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Resgatando uma Medicina Sistêmica: livro escrito pelo médico e professor Dr.José Irineu Golbspan

O livro Resgatando uma Medicina Sistêmica, de Dr.José Irineu Golbspan (Paraná, Brasil, 2016) é muito indicado para quem quer  compreender e refletir, à luz do conhecimento e da sabedoria, o que é a verdadeira ciência e a verdadeira medicina. Considero que seja uma obra escrita com muita honestidade, inteligência, cultura e experiência por este médico e professor.

Com muito afinco, o Dr. Golbspan entra em questões históricas, filosóficas, tecnológicas, científicas que nos fazem não só compreender melhor o que é a medicina baseada em uma nova ciência, como também ao que ela deve servir:  à saúde integral, à paz, à felicidade, ao amor e menos à dor, ao temor, ao rancor, ao controle, às estruturas energéticas de pensamento grupal.

Esse livro é uma luz para tantas interpretações errôneas de temas relacionados à medicina e à ciência, por desconhecimento e, arrisco afirmar, até por desinteresse, porque é mais cômodo simplesmente repetir o que se ouve na mídia do que ler e estudar sobre os assuntos que afetam a nossa vida pessoal e coletiva.

Leitura imperdível !

Ciência:  convenção ou avanço?  

Decidi escrever este post não para trazer conceitos baseados em dicionários, mas para estimular uma reflexão sobre o que é realmente a ciência e para que ela existe.  Minha inspiração para escrever este post está no livro do meu professor, Dr. José Irineu Golbspan, “Resgatando uma Medicina Sistêmica” (Gráfica Regente, 2016). Recomendo a leitura desta publicação para todos que querem compreender o que é a medicina, dentro de uma visão da física quântica.

Estamos condicionados a pensar que quando se fala em ciência, estamos lidando com algo inquestionável.  Afinal, se cientistas afirmam algo, é a “verdade absoluta”! As diversas razões que nos levaram a esse condicionamento mental não são o foco da minha abordagem neste momento.  O que desejo levar à reflexão é o porquê da afirmação “isso não é científico!” estar sendo tão usada, hoje em dia, em meio a tantas informações e teorias verdadeiras, muitas vezes consideradas “não científicas”?

Primeiro, vamos considerar o que é científico: “relacionado a tudo que mostra a ciência”.  Ou seja, a ciência é tudo que é científico.  Para ser científico, é necessário adotar um método científico, ou seja, “um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência, uma pesquisa, com o objetivo de produzir novos conceitos e, também corrigir e integrar conhecimentos já existentes”.

E o que são e de onde vêm essas “regras básicas”?  No meu entendimento, essa é a questão!  Porque as regras básicas tendem a ser consideradas a partir do que é conhecido, controlado ou baseado no passado, no já conhecido.  Ou seja, a ciência, comandada por instituições, considera o que já existe e que, por diversos motivos, não deve ser questionado.

A ciência convencional está presa a paradigmas.  A nova ciência está ligada a novos e renováveis paradigmas.  Felizmente, iluminados cientistas e pesquisadores de vanguarda, com sua coragem e ousadia, nos últimos 40 anos, estão se mantendo firmes em seus trabalhos e pesquisas para produzir novos conceitos, teorias, corrigir e integrar conhecimentos – esta é a essência da ciência (apesar destes pesquisadores não conseguirem, facilmente, os financiamentos necessários para este trabalho).

Quer saber mais sobre esse tema?  Leia o Livro “O Campo”, escrito pela jornalista porta-voz de práticas da medicina convencional e alternativa, Lynne McTaggart (Editora Rocco, 2002) que conta essa história das emocionantes descobertas desses cientistas, tais como o Campo de Ponto Zero, que no início da década de 70, foi descoberto por acidente – trata-se de um campo de energia quântica inimaginavelmente grande no espaço entre as coisas, no suposto “espaço morto”, dentro da visão tradicional da ciência.  No Campo de Ponto Zero é onde residem segredos da própria vida como a comunicação celular, o DNA, cura espiritual, o inconsciente coletivo.

Como afirma o Dr.Goldspan:  “O que seria mais importante do que a verdade e a evolução?”  Essa é uma ótima pergunta para compreendermos o que é a ciência no atual momento das nossas vidas, do nosso planeta e o que ela pode vir a ser na nova era de Aquário que se inicia:  a era da Verdade!

Da próxima vez que você for motivado(a) a afirmar: “isso não é científico!”, pare, respire e reflita sobre qual ciência você está se referindo:  a ciência convencional ou a nova ciência.  Pergunte-se:  por que certos cientistas estariam doutrinados em suas academias, a ponto de transformar suas teorias em fatos indiscutíveis, apesar das evidências em contrário?  Por que cientistas notáveis, inovadores, que pensam “fora da caixa” enfrentam tantos desafios como perderem cargos em universidades, serem ridicularizados, perseguidos ou terem suas teorias invalidadas? Exemplos é que não faltam:  a energia livre, DNA “lixo”, a força da consciência, os campos morfogenéticos, a telepatia, a teoria da Terra Oca, o modelo de doença, adotado pela medicina tradicional, entre muitos outros.

Acredito que a ciência já está dando saltos que nem percebemos o quanto são significativos e valiosos para que haja as mudanças revolucionárias mundiais necessárias para o bem do todo, da humanidade e do planeta Terra.  Saltos esses em direção à uma nova Era, graças à coragem de cientistas famosos e anônimos, espalhados por todo o planeta, que abrem mão de muitos interesses pessoais em nome de realizar as suas missões aqui na Terra.  Gratidão a todos eles!

E que cada um de nós, como seres vibracionais, possamos realizar o nosso trabalho individual para contribuir, coletivamente, com a elevação das frequências dos sentimentos e emoções que conduzirão a ciência para vibrações cada vez mais próximas da iluminação:  a união com o todo.

A importância da mente e da consciência ampliada no processo de cura

Todos nós podemos ter maus e bons dias e, inevitavelmente, fases difíceis, que fazem parte das adversidades da vida.  E assim, nos deparamos com ansiedade, depressão, melancolia e todos os tipos de angústias…coração apertado! E o que a nossa mente tem a ver com isso?

Além das adversidades naturais da vida como mortes, separações, frustrações, perdas financeiras, estamos intoxicados de informações que, muitas vezes, temos dificuldade de discernir sobre o que considerar como realmente válido para melhorar ou transformar a nossa vida.  Esse mar de informações e dados que, por meio dos veículos de comunicação e redes sociais, invadi nossa realidade todos os dias e contribui para tornar a nossa mente cada vez mais acelerada, pois essas informações juntam-se ao próprio universo complexo da nossa mente.  E então, esse caos instaurado estimula muitas das doenças e desequilíbrios.

A questão-chave é: o quanto queremos, de verdade, aprender a usar a nossa mente para enfraquecer o que destrói a nossa vitalidade?

Para isso, aprender a mudar os nossos hábitos de dor e sofrimento para novos hábitos com orientação positiva para as nossas vidas é fundamental, para vivermos com um sentimento de plenitude.   

  • O quanto temos discernimento para avaliar o que, realmente, nos serve positivamente daquilo que criamos com nossas mentes e que recebemos em nossas mentes?
  • O quanto temos de consciência sobre as escolhas que fazemos no nosso dia a dia e, até mesmo, em situações extraordinárias?
  • Com que frequência nos perguntamos o que está por trás de todo o sistema ao qual nos submetemos em nome da “sobrevivência”?
  • O quanto acessamos e usamos o poder de escolha que temos dentro de nós?

Estamos no planeta Terra, vivendo a terceira dimensão que é dual, ou seja, binária.  Tudo é dois:  dia e noite, amor ou ódio, escuro ou claro, sistema simpático ou parassimpático, o bem e o mal.  Ao mesmo tempo, quando experimentamos ir além dos nossos 5 sentidos, em uma meditação, por exemplo, ao desacelerarmos nossa mente podemos acessar a quarta dimensão, com novas sensações, experiências e sentimentos.

Então, compreender as nossas mentes e cérebros é essencial na nossa jornada da ampliação de consciência.  Para isso, precisamos estar dispostos e com coragem para mergulhar nos nossos desequilíbrios e compreendermos e aceitarmos como chegamos até eles.  Iss implica reconhecer e acolher as escolhas boas ou más que fizemos.

Chegou a hora de aprendermos a enfraquecer tudo o que nos enfraquece, inclusive os nossos padrões, condicionamentos, certezas, convicções mentais.  Reformar a nossa mente é um caminho para o nosso bem individual e coletivo.

Ouse desafiar sua mente para agir diferente na sua forma de se perceber e se cuidar.  Busque vivenciar tudo que lhe ajude a compreender e controlar a sua mente para descobrir quem você verdadeiramente e o que verdadeiramente quer para a sua vida e para a humanidade.

A escritora Clarice Lispector (1920-1977) certa vez afirmou: “Ser feliz é uma responsabilidade muito grande. Pouca gente tem coragem.”

Esse alerta ainda vale para nossos dias e, ao mesmo tempo, cada vez mais pessoas estão despertando seus corações para conquistar, corajosamente, a felicidade.      

E, que bom existirem tantas opções de imersões, tratamentos e terapias integrativas e complementares para nos apoiar nessa jornada individual e coletiva!

As origens dos Florais de Bach

A terapia floral, nos moldes em que hoje se apresenta, teve seus primórdios nos anos 30 com o Dr. Edward Bach, um médico inglês que identificou 38 flores, a partir das quais são preparadas essências para tratar estados emocionais que impedem a saúde integral das pessoas. Mas, este não é o único sistema que existe, apesar de ser bastante conhecido.

florais gorse

Gorse: é uma das flores usadas por Bach

Desde 1970, vêm surgindo em diversas partes do planeta movimentos poderosos, que com muita força oferecem novos sistemas florais para que as pessoas se conheçam melhor e, com isso, assumam a responsabilidade pela sua saúde integral.

Hoje em dia, a terapia floral pode ser vista dentro da perspectiva da Medicina Moderna (Vibracional, Quântica), que adota o paradigma holístico. É  destinada a apoiar processos de desenvolvimento individual e grupal.  Os florais, através da energia das plantas, atuam em todos os corpos que formam a anatomia humana, desde o físico até os mais sutis (físico, vital, emocional, identidade), visando equilíbrio, harmonia e saúde.

As terapias florais são terapias de fundo sinérgico, ou seja, são soluções especialmente preparadas em laboratórios especiais, contendo o sinergismo quântico das plantas (energia e vibração) com objetivos específicos.

Natal é para todos os dias!

Apesar do apelo comercial que se instituiu para a época, é no Natal que, de alguma forma, as pessoas ficam mais solidárias, amorosas, atenciosas, afetuosas, atentas a si próprias e aos outros, festejando, brindando, compartilhando, caprichando na comida, dando uma pausa, acolhendo ou sendo acolhido.

Esse espírito do Natal aumenta ou diminui de acordo com o nosso momento, com a nossa idade, com o contexto de nossas vidas, mas nunca deixa de existir. Mesmo quando uma pessoa está triste ou não tem boas lembranças do Natal, esse período sempre representará a possibilidade do amor, a esperança de algo melhor.

E por que será que, somente nessa época do ano, a maioria das pessoas se dá conta do potencial do espírito do Natal? Por que será que somente uma vez ao ano nos sentimos estimulados a fazer algo que envolva cuidar, confortar, celebrar, vivenciar a abundância, compartilhar, solidarizar, acolher, prestar atenção, presentear, sentir compaixão, inclusive por nós mesmos? Sempre me fiz essa pergunta e, de uns tempos para cá, o Natal, para mim, é vivido todos os dias! Esse sentimento tem influenciado muito positivamente a minha vida.  Se esta minha abordagem soa estranho para você, lhe convido a refletir sobre o seu Natal.

Você já pensou no que está por trás dos acontecimentos, tradições e hábitos que permeiam a época de Natal? O que representa para você a reunião com a família? As confraternizações com os amigos e colegas? As cestas de Natal que vão para instituições beneficentes?  As ações de caridade que se intensificam nessa época? O que você realmente gosta no Natal?  O que representa montar a árvore de Natal ou enfeitar a sua casa? Pergunte ao seu coração:  como você se sente e se comporta no Natal e nos outros dias do ano? O que você sente que está por trás de tudo que acontece nesse período? Acredito que ao responder essas perguntas a você mesmo, sua percepção do Natal começará a se transformar em algo que vai muito além de eventos sociais, cultura, tradição e religião.

Por meio desse exercício contínuo de viver e questionar o Natal, comecei a sentir e percebê-lo como algo que está ou não dentro da gente.  Não existe “mais ou menos Natal”.  Natal é a certeza da possibilidade de nos acolhermos, independente de como estamos e como somos e, na mesma medida, acolher os outros.  Natal expande o nosso potencial de aprendermos a amar primeiro a nós mesmos para, então, podermos amar outras pessoas.

Natal são as nossas ações, inclusive as mais sutis, para melhorar a nossa vida e a vida de outras pessoas, muitas vezes anonimamente.  É um silêncio interior que nos serena e que fala mais do que mil palavras.  Natal é um estado nascente para as infinitas possibilidades de ampliação da nossa consciência e percepção de nós mesmos e do mundo que nos cerca.  Natal é viver cada dia como um milagre nos acontecendo, independente do que aconteça.  Natal é perceber o todo e também os pequenos detalhes do cotidiano, dando sentido às nossas vidas. Natal é nos proteger e nos fortalecer.  Natal é transformar nosso mundo interior para transformar o mundo exterior.

O Natal é a chama da esperança que nunca se apaga dentro de nós. É a nossa crença, fé ou convicção, de que o mundo pode e vai melhorar.  E é, também, a nossa confiança cada vez mais plena de que a Consciência Divina intervém e nos conduz unicamente para o crescimento e a perfeição.

Desejo a você que esse Natal seja transformador e o início de um novo ciclo em sua vida interior!  Viva o Natal!

Maria Angélica                                                                                               Dezembro 2017

Terapia:  escolhendo a melhor para você

Quando apresento o meu trabalho de terapeuta quântica, muitas pessoas me perguntam sobre os efeitos das terapias vibracionais.  As perguntas mais comuns são:   será que eu preciso deste tipo de terapia? Funciona mesmo? Como posso saber se essa terapia é a melhor para mim?

Realmente, não é fácil escolher uma terapia, considerando que, atualmente, existem muitas opções de terapias e, inclusive de terapeutas, que também precisam ser escolhidos.  É muito valioso escolher cuidadosamente a terapia e o terapeuta, pois ambos farão parte do seu processo individual de autotransformação e evolução. No entanto, essas escolhas vão além de entender mentalmente uma técnica e da confiança no terapeuta. Envolve também escolhas mais sutis, ligadas tanto ao consciente quanto ao inconsciente.   Por isso, uma pergunta que geralmente faço para a pessoa em dúvida é: o que mais lhe incomoda nesse momento da sua vida?

Não há como negar que sempre há algo em nossa vida precisando de mais atenção.  Seja uma dor física ou emocional, algum transtorno, situações difíceis e trágicas,  problemas de todas as ordens.  Nem sempre conseguimos perceber as causas que deram origem a esses problemas ou mesmo reconhecer estados emocionais e psicológicos negativos, como sentimentos de solidão, medo, insegurança, falta de consciência do presente, desânimo, desespero, padrões de abusos e intromissões ou problemáticas de limites.

Algumas perguntas básicas que precisamos ter a coragem de fazer para nós mesmos quando queremos escolher uma terapia são: o que eu quero recuperar em minha vida?  O que eu não estou vendo que eu preciso ver?  O que eu não estou encarando que eu preciso encarar? O que eu não estou sendo que eu preciso ser?

Ao nos fazermos essas perguntas, inevitavelmente entraremos no nosso mundo interior e poderemos constatar nossos próprios modos ou padrões de condutas desarmônicas, que afetam negativamente as nossas vidas, inclusive tudo o que está ao nosso redor.  Afinal, nosso mundo interno tem reflexos, o tempo todo, no mundo externo.

Uma dica para perceber o que mais impulsiona você a uma terapia é começar a fazer uma lista das suas  justificativas perante o seu momento de vida:

“Tentei de tudo, não adianta continuar !”

“Não acredito mais em médicos e terapeutas.”

“O médico me disse que minha doença não tem cura.”

“Não consigo assumir e tomar as minhas decisões, porque preciso da opinião de outras pessoas.”

“Deixá pra lá.  Há gente com problemas bem mais graves do que os meus.”

“Estou muito decepcionada com a vida.”

“Estou fraca demais para lidar com tudo isso.”

“Não tenho  tempo para mim.  Preciso cuidar do me trabalho, da minha família.”

“Não mereço isso.”

“Não tenho dinheiro para me cuidar.”

“Eu sou assim mesmo.”

A lista é infinita.  O próprio ego é bastante habilidoso em criar essas justificativas para, ilusoriamente, nos proteger.  No entanto, ao focarmos nas justificativas em vez de compreendermos o que está por trás delas, acabamos nos afundando cada vez mais em estados e situações negativas, que contribuem para a evolução contínua dos nossos desequilíbrios, podendo atingir estados mais graves nos níveis físicos e mentais.

Um aspecto importante desse processo de descoberta do nosso estado interior é que, na maioria das vezes, não temos consciência do que ocorre conosco e buscamos explicações baseadas nas nossas carências (necessidades do ego) em vez de compreender as dores da nossa alma (necessidades do nosso espírito).  E então, ficamos estagnados no nosso mental automático, que apenas repete as mesmas ideias, convicções e conceitos, que limitam o nosso verdadeiro pensar, sentir e refletir.

Se você reconhece que não faz ideia dos focos dos seus desequilíbrios, já é um indicador de que uma terapia vibracional pode lhe ajudar muito, porque é o seu inconsciente que precisa ser acessado.   Com o meu trabalho de radiônica, por meio do equipamento de biocomunicação Quantec, ofereço tratamentos que, a partir do acesso ao seu campo energético, emitem frequências harmonizadoras de vários tipos de tratamentos que contribuem, significativamente, para seu reequilíbrio físico, mental, emocional e espiritual, colaborando positivamente para as suas autodescobertas e para o seu caminho espiritual.  Em outras palavras, o poder soberano e ilusório da sua personalidade (aquilo que você pensa que é) vai abrindo espaço para o exercício da sua força espiritual (aquilo que você é,  e nem sabe que é).  E então, sua vida começa a ter mais sentido, independentemente dos fatos.

Precisamos sempre lembrar que, na nossa condição humana, somos criaturas de hábitos e, portanto, suscetíveis a resistir a mudanças.  As terapias que fazemos na hora certa e com a pessoa certa podem fazer muita diferença em nossas vidas, porque nos ajudam a aceitar e vivenciar as inevitáveis transformações, verdadeiras “mortes em vida”,  pelas quais temos que passar para, então, podermos nos reconhecer como novas e inteiras pessoas numa nova e mais completa vida.

Pense em tudo que você pode ser e que nem imagina…Esse exercício pode lhe inspirar a escolher uma terapia que possa contribuir, agora,  para as suas descobertas e transformações.  Que tal?  Coragem !

E, agora, quero dar uma dica final, talvez a mais importante:  o que quer que esteja acontecendo em sua vida, procure ver além das suas projeções e constate e  reconheça que você precisa de ajuda em algo, mesmo que você ainda não saiba o que é.  E assuma para você mesmo(a) a vontade de experimentar uma terapia que nunca experimentou para poder mudar o que você quer transformar em sua vida.   Esse é um grande passo em seu caminho de cura, que lhe fará reconhecer, em seu coração, o melhor terapeuta e a melhor terapia para o seu momento.

 

 

 

Criando condições de autocura com o uso de Moduladores e Indutores Frequenciais

A partir do momento em que nascemos, enfrentamos problemas que afetam negativamente o nosso organismo, pela ação de agentes estressantes que fazem parte da nossa existência.

Os agentes estressantes são incontáveis e vão desde o próprio “estresse” até outros fatores como excesso de trabalho, preocupações, relacionamentos, intoxicações e poluição. Pensamentos, sentimentos, emoções, busca pela sobrevivência, por status, contaminações eletromagnéticas, parasitárias ou por metais pesados são outros itens dessa lista. Normalmente, somos capazes de fazer um extenso rol dos agentes estressantes da nossa vida bem rápido.

O que eu quero lembrar, entretanto, é que ninguém está 100% livre desse “estresse”. A grande questão é a resposta de cada um de nós a eles, pois o agente estressante é algo que pode romper com o nosso equilíbrio, seja fisicamente e/ou energeticamente. Além disso, sabemos que 10 pessoas podem ser expostas a um mesmo fator estressante e cada uma reage diferente.

Uma outra questão importante é que existe uma grande dificuldade de identificarmos as origens das nossas reações conscientes ou inconscientes e os agentes que estão interferindo em nossa vida, levando aos desiquilíbrios e doenças.

Os efeitos dos agentes estressantes variam de indivíduo para indivíduo, no entanto, é unânime a consequência: eles  prejudicam nosso terreno biológico (o organismo em seu funcionamento) e nossa saúde como um todo, afetando inclusive os corpos mais sutis. Forma-se um campo de energia quântica, que acaba absorvendo bioinformações não adequadas ao bom funcionamento e ao equilíbrio do nosso organismo.

Identificar a origem dos desequilíbrios em nossa vida, em todos os níveis,  é a chave para trilharmos os caminhos de cura.  O quadro de desequilíbrios de um indivíduo é multifatorial e as origens envolvem inúmeros aspectos de nosso ser – desde a nossa consciência até os planos físico, mental, emocional, os corpos mais sutis e o espiritual, conforme citei logo no começo desse post.

Quanticamente, podemos afirmar que “só a consciência pode adoecer”, o que acaba se manifestando em nosso corpo em forma de doenças. Quando trabalhamos com a energia quântica, podemos descobrir as origens dessas alterações que nos prejudicam.

Quando nos limitamos a tratar as consequências das nossas disfunções sem descobrir e cuidar das verdadeiras causas, ficamos vulneráveis, pois tendemos a manter a doença ou, até mesmo, criamos novos problemas para nossa saúde. A grande “sacada” ao adoecermos é nos interessarmos em desvendar as principais causas.

Por incrível que possa parecer, a doença nos convida a acordar, a despertar para novas possibilidades de autoconhecimento. Um convite para percebermos o mundo com outro nível de consciência, nos fortificando espiritualmente e compreendendo o que é essencial para vivermos nossa experiência na Terra.

Graças à física quântica, presente em metodologias de tratamentos de saúde, podemos contar com os modulares e indutores frequenciais, que agem não por ação bioquímica, mas por sua frequência, sua energia vibracional, que é, metaforicamente, “emprestada” para o sistema orgânico das pessoas em desequilíbrio que os usa.

Em outras palavras, esses produtos colaboram para que as origens das doenças sejam descobertas a partir da emissão de vibrações similares àquelas que o organismo da pessoa tinha antes de entrar em desequilíbrio.  Funcionam como “um chamado” para despertar, diante da doença, disfunção ou desequilíbrio, reequilibrando frequências que foram perdidas e criando melhores condições para que o indivíduo se reconecte consigo mesmo, com a vida, com sua autocura.

Em meu trabalho de terapeuta quântica, tenho recomendado os moduladores e indutores frequenciais da Fisioquantic, que agem por ressonância vibratória.  A frequência e a intensidade de uso desses produtos podem influenciar positivamente o tratamento e os processos de cura, contribuindo para o reequilíbrio energético do que está desestabilizado e vibrando em uma frequência não saudável no organismo.

Então, lembre-se de que cuidar da sua saúde envolve muito mais do que tratar sintomas.  Não basta tratar as consequências dos desequilíbrios, mas também rastrear e tratar as suas origens.  Disponha-se a buscar a sua verdade, a ampliação da sua consciência.

Aproveite as informações de qualidade, os terapeutas, profissionais de saúde e médicos habilitados que poderão avaliar você como um todo, não apenas como um corpo físico.  Só assim você poderá escolher e caminhar, conscientemente, no seu legítimo caminho de autocura.

Fontes de pesquisa:

Doze Anos de Experiência (Dr.Marco Rogério Marcondes)

Vade Mecum das Essências Vibracionais (Dra.Rosangela Arnt e Paulo Rogério Arnt)