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Velhos problemas: um sinal de alerta!

Geralmente os problemas são encarados como algo objetivo a ser simplesmente combatido e eliminado, e de preferência, com uma receita ou fórmula.

Mesmo quando pensamos ter resolvido um problema, lá vem outro para substituí-lo, muitas vezes bem parecido com o anterior ou disfarçado de novo.  E assim vamos tocando a vida, acreditando que os velhos problemas são inevitáveis e no fundo, insolúveis.  Afinal, problemas fazem parte da vida…

Sim, problemas fazem parte da vida!  A questão é:  qual é a idade dos seus problemas?  Seus problemas são condizentes com a sua idade cronológica e com a sua atual fase de vida? Há coerência entre os seus problemas e a sua atual fase de vida?  Ou seus problemas estão ligados ao seu passado, a outras idades que você já viveu?

Basta uma certa experiência de vida e uma consciência um pouco ampliada, para constatarmos que:  a tática de simplesmente lutar contra os problemas não funciona.  Combater e lutar fortifica os problemas, o que inevitavelmente, leva a piorá-los. Pode também levar-nos ao conformismo, a um apego a ponto de acreditarmos que nossos problemas são a nossa vida!  E assim, presos aos velhos problemas, evitamos o novo e deixamos de viver a vida.  Vivemos no passado ou na preocupação com o futuro.

O convite deste post é:  você já refletiu sobre o papel que os problemas têm em sua vida? Você tem consciência da lógica que adota para descrever e administrar seus problemas? Você percebe o quanto seus problemas são velhos (se repetem constantemente)? Você percebe a atual função dos seus problemas?

Liberdade

Dentro do meu entendimento, com uma visão sistêmica, não basta combater problemas.  Precisamos primeiro identificar as suas verdadeiras origens.  Querer livrar-se de problemas apenas para eliminar a dor e o desconforto que nos causam é um grande autoengano. Trabalhar problemas de forma saudável requer vontade de encarar velhos problemas, curar-se deles e dar lugar a novos, que sejam coerentes com o que a vida nos oferece e com o que podemos oferecer à vida no momento presente.

Solucionamos problemas quando conseguimos avançar na vida.  Problemas só fazem sentido quando aprendemos com eles, quando olhamos para o futuro e seguimos em frente.  Ao aprendermos com os problemas antigos, inevitavelmente os enfraquecemos e nos permitimos entrar em novas fases, novos ciclos, que certamente trarão novos problemas, ligados aos nossos objetivos.  Novos problemas surgem quando já abrimo-nos quando já nos abrimos ao novo e vivemos novas fases e ciclos de nossas vidas, quando temos vida em nossa vida e damos vida ao que fazemos.  Novos problemas, dentro de uma consciência ampliada através dos aprendizados, trazem um novo sentido para a nossa vida e são superados em nome dos propósitos que nos guiam.  Mas, basta querer solucionar problemas só no nível consciente?  Não!

Quando temos coragem de compreender os problemas no nível consciente (seus sinais e sintomas, nossas percepções e interpretações sobre eles) e, principalmente, no nível inconsciente (o que é invisível no problema, o que está por trás do problema) é que somos capazes de lidar saudavelmente com eles. Pois é no inconsciente que reside a nossa verdadeira força.

Os seus problemas são antigos, se repetem em sua vida?  Se sim, certamente você é prisioneiro (a) deles, o que significa que você, inconscientemente, é prisioneiro principalmente dos seus traumas não resolvidos.  Em outras palavras, seus problemas que parecem atuais, na verdade, são problemas do passado que não puderam ser resolvidos através de adultos saudáveis (inclusive você).  E então, é impossível viver o seu presente porque você ainda está preso ao passado.  Problemas que se repetem são sinais de que estamos presos no passado:  presos a traumas, crenças, certezas, dinâmicas familiares e relacionamentos doentios, entre outras origens.

Para enfrentar problemas, temos que parar que nos afundar cada vez mais no buraco que cavamos (inconscientemente) por focar no problema e nas interpretações que fazemos dele e começar a aprender a construir a escada que nos permitirá sair desse buraco.  Assim, podemos entrar em contato com a verdadeira realidade e largar (sugestão para a palavra “abandonar” ou “deixar”) as realidades ilusórias que criamos a partir de medos, fugas ou esconderijos em relação aos nossos traumas. Enfrentar problemas implica em despertarmos para os equívocos das nossas interpretações e para novas óticas.

Reconhecer que problemas não são aquilo que o nosso rigor lógico, formado por educação e cultura, nos impõe já é um grande primeiro passo para solucioná-los, especialmente os velhos problemas.  E também é um grande ato de amor:  colocar amor onde existe medo, colocar confiança onde existe conformismo e justificativas inúteis, que vêm do consciente.  E não tenha dúvida:  se tivermos coragem, somos capazes de dar esse salto!

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Uma avaliação vibracional pode lhe ajudar a compreender o que está por trás dos seus problemas e lhe dar uma luz para novas possibilidades de atitude e ação (manter o plural com “atitudes “ações”) que lhe permitam escolher caminhos de soluções e auto cura de traumas para finalmente avançar em sua jornada de vida.

Leia também: A importância da mente e da consciência ampliada no processo de cura

e também: Terapia:  escolhendo a melhor para você

O desafio da cura

Há uma grande diferença entre ausência de sintomas e bem estar.  O bem estar é consequência do grau de integração entre corpo físico e corpos sutis.  A ausência de sintomas não necessariamente pressupõe bem estar.  Quando temos bem estar, há vida em nossa vida, vivemos a vida além da sobrevivência, com propósitos e com sentido e com verdadeira disposição para superar as nossas dificuldades.  Essas diferenças nos fazem refletir sobre o que pode ser a verdadeira cura.

É impossível ignorar a importância da espiritualidade e do nível de consciência quando falamos em saúde e bem estar.  Compreender a si mesmo, abrir-se para aprendizados e novas ideias, crescer psicologicamente e espiritualmente estão entre as questões-chave diretamente ligadas ao bem estar.  E também é fundamental considerar os efeitos da mente sobre o corpo, fatores psicológicos, reações emocionais às circunstâncias da vida (inclusive às doenças).  Até a medicina tradicional afirma que a mente e o corpo exercem grande influência um sobre o outro.  Assim, uma doença que está no físico produz stress emocional, tanto quanto perturbações emocionais afetam nocivamente o físico.

Sem uma visão holística, é impossível um tratamento genuíno, e é essa lacuna que as terapias integrativas e complementares preenchem, pois ainda é frequente, por várias razões,  médicos tradicionais não abordarem questões relevantes (além de sintomas físicos) com seus pacientes.

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Para irmos fundo na questão do bem estar, precisamos rever os nossos hábitos sobre como lidamos com as adversidades em nossa vida.  A maioria das pessoas adquire mecanismos de defesa e estratégicas de sobrevivência de uma forma muito passiva e aleatória, ou seja, limitam-se a repetir atitudes e comportamentos (muitas vezes herdados do sistema familiar e da sociedade), apenas reagindo para sair de situações difíceis.

Essa estado autômato do ser humano é um aspecto que faço questão de enfatizar, porque, em outras palavras, muitas vezes agimos apenas com base nos nossos hábitos, sem pensarmos o que verdadeiramente desejamos plantar e colher em nossas vidas.  Agimos no “piloto automático”,  não nos dando conta de que esse automatismo é fruto de questões mal resolvidas em nosso inconsciente.  Essas estratégias adaptativas ou de sobrevivência podem se manifestar através de impulsos, vícios, transtornos, entre outros.  Aprender novas estratégias para sobreviver e viver é fundamental para o nosso bem estar e para isso precisamos encarar o que se passa nas profundezas do nosso ser ou em nossa mente inconsciente.

Não é o médico ou o terapeuta que vai dizer para a pessoa qual deve ser a nova estratégia para viver sua vida e sim ela mesma, a partir de sua vontade de descobri-la.  Profissionais da saúde são facilitadores, e muitas vezes, até educadores nos processos de salvar vidas ou curar pessoas.

Curar-se é enveredar por um campo de diversos tipos de stresses biológicos tais como o stress psicológico, a deficiência nutricional, a sobrecarga alergênica, poluentes ambientais, superexaustão física, variação extrema de temperatura, contaminação microbiológica, contaminação por metais pesados, efeitos colaterais de medicamentos alopáticos, radiação de baixo nível, poluição eletromagnética, stress geopático, energias de pensamento negativo, entre outros.  Por isso, é importante lembrar que além do stress emocional e psicológico, existem muitos agentes estressantes que podem afetar nocivamente o campo bioenergético humano, produzindo reações físicas que levam aos estados de doença.

Muitas influências sutis promovem estados doentios.  Essas influências ocultas (muitas vezes negadas pela medicina tradicional e não identificadas em exames convencionais de laboratório) geram muito sofrimento e podem ser chamadas de miasmas, que são certos estados de energia que induzem a doenças e que são causados por perturbações sutis no biocampo humano.   Os miasmas também podem ser associados a bloqueios emocionais e enfermidades espirituais.

Como afirma o médico Richard Gerber, que escreveu há muitos anos atrás o livro Medicina Vibracional – Uma Medicina para o Futuro, “as condições miasmáticas deixam o organismo num estado energético de colapso potencial do sistema ou de suscetibilidade a doenças.  Os miasmas tendem a impedir o fluxo de força vital para dentro do sistema bioenergético humano e também facilitam a manifestação de muitos tipos diferentes de doenças.  Esses miasmas podem ser tratados com diversas formas de terapias vibracionais que restauram o equilíbrio energético com a força vital.”

Que neste momento de grandes aflições e reflexões, forçadas pela pandemia do Coronavirus, possamos, conscientemente, a cada dia, superar nossos bloqueios emocionais e psico-espirituais crônicos em nome de manifestar o nosso Eu Superior, seja através do nosso Ego, seja através do nosso espírito e assim, reconhecermos individualmente e coletivamente a nossa própria Divindade, que talvez seja a verdadeira cura.

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O desafio de avaliar resultados com as terapias vibracionais

Primeiramente, é importante relembrar que as terapias vibracionais fazem parte do conjunto de terapias integrativas/complementares com as quais, felizmente, podemos contar nos dias de hoje e que elas não substituem um bom diagnóstico e tratamento médico, especialmente por médicos que tenham uma visão sistêmica da medicina.

Outro ponto muito importante a se considerar, quando falamos em resultados com terapias vibracionais, é que enquanto podemos medir com certa facilidade as doenças físicas, devido aos sintomas e evidências no corpo físico,  não podemos mensurar, como a mesma facilidade, os aspectos mais sutis da saúde, que estão nos corpos sutis, invisíveis para os sentidos da maioria das pessoas.

E, um terceiro ponto relevante, é que quando falamos de cura, inevitavelmente, entramos na questão da percepção que temos de nós mesmos, da humanidade como um todo e do Universo.

Na prática, vejo com frequência pessoas submeterem-se a terapias vibracionais e surpreenderem-se com resultados que estão ligados a elas mesmas e não à doença em si.  Exemplo:  sentem-se mais confiantes, mais lúcidas, menos ansiosas, mais centradas, com seus sentidos mais aguçados, passam a ter comportamentos mais saudáveis, entre outros.  Porque, mesmo com mudanças sutis, a pessoa constata que há algo novo, renovador em sua vida, seja em pensamentos, atitudes, comportamentos, visões ou percepções, inclusive em relação à sua doença.  Não raro, relatam melhorias no seu corpo físico.

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Também pode ocorrer da pessoa não perceber as mudanças e transformações em sua vida porque o seu consciente ou inconsciente ainda resiste através de suas crenças e convicções.  Uma dessas crenças é a de que mudanças e transformações sempre vêm acompanhadas de caos e sofrimento.  Nesses casos, a dificuldade de valorizar  pequenas mudanças ou de não ter suas expectativas atendidas acabam sendo a justificativa para a pessoa negar resultados.

Há ainda outra situação que constato quando as pessoas não conseguem perceber os resultados com as terapias vibracionais:  a falta de consciência e cuidado em escolher a terapia e o terapeuta.  Nesses casos a pessoa pode ter se deixado levar por expectativas (fantasias) a respeito da terapia/terapeuta ou apenas pela curiosidade, esquivando-se de assumir sua própria responsabilidade pela escolha e pelo processo terapêutico.

Usufruir das pequenas e sutis mudanças em nossa vida acontece na medida em que diminui o desalinhamento entre o nosso consciente e inconsciente.  E para superarmos esse obstáculo precisamos estar dispostos, abertos e conscientes de que os tratamentos vibracionais devem ser mantidos, por um longo período de tempo, para não dizer por toda a vida, pois trabalho interior é para a vida inteira.  Isso não significa ficar preso a um terapeuta ou a uma terapia, e sim, perseverar na sua jornada, inclusive atento ao momento certo de mudar de terapia e de terapeuta.

Percebermos a diferença do que somos em essência e do que manifestamos com o nosso ego é de grande ajuda nesse processo.  Em meu trabalho com radiônica, através do Quantec, gravo mensagens com “os recados do inconsciente” da pessoa, que ajudam na compreensão do que está por trás dos acontecimentos de sua vida, além de receber frequências que vão contribuir para as mudanças necessárias em seu campo energético e bioinformacional.

As terapias vibracionais atuam na reconexão da pessoa com ela própria e com as forças da natureza, pois atualmente a maioria das pessoas leva uma vida agitada, voltada para tudo que está fora delas.  Na medida em que a pessoa avança em seu processo de trabalho interior, as terapias vibracionais tornam-se cada vez mais eficazes porque potencializam as possibilidades da pessoa viver a experiência de um novo paradigma:  a mudança e a transformação natural dentro de si própria.  Pois é essa mudança interna que vai mudar o que está fora da pessoa (seus relacionamentos, suas realidades cotidianas, seus hábitos, suas crenças, tudo que atrai para a sua vida) ou seja, a partir de um novo estado freqüencial, dentro dela, será possível atrair novas realidades e gerar novas percepções de realidade, além de atuar nas origens, núcleos e focos das doenças.

Então, quando falamos em avaliar resultados com terapias vibracionais, temos que lembrar que não basta nos basearmos no mundo das formas e aparências, temos que aprender a entrar no mundo relativo, para conseguirmos perceber o todo. Afinal, como já afirmava, há muitos anos atrás,  o cientista Prof. William A.Tiller, PhD, da Universidade de Stanford:  “somos todos elementos do espírito, indestrutíveis, eternos e em comunicação com o Divino.  Dentro de nós, existe um único mecanismo de percepção, que é a mente. “

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Quando falamos de saúde holística, temos que considerar o etérico, a realidade relativa que modelamos em nossas misteriosas mentes (a maior parte do tempo, de forma inconsciente).  E na medida em que aprendermos a acessar essa realidade é que poderemos apreciar o Absoluto, o Todo em nossa vida e, inclusive, percebermos a restauração do nosso campo vibracional quando nos submetemos a terapias vibracionais.

Ref. pesquisa bibliográfica:    

  • Medicina Vibracional – Uma Medicina para o Futuro – Richard Gerber – Editora Cultrix – 2007
  • Medicina Quântica – Victor Mattos – 2010.

Padrão frequencial: fator-chave para o nosso bem estar

Além de energia, somos um conjunto de várias frequências, que podem ser medidas em Hz (Hertz).  O conjunto dessas frequências formam em cada indivíduo, uma frequência própria e única, como se fosse uma “assinatura vibracional ”.  Somos únicos em nossos organismos, em nossos corpos, tanto físicos quanto sutis. Dependendo da sua frequência vibracional, uma pessoa terá mais ou menos saúde física, emocional, mental e espiritual.

Nossa frequência é afetada o tempo todo por vários fatores, inclusive, pelo ambiente externo.  Uma pessoa com frequência inferior a 62HZ, terá a sua saúde inevitavelmente comprometida. As consequências na baixa da frequência são muito variadas e, dependendo da queda, graves, como por exemplo o câncer, que começa numa frequência abaixo de 42Hz.

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Em resumo, estados/padrões da pessoa como um todo somados ao ambiente onde ela está inserida resulta no seu padrão frequencial.

As terapias frequenciais/vibracionais são terapias complementares que contribuem significativamente para o reequilíbrio desses complexos sistemas frequenciais em nossos corpos.  Entre elas estão as terapias florais, frequenciais e a radiestesia/radiônica, com as quais trabalho.  Podemos afirmar que, terapias vibracionais, são como uma linguagem que atua em nossas células, capaz de abrange-las e tratá-las em múltiplos aspectos.

Uma das grandes vantagens em se realizar uma terapia vibracional é que ela pode ser associada a outros tratamentos, tanto a medicações alopáticas convencionais quanto a outras terapias integrativas complementares.

É importante compreender que quando uma pessoa passa por um tratamento vibracional, o processo de auto-cura se dá não através de bioquímica e sim por ação biofísica, que significa via campo informacional.

Através de bioinformações, que mexem no campo eletro-magnético-informacional da pessoa, ocorrem como se fossem induções para um reequilíbrio energético de células, sistemas, órgãos, além de um acesso às informações que estão em nosso inconsciente, para limpar padrões desequilibrantes e ativar bioinformações equilibrantes.  Os padrões desequilibrantes e seus efeitos podem estar tanto no corpo físico quanto em outros corpos sutis (emocional, mental, duplo etérico e espiritual).

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Essa mudança no campo é possível porque nossas células têm sua própria capacidade informativa, ou seja, se ativadas através das bioinformações, não ficam dependentes somente de elementos bioquímicos para sua transformação.

Assim, a biofísica tem um papel fundamental na saúde humana, pois esses elementos biofísicos são como informações que põe VIDA na vida das células, indicando novos caminhos para se regenerarem, além de neutralizar padrões físicos, emocionais e mentais nocivos à pessoa.

Leia também: A revolução da nova ciência,

Os princípios dos tratamentos à distância

Querer é poder ? Mais reflexões sobre radiônica

O confinamento e a solidão

A experiência única que estamos passando através do isolamento social desencadeado pela pandemia do coronavírus nos obriga a abrir mão de vários hábitos, entre eles o de conviver com outras pessoas ou, pelo menos, de estar rodeado delas.  Nesta situação, surgem vários sentimentos, entre eles o de solidão.  No entanto, a solidão pode ser percebida tanto de forma negativa (escassez, vazio, carência)  quanto de forma positiva, como circunstância favorável pela oportunidade de pleno contato consigo mesmo.

Interessante que, quando estamos com outras pessoas, sempre há conflitos de várias naturezas, sejam eles aparentes ou ocultos.  Será que esses conflitos são menores do que os conflitos internos, que somos obrigados a encarar quando estamos isolados?  Tenho refletido sobre o porquê do contato com nós mesmos talvez ser mais difícil do que o contato com outras pessoas.  O que torna tão angustiante o estar isolado?

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No meu entendimento, o isolamento pelo qual estamos passando é o efeito de alguma Lei Universal para ficarmos com nós mesmos em um nível de contato mais íntimo, que envolve a nossa alma, com o objetivo de revermos a nossa vida.  Mesmo vivenciando o isolamento social em família ou junto com outras pessoas, somos convidados a compreender melhor toda a complexidade que envolve as relações familiares, incluindo conflitos, desarmonias, incompatibilidades, emaranhamentos, entre outros.  Pois só através de um contato maior com nós mesmos é que poderemos aceitar, compreender e então solucionar esses conflitos de relacionamento, primeiro dentro e depois, fora de nós.

Encarar a complexidade do relacionamento consigo próprio talvez seja mais insuportável do que encarar a complexidade dos relacionamentos com outras pessoas, porque, a forma como eu me relaciono comigo mesma tem influência direta na forma como eu me relaciono com outras pessoas.  E enfrentar a pandemia global do Covid19 nos impõe uma postura de, no mínimo, refletir.  Refletir sobre como anda a nossa vida, os nossos relacionamentos e o que verdadeiramente queremos fazer da nossa vida, inclusive nos autorresponsabilizando por ela.

Acredito que esta oportunidade é única:  cada ser humano na Terra refletir sobre a sua própria vida.  Porque, só encarando a nós mesmos, teremos condições de nos preparar para ações coletivas e, inclusive,  enfrentar as consequências inevitáveis deste acontecimento planetário, que marcará a história da humanidade.

amor ao planeta

O que faremos individualmente e coletivamente para renovarmos nossas crenças, mudar hábitos, enfrentar todas as crises e mudanças que estão por vir, após a pandemia.  Como, depois deste confinamento, vamos olhar e lidar com a ansiedade, perversidade e voracidade que permeiam todo o sistema local e global?  Como encarar as inevitáveis diferenças entre as pessoas e suas interpretações dos fatos, localmente e globalmente? Será possível enxergar o todo sem enxergarmos primeiro o que há dentro de nós mesmos? Como nos tornarmos emergencialmente criativos e livres pensadores se fomos moldados para vivermos vidas autômatas, em função de um sistema pré-formatado? Difícil, no entanto, acredito eu, possível.

O fato de estarmos isolados socialmente não significa estarmos sós. A solidão, em essência, não existe pois sempre há uma egrégora espiritual que nos acompanha, nos guia, na medida em que nos preparamos para nos conectarmos com ela através do trabalho interior e da constatação de que o invisível é mais poderoso do que o visível e de que a nossa vida aqui na Terra é parte de uma jornada maior.

Aproveitemos este momento difícil para avançarmos na nossa capacidade de pensar, refletir, intuir, sentir, perceber…. e assim, encontrar respostas genuínas e não fabricadas pelo sistema comunicacional que impera na sociedade.  Vamos nos comunicar de forma apolítica e universalista, vamos nos solidarizar com nós mesmos e com os outros.  Talvez esta crise seja uma grande e única oportunidade de assumirmos o início de uma mudança completa nos rumos da consciência humana.

Leia também: Medo e a crise do coronavírus

Medo e a crise do coronavírus

Decidi escrever este post considerando tudo que venho experimentando e observando em mim e à minha volta nesses tempos de coronavírus.  Entendo que refletir sobre o tema “medo” tornou-se providencial, pois em maior ou menor grau, todos nós estamos nos deparando com os medos que surgem entre encarar a crise que vivemos e a persistência que precisamos ter para atingir as metas de superar uma epidemia.

Imagino que todos que estiverem lendo este texto vão concordar que vêm recebendo um excesso de informações e interpretações sobre tudo que envolve o coronavírus e que, muitas vezes, sentem-se confusos e cheios de dúvidas.  Todas essas mensagens contem sistemas lógicos para anunciar que aquilo que está sendo apresentado é a verdade absoluta.  E é aí que mora o perigo, porque tudo que acreditamos de verdade, converte-se em realidade.

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Quando nos deparamos com essas informações, a questão é o quanto cremos em seu conteúdo.  Porque o crer é o que nos empodera, ou seja, o fato de eu acreditar em algo torna aquele algo possível, pelo menos para mim e, consequentemente, vou criar aquela realidade específica, que acreditei como possível.  No entanto, o acreditar é diferente do objeto da crença:  uma coisa é eu acreditar em algo.  Outra coisa é o que, desse algo que eu acredito, irá tornar-se realidade.

Como afirma o filósofo, psicanalista clínico e pesquisador da mente humana, Prof. Juan Ribaut “crer não é simplesmente dizer que acreditamos.  Quantas e quantas coisas dizemos que acreditamos, porém só acreditamos intelectualmente, mas o subconsciente não acredita. ”

E o que tem a ver o medo com ACREDITAR?  Tudo que acreditamos pode ou não alimentar os nossos medos.  Só que há um detalhe relevante, que em geral é ignorado:  o medo que não devemos alimentar é, principalmente, o medo que está em nosso subconsciente, pois é esse medo que tem a força, são as crenças subconscientes as que realmente nos fazem agir.  Por isso, não basta acreditarmos (só conscientemente) que vamos superar uma crise como a que estamos passando.  É necessário que o nosso “crer consciente” esteja ligado ao nosso “crer subconsciente”, pois é ele que tem o poder de criar, de se comunicar com a essência, para que aquilo que desejamos tenha a força de acontecer, de se concretizar.  Pois, como afirma o Prof. Juan Ribaut, estamos em um “mundo com Leis”, Leis Divinas que se manifestam na prática através da “essência que está por trás de tudo” em nossas vidas.  Quando creio (inconscientemente) em algo, esse algo se torna realidade, pois me conecto ou “informo” a energia primordial, que comanda essas Leis Divinas.

E como mudar esse estado de medo inconsciente?  Mudando os objetos de nossas crenças, pois os objetos das nossas crenças têm ligação direta com aquilo que podemos escolher.  Exemplo:  em vez de combater o que não queremos, escolher visar objetivos específicos ligados aquilo que queremos.  Exemplos:  a paz individual, a paz mundial, o fim do medo do coronavírus, que a Luz guie as decisões dos nossos governantes, o restabelecimento e a tranquilidade em todas as nações, sintonizar-se e divulgar somente informações confiáveis e saudáveis.  Não se trata de negar fatos, e sim, de aceitá-los para então escolhermos o que vamos fazer com eles visando criar as novas realidades que desejamos através de atitudes e comportamentos que focam nossos objetivos claros e concretos.  Lembre-se: “aquilo que conseguimos acreditar, conseguimos criar”.  Essa é uma Lei Universal, sob a qual o nosso subconsciente trabalha quando temos um objetivo claro que funciona como um motivador fundamental da vida.  Ter o interesse de MUDAR já é um grande passo para que nossas vidas sejam diferentes e assim, possamos influenciar nos fatos através da nossa capacidade de criar realidades.

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Então, diante do medo nessa crise do coronavírus, que desenvolvamos a nossa capacidade de unir nosso consciente e inconsciente, através de objetivos claros e motivação ardente para a mudança.  Não basta racionalizações, é preciso que nos motivemos a encontrar (dentro de nós) um sentido para essa crise que estamos vivenciando.  Só assim estaremos verdadeiramente motivados a mudar os objetos das nossas crenças, e assim, mudar esse estado de medo inconsciente, que age solto, sem a consciência o conduzindo eficazmente.

Desejo que esta breve reflexão sirva de estímulo para lhe encorajar a ver, com novos olhos, a situação que estamos vivendo, inclusive como oportunidade de ampliarmos a nossa capacidade de nos cuidarmos individualmente e coletivamente e vivermos nossas vidas mais como seres humanos livres e menos como seres autômatos, acorrentados a hábitos, lógicas e rituais que só retroalimentam medos e crenças nocivas inconscientes.

Fontes de Pesquisa:

  • Radiônica a Ciência do Futuro – Juan Ribaut – Editora Alfabeto.
  • Energia Mental – A Imaginação, um mundo além da razão – Juan Ribaut – Editora Roka.

 

A diferença entre preço e valor: reflexões sobre investir e gastar

Está na dúvida sobre investir em terapias porque as considera “caras”?  Este post é também para você!

Avaliar se algo é barato ou caro, geralmente é um comportamento automático, ou seja, ele existe dentro de uma força coletiva que nos arrasta para uma opinião que não é nossa e, sim, de consenso ou coletiva.  Normalmente, este comportamento está relacionado às referências como cultura, religião, classe social, faixa salarial, economia e política.

No entanto, relacionar o custo financeiro de algo ao real valor que aquilo tem para a nossa vida, já é um processo bem mais complexo e individual, pois envolve questões ligadas à consciência. Por exemplo:  uma pessoa frustrada com a sua situação financeira ou revoltada com a sua realidade de escassez vai avaliar como “caros” os preços daquilo que considera necessário para a sua vida.  Uma pessoa que, mesmo com muitas posses financeiras, tem crenças limitantes sobre o que é dinheiro certamente também poderá achar os preços “caros”.

Não dá para separarmos as questões ligadas a dinheiro com as questões ligadas à consciência.  Sabe o  porquê?  Porque a maior parte das nossas crenças sobre dinheiro é inconsciente e, portanto, não nos damos conta de como e do quanto somos afetadas por elas.  Outro motivo é que, gostando ou não, aceitando ou não, a questão do dinheiro sempre está presente em nossas vidas, mesmo quando achamos que estamos “desapegados” dele.

Iniciei minha carreira profissional de terapeuta há mais de 10 anos.  Para conquistar o direito de atender pessoas visando contribuir com as suas vidas, investi e continuo investindo financeiramente em vários aspectos.  Desde cursos, formações, treinamentos, congressos, equipamentos e tecnologia de última geração. Tem ainda os investimentos de ordem íntima, como, por exemplo, quando decido investir em uma imersão terapêutica em vez de fazer um viagem de férias, porque tenho consciência do quanto a imersão é fundamental para mim naquele momento.

As nossas contradições e as contradições da sociedade na qual estamos inseridos criam contradições na macroeconomia (o sistema econômico) e também na microeconomia (nossa forma individual de compreender e de lidar com o sistema econômico e com o nosso dinheiro).  Assim, é inegável que o dinheiro é uma energia!  À medida que aprendemos a unir o que pensamos, o que sentimos e o que verdadeiramente queremos, nós criamos um estado de consciência mais adequado para lidarmos com as questões do dinheiro, inclusive influenciando no sistema econômico.

Já me deparei com pessoas afirmando “fazer o bem tem que ser de graça”.  Estou dando esse exemplo como um padrão de pensamento coletivo, ligado a dogmas religiosos, um padrão de escassez e condicionamento que alimenta nosso campo individual, a ponto de acreditarmos que essa crença é nossa. No entanto, se pararmos para pensar um pouco, até mesmo trabalhos voluntários envolvem a energia do dinheiro porque, de alguma forma, é ela, a energia do dinheiro, da abundância, que dá espaço para que pessoas trabalhem sem receber uma recompensa financeira por aquele trabalho.

A diversidade e a complexidade do mundo atual é enorme e acredito que a  energia do dinheiro está diretamente ligada a esse cenário porque, como centro que somos de toda a atividade econômica, podemos desenvolver a nossa capacidade de assumir uma nova consciência e atitude em relação ao dinheiro e construirmos, individualmente e coletivamente, novas e desejáveis realidades futuras.

Da próxima vez que você julgar que uma terapia que deseja fazer “é cara”, se pergunte:

  • O que está sob o meu controle para eu assumir essa compra?
  • O que essa compra realmente representa para mim?
  • Estou colocando em risco os meus valores e interesses mais profundos ao fazer essa compra?

Pagar pelo trabalho de um terapeuta faz parte de um processo íntimo de análise que envolve não só o preço financeiro da terapia, mas também o valor desse trabalho para quem vai usufruí-lo.  Tomar a decisão de pagar por uma terapia não é só achar “caro ou barato” e, sim, fazer avaliações e escolhas conscientes, levando em conta o que a pessoa realmente quer e pode mudar em sua realidade e também o investimento que ela quer priorizar a fim de promover mudanças.  Só assim é possível reconhecer a real necessidade de uma terapia e avaliar as possibilidades de pagar por ela com um sentimento de autoresponsabilidade e sentido.   Da próxima vez que você achar algo simplesmente “caro ou barato”, releia este post!

Os princípios dos tratamentos à distância  

Se você não acredita ou não compreende como pode funcionar um tratamento à distância?  Então, este post é para você.  Antes de mais nada:  o tema “tratamentos à distância” faz parte de uma nova ciência!  E, se você não faz ideia do que seja este nova ciência ou considera a nova ciência uma “pseudociência”, um dos livros que recomendo a leitura é O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart (Editora Rocco, 2002).

O Campo é uma leitura indispensável para  abrir a mente e conhecer a história dos verdadeiros avanços na Ciência, por meio de verdadeiros cientistas (não de técnicos em ciência).  A Lynne é uma referência internacional quando o assunto é medicina não convencional e também é uma palestrante internacional e usa uma linguagem acessível aos leigos.

As descobertas relatadas  no best seller O Campo justificam cientificamente como agem as terapias frequenciais. São histórias emocionantes das descobertas de cientistas do mundo todo e de suas lutas pessoais para desbravar novos caminhos para a Ciência.  São centenas de estudos científicos relatados, uma oportunidade para você rever seus conceitos e crenças sobre o que é Ciência e o que é científico.  Os estudos relatados em O Campo demonstraram cientificamente, entre outras questões, que os tratamentos à distância funcionam.

Até os anos 20, a Física significava poder medir, demonstrar e representar geometricamente.  Até que,  em 1925, “o princípio da incerteza” quebrou esses paradigmas.  Os cientistas Schrödinger, de Broglie e Heisenberg se deram conta de que não era possível fornecer dados sobre a velocidade e posição de uma partícula. Exemplo:  ao tentar medir a velocidade de um elétron não se conseguia saber a sua posição no espaço. E, quando eles tentavam saber onde o elétron se encontrava, a sua velocidade mudava.  Em outras palavras, não podemos, em nível subatômico, observar algo sem afetá-lo, ou seja, não vemos as coisas como são, mas como optamos por vê-las.  Esse foi só o começo de um novo ciclo no mundo da Ciência, no qual os cientistas levaram e continuam levando muitos sustos!

Alguns pontos que merecem atenção e compreensão e estão direta ou indiretamente ligados ao tema “tratamentos à distância”:

  • Em primeiro lugar, tratamentos à distância não têm a ver com mecanismos ou rituais baseados no medo ou em tradições. Tratamentos à distância estão associados com os avanços da Física, da Neurociência e de todos os seus recursos técnicos, em um novo mundo, uma nova realidade que já estamos vivendo, com muitos conceitos novos vindo à tona e um resgate do que o Prof. Juan Ribaut chama de Tradição:  aquilo que nos conduz às Leis Naturais e das quais a humanidade foi se desconectando ao longo dos séculos.
  • Processos de autocura exigem considerar não só a dimensão física, mas também a dimensão mental.
  • A ciência moderna começou com o trabalho de Isaac Newton (1642-1727), que afirmava que o Universo era como um relógio, ordenado e previsível. Para ele, que finalizou seu trabalho com a Lei da Gravidade Universal, o mundo era um sistema mecânico que podia ser observado objetivamente, independente do observador humano.  Mas, uma grande mudança aconteceu no século XX, pois entre várias descobertas, uma delas foi um novo tipo de força, a eletricidade e o magnetismo.  Os cientistas Faraday e C. Maxwell introduziram o conceito de “campo de força”, que não se encaixava no conceito mecanicista de Isaac Newton.  Outras ideias foram quebrando o conceito de máquina e, então, no início do século XX, novas descobertas da Física abalaram os conceitos cartesianos e mecânicos, quebrando muitos paradigmas científicos.  Um dos primeiros fatos relevantes  foi quando Max Planck descobriu que a estrutura básica da natureza era “granular”, ou seja, a natureza era feita de “blocos de energia” (foi quando surgiu o termo quantum).  Ele ficou assustado ao pressentir que essa sua descoberta abalaria os fundamentos da Física clássica.  Depois houve uma nova descoberta que abalou o mundo da Ciência:  quando os pesquisadores puderam se aproximar da estrutura do átomo, houve uma enorme surpresa: os átomos não eram “blocos” e, sim, entidades compostas de outras menores, ou seja, a matéria era fundamentalmente espaço vazio.  Esta foi a primeira de muitas outras descobertas. Muitos outros cientistas vieram, durante e depois dessa época, construindo aos poucos uma nova Física.  A Teoria Quântica, por exemplo, mostrou que as partículas subatômicas (que existem entre os prótons, nêutrons e elétrons) não são grãos isolados de matéria e, sim, modelos de probabilidades, interconexões numa inseparável teia cósmica que inclui o observador humano e sua consciência.  Como afirma o Prof. Juan Ribaut, “a transformação maior da nova Física está em admitir que a consciência tem um papel fundamental no chamado Universo físico”.  Não há divisão entre as realidades objetiva e subjetiva.  Matéria e consciência são dois aspectos de uma mesma coisa.  Assim, não conseguimos definir a realidade que vivemos, pois ela ultrapassa os conceitos que precisam ser revistos.  E, associando ao tema “tratamentos à distância”, vale citar uma das características fundamentais da Teoria Quântica:  a íntima interconexão existente entre sistemas diferentes que não estão em contato espacial. Como afirma Juan Ribaut: “Todas as coisas estão interconectadas, a consciência e o mundo físico estão conectados e não somente podemos viajar através do tempo à velocidade máxima da luz, mas cada ponto do cérebro está conectado a todos os demais pontos do Universo“.
  • A Física Moderna, com sua Teoria Quântica e do Caos afeta, desconfortavelmente, a nossa vida cotidiana no sentido de que nada é como supomos que é ou que poderia ser. Tratamentos à distância envolvem temas do mundo da mente e da consciência, interligadas com o Universo, exigindo enveredarmos na aceitação do desconhecido e de mudanças de paradigmas a partir de novas descobertas.  Entre as diversas teorias da Física Moderna está o princípio da não localidade ou da inseparabilidade, segundo o qual os sistemas que uma vez formaram parte de um todo maior seguem unidos de uma forma misteriosa, mesmo quando são separados a grandes distâncias.  Essa misteriosa união é que permite tratar uma pessoa que não está presente, sendo necessário apenas uma parte do seu todo (ou na linguagem da radiestesia:  um testemunho. Ex. foto, nome, fio de cabelo.).

  • O universo é uma rede interligada de energia e informação e podemos acessá-la por meio de nossa intenção. Esta rede é descrita no livro O Campo e definida como “o campo do ponto zero”. A Física antiga via a Universo como uma máquina gigantesca.  A Física moderna vê o Universo como um organismo em desenvolvimento, que, à medida que cresce, cria novos modelos de organização.
  • A fé, não a fé religiosa, dogmática, e sim a fé que envolve o consciente e o inconsciente alinhados é outro ponto fundamental. Essa fé é poderosíssima.  Quem realiza um tratamento à distância ativa a confiança e fortalece a fé de quem recebe o tratamento.  Infelizmente, ainda temos pouca consciência sobre o poder de nossa mente e de nossa imaginação.  Podemos influenciar o mundo e o corpo com nossos pensamentos e intenções.  Nossas intenções afetam o Campo (fonte inesgotável e imensurável de energia) que vibra manifestando o resultado no objeto da intenção.

Atualmente, a nossa vida cotidiana já está sendo altamente impactada por todas as perguntas sem resposta com as quais a Ciência e a Física moderna estão se deparando.  Portanto, temos que realizar (primeiro individualmente) muitas mudanças na nossa forma de ver e viver a vida e para isso precisamos desenvolver a nossa sensibilidade e a nossa mente, aceitando e nos abrindo ao novo para, então, com a nossa mudança individual podermos emanar frequências que afetarão, saudavelmente, o coletivo.  Até para um leigo em ciência, está evidente que o conhecimento científico predominante não dá conta de encarar o mundo que já vivemos e o que vem pela frente.

Como afirma o Prof. Juan Ribaut, “a nossa força maior não é a força de vontade, que só cria tensão por não ser natural”, e sim, a “imaginação, com desejo, convicção e vontade”.  A vontade é a expressão do ser consciente, enquanto a força de vontade é a expressão escondida do medo no subconsciente.

Acreditar e realizar tratamentos à distância vai além de uma fé intelectual.  Envolve a fé munida de vida (amor), de instinto, de sentimento, de energia vital, de entusiasmo, de subconsciente em ação, alinhado com o consciente, pois o que conseguimos acreditar, de verdade (inconscientemente) conseguimos criar (conscientemente).

Referências bibliográficas:

  • O Campo – O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart, Editora Rocco, 2002.
  • Radiônica, a Ciência do Futuro – Juan Ribaut – Editora Alfabeto
  • Energia Mental – A Imaginação um Mundo Além da Razão – Juan Ribaut – Editora Roka
  • Física Y Tempo de Ensueño – Peter von Buengner – M-Tec Verlag – Alemanha

Provocações sobre o tempo…

Já parou para pensar sobre o que é o tempo? Sobre as interpretações que fazemos do tempo? Sobre quais são as premissas pelas quais entendemos e vivemos o nosso tempo?

A maioria das pessoas acredita que o passado simplesmente passou, que está acabado, morto, enterrado.  No entanto, apesar da força e do conformismo em relação a essa crença, a física quântica vem descobrindo fatos novos e perturbadores.

Como o objetivo aqui é provocar, já parou para pensar o que você faz consciente e inconscientemente com o seu tempo presente? Alguns cientistas chegam mesmo a raciocinar que “eventos passados permanecem um tanto incertos a partir de uma perspectiva do presente. Como consequência disso, passados múltiplos podem existir.  Cada passado pode levar a um momento presente por via de uma história diferente”.

Outro exemplo de fato considerado pela ciência: “eventos simultâneos estariam espalhados no espaço em um único instante”.  Em outras palavras, a nova física afirma que “estados de entrelaçamento entre mente e matéria existem agora, existiram antes e existirão depois”. E, então, “para compreendermos corretamente o caminho da natureza, esses estados de entrelaçamento precisam ser levados em consideração”.

Acrescentando a essas considerações (um tanto impactantes), vamos também considerar, outras colocações científicas, entre elas, a existência dos universos paralelos: “o universo foi dividido em vários resultados paralelos, talvez em um número infinito desses resultados e nós somos os observadores e nossa observação desses resultados está ocorrendo agora”.

Bem, acredito que só de ler estes primeiros parágrafos, você já se deu conta do quanto precisamos rever nossos conceitos e paradigmas convencionais sobre o tempo.  Um desses paradigmas, talvez o mais forte, seja “eu não tenho tempo suficiente”.  Será que podemos continuar lidando com o tempo do mesmo modo que lidamos com o combustível que acaba no tanque de gasolina do nosso carro?  Mesmo porque, até na ciência, não tem sido mais possível compreender as novas teorias adotando interpretações convencionais.

Ou seja, para assimilarmos, de verdade, o novo mundo (que já estamos vivendo!), precisamos nos desapegar de paradigmas ou das “lentes” que escolhemos usar, em nosso consciente, para interpretar a realidade, inclusive o tempo.

Afinal, o tempo presente está entre as preciosidades da nossa vida e buscar novas e iluminadoras percepções (em nosso inconsciente) sobre como vivemos o aqui/agora é fundamental para criarmos através do nosso inconsciente, de forma consciente, novas realidades.

Vou finalizar este post com uma afirmação, não menos provocadora, do cientista Albert Einstein: “Pessoas como nós, que acreditam na física, sabem que a distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão, teimosa e persistente”.

Este post foi escrito através da seleção de trechos do livro “O Tecido do Espaço-Tempo”, de Fred Alan Wolf, cientista, autor de vários livros e artigos científicos, pesquisador da relação entre física quântica e a consciência, que vem ajudando a popularizar conceitos científicos em documentários, filmes e através de vários canais na Internet.

Reflexões sobre a Caridade

Sempre me interessei em compreender o que é de verdade a caridade, lendo, estudando, praticando.  Noto que o assunto costuma ser abordado a partir de ideologias, religiões ou doutrinas que buscam combater o mal que assola tantos seres humanos.

O que mais me chama atenção nestas abordagens, entretanto, é constatar como as interpretações sobre o tema ainda estão vinculadas ao mundo externo e não ao mundo interior das pessoas, onde está a semente, o potencial de qualquer caridade.  O tema caridade é complexo, porque envolve algo difícil de se compreender antes de se vivenciar:  a comunhão com nós mesmos e com os outros.

Essa comunhão pode acontecer quando menos esperamos e com pessoas que conhecemos ou não, em situações que nunca imaginaríamos.  Eu me recordo de uma forte experiência que vivi, nos anos 90, durante uma viagem ao Peru.  Eu voltei de um passeio e entrei no ônibus turístico.  Ao sentar em minha poltrona, da janela do ônibus, senti uma repentina e inexplicável força de conexão por meio do olhar que cruzei com um humilde senhor, que se encontrava muito sereno em meio a um grupo de pessoas que tentava desesperadamente vender algo aos turistas.  Ao cruzarmos nossos olhares, em questão de segundos, nossas mãos se uniram através do vidro da janela, num gesto sublime.  Não me pergunte como isso aconteceu, simplesmente aconteceu.  Não consigo descrever em palavras a sensação, o sentimento daquela experiência.

Várias outras situações vivi em minha vida, que independente de intenções ou interesses, geraram um momentum, uma força que se expressa sem palavras, com outras pessoas, com grupos, equipes, familiares, amigos, conhecidos, colegas e, até mesmo, com estranhos que aparecem do nada, como se fossem anjos com a missão de me inspirarem para algo maior, superior ao  cotidiano tão escravizante do sistema em que vivemos, livres de conceitos, expectativas ou definições.

Penso que é impossível viver neste planeta sem interesses, sejam eles os mais mundanos ou elevados.  O que muitas vezes pensamos ser caridade, nada mais é do que a tentativa de seres humanos autômatos e carentes buscarem compensar seus vazios com atos “salvadores”, frequentemente acreditando que estão “ganhando pontos com Deus” e partindo de premissas que valorizam o sofrimento e a dor como remédios inevitáveis para a evolução humana.  Ou seja, muitas vezes, a caridade nada mais é do que uma resposta cultural a um paradigma ou conceito doutrinário, religioso, institucional, criado a partir de crenças humanas limitadas e fortemente vinculadas ao medo, à escassez.

Acredito que a verdadeira caridade começa em como tratamos a nós mesmos e o quanto nos amamos de verdade para, então, podermos receber e dar amor.  Acho oportuno refletirmos sobre outro tema:  a força do inconsciente.  Sabemos, de verdade, o que estamos plantando em nossas vidas? Temos, mesmo, consciência do que plantamos?  Mas este tema, ficará para um próximo post!