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Medo e a crise do coronavírus

Decidi escrever este post considerando tudo que venho experimentando e observando em mim e à minha volta nesses tempos de coronavírus.  Entendo que refletir sobre o tema “medo” tornou-se providencial, pois em maior ou menor grau, todos nós estamos nos deparando com os medos que surgem entre encarar a crise que vivemos e a persistência que precisamos ter para atingir as metas de superar uma epidemia.

Imagino que todos que estiverem lendo este texto vão concordar que vêm recebendo um excesso de informações e interpretações sobre tudo que envolve o coronavírus e que, muitas vezes, sentem-se confusos e cheios de dúvidas.  Todas essas mensagens contem sistemas lógicos para anunciar que aquilo que está sendo apresentado é a verdade absoluta.  E é aí que mora o perigo, porque tudo que acreditamos de verdade, converte-se em realidade.

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Quando nos deparamos com essas informações, a questão é o quanto cremos em seu conteúdo.  Porque o crer é o que nos empodera, ou seja, o fato de eu acreditar em algo torna aquele algo possível, pelo menos para mim e, consequentemente, vou criar aquela realidade específica, que acreditei como possível.  No entanto, o acreditar é diferente do objeto da crença:  uma coisa é eu acreditar em algo.  Outra coisa é o que, desse algo que eu acredito, irá tornar-se realidade.

Como afirma o filósofo, psicanalista clínico e pesquisador da mente humana, Prof. Juan Ribaut “crer não é simplesmente dizer que acreditamos.  Quantas e quantas coisas dizemos que acreditamos, porém só acreditamos intelectualmente, mas o subconsciente não acredita. ”

E o que tem a ver o medo com ACREDITAR?  Tudo que acreditamos pode ou não alimentar os nossos medos.  Só que há um detalhe relevante, que em geral é ignorado:  o medo que não devemos alimentar é, principalmente, o medo que está em nosso subconsciente, pois é esse medo que tem a força, são as crenças subconscientes as que realmente nos fazem agir.  Por isso, não basta acreditarmos (só conscientemente) que vamos superar uma crise como a que estamos passando.  É necessário que o nosso “crer consciente” esteja ligado ao nosso “crer subconsciente”, pois é ele que tem o poder de criar, de se comunicar com a essência, para que aquilo que desejamos tenha a força de acontecer, de se concretizar.  Pois, como afirma o Prof. Juan Ribaut, estamos em um “mundo com Leis”, Leis Divinas que se manifestam na prática através da “essência que está por trás de tudo” em nossas vidas.  Quando creio (inconscientemente) em algo, esse algo se torna realidade, pois me conecto ou “informo” a energia primordial, que comanda essas Leis Divinas.

E como mudar esse estado de medo inconsciente?  Mudando os objetos de nossas crenças, pois os objetos das nossas crenças têm ligação direta com aquilo que podemos escolher.  Exemplo:  em vez de combater o que não queremos, escolher visar objetivos específicos ligados aquilo que queremos.  Exemplos:  a paz individual, a paz mundial, o fim do medo do coronavírus, que a Luz guie as decisões dos nossos governantes, o restabelecimento e a tranquilidade em todas as nações, sintonizar-se e divulgar somente informações confiáveis e saudáveis.  Não se trata de negar fatos, e sim, de aceitá-los para então escolhermos o que vamos fazer com eles visando criar as novas realidades que desejamos através de atitudes e comportamentos que focam nossos objetivos claros e concretos.  Lembre-se: “aquilo que conseguimos acreditar, conseguimos criar”.  Essa é uma Lei Universal, sob a qual o nosso subconsciente trabalha quando temos um objetivo claro que funciona como um motivador fundamental da vida.  Ter o interesse de MUDAR já é um grande passo para que nossas vidas sejam diferentes e assim, possamos influenciar nos fatos através da nossa capacidade de criar realidades.

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Então, diante do medo nessa crise do coronavírus, que desenvolvamos a nossa capacidade de unir nosso consciente e inconsciente, através de objetivos claros e motivação ardente para a mudança.  Não basta racionalizações, é preciso que nos motivemos a encontrar (dentro de nós) um sentido para essa crise que estamos vivenciando.  Só assim estaremos verdadeiramente motivados a mudar os objetos das nossas crenças, e assim, mudar esse estado de medo inconsciente, que age solto, sem a consciência o conduzindo eficazmente.

Desejo que esta breve reflexão sirva de estímulo para lhe encorajar a ver, com novos olhos, a situação que estamos vivendo, inclusive como oportunidade de ampliarmos a nossa capacidade de nos cuidarmos individualmente e coletivamente e vivermos nossas vidas mais como seres humanos livres e menos como seres autômatos, acorrentados a hábitos, lógicas e rituais que só retroalimentam medos e crenças nocivas inconscientes.

Fontes de Pesquisa:

  • Radiônica a Ciência do Futuro – Juan Ribaut – Editora Alfabeto.
  • Energia Mental – A Imaginação, um mundo além da razão – Juan Ribaut – Editora Roka.

 

O funcionamento e os efeitos da Mesa Quântica Estelar em sua vida

Neste post, vou abordar mais alguns detalhes sobre a ação e os efeitos benéficos da Mesa Quântica Estelar (MQE), um instrumento de transmutação energética, que atua no campo frequencial do ser, para trabalhar qualquer questão em todas as dimensões necessárias.

A Mesa Quântica Estelar (MQE) foi canalizada pelo sensitivo Rodrigo de Aldebaran, que também é terapeuta,  pesquisador e palestrante de temas ufológicos e espiritualistas, com uma visão universalista (desvinculada de religiões).  Todo o processo da Mesa Quântica Estelar está embasado na Lei Maior e na Justiça Divina, que envolve Consciências Universais que atuam no despertar de toda a humanidade.

Materialmente a MQE é uma placa, com diversos símbolos, gráficos e um relógio radiestésico.  Usando a radiestesia, o terapeuta identificas energias nocivas ou deletérias ligadas à vida da pessoa, com a radiônica. Estas energias são neutralizadas ou manipuladas e com a psiônica são acionados símbolos, tudo isso para harmonizar o campo da pessoa, visando o seu bem e o bem do todo, dentro dos princípios das Leis e subleis Universais.

Através da MQE são trabalhados os vários padrões de pensamentos, comportamentos, atitudes, emoções e crenças,  que funcionam como “programas” que bloqueiam a vida da pessoa, nas mais diversas áreas da vida.  A MQE pode ser feita a cada três meses e age nos seguintes aspectos:

  • Limpeza do campo mental e emocional, ou seja, toda a carga eletromagnética deletéria, proveniente de atitudes, pensamentos e energias nocivas, é removida, transmutada e encaminhada, inclusive energias trevosas e sofredoras.
  • Neutralização e estabilização do processo desencadeado por meio das frequências harmonizadoras da MQE, o que representa um preparo para que novas frequências e informações sejam absorvidas e assimiladas pelo campo da pessoa.
  • Sedimentação das energias e informações saudáveis no inconsciente da pessoa, como se fossem boas sementes plantadas em terra fértil, permitindo assim o disparo de gatilhos psicológicos benéficos, de forma que a pessoa, conscientemente, possa criar novas realidades e acessar novas oportunidades mais saudáveis para a sua vida.

Outro detalhe importante do trabalho que faço com a Mesa Quântica Estelar é que, ao finalizar a mesa, gravo uma mensagem com os “recados” da MQE para a pessoa atendida, explicando os padrões que a aprisionam, além de outras questões ligadas aos encaminhamentos realizados.

Esta mensagem visa contribuir para que a pessoa tome consciência do que está por trás dos fatos da sua vida e reconheça o que verdadeiramente que realizar em sua existência, por meio de suas escolhas, priorizações, atitudes e comportamentos, fazendo com que ela avance em seu trabalho interior.

Todo o processo da Mesa Quântica Estelar acontece de forma não-invasiva, respeitando a pessoa como um todo (inclusive o seu livre arbítrio) e, ao mesmo tempo, a desafia a abrir-se às mudanças e transformações necessárias em sua vida.

Assim, posso afirmar que a força da Mesa Quântica Estelar não está somente no seu processo intrínseco, mas também, na vontade real da pessoa atendida de querer despertar para a vida, assumindo a sua autorresponsabilidade de fazer as mudanças, renovações e transformações necessárias para um estilo de vida com mais sentido e, consequentemente, uma vida mais plena e feliz.

A diferença entre preço e valor: reflexões sobre investir e gastar

Está na dúvida sobre investir em terapias porque as considera “caras”?  Este post é também para você!

Avaliar se algo é barato ou caro, geralmente é um comportamento automático, ou seja, ele existe dentro de uma força coletiva que nos arrasta para uma opinião que não é nossa e, sim, de consenso ou coletiva.  Normalmente, este comportamento está relacionado às referências como cultura, religião, classe social, faixa salarial, economia e política.

No entanto, relacionar o custo financeiro de algo ao real valor que aquilo tem para a nossa vida, já é um processo bem mais complexo e individual, pois envolve questões ligadas à consciência. Por exemplo:  uma pessoa frustrada com a sua situação financeira ou revoltada com a sua realidade de escassez vai avaliar como “caros” os preços daquilo que considera necessário para a sua vida.  Uma pessoa que, mesmo com muitas posses financeiras, tem crenças limitantes sobre o que é dinheiro certamente também poderá achar os preços “caros”.

Não dá para separarmos as questões ligadas a dinheiro com as questões ligadas à consciência.  Sabe o  porquê?  Porque a maior parte das nossas crenças sobre dinheiro é inconsciente e, portanto, não nos damos conta de como e do quanto somos afetadas por elas.  Outro motivo é que, gostando ou não, aceitando ou não, a questão do dinheiro sempre está presente em nossas vidas, mesmo quando achamos que estamos “desapegados” dele.

Iniciei minha carreira profissional de terapeuta há mais de 10 anos.  Para conquistar o direito de atender pessoas visando contribuir com as suas vidas, investi e continuo investindo financeiramente em vários aspectos.  Desde cursos, formações, treinamentos, congressos, equipamentos e tecnologia de última geração. Tem ainda os investimentos de ordem íntima, como, por exemplo, quando decido investir em uma imersão terapêutica em vez de fazer um viagem de férias, porque tenho consciência do quanto a imersão é fundamental para mim naquele momento.

As nossas contradições e as contradições da sociedade na qual estamos inseridos criam contradições na macroeconomia (o sistema econômico) e também na microeconomia (nossa forma individual de compreender e de lidar com o sistema econômico e com o nosso dinheiro).  Assim, é inegável que o dinheiro é uma energia!  À medida que aprendemos a unir o que pensamos, o que sentimos e o que verdadeiramente queremos, nós criamos um estado de consciência mais adequado para lidarmos com as questões do dinheiro, inclusive influenciando no sistema econômico.

Já me deparei com pessoas afirmando “fazer o bem tem que ser de graça”.  Estou dando esse exemplo como um padrão de pensamento coletivo, ligado a dogmas religiosos, um padrão de escassez e condicionamento que alimenta nosso campo individual, a ponto de acreditarmos que essa crença é nossa. No entanto, se pararmos para pensar um pouco, até mesmo trabalhos voluntários envolvem a energia do dinheiro porque, de alguma forma, é ela, a energia do dinheiro, da abundância, que dá espaço para que pessoas trabalhem sem receber uma recompensa financeira por aquele trabalho.

A diversidade e a complexidade do mundo atual é enorme e acredito que a  energia do dinheiro está diretamente ligada a esse cenário porque, como centro que somos de toda a atividade econômica, podemos desenvolver a nossa capacidade de assumir uma nova consciência e atitude em relação ao dinheiro e construirmos, individualmente e coletivamente, novas e desejáveis realidades futuras.

Da próxima vez que você julgar que uma terapia que deseja fazer “é cara”, se pergunte:

  • O que está sob o meu controle para eu assumir essa compra?
  • O que essa compra realmente representa para mim?
  • Estou colocando em risco os meus valores e interesses mais profundos ao fazer essa compra?

Pagar pelo trabalho de um terapeuta faz parte de um processo íntimo de análise que envolve não só o preço financeiro da terapia, mas também o valor desse trabalho para quem vai usufruí-lo.  Tomar a decisão de pagar por uma terapia não é só achar “caro ou barato” e, sim, fazer avaliações e escolhas conscientes, levando em conta o que a pessoa realmente quer e pode mudar em sua realidade e também o investimento que ela quer priorizar a fim de promover mudanças.  Só assim é possível reconhecer a real necessidade de uma terapia e avaliar as possibilidades de pagar por ela com um sentimento de autoresponsabilidade e sentido.   Da próxima vez que você achar algo simplesmente “caro ou barato”, releia este post!

Os princípios dos tratamentos à distância  

Se você não acredita ou não compreende como pode funcionar um tratamento à distância?  Então, este post é para você.  Antes de mais nada:  o tema “tratamentos à distância” faz parte de uma nova ciência!  E, se você não faz ideia do que seja este nova ciência ou considera a nova ciência uma “pseudociência”, um dos livros que recomendo a leitura é O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart (Editora Rocco, 2002).

O Campo é uma leitura indispensável para  abrir a mente e conhecer a história dos verdadeiros avanços na Ciência, por meio de verdadeiros cientistas (não de técnicos em ciência).  A Lynne é uma referência internacional quando o assunto é medicina não convencional e também é uma palestrante internacional e usa uma linguagem acessível aos leigos.

As descobertas relatadas  no best seller O Campo justificam cientificamente como agem as terapias frequenciais. São histórias emocionantes das descobertas de cientistas do mundo todo e de suas lutas pessoais para desbravar novos caminhos para a Ciência.  São centenas de estudos científicos relatados, uma oportunidade para você rever seus conceitos e crenças sobre o que é Ciência e o que é científico.  Os estudos relatados em O Campo demonstraram cientificamente, entre outras questões, que os tratamentos à distância funcionam.

Até os anos 20, a Física significava poder medir, demonstrar e representar geometricamente.  Até que,  em 1925, “o princípio da incerteza” quebrou esses paradigmas.  Os cientistas Schrödinger, de Broglie e Heisenberg se deram conta de que não era possível fornecer dados sobre a velocidade e posição de uma partícula. Exemplo:  ao tentar medir a velocidade de um elétron não se conseguia saber a sua posição no espaço. E, quando eles tentavam saber onde o elétron se encontrava, a sua velocidade mudava.  Em outras palavras, não podemos, em nível subatômico, observar algo sem afetá-lo, ou seja, não vemos as coisas como são, mas como optamos por vê-las.  Esse foi só o começo de um novo ciclo no mundo da Ciência, no qual os cientistas levaram e continuam levando muitos sustos!

Alguns pontos que merecem atenção e compreensão e estão direta ou indiretamente ligados ao tema “tratamentos à distância”:

  • Em primeiro lugar, tratamentos à distância não têm a ver com mecanismos ou rituais baseados no medo ou em tradições. Tratamentos à distância estão associados com os avanços da Física, da Neurociência e de todos os seus recursos técnicos, em um novo mundo, uma nova realidade que já estamos vivendo, com muitos conceitos novos vindo à tona e um resgate do que o Prof. Juan Ribaut chama de Tradição:  aquilo que nos conduz às Leis Naturais e das quais a humanidade foi se desconectando ao longo dos séculos.
  • Processos de autocura exigem considerar não só a dimensão física, mas também a dimensão mental.
  • A ciência moderna começou com o trabalho de Isaac Newton (1642-1727), que afirmava que o Universo era como um relógio, ordenado e previsível. Para ele, que finalizou seu trabalho com a Lei da Gravidade Universal, o mundo era um sistema mecânico que podia ser observado objetivamente, independente do observador humano.  Mas, uma grande mudança aconteceu no século XX, pois entre várias descobertas, uma delas foi um novo tipo de força, a eletricidade e o magnetismo.  Os cientistas Faraday e C. Maxwell introduziram o conceito de “campo de força”, que não se encaixava no conceito mecanicista de Isaac Newton.  Outras ideias foram quebrando o conceito de máquina e, então, no início do século XX, novas descobertas da Física abalaram os conceitos cartesianos e mecânicos, quebrando muitos paradigmas científicos.  Um dos primeiros fatos relevantes  foi quando Max Planck descobriu que a estrutura básica da natureza era “granular”, ou seja, a natureza era feita de “blocos de energia” (foi quando surgiu o termo quantum).  Ele ficou assustado ao pressentir que essa sua descoberta abalaria os fundamentos da Física clássica.  Depois houve uma nova descoberta que abalou o mundo da Ciência:  quando os pesquisadores puderam se aproximar da estrutura do átomo, houve uma enorme surpresa: os átomos não eram “blocos” e, sim, entidades compostas de outras menores, ou seja, a matéria era fundamentalmente espaço vazio.  Esta foi a primeira de muitas outras descobertas. Muitos outros cientistas vieram, durante e depois dessa época, construindo aos poucos uma nova Física.  A Teoria Quântica, por exemplo, mostrou que as partículas subatômicas (que existem entre os prótons, nêutrons e elétrons) não são grãos isolados de matéria e, sim, modelos de probabilidades, interconexões numa inseparável teia cósmica que inclui o observador humano e sua consciência.  Como afirma o Prof. Juan Ribaut, “a transformação maior da nova Física está em admitir que a consciência tem um papel fundamental no chamado Universo físico”.  Não há divisão entre as realidades objetiva e subjetiva.  Matéria e consciência são dois aspectos de uma mesma coisa.  Assim, não conseguimos definir a realidade que vivemos, pois ela ultrapassa os conceitos que precisam ser revistos.  E, associando ao tema “tratamentos à distância”, vale citar uma das características fundamentais da Teoria Quântica:  a íntima interconexão existente entre sistemas diferentes que não estão em contato espacial. Como afirma Juan Ribaut: “Todas as coisas estão interconectadas, a consciência e o mundo físico estão conectados e não somente podemos viajar através do tempo à velocidade máxima da luz, mas cada ponto do cérebro está conectado a todos os demais pontos do Universo“.
  • A Física Moderna, com sua Teoria Quântica e do Caos afeta, desconfortavelmente, a nossa vida cotidiana no sentido de que nada é como supomos que é ou que poderia ser. Tratamentos à distância envolvem temas do mundo da mente e da consciência, interligadas com o Universo, exigindo enveredarmos na aceitação do desconhecido e de mudanças de paradigmas a partir de novas descobertas.  Entre as diversas teorias da Física Moderna está o princípio da não localidade ou da inseparabilidade, segundo o qual os sistemas que uma vez formaram parte de um todo maior seguem unidos de uma forma misteriosa, mesmo quando são separados a grandes distâncias.  Essa misteriosa união é que permite tratar uma pessoa que não está presente, sendo necessário apenas uma parte do seu todo (ou na linguagem da radiestesia:  um testemunho. Ex. foto, nome, fio de cabelo.).

  • O universo é uma rede interligada de energia e informação e podemos acessá-la por meio de nossa intenção. Esta rede é descrita no livro O Campo e definida como “o campo do ponto zero”. A Física antiga via a Universo como uma máquina gigantesca.  A Física moderna vê o Universo como um organismo em desenvolvimento, que, à medida que cresce, cria novos modelos de organização.
  • A fé, não a fé religiosa, dogmática, e sim a fé que envolve o consciente e o inconsciente alinhados é outro ponto fundamental. Essa fé é poderosíssima.  Quem realiza um tratamento à distância ativa a confiança e fortalece a fé de quem recebe o tratamento.  Infelizmente, ainda temos pouca consciência sobre o poder de nossa mente e de nossa imaginação.  Podemos influenciar o mundo e o corpo com nossos pensamentos e intenções.  Nossas intenções afetam o Campo (fonte inesgotável e imensurável de energia) que vibra manifestando o resultado no objeto da intenção.

Atualmente, a nossa vida cotidiana já está sendo altamente impactada por todas as perguntas sem resposta com as quais a Ciência e a Física moderna estão se deparando.  Portanto, temos que realizar (primeiro individualmente) muitas mudanças na nossa forma de ver e viver a vida e para isso precisamos desenvolver a nossa sensibilidade e a nossa mente, aceitando e nos abrindo ao novo para, então, com a nossa mudança individual podermos emanar frequências que afetarão, saudavelmente, o coletivo.  Até para um leigo em ciência, está evidente que o conhecimento científico predominante não dá conta de encarar o mundo que já vivemos e o que vem pela frente.

Como afirma o Prof. Juan Ribaut, “a nossa força maior não é a força de vontade, que só cria tensão por não ser natural”, e sim, a “imaginação, com desejo, convicção e vontade”.  A vontade é a expressão do ser consciente, enquanto a força de vontade é a expressão escondida do medo no subconsciente.

Acreditar e realizar tratamentos à distância vai além de uma fé intelectual.  Envolve a fé munida de vida (amor), de instinto, de sentimento, de energia vital, de entusiasmo, de subconsciente em ação, alinhado com o consciente, pois o que conseguimos acreditar, de verdade (inconscientemente) conseguimos criar (conscientemente).

Referências bibliográficas:

  • O Campo – O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart, Editora Rocco, 2002.
  • Radiônica, a Ciência do Futuro – Juan Ribaut – Editora Alfabeto
  • Energia Mental – A Imaginação um Mundo Além da Razão – Juan Ribaut – Editora Roka
  • Física Y Tempo de Ensueño – Peter von Buengner – M-Tec Verlag – Alemanha

Provocações sobre o tempo…

Já parou para pensar sobre o que é o tempo? Sobre as interpretações que fazemos do tempo? Sobre quais são as premissas pelas quais entendemos e vivemos o nosso tempo?

A maioria das pessoas acredita que o passado simplesmente passou, que está acabado, morto, enterrado.  No entanto, apesar da força e do conformismo em relação a essa crença, a física quântica vem descobrindo fatos novos e perturbadores.

Como o objetivo aqui é provocar, já parou para pensar o que você faz consciente e inconscientemente com o seu tempo presente? Alguns cientistas chegam mesmo a raciocinar que “eventos passados permanecem um tanto incertos a partir de uma perspectiva do presente. Como consequência disso, passados múltiplos podem existir.  Cada passado pode levar a um momento presente por via de uma história diferente”.

Outro exemplo de fato considerado pela ciência: “eventos simultâneos estariam espalhados no espaço em um único instante”.  Em outras palavras, a nova física afirma que “estados de entrelaçamento entre mente e matéria existem agora, existiram antes e existirão depois”. E, então, “para compreendermos corretamente o caminho da natureza, esses estados de entrelaçamento precisam ser levados em consideração”.

Acrescentando a essas considerações (um tanto impactantes), vamos também considerar, outras colocações científicas, entre elas, a existência dos universos paralelos: “o universo foi dividido em vários resultados paralelos, talvez em um número infinito desses resultados e nós somos os observadores e nossa observação desses resultados está ocorrendo agora”.

Bem, acredito que só de ler estes primeiros parágrafos, você já se deu conta do quanto precisamos rever nossos conceitos e paradigmas convencionais sobre o tempo.  Um desses paradigmas, talvez o mais forte, seja “eu não tenho tempo suficiente”.  Será que podemos continuar lidando com o tempo do mesmo modo que lidamos com o combustível que acaba no tanque de gasolina do nosso carro?  Mesmo porque, até na ciência, não tem sido mais possível compreender as novas teorias adotando interpretações convencionais.

Ou seja, para assimilarmos, de verdade, o novo mundo (que já estamos vivendo!), precisamos nos desapegar de paradigmas ou das “lentes” que escolhemos usar, em nosso consciente, para interpretar a realidade, inclusive o tempo.

Afinal, o tempo presente está entre as preciosidades da nossa vida e buscar novas e iluminadoras percepções (em nosso inconsciente) sobre como vivemos o aqui/agora é fundamental para criarmos através do nosso inconsciente, de forma consciente, novas realidades.

Vou finalizar este post com uma afirmação, não menos provocadora, do cientista Albert Einstein: “Pessoas como nós, que acreditam na física, sabem que a distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão, teimosa e persistente”.

Este post foi escrito através da seleção de trechos do livro “O Tecido do Espaço-Tempo”, de Fred Alan Wolf, cientista, autor de vários livros e artigos científicos, pesquisador da relação entre física quântica e a consciência, que vem ajudando a popularizar conceitos científicos em documentários, filmes e através de vários canais na Internet.

Reflexões sobre a Caridade

Sempre me interessei em compreender o que é de verdade a caridade, lendo, estudando, praticando.  Noto que o assunto costuma ser abordado a partir de ideologias, religiões ou doutrinas que buscam combater o mal que assola tantos seres humanos.

O que mais me chama atenção nestas abordagens, entretanto, é constatar como as interpretações sobre o tema ainda estão vinculadas ao mundo externo e não ao mundo interior das pessoas, onde está a semente, o potencial de qualquer caridade.  O tema caridade é complexo, porque envolve algo difícil de se compreender antes de se vivenciar:  a comunhão com nós mesmos e com os outros.

Essa comunhão pode acontecer quando menos esperamos e com pessoas que conhecemos ou não, em situações que nunca imaginaríamos.  Eu me recordo de uma forte experiência que vivi, nos anos 90, durante uma viagem ao Peru.  Eu voltei de um passeio e entrei no ônibus turístico.  Ao sentar em minha poltrona, da janela do ônibus, senti uma repentina e inexplicável força de conexão por meio do olhar que cruzei com um humilde senhor, que se encontrava muito sereno em meio a um grupo de pessoas que tentava desesperadamente vender algo aos turistas.  Ao cruzarmos nossos olhares, em questão de segundos, nossas mãos se uniram através do vidro da janela, num gesto sublime.  Não me pergunte como isso aconteceu, simplesmente aconteceu.  Não consigo descrever em palavras a sensação, o sentimento daquela experiência.

Várias outras situações vivi em minha vida, que independente de intenções ou interesses, geraram um momentum, uma força que se expressa sem palavras, com outras pessoas, com grupos, equipes, familiares, amigos, conhecidos, colegas e, até mesmo, com estranhos que aparecem do nada, como se fossem anjos com a missão de me inspirarem para algo maior, superior ao  cotidiano tão escravizante do sistema em que vivemos, livres de conceitos, expectativas ou definições.

Penso que é impossível viver neste planeta sem interesses, sejam eles os mais mundanos ou elevados.  O que muitas vezes pensamos ser caridade, nada mais é do que a tentativa de seres humanos autômatos e carentes buscarem compensar seus vazios com atos “salvadores”, frequentemente acreditando que estão “ganhando pontos com Deus” e partindo de premissas que valorizam o sofrimento e a dor como remédios inevitáveis para a evolução humana.  Ou seja, muitas vezes, a caridade nada mais é do que uma resposta cultural a um paradigma ou conceito doutrinário, religioso, institucional, criado a partir de crenças humanas limitadas e fortemente vinculadas ao medo, à escassez.

Acredito que a verdadeira caridade começa em como tratamos a nós mesmos e o quanto nos amamos de verdade para, então, podermos receber e dar amor.  Acho oportuno refletirmos sobre outro tema:  a força do inconsciente.  Sabemos, de verdade, o que estamos plantando em nossas vidas? Temos, mesmo, consciência do que plantamos?  Mas este tema, ficará para um próximo post!

O que a sua empresa vibra?

Você já considerou que administrar a sua empresa somente com base nas suas ideias e pensamentos não basta?  Que para atingir resultados realmente benéficos para o todo, a sua empresa precisa ser compreendida por meio do seu padrão vibracional? Não sabe o que eu quero dizer? Então, vou explicar o conceito de padrão vibracional da empresa.

Primeiro, vamos lembrar que tudo no Universo é vibração.  Assim como as células do nosso corpo, a empresa também funciona como as células, pois é um organismo complexo vivo, com seu próprio campo vibracional atômico nuclear.  Essa vibração é uma frequência que carrega tipos de informações.  Dependendo do tipo de informações, haverá um tipo de frequência, de padrão vibracional.  Uma empresa não necessariamente vibra o que os seus donos pensam ou imaginam sobre ela.  Ela vibra muito mais o que seus donos sentem sobre ela e a forma como seus donos se comportam em relação a ela, o que também influencia as outras pessoas que direta ou indiretamente fazem parte dessa empresa.

Os fatos evidenciam que estamos vivendo um cenário de desestruturação econômica e ambiental, exigindo esforços fenomenais no mundo dos negócios éticos, inclusive a revisão de modelos tradicionais de gestão, de caráter mecanicista, que estão superados.  Esses fatos também evidenciam que é preciso rever conceitos e paradigmas sobre empreender e administrar empresas.

Acredito que, cada vez mais, as empresas terão papéis fundamentais na sociedade, no sentido de transformações humanas, necessárias para vivermos novas realidades econômicas, sociais, culturais e políticas em nosso país e em nosso planeta.  Ou seja, os donos e dirigentes das empresas precisarão, cada vez mais, sintonizar-se consigo próprios e com os rumos da humanidade.

O que estou propondo é que você reflita sobre o que a sua empresa vibra. Qual é o padrão vibracional da sua empresa?  Que tipo de progresso a sua empresa revela através dos fatos?  Qual é a percepção dos seus funcionários sobre a sua empresa? Quais recursos, além dos físicos, você considera para tocar o seu negócio? Você percebe o quanto a forma de você encara e administra a sua própria vida afeta a sua empresa?

O padrão vibracional de uma empresa tem muita ligação com os recursos interiores de cada ser que, de alguma forma, faz parte do campo energético daquela empresa, especialmente dos que estão em posições de propriedade/liderança/comando.  Em geral, esses recursos interiores são pouco considerados e, no entanto, eles influenciam diretamente no padrão vibracional das empresas. Ter consciência dos seus próprios potenciais humanos e acioná-los em suas ações empreendedoras/técnico-administrativas pode proporcionar grandes diferenças na vida e nos resultados de uma empresa.

A visão que proponho é considerar a gestão de uma empresa como também uma gestão vibracional, que certamente começa na administração individual dos líderes da empresa, podendo transformar enormemente os resultados de qualquer administrador de empresas.

O empresário que se organiza os seus pensamentos, ideias e também sentimentos tem muito mais chances de êxito na sobrevivência e desenvolvimento de sua empresa diante do cenário que vivemos, inclusive contribuindo com a evolução de si próprio e de outras pessoas.