Arquivo da categoria: autoconhecimento

O valor das terapias vibracionais

Atualmente contamos com inúmeros tipos de terapias integrativas e complementares.  Dentre elas, estão as terapias vibracionais, que são as que tratam as pessoas por meio de energia e informação.  Entre elas estão:  reiki, biomusicoterapia, cromoterapia, johrei, toque quântico, radiesetesia, radiônica, entre outras.

O princípio básico das terapias vibracionais é o de que o nosso corpo, apesar de estar em um estado de matéria, também é uma forma de energia, ou seja, o arranjo molecular do corpo físico é uma complexa rede de campos de energia e informação totalmente entrelaçados.

Edgar Cayce, um paranormal norte americano afirmou em 1928:  “O corpo humano é composto de vibrações elétricas. Cada átomo e elemento do corpo, cada órgão e organismo tem sua unidade de vibração necessária à manutenção e ao equilíbrio desse organismo.” Ele fundou, em 1931, a Association for Research and Enlightenment, que ajuda, até hoje, pessoas a transformarem suas vidas levando em conta corpo, mente e espírito.

Além do nosso corpo “físico”, também temos outros corpos de energia sutil que desempenham papel fundamental em nossa saúde.  Antes de chegarem ao corpo físico, as doenças se manifestam nesses corpos sutis e é nesse ponto que as terapias vibracionais também são de grande ajuda, pois atuam na harmonização ou correção das disfunções presentes nestes corpos.

A cronobiologia, ciência que estuda os fenômenos biológicos recorrentes, nos ajuda a compreender a influência das questões energética e informacional em nossa saúde.  Ela afirma que nosso corpo está em constante mudança, ou seja, aproximadamente 90% dos átomos do nosso corpo são renovados a cada 3 meses. A nossa pele se renova a cada mês.  O estômago troca seu revestimento a cada 4 dias.  Um detalhe importante é que a cada replicação celular, a cópia é feita pela última informação e não pela informação que existia quando fomos concebidos. Assim, as doenças nada mais são do que informações.  Em outras palavras, as células do nosso corpo morrem ou se renovam constantemente para nos manter vivos!

Assim, a nossa vida é cíclica em vários sentidos, não só no sentido cronológico. Graças a esses ciclos, nós estamos vivos.  É fácil deduzir o quanto viver plenamente representa caminharmos pelos ciclos da vida levando em conta os vários aspectos da nossa existência:  nosso ambiente, nossas crenças, atitudes, comportamentos, pensamentos, consciência, mente, sentimentos, emoções, interesses, escolhas, contextos de vida…que certamente influenciam nossas células o tempo todo.

Um detalhe importante quando nos referimos às terapias vibracionais é que para podermos alterar (harmonizar, tratar, cuidar) dos nossos corpos físicos, também temos que considerar a energia que vibra em frequências que estão além do plano físico. E então, entramos na questão da espiritualidade ou tudo que vai além da percepção mundana da nossa existência.

Existem frequências harmônicas com as quais toda a forma de vida está sintonizada. O corpo humano é constituído de frequências que formam um campo equilibrado quando a pessoa está saudável.  As vibrações do corpo saem facilmente de sintonia quando, por exemplo, a pessoa sente estresse físico ou emocional e não sabe lidar saudavelmente com ele.

Em termos mais práticos e mensuráveis:  “Indivíduos saudáveis ressoam numa faixa entre 62 e 68 megahertz (MHz). Pessoas doentes vibram entre 20 e 62 MHz. Quando você contrai um simples resfriado, sua taxa vibratória desce para 58 MHz. Em presença de cândida (uma infecção sistêmica por fungos), a vibração é de 52 MHz; em caso de câncer, de 42 MHz. Uma vez iniciado o processo de morte, a frequência baixa para 20 MHz.  Pensamentos negativos podem baixar a frequência do corpo em apenas três segundos. Pensamentos positivos  conseguem elevar essa frequência ao nível ideal em 21 segundos”.

As terapias vibracionais implicam em tratar por vibrações, frequências ou bioinformações que ajudarão todos os corpos a resgatar sua ressonância harmônica saudável.  Elas funcionam pelo mecanismo da ressonância com o campo energético e informacional da pessoa, permitindo assim identificar o que está em desequilíbrio e enviar energias e/ou frequências e/ou bioinformações harmonizadoras de tratamento, que conduzirão ao restabelecimento do equilíbrio energético nos vários níveis dos corpos sutis e físicos do organismo da pessoa tratada.

Desde a concepção no ventre de nossas mães, o crescimento e o desenvolvimento do nosso corpo físico, até a nossa velhice, são afetados não só pela genética (padrões moleculares herdados dos nossos pais e antepassados), mas também pelos padrões energéticos superiores da nossa alma.  Como afirma o Dr. Richard Gerber: “Um sistema de medicina que negue ou ignore a existência do espírito será incompleto, porque exclui o atributo mais importante do ser humano, a sua dimensão espiritual” .

Como tratamentos integrativos e complementares, as terapias vibracionais, bem aplicadas por profissionais de saúde qualificados e preparados para este trabalho, conduzem à  transformação curativa na mente, no corpo e no espírito da pessoa.

Leia também: A importância da mente e da consciência ampliada no processo de cura

Terapia:  escolhendo a melhor para você

Fonte de Pesquisa:

Fonte:  Internet site de jackzennectoux.

Artigos da Revisa Saúde Quântica (Grupo Fisioquantic)

Medicina Vibracional – Richard Gerber (Editora Cultrix)

Dinheiro e consciência:  dupla inseparável para as nossas vidas

Um livro essencial e inspirador para qualquer pessoa e especialmente para quem quer ir mais fundo na compreensão da essência da economia e do significado do dinheiro em sua vida é “Dinheiro e Consciência: a quem meu dinheiro serve?”, de Joan Antoni Melé, Editora João de Barro. Eu adquiri este livro na Sociedade Antroposófica, em São Paulo, quando estive em uma das palestras de Joan Melé aqui no Brasil.

O dinheiro ainda é muito incompreendido!  Afirmo que esse livro é inspirador porque, acredito que querendo ou não, gostando ou não, o dinheiro está presente em tudo que vivemos aqui na Terra, direta ou indiretamente, permeando conversas, emoções, sentimentos, estratégias, ideologias, preocupações, planos.  Tanto em um nível bem sutil, quanto em um nível mais denso, o dinheiro desafia tudo e todos.  A maioria de nós não se dá conta de que nossas escolhas são afetadas por uma série de crenças sobre o dinheiro.

Por meio de várias provocações, questionamentos, proposições, Joan Melé entra nos vários âmbitos do dinheiro:  seu significado, a economia, as escolhas pessoais, a energia, o uso, os resultados.

Algumas das questões-chave são: Qual realidade queremos criar para nossas vidas e com qual nível de consciência? Por que trabalhamos? Só para ganhar dinheiro ou para dar sentido às nossas vidas? Como podemos mudar a economia perversa baseada no controle, na cobiça, no medo, no egoísmo, na “luta pela sobrevivência”, no poder (ser o melhor, controlar os outros)? Qual é o verdadeiro sentido da economia? Tomamos decisões livres e independentes sobre o uso do nosso próprio dinheiro? O que compro, por que compro, onde compro?  Necessito ou somente desejo?

Business person and different income

Este livro é um convite à reflexão sobre o que o dinheiro propicia, quebrando muitos tabus e paradigmas sobre o que é economia e mercado.  Alguns exemplos:

“A crise é o colapso da economia especulativa”.

“O dinheiro verdadeiro é criado, formado na própria consciência”.

“O mercado não regula tudo.  O mercado somos todos nós! Se todos mudarmos a nossa maneira de pensar, ser, agir e investir nosso dinheiro, o funcionamento e a direção do modelo econômico mudará também”.

“Leis de mercado deixam de existir, deixam de valer quando realizamos uma opção pela liberdade”.

“Trabalho e investimentos são a base do lucro verdadeiro”.

“O lucro é um dinamizador da vida da pessoa e da comunidade em que ela está inserida e também um indicador de que esses instrumentos econômicos estão sendo administrados corretamente”.

“O lucro é bom.  O lucro só se perverte quando é um fim por si só, quando se busca somente a ele”.

“Investimento e trabalho nunca podem se submeter ao lucro.”

-“Lucro é a consequência da criação da riqueza e não a sua causa.”

“Medir o progresso social pelo PIB e volume de produção é fraude!”

Para Joan Melé, muitas ideias assumidas como verdades nada mais são do que mecanismos de uma estratégia perversa para manter vivos, nas mentes das pessoas, conceitos sobre economia e dinheiro.  Exemplos:  A ideia de “luta pela sobrevivência” nada mais é do que parte da uma estratégia perversa, baseada no medo, para controlar as pessoas.

A “lei da oferta e da procura” também é parte dessa estratégia, representando o egoísmo que permeia o atual modelo econômico. O “consumismo”, outro aspecto dessa estratégia, representa a dependência de comprar para preencher os vazios, a busca por por status para “ser melhor do que o outro”. O estímulo às empresas de “crescer por crescer”, representa a falta de propósitos baseados em valores, tendo apenas o lucro como fim.  O “poder econômico” está vinculado à ideia de domínio, de se considerar melhor do que o outro.

Por que dinheiro e consciência estão interligados?  Porque as pessoas precisam colocar dinheiro onde seus valores estão! De certa forma, Joan Melé nos encoraja a refletir e agir a partir da premissa de que os problemas do mundo são um reflexo das nossas próprias contradições e que a única maneira de solucionarmos esses problemas é resolvendo, em primeiro lugar, as nossas questões interiores.

Ele acredita ser uma grande ingenuidade (e um grande perigo para a humanidade) acreditarmos que Governos possam melhorar o mundo.  Afinal, a economia reflete pessoas.  Não podemos ser livres se não conhecermos as forças e os impulsos que nos condicionam na nossa forma de ver e lidar com o dinheiro. O primeiro passo para acessar esse conhecimento é despertar para a consciência, para a nossa relação com o dinheiro a fim de colocarmos, em prática, ideias simples e concretas para transformações em nossas vidas pessoais e em nossa sociedade.

Para Joan Melé, criar riquezas é o resultado de se buscar algo bom para si próprio e para outras pessoas.  Ganhar o sustento, ganhar a vida, como dizem, não é o objetivo. É, antes de tudo a consequência de fazer algo importante, com sentido, para nós mesmos, para outras pessoas, para o mundo.

451641-PEZYQK-157

Para encararmos o desafio de rever nossas crenças sobre o dinheiro, precisamos rever a imagem distorcida que temos sobre o que é ser humano e assumirmos uma nova postura perante nossas vidas, estudando e aprendendo sempre, para que possamos sair do MEDO que nos paralisa e gera desconfiança em nós e nos demais.

Uma dica para quem quer começar a rever sua forma de lidar com o dinheiro:  decidir parar de opinar de forma coletiva.  Desenvolver a sua própria capacidade de pensar, de refletir ativamente sobre as questões do dinheiro.

Segundo Joan Melé, “o dinheiro tem o poder de criar realidades futuras”.  Ele atua como uma energia que dá força para que algo seja criado no mundo.  Essa energia pode ser construtiva ou destruidora. O dinheiro precisa ser usado para construir realidades desejáveis. As pessoas precisam acordar para perceber a sua força através do consumo e da economia.

Para os céticos que leram este post até o fim, deixo aqui uma mensagem de Joan Melé , também provocativa, sobre existir esperança para o mundo em que vivemos: “Deus permite o mal no mundo para que aprendamos a ser livres e, a partir da liberdade, assumirmos responsabilidades.  O mal é transitório.  Se alguém faz muito mal é sinal de que tem um grande potencial para produzir o bem”.

Mesa Quântica Estelar:  jornada da Luz!  

Tenho a convicção de que o caminho mais importante de nossas vidas é o caminho interior, o caminho que escolhemos para trilharmos dentro de nós mesmos.  Para isso, temos que estar realmente dispostos e com coragem de buscar a verdade e acolhê-la com um discernimento que vai além do intelecto, uma compreensão que transcende a visão material da vida.

Buscar respostas, porque temos muitas dúvidas, é natural.  E a revolução das terapias holísticas ou integrativas contribuem neste processo.  A Mesa Quântica Estelar (MQE) é uma dessas revoluções, que já está presente no mundo todo, por meio de mestres e operadores que fazem parte de um exército de trabalhadores da Luz.

Quando a Mesa Quântica Estelar (MQE) me convocou (sim, me convocou!) a conhecê-la e incorporá-la ao meu trabalho de terapeuta, eu estava me aprofundando na reflexão do porquê e para que ser terapeuta, além de um trabalho profissional.  Por quem ser terapeuta?

E, então, tive a reconfirmação de que ser terapeuta está ligado, acima de tudo,  ao meu caminho de vida, porque ser terapeuta, para mim, representa o meu sonho de infância: aprender e ensinar, buscando sempre a verdade! E sempre junto com outras pessoas.

Estamos envolvidos, diariamente, com ilusões.  Buscamos fugas que nos libertem da dor.  Disse Jesus: “Buscai a verdade.  E a verdade vos libertará.”   A MQE coloca a pessoa numa posição que a faça entender qual verdade é essa que ela está buscando.  Mostra à pessoa do que ela precisa para se libertar.

Como bem resume Rodrigo de Aldebaran, canalizador da Mesa Quântica Estelar:  “Somos um planeta na terceira dimensão, que pertence a um sistema solar, inserido numa galáxia de 400 bilhões de estrelas, onde nosso Sol está na margem da mesma, ao lado de 100 milhões de conjuntos de galáxias ainda maiores que compõe o nosso Universo, que não é o único existente.  E isso é só 10% do que realmente existe entre os planos e dimensões paralelas.”

As muitas dimensões do Universo

Uau ! A partir desta visão, fica mais fácil compreender o que são as Consciências Divinas que administram aqui: o nosso Universo.  Estas Consciências fazem parte da administração universal, como se fossem “cientistas cósmicos” responsáveis pela tecnologia, criação e manutenção dos planetas e suas respectivas dimensões que irão suportar corpos físicos e espirituais, projetados especificamente para essas experiências planetárias. 

Tudo neste grande Universo é fundamentado em análises, pesquisas, planejamentos e projetos de seres comprometidos com a evolução natural das espécies de diversas raças interplanetárias, que vivem experiências nos planos vibratórios dos planetas em que se encontram, a partir de projetos com começo, meio e fim, supervisionados e direcionados pelos Comandos Estelares do Sistema Solar. 

Estamos vivendo uma transição que é fácil de ser constatada diante de tantas mudanças em nossas vidas e no planeta Terra.  Basta prestar atenção naquilo que nos acontece em níveis mais sutis e constatar fatos, acontecimentos cotidianos e extraordinários, que muitas vezes passam despercebidos para aqueles que estão vivendo suas vidas adormecidos por ilusões e supostas verdades divulgadas na mídia.

E então vêm as perguntas:  quem somos nós diante do Universo? O que estamos fazendo aqui?  O que temos que fazer daqui para a frente? Qual o sentido das nossas vidas?  Em nome de que estamos vivos e vivendo? O que realmente é nosso por direito humano?

De alguma forma, estamos sendo chamados para uma nova consciência diante da nossa vida individual e coletiva.  Dentro desse contexto, a canalização da Mesa Quântica Estelar, por Rodrigo de Aldebaran, por meio da psicofonia e da psicografia, surge como um presente Divino para auxiliar qualquer pessoa que busca autoconhecimento e transformação em sua vida.

O Projeto da Mesa Quântica Estelar contém bases, estruturas cósmicas e espirituais, operação e fundamentos dentro das leis e justiças cósmicas.  Ela trabalha com os Orixás, Guias e Mentores Espirituais, Elementais da Natureza, Comandos Estelares  de Luz, com a Radiestesia, a Radiônica, a Física Quântica, a Psiônica e tem elementos Cabalísticos, que dão uma grande base para auxiliar todas as pessoas.

Na Mesa Quântica Estelar não há tempo nem espaço. Por meio de ferramentas eletromagnéticas, impregnadas na Mesa Quântica Estelar, é possível eliminar, transmutar e encaminhar energias deletérias, ajudar a pessoa a ter uma conscientização da sua realidade atual, a harmonizar-se com a sua centelha divina, tudo isso para uma transformação ampla na vida da pessoa e para o bem do todo.

A beleza da Mesa Quântica Estelar também está na energia que nasce de dentro para fora da pessoa, influenciando-a e  direcionando-a para uma transformação natural, que já estava prevista, através de um auxílio ou de uma graça divina na vida dela.

Como é a Mesa Quântica Estelar?

O Projeto Mesa Quântica Estelar atualmente conta com mais de 100 professores e mais de 3.000 operadores dessa técnica, espalhados pelo mundo todo.

Mesa quântica estelar

Fisicamente, a Mesa Quântica Estelar é uma tábua de PVC com diversos gráficos da geometria sagrada, conhecidos também pelo inconsciente coletivo.  A mesa traz como se fosse uma “história” do processo de evolução espiritual da pessoa, levando em conta o passado, o presente e o futuro. Ela é atemporal.  Ajuda a mostrar onde realmente a pessoa quer chegar para realizar a sua missão.

O operador da Mesa Quântica Estelar, através de sua mente não racional, em estado Alpha, projeta as imagens ao universo, criando uma sintonia imediata e que trabalha a favor da Luz, do discernimento, do Amor para si próprio e para o cliente.  O terapeuta ou operador tem que estar sempre se aprimorando nesse processo, através do seu próprio trabalho interior.

A MQE pode ser consultada para várias finalidades:  autoconhecimento, questões que exigem mais clareza, para uma situação de dificuldade (saúde, profissional, afetiva, familiar, etc.) entre outras.

A MQE trabalha todas as áreas e aspectos da nossa vida.  Trazendo a luz onde há escuridão.  Basta ter o desejo e a vontade de auxiliar para operar uma Mesa Quântica Estelar. Esse é o primeiro passo e as portas se abrem naturalmente. Isso vale também para o cliente:  o primeiro passo é querer.  Querer mudar, transformar algo em sua vida.  Não precisa acreditar.

Nem sempre temos condições de entender verdadeiramente a nossa realidade.  O que parece prioridade, muitas vezes é só um sinal de que algo muito profundo, precisa ser reconhecido, acolhido, limpado, corrigido e transmutado em nossa vida.  Reconhecer o verdadeiro problema, a questão prioritária, é a proposta básica da MQE, um instrumento maravilhoso de autocura e evolução individual e coletiva.

O que é ter saúde?

O que é ter saúde? Para responder a essa pergunta, é necessário primeiro compreendermos, minimamente, como é possível estarmos vivos em nosso corpo humano, apesar de todas as agressões que fazemos, voluntária ou involuntariamente, com ele.

É uma pena que, até hoje, as escolas pouco ensinem sobre as maravilhas da natureza, onde está incluído o funcionamento do organismo humano.  A eficiência e a complexidade com que ele responde a todos os tipos de informações, boas ou ruins, que chegam a todo momento é simplesmente divina.  Verdadeiros milagres acontecem 24 horas por dia para conseguirmos nos adaptar e sobreviver.

Para que o nosso organismo funcione com essa capacidade de resposta, assim como nas empresas, ele conta com dois comandos básicos:  o comando gerencial, que decide, responde, avalia o que deve ser adaptado; e o comando operacional, que executa tudo aquilo que se exige para a operação e a adaptação.

O comando gerencial é chamado pela ciência de Sistema Psiconeuroimunoendocrino, denominado cientificamente de PNEI.  Em outras palavras, o PNEI é o conjunto dos três sistemas que controlam toda a atividade do nosso organismo e que utilizam células sinalizadoras para transmitir seus comandos, suas ordens.  Seu centro operacional é o sistema neurológico.  É ele que comanda todas as atividades e funções orgânicas. Todas as informações chegam a ele:  as biofísicas, proprioceptivas, bioquímicas.  É o sistema neurológico que define as melhores estratégias adaptativas e operacionais e, para isso, trabalha de forma totalmente integrada com outros três sistemas:  o psíquico, o endocrinológico e o imunológico.  Daí o conceito de PNEI.

O comando operacional é composto pelo organismo como um todo.  Desde o sistema básico das células e sua Matriz (ou Matrix) Extracelular, até cada órgão e todos os sistemas orgânicos.  A matriz extracelular é um meio pelo qual as células se comunicam com todo o resto do sistema (nosso corpo) e ela tem um ciclo de 120 dias de renovação para se manter sempre limpa e operativa.  Manter a matriz limpa é fundamental para evitar o sofrimento celular e, consequentemente, as doenças.

Alguns sistemas como o sistema Ósteo-articular, o digestório ou o circulatório, são apenas operacionais.  Já os sistemas neurológico, imunológico e endocrinológico são gerenciais e operacionais ao mesmo tempo.

As células, com a Matriz Extracelular, são a base do organismo e têm atividades fundamentais, especialmente para a geração de energia.  O sistema endocrinológico é fundamental no comando de tais atividades promovidas pelas células, pois ele trabalha em duas pontas:  uma no cérebro (na zona do hipotálamo), que comanda a produção dos hormônios pelas glândulas, e a outra diretamente nas células (receptores).

Quando os hormônios se conectam com os receptores, eles formam o chamado CRH:  Complexo Receptor Hormonal.  É a partir das alterações energéticas e dos inúmeros eventos bioquímicos, originados pelo complexo CRH, que ocorrem a geração de energia e as produções celulares.  Em outras palavras, as atividades celulares vivem em uma eterna dança energética-bioquímica.

Voltando à questão sobre o que é ter saúde, investir na nossa sobrevivência como indivíduos virou urgente!  Para mim é claro que estamos num momento de reconsiderar a nossa sobrevivência tanto no aspecto da qualidade quanto de quantidade de vida. Como manter felizes as nossas células imersas na Matriz?  Afinal, a qualidade da Matriz Extracelular é que determina a qualidade de nossa vida!

A ciência já comprova que os desequilíbrios acontecem por alterações na geração de energia e na produção das células, as duas funções fundamentais comandadas pelo complexo CRH.  As alterações energéticas, envolvendo as frequências vibracionais dos receptores, são a razão principal de tudo isso!  Contaminação eletromagnética, de metais pesados e parasitária também está envolvida nesse processo.  E, muitas vezes, é ignorada pela medicina tradicional.

Penso que um ponto de partida para reavaliarmos nossos conceitos sobre saúde é a REFLEXÃO, com mais consciência, sobre o quanto e como estamos cuidando de todos os comandos que viabilizam a nossa sobrevivência e também sobre o quanto estamos cuidando do nosso espírito, pois é ele que alimenta o sentido para a nossa vontade de viver bem e bastante.

Aproveite ter chegado até aqui na leitura deste post para responder estas perguntas para você mesmo(a), com base em suas experiências de vida.  O que é ter saúde para você? O que você mudaria já na sua forma de administrar a sua saúde?  E meu desejo é: muita saúde para você!

 

Este texto foi inspirado em artigos e aulas com o meu professor Dr.José Irineu Golbspan, Médico Nutrólogo e Homeopata. 

 

 

O CAMPO:  leitura indispensável para quem quer conhecer a história da nova ciência

Se você quer conhecer a história dos verdadeiros avanços na ciência, leia o livro O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart (Editora Rocco, 2002).  Ela é uma referência internacional quando o assunto é medicina não convencional e também é uma palestrante internacional.

 

As descobertas relatadas em seu best seller, O Campo, justificam cientificamente como agem as terapias frequenciais. São histórias emocionantes das descobertas de cientistas do mundo todo e de suas lutas pessoais para desbravar novos caminhos para a ciência.  São centenas de estudos científicos relatados, uma oportunidade para você rever seus conceitos e crenças sobre o que é ciência e o que é científico.

Os estudos relatados em O Campo demonstraram cientificamente que:

  • A cura à distância funciona;
  • Podemos influenciar o mundo e o corpo com nossos pensamentos;
  • A visão remota existe;
  • As reações do nosso organismo não são ditadas unicamente pela química, e sim por frequências eletromagnéticas ultrafracas;
  • O universo é uma rede de energia e informação interligada e podemos acessá-la por meio de nossa intenção. Esta rede é o que ela descreve em seu livro como “o campo do ponto zero“.

A importância de conhecer o seu Terreno Biológico

No final do século XIX, o bioquímico e farmacêutico francês Gabriel Bertrand demonstrou a importância dos minerais que, encontrados em organismos vivos, animais e plantas. Usados em ínfimas quantidades, os minerais tinham o papel fundamental como biocatalisadores nas funções enzimáticas e chamou alguns desses minerais de Oligoelementos.

O metabolismo é o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos.  Nas células também  ocorrem reações químicas.  As enzimas são catalisadores que fazem com que essas reações químicas aconteçam mais facilmente.  Algumas enzimas necessitam de um co-fator (ex. ferro, cobre, zinco, potássio, sódio, magnésio) para a sua ação catalítica, que vai promover a ionização do oligoelemento, permitindo que ele atravesse mais rápido para a membrana plasmática.  A ionização evita todo o trâmite que o alimento tem que passar para chegar até o seu destino.

Mais tarde, em 1932, o médico francês Jacques Menetrier  apresentou a Tese das Diáteses, comprovando o uso clínico dos oligoelementos ou minerais catalíticos na correção do terreno biológico ou perfil biológico do indivíduo. Ele descobriu que os oligoelementos não atacam sintomas para fazê-los retroceder e, sim, recuperam os pontos débeis e falhos do terreno biológico, contribuindo para a autocura.  Esse método de terapia foi batizado de Medicina das Funções. 

O terreno biológico envolve o funcionamento das células

O termo “diátese”, que tem sua origem na palavra grega “diathesis”, significa “disposição para”.  É o nome dado ao conjunto de sintomas e sinais das doenças (características semiológicas) que permite conhecer o perfil biológico (terreno biológico) do indivíduo. Para Jacques Menetrier, a diátese traduz uma disfunção que vai perturbar o funcionamento harmonioso do organismo, levando-o, aos poucos, a desarranjos e processos degenerativos.

 

A diátese representa o conjunto de características que definem o perfil biológico da pessoa, levando em consideração os aspectos físicos, intelectuais e psicológicos demonstrados.  Também chamada de Síndrome Reativa, por André Dupouy, uma diátese exprime a transição entre um estado de saúde e um estado de doença.  Relaciona-se com uma disfunção orgânica e é reflexo da evolução desses estados, ou seja, nascemos com uma diátese constitucional (I ou II) e, no decorrer da vida, através dos vários desequilíbrios  que, se não forem tratados, nos levam para as diáteses seguintes.

A diátese traduz um estado de desequilíbrio, é uma disfunção que perturba o funcionamento orgânico e que conduz, de forma progressiva, à desordem e à degeneração.  Cada diátese ou terreno possui o seu mineral corretor de base.

O estado do terreno biológico de cada pessoa é identificado por meio de anamnese (perguntas realizadas pelo terapeuta) e biorressonância, assim, o Quantec também me ajuda nesse processo inicial para avaliar sintomas e possíveis diátesas.  Nos tratamentos que recomendo, costumo indicar os produtos da Fisioquantic, que tem linhas específicas com oligoelementos. Outros tratamentos são, normalmente, associados. É de fundamental importância esta análise para se estabelecer o terreno biológico da pessoa, porque assim, o nível de resposta do organismo será mais rápido e eficiente, contribuindo para retomar o equilíbrio, o bem-estar e a harmonia.

Vida em equilíbrio

 

 

 

Resgatando uma Medicina Sistêmica: livro escrito pelo médico e professor Dr.José Irineu Golbspan

O livro Resgatando uma Medicina Sistêmica, de Dr.José Irineu Golbspan (Paraná, Brasil, 2016) é muito indicado para quem quer  compreender e refletir, à luz do conhecimento e da sabedoria, o que é a verdadeira ciência e a verdadeira medicina. Considero que seja uma obra escrita com muita honestidade, inteligência, cultura e experiência por este médico e professor.

Com muito afinco, o Dr. Golbspan entra em questões históricas, filosóficas, tecnológicas, científicas que nos fazem não só compreender melhor o que é a medicina baseada em uma nova ciência, como também ao que ela deve servir:  à saúde integral, à paz, à felicidade, ao amor e menos à dor, ao temor, ao rancor, ao controle, às estruturas energéticas de pensamento grupal.

Esse livro é uma luz para tantas interpretações errôneas de temas relacionados à medicina e à ciência, por desconhecimento e, arrisco afirmar, até por desinteresse, porque é mais cômodo simplesmente repetir o que se ouve na mídia do que ler e estudar sobre os assuntos que afetam a nossa vida pessoal e coletiva.

Leitura imperdível !