Biorressonância

Tudo que é vivo vibra numa frequência. A biofísica demonstra que toda a matéria viva tem a sua própria frequência vibracional, que pode ser mutável e influenciada com a presença de diversos fatores como: emoções, pensamentos, parasitas indesejáveis, metais pesados, radiação, sons, nutrientes celulares e cores que, juntos ou isoladamente, contribuem para o desequilíbrio orgânico e para o surgimento de distúrbios.

Para entendermos o que é a biorressonância, primeiro é preciso entender o que é a acupuntura.  A Acupuntura surgiu na China há 5.000 anos. É uma terapia que utiliza agulhas e outros instrumentos para liberar substâncias químicas no organismo humano, proporcionando  efeitos analgésicos e anti-inflamatórios. Tais alterações, que ocorrem no âmbito bioquímico, são possíveis porque a acupuntura permite que energias bloqueadas fluam e harmonizem-se, reequilibrando o indivíduo.

A Biorressonância é uma técnica que se baseia em princípios semelhantes ao da Acupuntura. Ela surgiu em 1950, quando o Dr.Reinholt Voll, médico alemão, desenvolveu uma técnica para monitorar eletronicamente as mudanças na energia do corpo em pontos de acupuntura. “O Dr. Voll observou pela diferença de impedância (resistência elétrica) da pele, que as características elétricas dos meridianos, medidas através dos pontos de acupuntura, contêm importantes informações a respeitos dos órgãos do corpo. Foi através destas observações que equipamentos, como a máquina de Voll, nasceram. Esta técnica também é chamada de EVS (Eletroacupuntura Segundo Voll)“.

A Biorressonância é um recurso muito sutil. A sua unidade de medição é o “tesla” e a sua sensibilidade é cerca de 40.000 vezes superior à da ressonância magnética, tendo inclusive a capacidade de identificar ondas encefálicas.

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Vinte anos mais tarde, a indústria VEGA desenvolveu o VEGATEST Expert, que reuniu a técnica milenar da Acupuntura com o moderno conhecimento da medição de ondas eletromagnéticas. Essa junção possibilitou o surgimento do exame de bioressonância, que detecta doenças, fatores alérgicos e endêmicos até mesmo no seu estado inicial.

A análise por biorressonância também é conhecida por “Análise Quântica”, e pode identificar a frequência eletromagnética do corpo ou de um órgão em particular, pois cada órgão possui uma frequência eletromagnética única e identificável, que pode encontrar-se em equilíbrio (homeostase) ou em desequilíbrio osmótico.

A diagnose por Biorressonância permite avaliar o estado geral de saúde ou um órgão ou sistema específico sendo, portanto, um instrumento que efetua uma análise bioenergética corporal humana.

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Aplicada a procedimentos clínicos, a Biorressonância visa captar e analisar as frequências energéticas emitidas por cada sistema, órgão, tecido ou célula, avaliando a sua intensidade funcional. A técnica também permite detectar situações funcionais ou lesionais de qualquer sistema ou órgão, de forma instantânea, sem o uso de processos invasivos, muito antes das fases lesionais (doenças) surgirem. A partir das possíveis anormalidades, pode-se realizar um processo de modulação frequencial, que visa neutralizar ou minimizar os padrões das frequências nocivas.

A biorressonância lançou as bases para o surgimento da “terapia quântica”, criada pelo professor William Nelson, que na época era cientista da NASA. A terapia quântica é sustentada no conceito de “campo energético” desenvolvido através do trabalho de Einstein (prêmio Nobel – 1921), Einthoven (Prêmio Nobel – 1924), Albert Szent-Gyorgyi (Prêmio Nobel – 1937), entre outros.

Atualmente esse conceito é aceito e validado no mundo científico. Assim como nos eletroencefalogramas (EEG), nos eletrocardiogramas (ECG) ou nos eletromiogramas (EMG), que utilizam o registro elétrico para chegar ao diagnóstico, a Biorressonância usa a leitura da frequência eletromagnética em nível celular num determinado momento. É um método de análise indolor e eficaz para muitas doenças.

Há mais de 20 anos, a biorressonância tem sido usada com sucesso em milhares de pacientes em todo o mundo. Calcula-se que na Europa existam mais de 8.000 terapeutas na área de Biorressonância, sendo que ¾ destes clínicos estão na medicina tradicional. Na China e no Japão, a técnica da Biorressonância é utilizada na maioria dos hospitais pediátricos. Em países, como a Austrália e Reino Unido, vem ganhando cada vez mais adeptos. No Brasil, a Biorressonância ainda é vista com certa resistência por correntes mais conservadoras, apesar de ser crescente o interesse sobre o assunto, por causa dos inúmeros resultados positivos obtidos com o seu uso. 

Fonte: Revista Quantum Life, Edição Especial, 2014 e Folder QuantumBio sobre curso prático de terapias integrativas através da biorressonância.