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Autodesenvolvimento:  você reconhece o seu?

Este post é para as pessoas que já estão se trabalhando interiormente e que, muitas vezes, se perguntam:  o que realmente conquistei por meio de todo o investimento que fiz no meu trabalho interior?  O que estou de fato conseguindo realizar e transformar em minha vida com a ajuda de terapias?    

Muitas vezes, depois de um longo processo de autodescoberta, nos deparamos com situações que nos levam a estas perguntas, que fazemos para nós mesmos.  É nessa hora que precisamos ficar atentos à forma como avaliamos o nosso autodesenvolvimento, porque existem muitas armadilhas sutis que dificultam nosso discernimento para constatarmos e reconhecermos os avanços que, de fato, fizemos. Estas armadilhas, em geral, estão ligadas a um pensamento automático e muito genérico.  Cuidado!

A vida é feita de ciclos, assim como as estações do ano, as fases da lua, o ciclo da água. As experiências que acumulamos são oportunidades para absorvermos o que delas é útil para a ampliação da nossa percepção da vida. Reconhecer e assumir o que levamos dessas experiências é essencial para descobrirmos o quanto estamos construindo propósitos para as nossas vidas.  Na minha visão, esse reconhecimento não se dá por um raciocínio simplista, do tipo “estou mais ou menos feliz” e, sim, por meio de uma reflexão que nos leve a constatar o quanto a nossa vida está significativa, o quanto vemos e sentimos sentido na nossa vida, ou seja, o quanto nos sentimos capazes  de aprender, estudar, ensinar, criar, realizar.  Não importa a idade cronológica!

Para mim, sentir-se mais ou menos feliz é como a variedade de temperos que temos disponíveis na culinária.  Na minha visão, a questão central da “felicidade” é o quanto eu sou capaz de dar sentido para minha vida, para a minha existência, aceitando as circunstâncias externas e me expressando, principalmente, dentro de mim mesma, do meu mundo interior, apesar da vida ser incontrolável, imprevisível e não oferecer todas as alegrias que eu gostaria de ter.  Felicidade é consequência de como eu lido com a vida como ela é e não como eu gostaria que ela fosse.  Conformismo? Não!  Aceitação? Sim!

Sei que “felicidade” é um assunto polêmico, porque cada indivíduo adota uma concepção, dentro do seu universo interior, do que seja felicidade.  No entanto, vejo como um desperdício de energia e tempo buscar transformar meras idealizações em supostas “felicidades”, porque há uma tendência, imediatista, de não se avaliar, criteriosamente, o que está por trás da “felicidade” tão almejada.  Sabe aquelas frases: “Ah, o dia em que eu tiver isso, serei feliz.  O dia em que eu conquistar aquilo, serei mais feliz.  Se eu não tivesse perdido tal coisa ou tal pessoa, estaria feliz. Eu era feliz e não sabia…” ?!

Identificar o nosso “grau de felicidade” está ligado a vários aspectos, entre eles as questões básicas de qualidade de vida, saúde, recursos para a sobrevivência.  No entanto, só por meio de uma avaliação mais profunda é que podemos acessar a complexidade da nossa própria vida e os recursos de que dispomos para lidar com ela, recursos esses que, na maioria das vezes, desconhecemos.  Começando sobre como vivemos o nosso presente com o que temos e somos.

Entendo que essa avaliação criteriosa do nosso autodesenvolvimento nos permite manter o entusiasmo pela vida com projetos de vida.  Coisa só para jovens?  Não!  Mesmo que não consigamos realizá-los do jeito que idealizamos, os projetos significativos de vida são fundamentais para uma boa existência, vivência.  Mesmo porque, somos cíclicos junto com a vida, o que nos leva a mudar, nos transformar o tempo todo.  A própria vida nos conduz a essas mudanças e transformações.

Nem sempre é simples reconhecermos o nosso autodesenvolvimento.  É preciso coragem (uma vontade real, que vem do coração, da alma) para avaliarmos, o tempo todo, com honestidade, nós mesmos e a nossa vida, descobrir quem somos e como estamos. No entanto, os efeitos dessa avaliação são sempre benéficos, porque nos fazem constatar, pelo menos, o quanto aprendemos, mais um pouco, a viver.  O que, por si só, já é um grande avanço! 

 

 

 

 

Terapia:  até quando?

Felizmente, contamos, atualmente, com inúmeros tipos de terapias, entre elas as terapias integrativas complementares, que servem para contribuir, de forma sistêmica, com o processo de acessar caminhos de cura ou prevenção de doenças.  Antes de entrar no tema, é preciso lembrar que a palavra terapia vem do grego, “therapeia”, que significa “o ato de curar”, de “restabelecer”.

Pela minha experiência, as pessoas em geral procuram terapias quando estão passando por uma fase muito difícil da vida, seja no aspecto da saúde física como também em outros aspectos ligados aos corpos emocional, mental e espiritual.  Há quem procure terapias para mergulhar mais fundo em seu processo de autoconhecimento.  Existem pessoas, inclusive, com fantasias sobre terapias e terapeutas, a ponto de acreditarem que exista o profissional “ideal”, que “sabe tudo” e que vai resolver todas as suas dores e angústias.

Independente das motivações que levam alguém a procurar por terapias, cabe refletir sobre a questão da duração dessas terapias, pois é frequente a preocupação da pessoa em saber em quanto tempo ela terá os resultados que espera ter (que não necessariamente representam o que ela precisa, prioritariamente, obter de benefícios com a terapia).

A reflexão básica que lhe convido a fazer é:  por que terapias deveriam ter um tempo determinado para acontecer se a própria vida é dinâmica, impermanente e imprevisível? Como determinar um prazo para uma terapia, considerando que cada pessoa é um ser único, um campo único, que se modifica o tempo todo em função de vários fatores, entre eles, genética, epigenética, terreno biológico? Cada pessoa tem a sua própria e única situação em relação, por exemplo, aos receptores celulares, à sua forma de metabolização e de desintoxicação. Cada ser é um universo único!  Estes fatores já são suficientes para flexibilizar qualquer posição rígida quanto à duração e resultados de  qualquer terapia.

Em minha visão (inter e multidisciplinar), os resultados são obtidos por meio de várias atitudes, ações e intervenções que, atuando, em conjunto, no campo da pessoa, trazem resultados benéficos à sua saúde como um todo.  Não é tão simples isolar a “causa” de uma cura ou melhora, nem querer determinar qual é a “melhor” terapia ou terapeuta, embora essa tendência ainda seja frequente. O melhor será sempre o avanço da pessoa em sua jornada de autocura!

Por exemplo:  sentir-se acolhido, compreendido faz parte de um processo terapêutico. O vínculo entre terapeuta e cliente sempre existe em algum nível, o que não significa que tenha que perdurar pelo tempo que a terapia deva durar.  Em outras palavras, o cliente pode sentir a necessidade de mudar de terapeuta, o que não significa que deva parar com a terapia.

Outro exemplo:  a ética, a experiência, as técnicas adotadas pelo terapeuta são essenciais para o êxito da terapia, no entanto, o cliente também precisa estar aberto a fazer a sua parte, buscando compreender e colaborar com o processo terapêutico.  O terapeuta também precisa ter conhecimentos, experiência e sensibilidade para perceber quando é necessário orientar e, até mesmo, encaminhar o seu cliente para outro profissional, em função de um enriquecimento necessário ao processo terapêutico.

O tempo de terapia não vai determinar a melhora de um quadro ou a evolução de uma pessoa.  Tudo depende do ser humano e de como o seu campo se comporta com a terapia, se há ressonância entre a pessoa e a terapia/terapeuta.  Mesmo porque, as coisas não acontecem de forma igual para todos.  Os efeitos de uma terapia dependem do ponto em que a pessoa está e para onde ela quer, de verdade, chegar.

O poder da terapia não está só no terapeuta, mas acima de tudo, na vontade genuína do cliente de se curar ou criar novas realidades para a sua vida, revogando a sua própria avaliação sobre a sua dor, angústia ou doença.  Curar requer amar a verdade, que muitas vezes confronta o cliente, levando-o a desistir da terapia ou do terapeuta.

No meu entendimento as terapias representam o aprendizado contínuo de cuidar de nós mesmos, contando com a ajuda dos profissionais da saúde que adotam uma visão holística, sistêmica do ser humano.  A necessidade de terapia é constante na medida em que sempre há algo a ser reequilibrado em nossa vida.

Terapia ativa o corpo de luz, recobra, limpa, ressignifica memórias que estão no próprio DNA da pessoa, acima das questões perceptíveis através dos seus cinco sentidos, envolve o que é Divino no indivíduo, ou seja, a sua espiritualidade, a sua família espiritual.  Por exemplo:  se uma pessoa está apegada à sua doença e não tem interesse em compreender as origens dessa doença, não dá para esperar que ela entre em processos de cura enquanto ela não enxergar sentido em ativar a sua real vontade de cura.

Sim, terapias, para mim, tem a ver com buscar a verdade sobre nós mesmos.  Verdade essa que ilumina, mesmo quando nos confronta.  Assim, ouso afirmar que terapias são para toda a vida!

Qual padrão vibratório você está atraindo para a sua vida?

Eu gosto muito de escrever no meu blog sobre a espiritualidade, porque não tenho mais dúvida sobre o quanto ela é básica para mantermos a nossa saúde, bem-estar e vitalidade, para vivermos a vida com coragem e cada vez mais capacidade de amar.

Eu não estou falando aqui de religião.  A religião pode ajudar ou não nesse processo.  A questão aqui é o campo áurico, energético ou vibratório de uma pessoa, porque é a condição desse campo que vai determinar esse padrão, por meio de um processo de sintonia com a Luz ou com as Trevas.

Por exemplo, quando estamos com muita raiva, muito ódio (consciente e/ou inconscientemente) essa energia sai das nossas emoções e é emitida através de uma onda de energia que flui.  Essa onda de energia, por sua vez, coloca todo o nosso campo áurico (vibratório) numa vibração de raiva, ódio que, pela Lei da Atração (Lei Universal), vai atrair todo o tipo de energia ligada a essas emoções, tanto pessoas ou situações bem concretas, quanto forças invisíveis maléficas (deletérias).

É assim que as situações acontecem em nossas vidas. Atraímos  aquilo que emitimos por sintonia e não nos damos conta de que desencadeamos um processo de criação de um grande campo de energias e informações nocivas que nos arrastam, pois esse campo vai aumentando como uma bola de neve, à medida que mantemos esta frequência vibratória.  E lembre-se:  nosso campo é composto de muitas energias e informações não somente nossas, mas também de padrões familiares, grupais e coletivos, que nos influenciam de acordo com o nossas intenções e padrões vibracionais.

Essa, na minha visão, é a questão básica da espiritualidade:  entrar em simbiose com as forças da Luz ou das Trevas.  Forças da Luz:  amor incondicional, liberdade, sabedoria, criatividade, co-criação, verdade, beleza, coragem, iniciativa, flexibilidade, forças invisíveis da Luz, do bem.  Forças das Trevas:  ignorância, medo, arrogância, mentira, ódio, voracidade, submissão, forças invisíveis das trevas, do mal.

A espiritualidade pode ser associada à capacidade da pessoa criar um campo áurico saudável.  Como?  Cada um tem que descobrir o seu jeito de fazer isso.  Um dos caminhos que sinto ser inevitável é o da oração.  Me refiro aqui à desenvolvermos a nossa capacidade de sentir devoção, em nosso mundo interior, independentemente do que ocorre no mundo exterior.

Ativar a capacidade devocional das pessoas pode ser um remédio para o que vivemos em nosso mundo atual.  Porque a devoção nos sintoniza com campos energéticos saudáveis.  Quando uma pessoa reza (de coração) para Deus, Jesus, um santo ou qualquer entidade alinhada à sua fé, à sua verdade, ela ativa a sua capacidade de devoção (fé).

É essa atitude de devoção (sentida no coração, nas entranhas) que faz com que as forças da Luz ajudem de alguma forma. Por quê?  Porque faz mudar o campo vibratório da pessoa.  É essa mudança que faz com que a situação melhore, ou novas oportunidades surjam, ou mesmo uma cura se realize.  A oração, como invocação, cria uma força.  São invocadas Forças da Luz, Forças Divinas.  Muitas vezes, de formas que a pessoa nem imaginaria!  Ou nem considerou em seus pedidos e afirmações durante as suas orações.

Dentro das nossas limitações humanas não temos condições de obter todas as respostas que gostaríamos a respeito de como essa ajuda das Forças da Luz chegam a nós.  No entanto, temos condições de alimentar a nossa devoção colocando a espiritualidade em primeiro lugar em nossas vidas.

Se você já está no seu caminho espiritual certamente você já sente as bases sólidas para uma vida mais plena.  Se você não sabe nem por onde começar a desenvolver a sua espiritualidade, deixo aqui uma dica que pode lhe ajudar.  Muito das minhas inspirações para eu desenvolver a minha espiritualidade e escrever meus posts vem também das aulas do professor e cientista Laércio Fonseca (Caminho da Luz).  Entre no Youtube e você encontrará várias aulas gratuitas que certamente vão, no mínimo, lhe inspirar a encontrar o seu caminho espiritual.

O que importa é lembrarmos, todos os dias, que somos capazes de criar o nosso campo energético, de atrair forças espirituais poderosas, de criar sintonia com as Forças da Luz,  para nos ajudar em qualquer situação, começando pelas situações que estão dentro de nós mesmos. A nossa atitude de evocar essas forças faz grande diferença em nossas vidas!

Convido você para ler outros posts sobre ESPIRITUALIDADE no blog!

A espiritualidade é a prioridade

Espiritualidade: Novas possibilidades que estão além do nosso pensamento atual

Espiritualidade:  nosso coração em compasso  

Fazemos parte do Universo.  Só por este motivo, a espiritualidade é a base da nossa existência.  Somos espíritos vivendo uma experiência humana e, muitas vezes, com a vida atribulada que levamos, nos esquecemos disso.

Para mim, espiritualidade é, majoritariamente, trabalho interior que envolve experiências, vivências e não teorias, dogmas, doutrinas e filosofias.  Constatar e vivenciar todos os aspectos da nossa existência humana é exercer a nossa espiritualidade.  

Com a enxurrada de estímulos e informações que recebemos diariamente, um dos nossos maiores desafios, que pode ser considerado um desafio espiritual, é aprendermos, através de vivências, a direcionar convenientemente nossas percepções, sensações e atenção para a coisa certa, no momento certo. 

As sensações e percepções são atributos do espírito.  Como afirma Francisco do Espírito Santo Neto, no livro As Dores da Alma, “quanto maior o estado de consciência do indivíduo, maior será sua capacidade de perceber a vida, que não se limita apenas aos fragmentos da realidade, mas, sim, à realidade plena”.   

É entrando em contato com nós mesmos que podemos exercer a nossa espiritualidade, pois a partir desse contato, é que temos melhores condições de interagir com o mundo externo que nos rodeia:  pessoas, situações e todos os acontecimentos, criados pelas nossas consciências individuais e coletivas.  A partir desse contato com o nosso mundo interno é que podemos perceber, sentir as dimensões de realidade.

As emoções de medo e as dependências emocionais são grandes obstáculos para exercermos a nossa espiritualidade.  Dependências emocionais como a de ser aprovado, admirado, reconhecido e amado são, na minha visão, as que mais atrapalham o exercício da nossa espiritualidade, porque sobrecarregam as energias dos nossos chakras cardíaco e do plexo solar, provocando um vazio constante, um descompasso em nosso coração. 

Assim, viver a nossa espiritualidade requer o despertar dos nossos condicionamentos e certezas, descobrirmos quem somos e colocarmos as nossas vidas a serviço da LUZ.

Transcender as nossas emoções passageiras para reconhecermos o que verdadeiramente sentimos sobre nós mesmos e sobre o sentido da nossa vida.  E então, com a nossa Luz sempre fortalecida, servimos ao mundo não como compensação para culpas e angústias e, sim, como seres interconectados por uma força maior.

Assim, temos que ter cuidado com as nossas “verdades” para praticarmos a espiritualidade,  pois elas nos iludem, dando a sensação de “segurança”, uma falsa segurança que apenas nos aprisiona no nosso mental automático, impedindo-nos de pensar e agir verdadeiramente, com espontaneidade, porque nos leva a ir de acordo com o clima de temor que nos envolve todos os dias. 

Nosso centro é o nosso espírito, a nossa alma, a nossa essência divina por meio da qual testemunhamos tudo o que ocorre dentro e fora de nós.  Praticar a espiritualidade é dar espaço a essa essência, para que possamos acessar o tesouro de sabedoria que está à nossa disposição, em nosso inconsciente pessoal e no inconsciente coletivo. 

A espiritualidade é a base para que todas as áreas da nossa vida fluam saudavelmente. É preciso aprender a parar de nos conectar com a consciência do outro e passarmos a nos conectar com a nossa própria consciência.  Ficarmos atentos ao que está por trás das aparências.  Ouvir o nosso ritmo interno através da nossa respiração e das batidas do nosso coração. Desenvolver a nossa intuição, inspiração e percepção da realidade.  Valorizar o nosso mundo íntimo, tão ignorado na nossa cultura materialista.

Praticar a espiritualidade nos faz perceber mais facilmente os toques que o Universo nos dá, ou os recados de Deus, que chegam abundantemente em nossas vidas.  Viver a nossa espiritualidade é aprender a reconhecer esses sinais e praticar o que eles nos inspiram, para o nosso bem e para o bem do todo !

Terapeuta e Cliente:  um vínculo que precisa ser compreendido  

Depois de 10 anos atuando como terapeuta, decidi escrever este post para expressar a minha visão sobre como vejo o vínculo que se cria entre terapeuta e cliente.  Percebo que, atualmente, existem muitas terapias e técnicas, no entanto, nem sempre temos pessoas que se prepararam e se aprimoraram para trabalhar essas técnicas.  Também existem muitas pessoas interessadas em terapias, no entanto, é comum aparecerem muitas dúvidas na hora de escolher os terapeutas e as terapias. 

10 anos de caminhada como terapueta

O que é ser terapeuta?  A resposta para essa pergunta vai variar muito.  No entanto, acredito que existe um fato na vida de todo o profissional de saúde:  de alguma forma ele foi convocado a fazer um trabalho interior primeiro com ele mesmo para, então, atender as pessoas.  Afirmo isso porque acredito que qualquer profissão é uma reparação, ou seja, de alguma forma nos curamos através do nosso trabalho profissional, que vai nos desafiar de várias formas e também vai fazer florescer os nossos talentos, inclusive os mais ocultos.

Para mim, ser terapeuta é interagir com conhecimentos e técnicas, com a experiência, com a própria sabedoria e espiritualidade e buscar aplicar tudo isso, na prática, da forma mais simples possível.

Penso que a desqualificação do terapeuta desestrutura a vida do terapeuta e a vida do cliente.  Um terapeuta despreparado pode desestruturar tanto o seus chackras quanto os chakras do cliente.  Ter boas intenções, um bom coração, não é suficiente para lidar com a energia e a história do outro.  É preciso trabalho interior, treino, consciência e auto-responsabilidade pelo processo de se tornar e ser terapeuta.

Um dos principais desafios do terapeuta é estar preparado para aceitar o sofrimento do outro.  Mesmo porque, cada um vive o seu processo, ninguém pode viver o processo de outra pessoa.  Quando atendo o meu cliente, tenho sempre em mente que eu jamais poderei fazer por ele (a) o que ele(a) mesmo(a) tem que fazer.  Percebo que muitos terapeutas confundem compaixão com ter que intervir na vida do cliente.  Acredito que terapeutas emaranham mais com os clientes do que clientes emaranham com terapeutas. Portanto, é preciso cuidado para que o terapeuta não se envolva energeticamente com os seus clientes.

Pela minha experiência, percebo que nem sempre o que o cliente fala é importante, porque ele pode estar falando apenas das suas interpretações sobre os fatos de sua vida.  Ou apenas encobrindo fatos que ele não tem coragem de expor.  Por isso, penso que o grande papel do terapeuta é ajudar a pessoa a voltar-se para ela mesma e não para as interpretações que ela faz dos acontecimentos em sua vida.

Assim, lidar com as emoções (que vem do ego) e as informações (ou bioinformações) que estão no campo da pessoa é outro grande desafio do terapeuta.  Quanto trato uma pessoa, estou tratando o campo dela que é composto de energia e informação. Eu tenho que trabalhar em vários aspectos da vida da pessoa, que envolve vários campos sistêmicos.  Da mesma forma, o terapeuta tem que tomar muito cuidado com interpretações.  A interpretação é uma questão delicada nos processos terapêuticos. O terapeuta tem que olhar sentindo, tomar muito cuidado para não cair nas armadilhas da mente, que seduz, engana, ilude.  A interpretação e o excesso de compreensão tiram a força do cliente.  Exemplo:  quando um terapeuta explica demais pode bloquear o campo que está sendo tratado.

Trabalhando várias áreas do campo

Todo terapeuta, uma vez que se dispõe a atender outras pessoas, precisa, antes de mais nada, conseguir, dentro do seu processo pessoal, limpar e curar tudo o que os clientes trazem, que, muitas vezes, é parecido com o que ele sente, pois isso é um chamado da vida para o terapeuta curar primeiro ele mesmo.  Caso contrário, o seu campo de atendimento ficará limitado às suas questões pessoais, que provocarão também limitações no seu campo de atuação como terapeuta.

É muito importante o terapeuta avaliar, constantemente, quais são essas questões, qual a sua responsabilidade nos processos que acontecem na sua vida e limpar essas informações do seu campo.  Também é fundamental o terapeuta  se trabalhar a ponto de não se identificar, para que se torne apenas um instrumento de cura, sem acionamentos emocionais nele mesmo.

Outro cuidado que o terapeuta precisa tomar é o de não alimentar preocupações com o seu cliente, porque a preocupação é uma forma-pensamento que mais atrapalha do que ajuda.  Quando surgem situações difíceis com o cliente, é muito importante estar atento(a) à compreensão e não ao sofrimento ou à preocupação.   A transformação acontece na ação.

É fundamental que o terapeuta se desconecte energeticamente do seu cliente, caso contrário trará problemas tanto para ele (a) quanto para o cliente, como, por exemplo, a dependência.  Com a experiência, o terapeuta vai desenvolvendo uma percepção do campo do seu cliente, e percebe se ele está mais ou menos pronto para acelerar o seu processo de autocura.  O trabalho de um terapeuta tem que ser consciente.  Inclusive para ele se desconectar do cliente.

Entendo que um terapeuta tem que ter força em seu campo (energético e informacional) para sentir-se merecedor e em condições energéticas de atender o seu cliente, como um facilitador.  Caso contrário, haverá a identificação e isso é nocivo tanto para o terapeuta quanto para o cliente.

Por isso, outro aspecto fundamental na vida de um terapeuta é o quanto ele está conectado com a energia da prosperidade, qual é a sua compreensão de abundância, para que o seu campo pessoal possa atuar em níveis superiores.  O terapeuta não atende só com a sua mente.  Ele atende principalmente através da energia do campo.  Assim, no processo de atendimento é necessário atenção e cuidado com as energias intrusas.  Elas costumam se instalar quando a verdade que o campo do cliente traz é encarada de frente, trazendo o que ele precisa trabalhar prioritariamente.  Energias de abuso de qualquer natureza, por exemplo, são portas de entrada para energias intrusas.  Mergulhar na dor também dá espaço para energias intrusas.  Portanto, o terapeuta sempre precisa preparar-se energeticamente para as consultas e tratamentos de seus clientes.

A questão financeira é outro aspecto relevante nos processos terapêuticos.  Observo muitos terapeutas com dificuldades para lidar com a energia do dinheiro:  desde cobrar de forma justa e profissional pelo seu trabalho até administrar as suas finanças.  O terapeuta ajuda, facilita através do seu trabalho e é energeticamente recompensado com o dinheiro.  Ser terapeuta é uma missão e ele ganha dinheiro por consequência.

A auto-responsabilização é outro aspecto relevante de um processo terapêutico.  Tanto o terapeuta quanto o cliente têm responsabilidades a assumir. Alias, é mais fácil o terapeuta mexer no núcleo de problemas dos seus clientes do que nos seus próprios.  Por isso, penso que um terapeuta de verdade é aquele que consegue trabalhar com resultados para si mesmo.  Na medida em que eu me curo, eu ajudo a curar outras pessoas.

Nesse contexto estão as situações chamadas de “urgentes”.  Muitos clientes acreditam que porque pagam um terapeuta, o mesmo vai servi-lo dentro de qualquer necessidade.  Terapeuta não atende urgências.  Quem atende urgências são pronto socorros, hospitais, médicos. E o terapeuta precisa estar consciente de que ajudar o cliente é diferente de submeter-se ao cliente.

O terapeuta é um canal de cura e não é só por meio de palavras que ele age terapeuticamente.  As palavras servem para o esclarecimento.  O trabalho do terapeuta é no campo.  O terapeuta trata sistemas diversos que fazem parte da vida do cliente.  É a maturidade que vai trazendo ao terapeuta uma habilidade cada vez maior de lidar com o seu próprio campo e com o campo do cliente.  Quando estou no campo, estou em outro nível de consciência.  E inclusive posso perceber quando é o ego e quando é a essência do meu cliente que se manifesta.

Aprender a acionar o inconsciente do cliente é a questão de ser terapeuta.  O terapeuta tem que fazer uma estruturação de campo que vai abrir um portal, criar uma ressonância grande para que o campo do cliente possa ser conduzido a novas possibilidades.  O terapeuta sempre tem que estar atento sobre qual ressonância ele está criando nos seus clientes.  Se  os clientes me procuram com questões parecidas com as minhas, é um sinal de que preciso mergulhar nessas questões e tratá-las.  Uma mente poderosa não necessariamente é uma mente preparada.  Há mentes poderosas que penetram as pessoas.  Só ancorado é que o terapeuta pode ser benéfico.  Ou seja, criar ressonância momentânea, se retirar, se reestruturar e honrar a pessoa e a sua história.  O terapeuta tem que tomar muito cuidado para não alimentar o círculo vicioso de prender, aprisionar o cliente.  Terapia não é dependência.

Abrir o portal para novas possibilidades

Na minha visão, o terapeuta tem que estar sempre em formação! Mudar a si próprio, elevar a consciência e discernir sobre o que é preciso focar numa terapia é um grande desafio para o  terapeuta.   Um terapeuta não pode se perder em sua caminhada em nome de atender os seus clientes.  Ou seja, em primeiro lugar vem a caminhada do próprio terapeuta para, então, ele (a) ter condições de cuidar de outras pessoas. O terapeuta tem que olhar para os seus próprios processos dolorosos, ter uma disponibilidade interna para se fazer olhar, aflorar e curar por mais que isso doa…é um trabalho interior que vai até o fim da vida !

Tanto o terapeuta quanto o cliente precisam caminhar expressando sua vida com plenitude e amor. O terapeuta é um facilitador da cura, não a causa da cura.  Para mim, um bom terapeuta é aquele que, independente de conhecimentos, técnicas, protocolos, metodologias, ajuda a ampliar o nível de consciência do seu cliente.

Acredito que, independente de estarmos no papel de terapeuta ou cliente, todos nós estamos aqui para trazer algo libertador para nós e para o mundo.  Temos que ficar atentos para perceber os encadeamentos que o Universo faz para estarmos onde e com quem precisamos estar. Isso vale para terapeutas e clientes!  Ao mesmo tempo, nossos egos (nossas “certezas”) muitas vezes nos levam a caminhos que não necessariamente são saudáveis para nós. Portanto, orai e vigiai.  Interiorização e atenção.  Trabalho interior, hoje e sempre !

A importância do sofrimento e da tristeza em nossas vidas

Admiro muito o Professor Laércio Fonseca.  Ouço e procuro praticar suas aulas constantemente e o considero uma grande inspiração para o meu trabalho interior.

O Prof. Laércio é físico, cientista, espiritualista universalista, escritor, músico, cantor, médium, sensitivo, ufólogo e comunicador.  Este post foi escrito a partir das anotações que fiz em uma de suas aulas e decidi compartilhá-las com vocês, porque sinto que é um tema fundamental para compreendermos as mudanças que estamos vivendo no planeta Terra.  Espero que você aproveite!

Sofremos porque somos almas esquecidas e enclausuradas dentro de corpos.  Daí vem o sentimento profundo de solidão.  A tristeza, por sua vez, vem desse sentimento de solidão.  A ignorância é a causa fundamental do sofrimento.

A boa notícia é que podemos romper com esse sofrimento, aqui mesmo na Terra. Como vencer o obstáculo da solidão?  Viva o silêncio!

Sentindo-nos presos ao nosso corpo alimentamos a solidão.  A  meditação é um caminho para nos desvencilharmos desse sentimento, mesmo vivendo a nossa experiência humana na Terra.  Quando o nosso espírito estiver pronto o nosso corpo também estará.

Estamos vivendo uma revolução que afeta diretamente o nosso espírito.  Enfrentar a solidão através da própria solidão ! Em outras palavras:  estamos vivendo o despertar para descobrirmos a nós próprios.  O silêncio é o maior de todos os mestres.

Jesus já dizia:  “buscar o espírito e despertar é a iluminação”. Fazer de nós mesmos o nosso centro é a questão.  Deixar o silêncio ser o nosso verdadeiro mestre, não temer o silêncio.

Romper com a ignorância também é parte do processo de transmutação do sofrimento.  Viver buscando a moderação, a harmonia, o caminho do meio, como nos ensinamentos budistas, leva ao rompimento cada vez maior da ignorância, ampliando nossa consciência e permitindo nos libertarmos cada vez mais das amarras do ego, das ilusões. Assim, podemos avançar em nosso caminho espiritual que é o contato cada vez maior com a nossa alma cósmica.  A solidão e a tristeza ocorrem, porque perdemos o contato com a nossa alma cósmica.

Por isso, volte-se para si mesmo!  Pare de procurar no outro ou nos outros ou fora de você aquilo que está dentro de você mesmo:  o seu eu superior.  E então o amor, decorrência da harmonia, poderá expressar-se, materializar-se  através de atos.  Em outras palavras:  não perca seu tempo querendo mudar a vida dos outros.  Mude a sua, descubra a si próprio e desperte !

No poema de Lao Tsu, fica claro que as regras são criadas nas trevas:

“Quando o homem deixou de viver pela sua verdadeira alma, foi decretada a autoridade paterna e a obediência dos filhos.  E quando toda uma sociedade perdeu a sua própria alma, foi decretada a autoridade do governo e a lealdade dos cidadãos”.

Seja um guerreiro da Luz!  Não tenha medo da solidão e trilhe seu caminho espiritual, a base para uma vida plena.

Fonte:  Prof. Laércio Fonseca  

O valor das terapias vibracionais

Atualmente contamos com inúmeros tipos de terapias integrativas e complementares.  Dentre elas, estão as terapias vibracionais, que são as que tratam as pessoas por meio de energia e informação.  Entre elas estão:  reiki, biomusicoterapia, cromoterapia, johrei, toque quântico, radiesetesia, radiônica, entre outras.

O princípio básico das terapias vibracionais é o de que o nosso corpo, apesar de estar em um estado de matéria, também é uma forma de energia, ou seja, o arranjo molecular do corpo físico é uma complexa rede de campos de energia e informação totalmente entrelaçados.

Edgar Cayce, um paranormal norte americano afirmou em 1928:  “O corpo humano é composto de vibrações elétricas. Cada átomo e elemento do corpo, cada órgão e organismo tem sua unidade de vibração necessária à manutenção e ao equilíbrio desse organismo.” Ele fundou, em 1931, a Association for Research and Enlightenment, que ajuda, até hoje, pessoas a transformarem suas vidas levando em conta corpo, mente e espírito.

Além do nosso corpo “físico”, também temos outros corpos de energia sutil que desempenham papel fundamental em nossa saúde.  Antes de chegarem ao corpo físico, as doenças se manifestam nesses corpos sutis e é nesse ponto que as terapias vibracionais também são de grande ajuda, pois atuam na harmonização ou correção das disfunções presentes nestes corpos.

A cronobiologia, ciência que estuda os fenômenos biológicos recorrentes, nos ajuda a compreender a influência das questões energética e informacional em nossa saúde.  Ela afirma que nosso corpo está em constante mudança, ou seja, aproximadamente 90% dos átomos do nosso corpo são renovados a cada 3 meses. A nossa pele se renova a cada mês.  O estômago troca seu revestimento a cada 4 dias.  Um detalhe importante é que a cada replicação celular, a cópia é feita pela última informação e não pela informação que existia quando fomos concebidos. Assim, as doenças nada mais são do que informações.  Em outras palavras, as células do nosso corpo morrem ou se renovam constantemente para nos manter vivos!

Assim, a nossa vida é cíclica em vários sentidos, não só no sentido cronológico. Graças a esses ciclos, nós estamos vivos.  É fácil deduzir o quanto viver plenamente representa caminharmos pelos ciclos da vida levando em conta os vários aspectos da nossa existência:  nosso ambiente, nossas crenças, atitudes, comportamentos, pensamentos, consciência, mente, sentimentos, emoções, interesses, escolhas, contextos de vida…que certamente influenciam nossas células o tempo todo.

Um detalhe importante quando nos referimos às terapias vibracionais é que para podermos alterar (harmonizar, tratar, cuidar) dos nossos corpos físicos, também temos que considerar a energia que vibra em frequências que estão além do plano físico. E então, entramos na questão da espiritualidade ou tudo que vai além da percepção mundana da nossa existência.

Existem frequências harmônicas com as quais toda a forma de vida está sintonizada. O corpo humano é constituído de frequências que formam um campo equilibrado quando a pessoa está saudável.  As vibrações do corpo saem facilmente de sintonia quando, por exemplo, a pessoa sente estresse físico ou emocional e não sabe lidar saudavelmente com ele.

Em termos mais práticos e mensuráveis:  “Indivíduos saudáveis ressoam numa faixa entre 62 e 68 megahertz (MHz). Pessoas doentes vibram entre 20 e 62 MHz. Quando você contrai um simples resfriado, sua taxa vibratória desce para 58 MHz. Em presença de cândida (uma infecção sistêmica por fungos), a vibração é de 52 MHz; em caso de câncer, de 42 MHz. Uma vez iniciado o processo de morte, a frequência baixa para 20 MHz.  Pensamentos negativos podem baixar a frequência do corpo em apenas três segundos. Pensamentos positivos  conseguem elevar essa frequência ao nível ideal em 21 segundos”.

As terapias vibracionais implicam em tratar por vibrações, frequências ou bioinformações que ajudarão todos os corpos a resgatar sua ressonância harmônica saudável.  Elas funcionam pelo mecanismo da ressonância com o campo energético e informacional da pessoa, permitindo assim identificar o que está em desequilíbrio e enviar energias e/ou frequências e/ou bioinformações harmonizadoras de tratamento, que conduzirão ao restabelecimento do equilíbrio energético nos vários níveis dos corpos sutis e físicos do organismo da pessoa tratada.

Desde a concepção no ventre de nossas mães, o crescimento e o desenvolvimento do nosso corpo físico, até a nossa velhice, são afetados não só pela genética (padrões moleculares herdados dos nossos pais e antepassados), mas também pelos padrões energéticos superiores da nossa alma.  Como afirma o Dr. Richard Gerber: “Um sistema de medicina que negue ou ignore a existência do espírito será incompleto, porque exclui o atributo mais importante do ser humano, a sua dimensão espiritual” .

Como tratamentos integrativos e complementares, as terapias vibracionais, bem aplicadas por profissionais de saúde qualificados e preparados para este trabalho, conduzem à  transformação curativa na mente, no corpo e no espírito da pessoa.

Leia também: A importância da mente e da consciência ampliada no processo de cura

Terapia:  escolhendo a melhor para você

Fonte de Pesquisa:

Fonte:  Internet site de jackzennectoux.

Artigos da Revisa Saúde Quântica (Grupo Fisioquantic)

Medicina Vibracional – Richard Gerber (Editora Cultrix)