatos que já aconteceram e os que ainda vão acontecer.

Benefícios e resultados com terapias: o que considerar para evitar frustrações

Cura ou autocura é um tema complexo e que nos remete à seguinte pergunta:  como podemos compreender os resultados obtidos com as terapias holísticas, que nem sempre são tangíveis? Por que as pessoas percebem, de forma tão diferente, os resultados com terapias? Por que um terapeuta que tenha sido “bom” para mim, pode ter sido “ruim” para outra pessoa? Neste post, meu objetivo é abordar estas questões, com base nos meus estudos e experiências de vida e como terapeuta.  

Antes de tudo, é importante ressaltar a importância da escolha criteriosa do terapeuta, levando em conta não só a sua formação, conhecimentos, experiência e profissionalismo, como também a ressonância que precisa existir entre o coração do terapeuta e o coração do seu cliente.  

Assim, a partir desta escolha, lembro que muitas estratégias de tratamentos integrativos/complementares já são providas de comprovação científica, baseada em sólida argumentação pelas Leis da Física. Entretanto, a maior parte das pessoas tenta prever os benefícios das terapias holísticas a partir de critérios estabelecidos pela nossa mente racional e nossa vontade de que todas as mudanças ocorram conforme o nosso desejo e o mais rápido possível.

O que estou considerando, na reflexão proposta neste post, é que nas terapias holísticas estamos falando de tratamentos que mexem com nossas energias sutis, que estimulam a criação de melhores condições para que o nosso potencial humano nos conduza ao que há de melhor para o nosso desenvolvimento psicológico, físico, espiritual, mental e emocional. Inevitavelmente, estes tratamentos vão mexer com a genética das possibilidades, com o nosso DNA energético (que é a maior parte do nosso DNA). Assim, saímos da fatalidade para novas possibilidades. Ao mesmo tempo, devemos aprender a lidar com nossas ansiedades, nossa vontade de fugir ou de evitar os desconfortos inevitáveis quando vivemos a experiência de despertar e experimentar renovações e transformações em nossas vidas – sejam elas provocadas por nossa livre escolha ou pela vida.

A ideia de que possamos passar pela vida sem qualquer desconforto é fantasiosa e até mesmo uma boa desculpa para não trabalharmos a nossa sombra, ou seja, encararmos o nosso inconsciente, que rege a maior parte do que fazemos em nossas vidas.  Por isso, aqui vão alguns pontos que merecem reflexão ao avaliarmos os resultados que obtemos com terapias:

  • Um sintoma pode ser doença ou cura.  Por isso, precisamos ter cuidado ao interpretar sintomas, especialmente quando estamos fazendo um tratamento com terapias integrativas complementares. O que chamamos de “crises de cura” (efeitos de limpeza e purificação através de terapias integrativas/complementares)  podem ser confundidas com piora, regressão, quando, de fato, o que pode estar acontecendo é uma faxina mental e emocional, que pode se manifestar no físico.  Podemos comparar com o processo de reforma em uma casa: dependendo da reforma, as mudanças provocam mais ou menos poeira. Da mesma forma, num processo terapêutico vibracional, quando o consciente de uma pessoa sabota o que o inconsciente quer fazer, a poeira costuma ser grande!
  • O nosso inconsciente carrega a nossa sombra que representa o material psicológico que reprimimos, rejeitamos, negamos ou nos dissociamos. Não adianta “encaixotar” a nossa sombra!  Terapias integrativas complementares, especialmente as vibracionais, nos ajudam a lidar com a sombra que vem à superfície para, então, nos familiarizarmos com ela, nos apropriarmos dela e, posteriormente, eliminarmos os sintomas dolorosos e também vermos a nós mesmos de uma forma mais verdadeira e saudável. 
  • Pode ocorrer da frequência vibracional desencadeada por terapias vibracionais ser tão orgânica que a pessoa em tratamento nem percebe com o seu lado racional ou com os seus sentidos e condicionamentos mentais.  Com base na minha experiência como terapeuta, é frequente pessoas próximas perceberem mudanças que ela mesma não reconhece.   

 

Mas, como encararmos as dificuldades para percebermos as novas possibilidades concretamente?  Na minha visão, é tomando uma decisão verdadeira de ACREDITAR QUE É POSSÍVEL A MUDANÇA QUE QUEREMOS FAZER EM NOSSAS VIDAS.  É reaprendendo a nos perceber. 

Precisamos ficar mais atentos a nós mesmos (não como cobradores ou juízes), experimentando o nosso cotidiano de forma mais ampla, percebendo a nossa vida em outras dimensões.  Podemos descobrir a nossa essência sempre presente, que nos observa e orienta o tempo todo, independente dos nossos estados de consciência, espirituais, de humor, físicos, emocionais, mentais ou do que ocorre à nossa volta.     

Ainda temos muita dificuldade de harmonizar o nosso consciente e subconsciente. Esse é um dos entraves para aproveitarmos e assimilarmos as terapias que fazemos.  Geralmente, nos prendemos ao terapeuta ou à técnica terapêutica, quando o que importa é o efeito do conjunto de ações para aprendermos a lidar com aquilo que nos incomoda e que podemos chamar de promover a  “autocura”

Praticamente falando, o que quero dizer é que quando acreditamos que um terapeuta ou uma terapia não nos trouxe resultados, no fundo, estamos equivocados, pois essa experiência, embora não reconheçamos,  pode inclusive ter nos propiciado melhores condições para encontrarmos outro terapeuta/outra terapia que, na nossa percepção do momento, poderá nos ajudar de uma forma melhor. 

Quando nos submetemos a uma terapia vibracional radiônica, por exemplo, ocorrem revelações, decorrentes dos códigos de saúde que nos são enviados por meio de bioinformações.  Nosso inconsciente é que vai escolher os caminhos a partir desse tratamento.  Não há uma regra ou pressuposto que determine o que exatamente vai acontecer. 

Uma terapia vibracional tem como meta criar as melhores condições para que a pessoa volte mais rapidamente para um estado de maior equilíbrio, de conexão com a sua essência, com o Planeta Terra e, consequentemente, com o Universo, colocando mais vida em sua vida e, portanto, mais saúde.   Medir isso com a mente racional é impossível.     

Na minha visão, o resultado de uma terapia nunca poderá ser avaliado isoladamente.  Ele depende dos vários elementos do conjunto de vida da pessoa e, inclusive, de outras terapias, em andamento ou já realizadas.   

Resultados com terapias vão muito além de promessas e expectativas atendidas no curto prazo.  Envolvem fazermos um balanço, de tempos em tempos, sobre o quanto há de mais vida em nossa vida e os avanços que conseguimos realizar para aumentar o nosso amor próprio, a nossa autopercepção, o nosso autoconhecimento e o nosso autorreconhecimento como seres humanos mais confiantes perante o sentido da nossa existência. 

Prosperidade: Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados de Abundância Financeira

Dinheiro é um tema que está sempre presente na vida das pessoas. Todos buscam, de alguma forma, prosperar em suas vidas, inclusive financeiramente.  Não importa o que a pessoa esteja passando, o fato é que, de forma explícita ou implícita, o tema dinheiro está sempre presente, permeando conversas, ideais, estratégias, sentimentos, preocupações, escolhas, atitudes e comportamentos. No entanto, nem todos buscam refletir sobre o que é a essência do dinheiro e agir, com consciência, para a sua prosperidade financeira.    

Padrões de escassez, medos, dificuldades e resistências para lidar com as finanças pessoais, crenças limitantes, dificuldade de ganhar dinheiro, desemprego, falta de clientes, dificuldade de manter uma renda satisfatória estão entre as inúmeras situações de escassez e falta de prosperidade que muitas pessoas se encontram. E, pior: em geral, as pessoas não acreditam que podem transformar esta realidade. 

Na maioria das situações, não temos muita consciência de que nossas escolhas são afetadas por uma série de crenças sobre o dinheiro.  É comum a crença de que o dinheiro tem a ver somente com a macroeconomia ou com a necessidade de “se matar de trabalhar”, depender de um “ótimo e seguro emprego”, que o dinheiro “não traz felicidade” ou que “o dinheiro é sujo”, entre outras afirmações. 

Também é comum as pessoas buscarem respostas fora de si mesmas para encontrar soluções para as suas vidas financeiras e a base dessa escolha está em se conformar com o consenso, aceitando como verdades as crenças coletivas do tipo “crise financeira”, “crise política, “crise mundial” que são, aliás, muito bem trabalhadas pela mídia.  Não se trata de negar os fatos e, sim, de acessar a realidade interior, de avaliar sobre o que em si mesmo está vibrando para atrair situações de escassez. 

Para quem realmente quer encontrar respostas e trabalhar interiormente a sua questão de  prosperidade financeira, ofereço a Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados de Abundância Financeira, por meio da qual trabalho com a intenção de ampliar as suas possibilidades de prosperidade financeira, além de contribuir com esclarecimentos sobre quais têm sido os seus principais obstáculos e o que você precisa saber para superá-los.               

Como é e como funciona a Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados de Abundância Financeira

Canalizada por Rodrigo de Aldebaran, por meio da psicofonia e da psicografia, a Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados da Abundância Financeira atua em seu campo energético, em objetos-alvo ligados à área financeira/bens materiais tais como projetos, negócios, carreira profissional, objetivos, metas, entre outros. 

Fisicamente, a Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados da Abundância Financeira é uma tábua de PVC com gráficos da geometria sagrada, conhecidos também pelo inconsciente coletivo. 

O operador da Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados de Abundância Financeira, por meio de sua mente não racional, em estado Alpha, projeta as imagens ao Universo, criando uma sintonia imediata, que trabalha a favor da Luz, do discernimento, do Amor por si próprio e para o cliente.  O terapeuta ou operador tem que estar sempre se aprimorando nesse processo, por meio do seu próprio trabalho interior.

A Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados da Abundância Financeira cria um campo vibracional que põe Luz no campo da pessoa ajudando-a a libertá-la de padrões nocivos à sua prosperidade financeira. O propósito desta mesa radiônica é facilitar que a pessoa compreenda, em níveis mais profundos, o contexto da sua vida financeira/material, os padrões estabelecidos e do que ela precisa se libertar para prosperar financeiramente. Lembrando que a radiônica atua no inconsciente da pessoa, ajudando-a a descobrir que o futuro não é construído somente com as informações do presente.

Esta mesa traz a pessoa para a realidade que está no seu inconsciente, onde reside a nossa verdadeira força, além de trazer ancoramento, maior consciência, permitindo assim que a pessoa tenha melhores condições de lidar com dinheiro e atrair prosperidade financeira para a sua vida. 

Todas as pessoas que operam com esta mesa radiônica são preparadas por Rodrigo de Aldebaran, sensitivo, médium, professor de técnicas quânticas, radiestesia e radiônica e terapeuta holístico, pesquisador e palestrante de temas ufológicos e espiritualistas, com uma visão universalista (desvinculada de religiões) e dentro de propósitos que englobam trabalhadores da LUZ. 

Nem sempre temos condições de entender verdadeiramente a nossa realidade.  O que parece “pobreza ou riqueza”, muitas vezes é só um sinal de que algo muito profundo, precisa ser reconhecido, acolhido, limpado, corrigido e transmutado em nossa vida. 

Reconhecer as verdadeiras questões que envolvem o dinheiro é a proposta básica da Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados da Abundância Financeira, que, junto com o terapeuta holístico, ajuda as pessoas a se conscientizarem da forma como o dinheiro ocupa lugar em suas vidas e a vivenciarem o dinheiro com consciência e como resultado da sua real vontade e ação. 

A coisa mais cara do mundo…

Já parou para pensar no que pode existir de mais caro no mundo?  Pensou mesmo?

Creio que a grande maioria das pessoas ainda não parou para fazer essa reflexão ou, se a fez, automaticamente considerou o que pode existir de mais caro, materialmente falando, algo “aspiracional”, “para poucos”…

A “coisa” a que vou me referir neste post é a nossa energia pessoal.  Esta, com certeza, é o que temos de mais caro, mais precioso.  Estranhou a resposta?  Vamos refletir juntos:

O que você faz sem energia?  NADA!  Você pode até sobreviver no seu corpo físico, o que não significa que a sua energia pessoal esteja em sua plenitude, permitindo que usufrua as experiências que a vida lhe oferece.

Nós não somos somente um corpo em estado de matéria. Temos vários corpos energéticos que, se não estão harmonizados com o nosso corpo físico, certamente adoeceremos e, assim,  a nossa qualidade de vida, ou seja, a nossa vida fica comprometida.

Todos os dias, pelo menos ao dormir, precisamos repor, minimamente, a nossa energia gasta.  Repor energia seria simples se o nosso sono fosse bem reparador; e se soubéssemos, quando estamos acordados,  a repor a energia que perdemos.  Em outras palavras:  não é fácil repor energia!

Para nos mantermos equilibrados, temos que aprender a dosar a energia que doamos às atividades, às pessoas etc.

Se não aprendermos a direcionar a nossa energia para aquilo que faz sentido em nossas vidas, podemos até obter coisas materiais bem caras, porém, certamente, não teremos uma vida rica em experiências, realizações, satisfações e nem conseguiremos tirar bom proveito do dinheiro que ganhamos.

Está desperdiçando energia?

O que acontece a uma pessoa que cuida de todo mundo e não cuida de si mesma?  Será que a sua energia está sendo desperdiçada ou preservada ?

Já observou o que acontece com a sua energia dependendo das notícias nos veículos de comunicação e redes sociais que você acompanha todos os dias?  Ou mesmo com as notícias que você posta sobre a sua vida nas mídias?

Já se deu conta dos “ladrões de energia” em sua vida?  Exemplos:  pessoas, lugares, seus hábitos, crenças, pensamentos, redes sociais, entre outros.

E agora, está convencido(a) de que a sua energia vital é o que você tem de mais caro em sua vida? Você já percebeu como é por meio desta “bateria”, desta central energética que você pode experimentar coisas novas, vivenciar com plenitude a sua vida? Comece a cuidar ou cuide mais ainda dessa sua grande riqueza! 

Apresento uma sugestão de exercício simples, para  que este post não fique só na teoria:  pare alguns minutos o que estiver fazendo; pegue uma folha de papel e faça um levantamento das várias situações que vivenciou (rotineiras ou extraordinárias) nos últimos 7 dias (com pessoas, situações, atividades, rotinas, lugares, tarefas, hábitos, etc).; em seguida, de 1 a 3, onde 1 é pouco energizado (a) e 3 é muito energizado(a), dê uma nota a respeito de como se sentiu ao final de cada acontecimento.  Você já obterá uma boa amostra do quanto você realmente valoriza o que há de mais caro em sua vida:  a sua energia vital!

E não espere o Réveillon chegar para fazer um plano a fim de escolher como você quer receber e doar energia.  Essa decisão, certamente, vai lhe poupar de muitos gastos desnecessários, inclusive, financeiros.

Autodesenvolvimento:  você reconhece o seu?

Este post é para as pessoas que já estão se trabalhando interiormente e que, muitas vezes, se perguntam:  o que realmente conquistei por meio de todo o investimento que fiz no meu trabalho interior?  O que estou de fato conseguindo realizar e transformar em minha vida com a ajuda de terapias?    

Muitas vezes, depois de um longo processo de autodescoberta, nos deparamos com situações que nos levam a estas perguntas, que fazemos para nós mesmos.  É nessa hora que precisamos ficar atentos à forma como avaliamos o nosso autodesenvolvimento, porque existem muitas armadilhas sutis que dificultam nosso discernimento para constatarmos e reconhecermos os avanços que, de fato, fizemos. Estas armadilhas, em geral, estão ligadas a um pensamento automático e muito genérico.  Cuidado!

A vida é feita de ciclos, assim como as estações do ano, as fases da lua, o ciclo da água. As experiências que acumulamos são oportunidades para absorvermos o que delas é útil para a ampliação da nossa percepção da vida. Reconhecer e assumir o que levamos dessas experiências é essencial para descobrirmos o quanto estamos construindo propósitos para as nossas vidas.  Na minha visão, esse reconhecimento não se dá por um raciocínio simplista, do tipo “estou mais ou menos feliz” e, sim, por meio de uma reflexão que nos leve a constatar o quanto a nossa vida está significativa, o quanto vemos e sentimos sentido na nossa vida, ou seja, o quanto nos sentimos capazes  de aprender, estudar, ensinar, criar, realizar.  Não importa a idade cronológica!

Para mim, sentir-se mais ou menos feliz é como a variedade de temperos que temos disponíveis na culinária.  Na minha visão, a questão central da “felicidade” é o quanto eu sou capaz de dar sentido para minha vida, para a minha existência, aceitando as circunstâncias externas e me expressando, principalmente, dentro de mim mesma, do meu mundo interior, apesar da vida ser incontrolável, imprevisível e não oferecer todas as alegrias que eu gostaria de ter.  Felicidade é consequência de como eu lido com a vida como ela é e não como eu gostaria que ela fosse.  Conformismo? Não!  Aceitação? Sim!

Sei que “felicidade” é um assunto polêmico, porque cada indivíduo adota uma concepção, dentro do seu universo interior, do que seja felicidade.  No entanto, vejo como um desperdício de energia e tempo buscar transformar meras idealizações em supostas “felicidades”, porque há uma tendência, imediatista, de não se avaliar, criteriosamente, o que está por trás da “felicidade” tão almejada.  Sabe aquelas frases: “Ah, o dia em que eu tiver isso, serei feliz.  O dia em que eu conquistar aquilo, serei mais feliz.  Se eu não tivesse perdido tal coisa ou tal pessoa, estaria feliz. Eu era feliz e não sabia…” ?!

Identificar o nosso “grau de felicidade” está ligado a vários aspectos, entre eles as questões básicas de qualidade de vida, saúde, recursos para a sobrevivência.  No entanto, só por meio de uma avaliação mais profunda é que podemos acessar a complexidade da nossa própria vida e os recursos de que dispomos para lidar com ela, recursos esses que, na maioria das vezes, desconhecemos.  Começando sobre como vivemos o nosso presente com o que temos e somos.

Entendo que essa avaliação criteriosa do nosso autodesenvolvimento nos permite manter o entusiasmo pela vida com projetos de vida.  Coisa só para jovens?  Não!  Mesmo que não consigamos realizá-los do jeito que idealizamos, os projetos significativos de vida são fundamentais para uma boa existência, vivência.  Mesmo porque, somos cíclicos junto com a vida, o que nos leva a mudar, nos transformar o tempo todo.  A própria vida nos conduz a essas mudanças e transformações.

Nem sempre é simples reconhecermos o nosso autodesenvolvimento.  É preciso coragem (uma vontade real, que vem do coração, da alma) para avaliarmos, o tempo todo, com honestidade, nós mesmos e a nossa vida, descobrir quem somos e como estamos. No entanto, os efeitos dessa avaliação são sempre benéficos, porque nos fazem constatar, pelo menos, o quanto aprendemos, mais um pouco, a viver.  O que, por si só, já é um grande avanço!