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O que é ter saúde?

O que é ter saúde? Para responder a essa pergunta, é necessário primeiro compreendermos, minimamente, como é possível estarmos vivos em nosso corpo humano, apesar de todas as agressões que fazemos, voluntária ou involuntariamente, com ele.

É uma pena que, até hoje, as escolas pouco ensinem sobre as maravilhas da natureza, onde está incluído o funcionamento do organismo humano.  A eficiência e a complexidade com que ele responde a todos os tipos de informações, boas ou ruins, que chegam a todo momento é simplesmente divina.  Verdadeiros milagres acontecem 24 horas por dia para conseguirmos nos adaptar e sobreviver.

Para que o nosso organismo funcione com essa capacidade de resposta, assim como nas empresas, ele conta com dois comandos básicos:  o comando gerencial, que decide, responde, avalia o que deve ser adaptado; e o comando operacional, que executa tudo aquilo que se exige para a operação e a adaptação.

O comando gerencial é chamado pela ciência de Sistema Psiconeuroimunoendocrino, denominado cientificamente de PNEI.  Em outras palavras, o PNEI é o conjunto dos três sistemas que controlam toda a atividade do nosso organismo e que utilizam células sinalizadoras para transmitir seus comandos, suas ordens.  Seu centro operacional é o sistema neurológico.  É ele que comanda todas as atividades e funções orgânicas. Todas as informações chegam a ele:  as biofísicas, proprioceptivas, bioquímicas.  É o sistema neurológico que define as melhores estratégias adaptativas e operacionais e, para isso, trabalha de forma totalmente integrada com outros três sistemas:  o psíquico, o endocrinológico e o imunológico.  Daí o conceito de PNEI.

O comando operacional é composto pelo organismo como um todo.  Desde o sistema básico das células e sua Matriz (ou Matrix) Extracelular, até cada órgão e todos os sistemas orgânicos.  A matriz extracelular é um meio pelo qual as células se comunicam com todo o resto do sistema (nosso corpo) e ela tem um ciclo de 120 dias de renovação para se manter sempre limpa e operativa.  Manter a matriz limpa é fundamental para evitar o sofrimento celular e, consequentemente, as doenças.

Alguns sistemas como o sistema Ósteo-articular, o digestório ou o circulatório, são apenas operacionais.  Já os sistemas neurológico, imunológico e endocrinológico são gerenciais e operacionais ao mesmo tempo.

As células, com a Matriz Extracelular, são a base do organismo e têm atividades fundamentais, especialmente para a geração de energia.  O sistema endocrinológico é fundamental no comando de tais atividades promovidas pelas células, pois ele trabalha em duas pontas:  uma no cérebro (na zona do hipotálamo), que comanda a produção dos hormônios pelas glândulas, e a outra diretamente nas células (receptores).

Quando os hormônios se conectam com os receptores, eles formam o chamado CRH:  Complexo Receptor Hormonal.  É a partir das alterações energéticas e dos inúmeros eventos bioquímicos, originados pelo complexo CRH, que ocorrem a geração de energia e as produções celulares.  Em outras palavras, as atividades celulares vivem em uma eterna dança energética-bioquímica.

Voltando à questão sobre o que é ter saúde, investir na nossa sobrevivência como indivíduos virou urgente!  Para mim é claro que estamos num momento de reconsiderar a nossa sobrevivência tanto no aspecto da qualidade quanto de quantidade de vida. Como manter felizes as nossas células imersas na Matriz?  Afinal, a qualidade da Matriz Extracelular é que determina a qualidade de nossa vida!

A ciência já comprova que os desequilíbrios acontecem por alterações na geração de energia e na produção das células, as duas funções fundamentais comandadas pelo complexo CRH.  As alterações energéticas, envolvendo as frequências vibracionais dos receptores, são a razão principal de tudo isso!  Contaminação eletromagnética, de metais pesados e parasitária também está envolvida nesse processo.  E, muitas vezes, é ignorada pela medicina tradicional.

Penso que um ponto de partida para reavaliarmos nossos conceitos sobre saúde é a REFLEXÃO, com mais consciência, sobre o quanto e como estamos cuidando de todos os comandos que viabilizam a nossa sobrevivência e também sobre o quanto estamos cuidando do nosso espírito, pois é ele que alimenta o sentido para a nossa vontade de viver bem e bastante.

Aproveite ter chegado até aqui na leitura deste post para responder estas perguntas para você mesmo(a), com base em suas experiências de vida.  O que é ter saúde para você? O que você mudaria já na sua forma de administrar a sua saúde?  E meu desejo é: muita saúde para você!

 

Este texto foi inspirado em artigos e aulas com o meu professor Dr.José Irineu Golbspan, Médico Nutrólogo e Homeopata. 

 

 

O CAMPO:  leitura indispensável para quem quer conhecer a história da nova ciência

Se você quer conhecer a história dos verdadeiros avanços na ciência, leia o livro O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart (Editora Rocco, 2002).  Ela é uma referência internacional quando o assunto é medicina não convencional e também é uma palestrante internacional.

 

As descobertas relatadas em seu best seller, O Campo, justificam cientificamente como agem as terapias frequenciais. São histórias emocionantes das descobertas de cientistas do mundo todo e de suas lutas pessoais para desbravar novos caminhos para a ciência.  São centenas de estudos científicos relatados, uma oportunidade para você rever seus conceitos e crenças sobre o que é ciência e o que é científico.

Os estudos relatados em O Campo demonstraram cientificamente que:

  • A cura à distância funciona;
  • Podemos influenciar o mundo e o corpo com nossos pensamentos;
  • A visão remota existe;
  • As reações do nosso organismo não são ditadas unicamente pela química, e sim por frequências eletromagnéticas ultrafracas;
  • O universo é uma rede de energia e informação interligada e podemos acessá-la por meio de nossa intenção. Esta rede é o que ela descreve em seu livro como “o campo do ponto zero“.

A importância de conhecer o seu Terreno Biológico

No final do século XIX, o bioquímico e farmacêutico francês Gabriel Bertrand demonstrou a importância dos minerais que, encontrados em organismos vivos, animais e plantas. Usados em ínfimas quantidades, os minerais tinham o papel fundamental como biocatalisadores nas funções enzimáticas e chamou alguns desses minerais de Oligoelementos.

O metabolismo é o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos.  Nas células também  ocorrem reações químicas.  As enzimas são catalisadores que fazem com que essas reações químicas aconteçam mais facilmente.  Algumas enzimas necessitam de um co-fator (ex. ferro, cobre, zinco, potássio, sódio, magnésio) para a sua ação catalítica, que vai promover a ionização do oligoelemento, permitindo que ele atravesse mais rápido para a membrana plasmática.  A ionização evita todo o trâmite que o alimento tem que passar para chegar até o seu destino.

Mais tarde, em 1932, o médico francês Jacques Menetrier  apresentou a Tese das Diáteses, comprovando o uso clínico dos oligoelementos ou minerais catalíticos na correção do terreno biológico ou perfil biológico do indivíduo. Ele descobriu que os oligoelementos não atacam sintomas para fazê-los retroceder e, sim, recuperam os pontos débeis e falhos do terreno biológico, contribuindo para a autocura.  Esse método de terapia foi batizado de Medicina das Funções. 

O terreno biológico envolve o funcionamento das células

O termo “diátese”, que tem sua origem na palavra grega “diathesis”, significa “disposição para”.  É o nome dado ao conjunto de sintomas e sinais das doenças (características semiológicas) que permite conhecer o perfil biológico (terreno biológico) do indivíduo. Para Jacques Menetrier, a diátese traduz uma disfunção que vai perturbar o funcionamento harmonioso do organismo, levando-o, aos poucos, a desarranjos e processos degenerativos.

 

A diátese representa o conjunto de características que definem o perfil biológico da pessoa, levando em consideração os aspectos físicos, intelectuais e psicológicos demonstrados.  Também chamada de Síndrome Reativa, por André Dupouy, uma diátese exprime a transição entre um estado de saúde e um estado de doença.  Relaciona-se com uma disfunção orgânica e é reflexo da evolução desses estados, ou seja, nascemos com uma diátese constitucional (I ou II) e, no decorrer da vida, através dos vários desequilíbrios  que, se não forem tratados, nos levam para as diáteses seguintes.

A diátese traduz um estado de desequilíbrio, é uma disfunção que perturba o funcionamento orgânico e que conduz, de forma progressiva, à desordem e à degeneração.  Cada diátese ou terreno possui o seu mineral corretor de base.

O estado do terreno biológico de cada pessoa é identificado por meio de anamnese (perguntas realizadas pelo terapeuta) e biorressonância, assim, o Quantec também me ajuda nesse processo inicial para avaliar sintomas e possíveis diátesas.  Nos tratamentos que recomendo, costumo indicar os produtos da Fisioquantic, que tem linhas específicas com oligoelementos. Outros tratamentos são, normalmente, associados. É de fundamental importância esta análise para se estabelecer o terreno biológico da pessoa, porque assim, o nível de resposta do organismo será mais rápido e eficiente, contribuindo para retomar o equilíbrio, o bem-estar e a harmonia.

Vida em equilíbrio

 

 

 

Resgatando uma Medicina Sistêmica: livro escrito pelo médico e professor Dr.José Irineu Golbspan

O livro Resgatando uma Medicina Sistêmica, de Dr.José Irineu Golbspan (Paraná, Brasil, 2016) é muito indicado para quem quer  compreender e refletir, à luz do conhecimento e da sabedoria, o que é a verdadeira ciência e a verdadeira medicina. Considero que seja uma obra escrita com muita honestidade, inteligência, cultura e experiência por este médico e professor.

Com muito afinco, o Dr. Golbspan entra em questões históricas, filosóficas, tecnológicas, científicas que nos fazem não só compreender melhor o que é a medicina baseada em uma nova ciência, como também ao que ela deve servir:  à saúde integral, à paz, à felicidade, ao amor e menos à dor, ao temor, ao rancor, ao controle, às estruturas energéticas de pensamento grupal.

Esse livro é uma luz para tantas interpretações errôneas de temas relacionados à medicina e à ciência, por desconhecimento e, arrisco afirmar, até por desinteresse, porque é mais cômodo simplesmente repetir o que se ouve na mídia do que ler e estudar sobre os assuntos que afetam a nossa vida pessoal e coletiva.

Leitura imperdível !

Ciência:  convenção ou avanço?  

Decidi escrever este post não para trazer conceitos baseados em dicionários, mas para estimular uma reflexão sobre o que é realmente a ciência e para que ela existe.  Minha inspiração para escrever este post está no livro do meu professor, Dr. José Irineu Golbspan, “Resgatando uma Medicina Sistêmica” (Gráfica Regente, 2016). Recomendo a leitura desta publicação para todos que querem compreender o que é a medicina, dentro de uma visão da física quântica.

Estamos condicionados a pensar que quando se fala em ciência, estamos lidando com algo inquestionável.  Afinal, se cientistas afirmam algo, é a “verdade absoluta”! As diversas razões que nos levaram a esse condicionamento mental não são o foco da minha abordagem neste momento.  O que desejo levar à reflexão é o porquê da afirmação “isso não é científico!” estar sendo tão usada, hoje em dia, em meio a tantas informações e teorias verdadeiras, muitas vezes consideradas “não científicas”?

Primeiro, vamos considerar o que é científico: “relacionado a tudo que mostra a ciência”.  Ou seja, a ciência é tudo que é científico.  Para ser científico, é necessário adotar um método científico, ou seja, “um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência, uma pesquisa, com o objetivo de produzir novos conceitos e, também corrigir e integrar conhecimentos já existentes”.

E o que são e de onde vêm essas “regras básicas”?  No meu entendimento, essa é a questão!  Porque as regras básicas tendem a ser consideradas a partir do que é conhecido, controlado ou baseado no passado, no já conhecido.  Ou seja, a ciência, comandada por instituições, considera o que já existe e que, por diversos motivos, não deve ser questionado.

A ciência convencional está presa a paradigmas.  A nova ciência está ligada a novos e renováveis paradigmas.  Felizmente, iluminados cientistas e pesquisadores de vanguarda, com sua coragem e ousadia, nos últimos 40 anos, estão se mantendo firmes em seus trabalhos e pesquisas para produzir novos conceitos, teorias, corrigir e integrar conhecimentos – esta é a essência da ciência (apesar destes pesquisadores não conseguirem, facilmente, os financiamentos necessários para este trabalho).

Quer saber mais sobre esse tema?  Leia o Livro “O Campo”, escrito pela jornalista porta-voz de práticas da medicina convencional e alternativa, Lynne McTaggart (Editora Rocco, 2002) que conta essa história das emocionantes descobertas desses cientistas, tais como o Campo de Ponto Zero, que no início da década de 70, foi descoberto por acidente – trata-se de um campo de energia quântica inimaginavelmente grande no espaço entre as coisas, no suposto “espaço morto”, dentro da visão tradicional da ciência.  No Campo de Ponto Zero é onde residem segredos da própria vida como a comunicação celular, o DNA, cura espiritual, o inconsciente coletivo.

Como afirma o Dr.Goldspan:  “O que seria mais importante do que a verdade e a evolução?”  Essa é uma ótima pergunta para compreendermos o que é a ciência no atual momento das nossas vidas, do nosso planeta e o que ela pode vir a ser na nova era de Aquário que se inicia:  a era da Verdade!

Da próxima vez que você for motivado(a) a afirmar: “isso não é científico!”, pare, respire e reflita sobre qual ciência você está se referindo:  a ciência convencional ou a nova ciência.  Pergunte-se:  por que certos cientistas estariam doutrinados em suas academias, a ponto de transformar suas teorias em fatos indiscutíveis, apesar das evidências em contrário?  Por que cientistas notáveis, inovadores, que pensam “fora da caixa” enfrentam tantos desafios como perderem cargos em universidades, serem ridicularizados, perseguidos ou terem suas teorias invalidadas? Exemplos é que não faltam:  a energia livre, DNA “lixo”, a força da consciência, os campos morfogenéticos, a telepatia, a teoria da Terra Oca, o modelo de doença, adotado pela medicina tradicional, entre muitos outros.

Acredito que a ciência já está dando saltos que nem percebemos o quanto são significativos e valiosos para que haja as mudanças revolucionárias mundiais necessárias para o bem do todo, da humanidade e do planeta Terra.  Saltos esses em direção à uma nova Era, graças à coragem de cientistas famosos e anônimos, espalhados por todo o planeta, que abrem mão de muitos interesses pessoais em nome de realizar as suas missões aqui na Terra.  Gratidão a todos eles!

E que cada um de nós, como seres vibracionais, possamos realizar o nosso trabalho individual para contribuir, coletivamente, com a elevação das frequências dos sentimentos e emoções que conduzirão a ciência para vibrações cada vez mais próximas da iluminação:  a união com o todo.

A importância da mente e da consciência ampliada no processo de cura

Todos nós podemos ter maus e bons dias e, inevitavelmente, fases difíceis, que fazem parte das adversidades da vida.  E assim, nos deparamos com ansiedade, depressão, melancolia e todos os tipos de angústias…coração apertado! E o que a nossa mente tem a ver com isso?

Além das adversidades naturais da vida como mortes, separações, frustrações, perdas financeiras, estamos intoxicados de informações que, muitas vezes, temos dificuldade de discernir sobre o que considerar como realmente válido para melhorar ou transformar a nossa vida.  Esse mar de informações e dados que, por meio dos veículos de comunicação e redes sociais, invadi nossa realidade todos os dias e contribui para tornar a nossa mente cada vez mais acelerada, pois essas informações juntam-se ao próprio universo complexo da nossa mente.  E então, esse caos instaurado estimula muitas das doenças e desequilíbrios.

A questão-chave é: o quanto queremos, de verdade, aprender a usar a nossa mente para enfraquecer o que destrói a nossa vitalidade?

Para isso, aprender a mudar os nossos hábitos de dor e sofrimento para novos hábitos com orientação positiva para as nossas vidas é fundamental, para vivermos com um sentimento de plenitude.   

  • O quanto temos discernimento para avaliar o que, realmente, nos serve positivamente daquilo que criamos com nossas mentes e que recebemos em nossas mentes?
  • O quanto temos de consciência sobre as escolhas que fazemos no nosso dia a dia e, até mesmo, em situações extraordinárias?
  • Com que frequência nos perguntamos o que está por trás de todo o sistema ao qual nos submetemos em nome da “sobrevivência”?
  • O quanto acessamos e usamos o poder de escolha que temos dentro de nós?

Estamos no planeta Terra, vivendo a terceira dimensão que é dual, ou seja, binária.  Tudo é dois:  dia e noite, amor ou ódio, escuro ou claro, sistema simpático ou parassimpático, o bem e o mal.  Ao mesmo tempo, quando experimentamos ir além dos nossos 5 sentidos, em uma meditação, por exemplo, ao desacelerarmos nossa mente podemos acessar a quarta dimensão, com novas sensações, experiências e sentimentos.

Então, compreender as nossas mentes e cérebros é essencial na nossa jornada da ampliação de consciência.  Para isso, precisamos estar dispostos e com coragem para mergulhar nos nossos desequilíbrios e compreendermos e aceitarmos como chegamos até eles.  Iss implica reconhecer e acolher as escolhas boas ou más que fizemos.

Chegou a hora de aprendermos a enfraquecer tudo o que nos enfraquece, inclusive os nossos padrões, condicionamentos, certezas, convicções mentais.  Reformar a nossa mente é um caminho para o nosso bem individual e coletivo.

Ouse desafiar sua mente para agir diferente na sua forma de se perceber e se cuidar.  Busque vivenciar tudo que lhe ajude a compreender e controlar a sua mente para descobrir quem você verdadeiramente e o que verdadeiramente quer para a sua vida e para a humanidade.

A escritora Clarice Lispector (1920-1977) certa vez afirmou: “Ser feliz é uma responsabilidade muito grande. Pouca gente tem coragem.”

Esse alerta ainda vale para nossos dias e, ao mesmo tempo, cada vez mais pessoas estão despertando seus corações para conquistar, corajosamente, a felicidade.      

E, que bom existirem tantas opções de imersões, tratamentos e terapias integrativas e complementares para nos apoiar nessa jornada individual e coletiva!

As origens dos Florais de Bach

A terapia floral, nos moldes em que hoje se apresenta, teve seus primórdios nos anos 30 com o Dr. Edward Bach, um médico inglês que identificou 38 flores, a partir das quais são preparadas essências para tratar estados emocionais que impedem a saúde integral das pessoas. Mas, este não é o único sistema que existe, apesar de ser bastante conhecido.

florais gorse

Gorse: é uma das flores usadas por Bach

Desde 1970, vêm surgindo em diversas partes do planeta movimentos poderosos, que com muita força oferecem novos sistemas florais para que as pessoas se conheçam melhor e, com isso, assumam a responsabilidade pela sua saúde integral.

Hoje em dia, a terapia floral pode ser vista dentro da perspectiva da Medicina Moderna (Vibracional, Quântica), que adota o paradigma holístico. É  destinada a apoiar processos de desenvolvimento individual e grupal.  Os florais, através da energia das plantas, atuam em todos os corpos que formam a anatomia humana, desde o físico até os mais sutis (físico, vital, emocional, identidade), visando equilíbrio, harmonia e saúde.

As terapias florais são terapias de fundo sinérgico, ou seja, são soluções especialmente preparadas em laboratórios especiais, contendo o sinergismo quântico das plantas (energia e vibração) com objetivos específicos.