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O que a sua empresa vibra?

Você já considerou que administrar a sua empresa somente com base nas suas ideias e pensamentos não basta?  Que para atingir resultados realmente benéficos para o todo, a sua empresa precisa ser compreendida por meio do seu padrão vibracional? Não sabe o que eu quero dizer? Então, vou explicar o conceito de padrão vibracional da empresa.

Primeiro, vamos lembrar que tudo no Universo é vibração.  Assim como as células do nosso corpo, a empresa também funciona como as células, pois é um organismo complexo vivo, com seu próprio campo vibracional atômico nuclear.  Essa vibração é uma frequência que carrega tipos de informações.  Dependendo do tipo de informações, haverá um tipo de frequência, de padrão vibracional.  Uma empresa não necessariamente vibra o que os seus donos pensam ou imaginam sobre ela.  Ela vibra muito mais o que seus donos sentem sobre ela e a forma como seus donos se comportam em relação a ela, o que também influencia as outras pessoas que direta ou indiretamente fazem parte dessa empresa.

Os fatos evidenciam que estamos vivendo um cenário de desestruturação econômica e ambiental, exigindo esforços fenomenais no mundo dos negócios éticos, inclusive a revisão de modelos tradicionais de gestão, de caráter mecanicista, que estão superados.  Esses fatos também evidenciam que é preciso rever conceitos e paradigmas sobre empreender e administrar empresas.

Acredito que, cada vez mais, as empresas terão papéis fundamentais na sociedade, no sentido de transformações humanas, necessárias para vivermos novas realidades econômicas, sociais, culturais e políticas em nosso país e em nosso planeta.  Ou seja, os donos e dirigentes das empresas precisarão, cada vez mais, sintonizar-se consigo próprios e com os rumos da humanidade.

O que estou propondo é que você reflita sobre o que a sua empresa vibra. Qual é o padrão vibracional da sua empresa?  Que tipo de progresso a sua empresa revela através dos fatos?  Qual é a percepção dos seus funcionários sobre a sua empresa? Quais recursos, além dos físicos, você considera para tocar o seu negócio? Você percebe o quanto a forma de você encara e administra a sua própria vida afeta a sua empresa?

O padrão vibracional de uma empresa tem muita ligação com os recursos interiores de cada ser que, de alguma forma, faz parte do campo energético daquela empresa, especialmente dos que estão em posições de propriedade/liderança/comando.  Em geral, esses recursos interiores são pouco considerados e, no entanto, eles influenciam diretamente no padrão vibracional das empresas. Ter consciência dos seus próprios potenciais humanos e acioná-los em suas ações empreendedoras/técnico-administrativas pode proporcionar grandes diferenças na vida e nos resultados de uma empresa.

A visão que proponho é considerar a gestão de uma empresa como também uma gestão vibracional, que certamente começa na administração individual dos líderes da empresa, podendo transformar enormemente os resultados de qualquer administrador de empresas.

O empresário que se organiza os seus pensamentos, ideias e também sentimentos tem muito mais chances de êxito na sobrevivência e desenvolvimento de sua empresa diante do cenário que vivemos, inclusive contribuindo com a evolução de si próprio e de outras pessoas.

Dinheiro e Consciência: dupla inseparável

O dinheiro, para quase todos nós, é algo ainda vinculado puramente ao materialismo. No entanto, o dinheiro, assim como tudo que existe (inclusive nós e o planeta Terra), está vinculado a algo maior, ao Universo.

A “correria” ou o excesso e acúmulo de atividades no dia a dia, ocupações que assumimos baseadas nas convenções sociais, culturais e religiosas, nos desconectam dessa verdade:  tudo vem de algo maior, que não necessariamente compreendemos, aceitamos ou temos consciência.

Voltando ao tema dinheiro, eu vou lhe propor algumas perguntas e espero que responda honestamente para você mesmo (a): o que é dinheiro para você?  O que você sente e pensa em relação ao dinheiro?  O que você acredita em relação ao dinheiro?  Para que você ganha ou quer ganhar mais dinheiro? Ao que está associado o seu dinheiro? Como é a sua relação com o dinheiro?

Ouso afirmar que fomos todos condicionados a viver na escassez, porque tudo que fazemos ainda gira em torno de necessidades, faltas.  Exemplo: queremos um namorado, porque necessitamos ser amados.  Queremos um terapeuta, porque necessitamos ser curados. Se necessitamos algo, é porque algo falta.  E focamos na falta e não na abundância. E, então penso:  como seria a nossa vida (individualmente e coletivamente) se tivéssemos aprendido, desde crianças, a viver a vida focados na abundância, no que simplesmente é bom, no que é saudável, na alegria, na saúde, na paz, na harmonia, na beleza, na abundância, na colaboração, na generosidade, na nobreza de espírito, sem termos de combater a falta? Sem termos que “lutar” e nos desgastar em nome das faltas?

De novo as perguntas:  qual é a visão você tem da vida e da sua vida?  Quais crenças você tem sobre riqueza, dinheiro, abundância, que você reconhece como sendo realmente suas?  Quais foram as crenças sobre dinheiro que incutiram em sua mente?

A física quântica chama de “colapso da função de onda” a realidade criada pela mente. A partir deste paradigma, toda a escassez do mundo (miséria, pobreza) é nada mais do que criações mentais individuais e coletivas.

Para mudar um sistema de crenças, temos que lidar com a nossa vontade, rever conceitos arraigados, acomodados dentro de consensos, como por exemplo, acreditarmos que corpo, mente e espírito atuam separadamente em nossas vidas.

Somos um todo que envolve o consciente e o subconsciente (sede do inconsciente).  Exemplo:  basta um acontecimento traumático na área das finanças de uma pessoa para que esse acontecimento afete a sua mente e a de todos os envolvidos, podendo inclusive perdurar por gerações.  Assim, nascem os programas de autossabotagem que, muitas vezes, nos impedem de avançar em nossos projetos, atravancando nossos impulsos para vivenciarmos uma vida rica, plena em todos os sentidos.  É dentro de todo esse contexto que está a questão do dinheiro, da abundância.

Muitas vezes, não nos damos conta da visão negativa que temos da vida e da sobrevivência, do trabalho, das conquistas materiais.  Frases como “comer o pão que o diabo amassou”, “ganhar o pão com o suor do teu rosto” ilustram bem como essas visões são reforçadas.  A própria visão condicionada sobre a economia também reforça crenças limitantes sobre o dinheiro, porque estamos acostumados a pensar no dinheiro como sendo algo especulativo, ligado à cobiça, ao medo e à ânsia de poder para a superioridade.

Ao despertarmos desse estado hipnótico, ao nos conscientizarmos dessa visão condicionada, temos mais condições de assumir novas escolhas para a nossa vida que, certamente, afetarão as nossas finanças.  O dinheiro verdadeiro é criado na própria consciência, afinal o que é o “mercado”, senão, todos nós. Enquanto não acreditarmos, de verdade, no poder da nossa mente, enquanto não acreditarmos que podemos aprender e monitorar o nosso inconsciente e escolher novas formas de pensar, agir, ganhar e investir nosso dinheiro, a economia continuará do jeito que está.

Energia, consciência também são informações que podem ser modificadas.  A partir do momento que acreditamos (de verdade) nessa modificação, somos capazes de fazer mudanças verdadeiras em nossas vidas, inclusive na parte financeira.  Concordo com o pensador e palestrante Joan Antoni Melé:  “os problemas do mundo são, no fundo, um reflexo de nossos próprios problemas e contradições e  a única maneira de solucioná-los é resolvê-los em nosso interior”.

Independentemente de você concordar ou não com o que foi abordado neste post, o fato é:  o que você verdadeiramente acredita (no nível consciente e inconsciente) influencia diretamente na sua realidade.  Basta você mesmo constatar por meio dos fatos e da história da sua vida.

 

 

 

 

 

Missão e Dinheiro:  uma compreensão necessária!

Missão não tem a ver com dinheiro.  Mas, o dinheiro tem a ver com a nossa missão! “Como assim?”, você pode se perguntar. Por isso, vou abordar esse tema usando o meu próprio exemplo.

Há dez anos, iniciei uma nova carreira na área da saúde, como profissional liberal, para a qual me dedico e ganho dinheiro com ela, assim como ocorreu com outras carreiras que vivenciei.  No entanto, esta é diferente porque está 100% alinhada com a minha missão.  Como descobri isso?  Quando me dei conta de que o que faço hoje eu faria mesmo de graça.

Dinheiro é maravilhoso quando é decorrente de um movimento que fazemos em nossas vidas em prol daquilo para o qual damos valor.  Um valor que vem de dentro, das entranhas, do coração, muitas vezes, intuitivamente, inconscientemente….

O dinheiro é fatal quando atribuímos a ele apenas o seu caráter físico, monetário, macroeconômico.  Quando uma pessoa diz que a terapia que ofereço “é cara”, eu a convido a refletir:  quanto custa uma terapia é uma coisa.  Quanto vale uma terapia é outra coisa.

A nossa missão de vida se expressa, consciente ou inconscientemente, independente da nossa situação financeira.  No entanto, a nossa situação financeira tem muito a ver com a nossa missão de vida, porque está diretamente ligada ao compromisso que temos com nós mesmos, com o nosso desenvolvimento pessoal, com a nossa libertação de amarras e condicionamentos sociais.

Dinheiro nenhum sustenta uma missão,  porque o dinheiro não paga tudo o que envolve a ação de uma pessoa para realizar sua missão, tais como, coragem, entusiasmo, lucidez, alegria, paz de espírito, libertação do medo e paz interior.

O dinheiro em si não é a causa de uma missão, é a consequência! Para chegar no estágio que estou da minha atual carreira como Coach, Mentora e Terapeuta Holística, sim, eu investi dinheiro.

Este dinheiro representa a construção da realidade que vislumbrei, num processo que envolveu o meu consciente e o inconsciente, nem sempre alinhados, porém, determinados a me manter firme no meu propósito de evolução pessoal.

A dedicação à nossa missão não tem nada a ver com dinheiro.  Dedicação é consequência de entusiasmo com algo.  Quanto vale uma vida de autorrealização?  Haveria como medir isso em valores monetários?  O sentido e o entusiasmo com que fazemos algo não pode ser medido por meio apenas de cifras financeiras.  Exemplo:  se agora eu não tenho dinheiro para fazer uma formação que considero muito valorosa para mim,  não hesito em fazer um empréstimo e acredito que serei capaz de quitá-lo com o dinheiro que vou ganhar ou que uma quantia extra de dinheiro entrará na minha conta para reequilibrar o meu fluxo de caixa.

O dinheiro, quando percebido com uma visão mais ampla, deixa de ser somente moedas, papéis e cifras: ele passa a ser encarado como um campo energético informacional com o qual estamos ou não em ressonância.

Então, você pode me questionar:  como conseguir algo sem dinheiro? E eu respondo:  existe algo que vem antes do dinheiro que precisamos para comprar algo que valorizamos.  Esse algo tem a ver com a forma como estamos em ressonância com tudo que envolve dinheiro e prosperidade.  E então, inevitavelmente, vamos entrar na questão das nossas crenças (conscientes e inconscientes) a respeito do que é autorrealização, viver, sobreviver, ganhar e usar o dinheiro que ganhamos.  Crenças essas, na sua grande maioria, são introjetadas em nosso inconsciente, desde a infância e das quais precisamos nos libertar para começarmos a entrar na verdadeira abundância que a vida nos oferece, inclusive financeira.

A forma como escolhemos e pagamos o preço das nossas escolhas nos trazem muitas dicas sobre o lugar que o dinheiro ocupa em nossas vidas.  O grau de entusiasmo que temos com o nosso trabalho e com o dinheiro também.

Entusiasmar-se com o que se faz e com o que se conquista (inclusive o dinheiro) não tem a ver com aprovações externas.  Tem a ver com o que sentimos dentro de nós, fazendo o que fazemos e o que sentimos com o dinheiro que ganhamos.  O entusiasmo vem do espírito, não da mente.

O dinheiro é um instrumento que precisamos aprender a usar em nossas vidas, independentemente da situação econômica na qual nos encontramos.  Até para transformar uma crise econômica, precisamos rever nosso olhar sobre a forma como vemos e lidamos com dinheiro (microeconomia), nossa visão sobre dinheiro e o lugar que ele ocupa em nossas vidas.

Oportunidades batem em nossa porta o tempo todo. Situações nos permitem criar oportunidades. A questão é se a nossa visão de vida, nossa dimensão de consciência nos permite constatar essas oportunidades.  Descobrir nossa missão é tão fundamental quanto descobrirmos a razão da nossa vida e o porquê da nossa situação financeira estar do jeito que está.

Para sabermos discernir entre o que é o dinheiro e o que é a nossa missão, precisamos ter visão.  Dinheiro e missão andam juntos!  Acredito que este post pode lhe estimular a mergulhar nesta questão.

 

Querer é poder ? Mais reflexões sobre radiônica

Gosto muito de incluir novos posts sobre a radiônica para ajudar meus clientes e qualquer pessoa  interessada a compreender melhor o que é um tratamento com esta terapia.

Minha base teórica e prática sobre radiônica foi construída a partir de vários pesquisadores, professores, entre eles, o mestre Juan Ribaut, com quem tenho tido o privilégio de aprender e ser treinada. Ele há mais de 50 anos pesquisa, pratica e ensina esta arte representada pela radiônica.

Se você tiver interesse em se aprofundar nesse tema, recomendo o livro “Radiônica:  a ciência do futuro”, de Juan Ribaut, Editora Alfabeto, que foi a minha fonte de pesquisa para escrever este post. Com uma linguagem simples e ao mesmo tempo, profunda, entra na essência desta terapia, inclusive na prática. Agora, vamos ao assunto central deste texto?

O componente fundamental da radiônica é a mente treinada, que usa um instrumento radiônico, ou seja, ele funciona a partir da mente treinada. E então você pode se perguntar:  para que serve o aparelho se ele depende da mente de quem o utiliza?  A resposta é:  a radiônica é o conjunto mente treinada-aparelho.  Quando a mente trabalha sozinha não se trata de radiônica.

Primeiramente, precisamos lembrar que todos os seres humanos são “receptores, emissores, transformadores e geradores de frequências” (Juan Ribaut).   O tempo todo estamos, com as nossas mentes, interferindo na vida, na matéria, no Universo.  Essas interferências acontecem tanto no nível consciente quanto no nível inconsciente.

Interferência consciente significa, nas palavras do Prof. Juan Ribaut:  “uma mente que tem uma direção, sabe o que quer, é coerente, está convicta de que pode e coloca os meios para algo”.  No entanto, mesmo uma mente sem direção, sem coerência, confusa, medrosa, que acredita não poder, também é capaz de processar mudanças no mundo, só que de uma forma inconsciente e desordenada.  A força desta mente está nas crenças dela, que criam desordem, destruição, escassez, limitação, violência, abusos…E o pior, ela pensa que não está fazendo nada!   A pessoa com uma mente assim pode até querer algo muito bom, porém, inconscientemente, está produzindo desarmonia, o oposto do que pensa querer.

Um detalhe importante:  é  impossível uma mente se isolar, pois nada no Universo é isolado.  Tudo está interconectado e estamos sempre processando mudanças no mundo, de forma consciente ou inconsciente.

Assim, só querer, não é necessariamente poder.  É preciso focalizar naquilo que se quer.  Exemplo:  desejar a paz, mas se focaliza em tudo que envolve o medo da guerra, nunca vai ter paz.  Se você quer saúde, mas focaliza em tudo que envolve doença, nunca terá saúde.  Se quer riqueza, mas pensa muito no medo da falta, da escassez, terá mais pobreza.  Em outras palavras:  focar no objeto do medo nos faz acreditar nele e, assim, construímos o contrário do que desejamos.  Querer algo e colocar a nossa mente na direção do contrário desse algo (por medo), nos leva a obter exatamente o que não queremos.

Uma mente treinada é aquela que aprende a direcionar e acreditar naquilo que realmente quer e não o contrário.  Uma mente treinada é aquela que alinha consciente com subconsciente,  pois é no subconsciente que está “a Vida, o instinto, a emoção, a fé, a energia vital. (…) A crença capaz de transformar vem da Mente e da Vida (subconsciente).  Este é o segredo do poder e da radiônica”, afirma o Prof. Juan Ribaut.  Em outras palavras, podemos materializar tudo o que a nossa mente consegue imaginar e realmente acreditar.

E voltando à radiônica:  uma mente treinada é capaz de ativar um aparelho radiônico.

Ser radionicista requer treinar a mente, vivenciar e compreender a essência da radiônica, que envolve a interação mente-matéria e a interconexão com tudo o que existe no universo.  Envolve também dedicação, a entrega, treino constante, o entusiasmo, colocar a alma em seu trabalho, reconhecer e aplicar as suas conquistas de controle mental para, então, ter condições de ajudar as pessoas por meio da transferência de informações que vão modificar a pessoa, para melhor e para o bem do todo.  Como terapeuta radionicista, eu só posso oferecer aos meus clientes aquilo que sou capaz de oferecer a mim mesma.

Segundo Juan Ribaut, como ciência, a radiônica está dentro da Teoria Quântica, pois “a ciência Física está chegando ao âmago da matéria, tocando o que na matéria há de vida, inteligência, consciência”.  Quando as teorias quânticas afirmam que a mente influencia a matéria, o subconsciente faz parte desse processo.

Concordo com o Prof.Juan Ribaut que o controle da mente é o trabalho mais importante a ser realizado no terceiro milênio, pois  controlar a mente é  “aprender a direcionar e acreditar naquilo que realmente queremos e não o contrário”.  Um querer que envolve nos permitir enveredar pelo desconhecido e pelas muitas descobertas do universo da mente, da consciência, de fatos que já aconteceram e os que ainda vão acontecer.

Benefícios e resultados com terapias: o que considerar para evitar frustrações

Cura ou autocura é um tema complexo e que nos remete à seguinte pergunta:  como podemos compreender os resultados obtidos com as terapias holísticas, que nem sempre são tangíveis? Por que as pessoas percebem, de forma tão diferente, os resultados com terapias? Por que um terapeuta que tenha sido “bom” para mim, pode ter sido “ruim” para outra pessoa? Neste post, meu objetivo é abordar estas questões, com base nos meus estudos e experiências de vida e como terapeuta.  

Antes de tudo, é importante ressaltar a importância da escolha criteriosa do terapeuta, levando em conta não só a sua formação, conhecimentos, experiência e profissionalismo, como também a ressonância que precisa existir entre o coração do terapeuta e o coração do seu cliente.  

Assim, a partir desta escolha, lembro que muitas estratégias de tratamentos integrativos/complementares já são providas de comprovação científica, baseada em sólida argumentação pelas Leis da Física. Entretanto, a maior parte das pessoas tenta prever os benefícios das terapias holísticas a partir de critérios estabelecidos pela nossa mente racional e nossa vontade de que todas as mudanças ocorram conforme o nosso desejo e o mais rápido possível.

O que estou considerando, na reflexão proposta neste post, é que nas terapias holísticas estamos falando de tratamentos que mexem com nossas energias sutis, que estimulam a criação de melhores condições para que o nosso potencial humano nos conduza ao que há de melhor para o nosso desenvolvimento psicológico, físico, espiritual, mental e emocional. Inevitavelmente, estes tratamentos vão mexer com a genética das possibilidades, com o nosso DNA energético (que é a maior parte do nosso DNA). Assim, saímos da fatalidade para novas possibilidades. Ao mesmo tempo, devemos aprender a lidar com nossas ansiedades, nossa vontade de fugir ou de evitar os desconfortos inevitáveis quando vivemos a experiência de despertar e experimentar renovações e transformações em nossas vidas – sejam elas provocadas por nossa livre escolha ou pela vida.

A ideia de que possamos passar pela vida sem qualquer desconforto é fantasiosa e até mesmo uma boa desculpa para não trabalharmos a nossa sombra, ou seja, encararmos o nosso inconsciente, que rege a maior parte do que fazemos em nossas vidas.  Por isso, aqui vão alguns pontos que merecem reflexão ao avaliarmos os resultados que obtemos com terapias:

  • Um sintoma pode ser doença ou cura.  Por isso, precisamos ter cuidado ao interpretar sintomas, especialmente quando estamos fazendo um tratamento com terapias integrativas complementares. O que chamamos de “crises de cura” (efeitos de limpeza e purificação através de terapias integrativas/complementares)  podem ser confundidas com piora, regressão, quando, de fato, o que pode estar acontecendo é uma faxina mental e emocional, que pode se manifestar no físico.  Podemos comparar com o processo de reforma em uma casa: dependendo da reforma, as mudanças provocam mais ou menos poeira. Da mesma forma, num processo terapêutico vibracional, quando o consciente de uma pessoa sabota o que o inconsciente quer fazer, a poeira costuma ser grande!
  • O nosso inconsciente carrega a nossa sombra que representa o material psicológico que reprimimos, rejeitamos, negamos ou nos dissociamos. Não adianta “encaixotar” a nossa sombra!  Terapias integrativas complementares, especialmente as vibracionais, nos ajudam a lidar com a sombra que vem à superfície para, então, nos familiarizarmos com ela, nos apropriarmos dela e, posteriormente, eliminarmos os sintomas dolorosos e também vermos a nós mesmos de uma forma mais verdadeira e saudável. 
  • Pode ocorrer da frequência vibracional desencadeada por terapias vibracionais ser tão orgânica que a pessoa em tratamento nem percebe com o seu lado racional ou com os seus sentidos e condicionamentos mentais.  Com base na minha experiência como terapeuta, é frequente pessoas próximas perceberem mudanças que ela mesma não reconhece.   

 

Mas, como encararmos as dificuldades para percebermos as novas possibilidades concretamente?  Na minha visão, é tomando uma decisão verdadeira de ACREDITAR QUE É POSSÍVEL A MUDANÇA QUE QUEREMOS FAZER EM NOSSAS VIDAS.  É reaprendendo a nos perceber. 

Precisamos ficar mais atentos a nós mesmos (não como cobradores ou juízes), experimentando o nosso cotidiano de forma mais ampla, percebendo a nossa vida em outras dimensões.  Podemos descobrir a nossa essência sempre presente, que nos observa e orienta o tempo todo, independente dos nossos estados de consciência, espirituais, de humor, físicos, emocionais, mentais ou do que ocorre à nossa volta.     

Ainda temos muita dificuldade de harmonizar o nosso consciente e subconsciente. Esse é um dos entraves para aproveitarmos e assimilarmos as terapias que fazemos.  Geralmente, nos prendemos ao terapeuta ou à técnica terapêutica, quando o que importa é o efeito do conjunto de ações para aprendermos a lidar com aquilo que nos incomoda e que podemos chamar de promover a  “autocura”

Praticamente falando, o que quero dizer é que quando acreditamos que um terapeuta ou uma terapia não nos trouxe resultados, no fundo, estamos equivocados, pois essa experiência, embora não reconheçamos,  pode inclusive ter nos propiciado melhores condições para encontrarmos outro terapeuta/outra terapia que, na nossa percepção do momento, poderá nos ajudar de uma forma melhor. 

Quando nos submetemos a uma terapia vibracional radiônica, por exemplo, ocorrem revelações, decorrentes dos códigos de saúde que nos são enviados por meio de bioinformações.  Nosso inconsciente é que vai escolher os caminhos a partir desse tratamento.  Não há uma regra ou pressuposto que determine o que exatamente vai acontecer. 

Uma terapia vibracional tem como meta criar as melhores condições para que a pessoa volte mais rapidamente para um estado de maior equilíbrio, de conexão com a sua essência, com o Planeta Terra e, consequentemente, com o Universo, colocando mais vida em sua vida e, portanto, mais saúde.   Medir isso com a mente racional é impossível.     

Na minha visão, o resultado de uma terapia nunca poderá ser avaliado isoladamente.  Ele depende dos vários elementos do conjunto de vida da pessoa e, inclusive, de outras terapias, em andamento ou já realizadas.   

Resultados com terapias vão muito além de promessas e expectativas atendidas no curto prazo.  Envolvem fazermos um balanço, de tempos em tempos, sobre o quanto há de mais vida em nossa vida e os avanços que conseguimos realizar para aumentar o nosso amor próprio, a nossa autopercepção, o nosso autoconhecimento e o nosso autorreconhecimento como seres humanos mais confiantes perante o sentido da nossa existência. 

Autodesenvolvimento:  você reconhece o seu?

Este post é para as pessoas que já estão se trabalhando interiormente e que, muitas vezes, se perguntam:  o que realmente conquistei por meio de todo o investimento que fiz no meu trabalho interior?  O que estou de fato conseguindo realizar e transformar em minha vida com a ajuda de terapias?    

Muitas vezes, depois de um longo processo de autodescoberta, nos deparamos com situações que nos levam a estas perguntas, que fazemos para nós mesmos.  É nessa hora que precisamos ficar atentos à forma como avaliamos o nosso autodesenvolvimento, porque existem muitas armadilhas sutis que dificultam nosso discernimento para constatarmos e reconhecermos os avanços que, de fato, fizemos. Estas armadilhas, em geral, estão ligadas a um pensamento automático e muito genérico.  Cuidado!

A vida é feita de ciclos, assim como as estações do ano, as fases da lua, o ciclo da água. As experiências que acumulamos são oportunidades para absorvermos o que delas é útil para a ampliação da nossa percepção da vida. Reconhecer e assumir o que levamos dessas experiências é essencial para descobrirmos o quanto estamos construindo propósitos para as nossas vidas.  Na minha visão, esse reconhecimento não se dá por um raciocínio simplista, do tipo “estou mais ou menos feliz” e, sim, por meio de uma reflexão que nos leve a constatar o quanto a nossa vida está significativa, o quanto vemos e sentimos sentido na nossa vida, ou seja, o quanto nos sentimos capazes  de aprender, estudar, ensinar, criar, realizar.  Não importa a idade cronológica!

Para mim, sentir-se mais ou menos feliz é como a variedade de temperos que temos disponíveis na culinária.  Na minha visão, a questão central da “felicidade” é o quanto eu sou capaz de dar sentido para minha vida, para a minha existência, aceitando as circunstâncias externas e me expressando, principalmente, dentro de mim mesma, do meu mundo interior, apesar da vida ser incontrolável, imprevisível e não oferecer todas as alegrias que eu gostaria de ter.  Felicidade é consequência de como eu lido com a vida como ela é e não como eu gostaria que ela fosse.  Conformismo? Não!  Aceitação? Sim!

Sei que “felicidade” é um assunto polêmico, porque cada indivíduo adota uma concepção, dentro do seu universo interior, do que seja felicidade.  No entanto, vejo como um desperdício de energia e tempo buscar transformar meras idealizações em supostas “felicidades”, porque há uma tendência, imediatista, de não se avaliar, criteriosamente, o que está por trás da “felicidade” tão almejada.  Sabe aquelas frases: “Ah, o dia em que eu tiver isso, serei feliz.  O dia em que eu conquistar aquilo, serei mais feliz.  Se eu não tivesse perdido tal coisa ou tal pessoa, estaria feliz. Eu era feliz e não sabia…” ?!

Identificar o nosso “grau de felicidade” está ligado a vários aspectos, entre eles as questões básicas de qualidade de vida, saúde, recursos para a sobrevivência.  No entanto, só por meio de uma avaliação mais profunda é que podemos acessar a complexidade da nossa própria vida e os recursos de que dispomos para lidar com ela, recursos esses que, na maioria das vezes, desconhecemos.  Começando sobre como vivemos o nosso presente com o que temos e somos.

Entendo que essa avaliação criteriosa do nosso autodesenvolvimento nos permite manter o entusiasmo pela vida com projetos de vida.  Coisa só para jovens?  Não!  Mesmo que não consigamos realizá-los do jeito que idealizamos, os projetos significativos de vida são fundamentais para uma boa existência, vivência.  Mesmo porque, somos cíclicos junto com a vida, o que nos leva a mudar, nos transformar o tempo todo.  A própria vida nos conduz a essas mudanças e transformações.

Nem sempre é simples reconhecermos o nosso autodesenvolvimento.  É preciso coragem (uma vontade real, que vem do coração, da alma) para avaliarmos, o tempo todo, com honestidade, nós mesmos e a nossa vida, descobrir quem somos e como estamos. No entanto, os efeitos dessa avaliação são sempre benéficos, porque nos fazem constatar, pelo menos, o quanto aprendemos, mais um pouco, a viver.  O que, por si só, já é um grande avanço! 

 

 

 

 

Terapia:  até quando?

Felizmente, contamos, atualmente, com inúmeros tipos de terapias, entre elas as terapias integrativas complementares, que servem para contribuir, de forma sistêmica, com o processo de acessar caminhos de cura ou prevenção de doenças.  Antes de entrar no tema, é preciso lembrar que a palavra terapia vem do grego, “therapeia”, que significa “o ato de curar”, de “restabelecer”.

Pela minha experiência, as pessoas em geral procuram terapias quando estão passando por uma fase muito difícil da vida, seja no aspecto da saúde física como também em outros aspectos ligados aos corpos emocional, mental e espiritual.  Há quem procure terapias para mergulhar mais fundo em seu processo de autoconhecimento.  Existem pessoas, inclusive, com fantasias sobre terapias e terapeutas, a ponto de acreditarem que exista o profissional “ideal”, que “sabe tudo” e que vai resolver todas as suas dores e angústias.

Independente das motivações que levam alguém a procurar por terapias, cabe refletir sobre a questão da duração dessas terapias, pois é frequente a preocupação da pessoa em saber em quanto tempo ela terá os resultados que espera ter (que não necessariamente representam o que ela precisa, prioritariamente, obter de benefícios com a terapia).

A reflexão básica que lhe convido a fazer é:  por que terapias deveriam ter um tempo determinado para acontecer se a própria vida é dinâmica, impermanente e imprevisível? Como determinar um prazo para uma terapia, considerando que cada pessoa é um ser único, um campo único, que se modifica o tempo todo em função de vários fatores, entre eles, genética, epigenética, terreno biológico? Cada pessoa tem a sua própria e única situação em relação, por exemplo, aos receptores celulares, à sua forma de metabolização e de desintoxicação. Cada ser é um universo único!  Estes fatores já são suficientes para flexibilizar qualquer posição rígida quanto à duração e resultados de  qualquer terapia.

Em minha visão (inter e multidisciplinar), os resultados são obtidos por meio de várias atitudes, ações e intervenções que, atuando, em conjunto, no campo da pessoa, trazem resultados benéficos à sua saúde como um todo.  Não é tão simples isolar a “causa” de uma cura ou melhora, nem querer determinar qual é a “melhor” terapia ou terapeuta, embora essa tendência ainda seja frequente. O melhor será sempre o avanço da pessoa em sua jornada de autocura!

Por exemplo:  sentir-se acolhido, compreendido faz parte de um processo terapêutico. O vínculo entre terapeuta e cliente sempre existe em algum nível, o que não significa que tenha que perdurar pelo tempo que a terapia deva durar.  Em outras palavras, o cliente pode sentir a necessidade de mudar de terapeuta, o que não significa que deva parar com a terapia.

Outro exemplo:  a ética, a experiência, as técnicas adotadas pelo terapeuta são essenciais para o êxito da terapia, no entanto, o cliente também precisa estar aberto a fazer a sua parte, buscando compreender e colaborar com o processo terapêutico.  O terapeuta também precisa ter conhecimentos, experiência e sensibilidade para perceber quando é necessário orientar e, até mesmo, encaminhar o seu cliente para outro profissional, em função de um enriquecimento necessário ao processo terapêutico.

O tempo de terapia não vai determinar a melhora de um quadro ou a evolução de uma pessoa.  Tudo depende do ser humano e de como o seu campo se comporta com a terapia, se há ressonância entre a pessoa e a terapia/terapeuta.  Mesmo porque, as coisas não acontecem de forma igual para todos.  Os efeitos de uma terapia dependem do ponto em que a pessoa está e para onde ela quer, de verdade, chegar.

O poder da terapia não está só no terapeuta, mas acima de tudo, na vontade genuína do cliente de se curar ou criar novas realidades para a sua vida, revogando a sua própria avaliação sobre a sua dor, angústia ou doença.  Curar requer amar a verdade, que muitas vezes confronta o cliente, levando-o a desistir da terapia ou do terapeuta.

No meu entendimento as terapias representam o aprendizado contínuo de cuidar de nós mesmos, contando com a ajuda dos profissionais da saúde que adotam uma visão holística, sistêmica do ser humano.  A necessidade de terapia é constante na medida em que sempre há algo a ser reequilibrado em nossa vida.

Terapia ativa o corpo de luz, recobra, limpa, ressignifica memórias que estão no próprio DNA da pessoa, acima das questões perceptíveis através dos seus cinco sentidos, envolve o que é Divino no indivíduo, ou seja, a sua espiritualidade, a sua família espiritual.  Por exemplo:  se uma pessoa está apegada à sua doença e não tem interesse em compreender as origens dessa doença, não dá para esperar que ela entre em processos de cura enquanto ela não enxergar sentido em ativar a sua real vontade de cura.

Sim, terapias, para mim, tem a ver com buscar a verdade sobre nós mesmos.  Verdade essa que ilumina, mesmo quando nos confronta.  Assim, ouso afirmar que terapias são para toda a vida!

Qual padrão vibratório você está atraindo para a sua vida?

Eu gosto muito de escrever no meu blog sobre a espiritualidade, porque não tenho mais dúvida sobre o quanto ela é básica para mantermos a nossa saúde, bem-estar e vitalidade, para vivermos a vida com coragem e cada vez mais capacidade de amar.

Eu não estou falando aqui de religião.  A religião pode ajudar ou não nesse processo.  A questão aqui é o campo áurico, energético ou vibratório de uma pessoa, porque é a condição desse campo que vai determinar esse padrão, por meio de um processo de sintonia com a Luz ou com as Trevas.

Por exemplo, quando estamos com muita raiva, muito ódio (consciente e/ou inconscientemente) essa energia sai das nossas emoções e é emitida através de uma onda de energia que flui.  Essa onda de energia, por sua vez, coloca todo o nosso campo áurico (vibratório) numa vibração de raiva, ódio que, pela Lei da Atração (Lei Universal), vai atrair todo o tipo de energia ligada a essas emoções, tanto pessoas ou situações bem concretas, quanto forças invisíveis maléficas (deletérias).

É assim que as situações acontecem em nossas vidas. Atraímos  aquilo que emitimos por sintonia e não nos damos conta de que desencadeamos um processo de criação de um grande campo de energias e informações nocivas que nos arrastam, pois esse campo vai aumentando como uma bola de neve, à medida que mantemos esta frequência vibratória.  E lembre-se:  nosso campo é composto de muitas energias e informações não somente nossas, mas também de padrões familiares, grupais e coletivos, que nos influenciam de acordo com o nossas intenções e padrões vibracionais.

Essa, na minha visão, é a questão básica da espiritualidade:  entrar em simbiose com as forças da Luz ou das Trevas.  Forças da Luz:  amor incondicional, liberdade, sabedoria, criatividade, co-criação, verdade, beleza, coragem, iniciativa, flexibilidade, forças invisíveis da Luz, do bem.  Forças das Trevas:  ignorância, medo, arrogância, mentira, ódio, voracidade, submissão, forças invisíveis das trevas, do mal.

A espiritualidade pode ser associada à capacidade da pessoa criar um campo áurico saudável.  Como?  Cada um tem que descobrir o seu jeito de fazer isso.  Um dos caminhos que sinto ser inevitável é o da oração.  Me refiro aqui à desenvolvermos a nossa capacidade de sentir devoção, em nosso mundo interior, independentemente do que ocorre no mundo exterior.

Ativar a capacidade devocional das pessoas pode ser um remédio para o que vivemos em nosso mundo atual.  Porque a devoção nos sintoniza com campos energéticos saudáveis.  Quando uma pessoa reza (de coração) para Deus, Jesus, um santo ou qualquer entidade alinhada à sua fé, à sua verdade, ela ativa a sua capacidade de devoção (fé).

É essa atitude de devoção (sentida no coração, nas entranhas) que faz com que as forças da Luz ajudem de alguma forma. Por quê?  Porque faz mudar o campo vibratório da pessoa.  É essa mudança que faz com que a situação melhore, ou novas oportunidades surjam, ou mesmo uma cura se realize.  A oração, como invocação, cria uma força.  São invocadas Forças da Luz, Forças Divinas.  Muitas vezes, de formas que a pessoa nem imaginaria!  Ou nem considerou em seus pedidos e afirmações durante as suas orações.

Dentro das nossas limitações humanas não temos condições de obter todas as respostas que gostaríamos a respeito de como essa ajuda das Forças da Luz chegam a nós.  No entanto, temos condições de alimentar a nossa devoção colocando a espiritualidade em primeiro lugar em nossas vidas.

Se você já está no seu caminho espiritual certamente você já sente as bases sólidas para uma vida mais plena.  Se você não sabe nem por onde começar a desenvolver a sua espiritualidade, deixo aqui uma dica que pode lhe ajudar.  Muito das minhas inspirações para eu desenvolver a minha espiritualidade e escrever meus posts vem também das aulas do professor e cientista Laércio Fonseca (Caminho da Luz).  Entre no Youtube e você encontrará várias aulas gratuitas que certamente vão, no mínimo, lhe inspirar a encontrar o seu caminho espiritual.

O que importa é lembrarmos, todos os dias, que somos capazes de criar o nosso campo energético, de atrair forças espirituais poderosas, de criar sintonia com as Forças da Luz,  para nos ajudar em qualquer situação, começando pelas situações que estão dentro de nós mesmos. A nossa atitude de evocar essas forças faz grande diferença em nossas vidas!

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A espiritualidade é a prioridade

Espiritualidade: Novas possibilidades que estão além do nosso pensamento atual

Espiritualidade:  nosso coração em compasso  

Fazemos parte do Universo.  Só por este motivo, a espiritualidade é a base da nossa existência.  Somos espíritos vivendo uma experiência humana e, muitas vezes, com a vida atribulada que levamos, nos esquecemos disso.

Para mim, espiritualidade é, majoritariamente, trabalho interior que envolve experiências, vivências e não teorias, dogmas, doutrinas e filosofias.  Constatar e vivenciar todos os aspectos da nossa existência humana é exercer a nossa espiritualidade.  

Com a enxurrada de estímulos e informações que recebemos diariamente, um dos nossos maiores desafios, que pode ser considerado um desafio espiritual, é aprendermos, através de vivências, a direcionar convenientemente nossas percepções, sensações e atenção para a coisa certa, no momento certo. 

As sensações e percepções são atributos do espírito.  Como afirma Francisco do Espírito Santo Neto, no livro As Dores da Alma, “quanto maior o estado de consciência do indivíduo, maior será sua capacidade de perceber a vida, que não se limita apenas aos fragmentos da realidade, mas, sim, à realidade plena”.   

É entrando em contato com nós mesmos que podemos exercer a nossa espiritualidade, pois a partir desse contato, é que temos melhores condições de interagir com o mundo externo que nos rodeia:  pessoas, situações e todos os acontecimentos, criados pelas nossas consciências individuais e coletivas.  A partir desse contato com o nosso mundo interno é que podemos perceber, sentir as dimensões de realidade.

As emoções de medo e as dependências emocionais são grandes obstáculos para exercermos a nossa espiritualidade.  Dependências emocionais como a de ser aprovado, admirado, reconhecido e amado são, na minha visão, as que mais atrapalham o exercício da nossa espiritualidade, porque sobrecarregam as energias dos nossos chakras cardíaco e do plexo solar, provocando um vazio constante, um descompasso em nosso coração. 

Assim, viver a nossa espiritualidade requer o despertar dos nossos condicionamentos e certezas, descobrirmos quem somos e colocarmos as nossas vidas a serviço da LUZ.

Transcender as nossas emoções passageiras para reconhecermos o que verdadeiramente sentimos sobre nós mesmos e sobre o sentido da nossa vida.  E então, com a nossa Luz sempre fortalecida, servimos ao mundo não como compensação para culpas e angústias e, sim, como seres interconectados por uma força maior.

Assim, temos que ter cuidado com as nossas “verdades” para praticarmos a espiritualidade,  pois elas nos iludem, dando a sensação de “segurança”, uma falsa segurança que apenas nos aprisiona no nosso mental automático, impedindo-nos de pensar e agir verdadeiramente, com espontaneidade, porque nos leva a ir de acordo com o clima de temor que nos envolve todos os dias. 

Nosso centro é o nosso espírito, a nossa alma, a nossa essência divina por meio da qual testemunhamos tudo o que ocorre dentro e fora de nós.  Praticar a espiritualidade é dar espaço a essa essência, para que possamos acessar o tesouro de sabedoria que está à nossa disposição, em nosso inconsciente pessoal e no inconsciente coletivo. 

A espiritualidade é a base para que todas as áreas da nossa vida fluam saudavelmente. É preciso aprender a parar de nos conectar com a consciência do outro e passarmos a nos conectar com a nossa própria consciência.  Ficarmos atentos ao que está por trás das aparências.  Ouvir o nosso ritmo interno através da nossa respiração e das batidas do nosso coração. Desenvolver a nossa intuição, inspiração e percepção da realidade.  Valorizar o nosso mundo íntimo, tão ignorado na nossa cultura materialista.

Praticar a espiritualidade nos faz perceber mais facilmente os toques que o Universo nos dá, ou os recados de Deus, que chegam abundantemente em nossas vidas.  Viver a nossa espiritualidade é aprender a reconhecer esses sinais e praticar o que eles nos inspiram, para o nosso bem e para o bem do todo !

Terapeuta e Cliente:  um vínculo que precisa ser compreendido  

Depois de 10 anos atuando como terapeuta, decidi escrever este post para expressar a minha visão sobre como vejo o vínculo que se cria entre terapeuta e cliente.  Percebo que, atualmente, existem muitas terapias e técnicas, no entanto, nem sempre temos pessoas que se prepararam e se aprimoraram para trabalhar essas técnicas.  Também existem muitas pessoas interessadas em terapias, no entanto, é comum aparecerem muitas dúvidas na hora de escolher os terapeutas e as terapias. 

O que é ser terapeuta?  A resposta para essa pergunta vai variar muito.  No entanto, acredito que existe um fato na vida de todo o profissional de saúde:  de alguma forma ele foi convocado a fazer um trabalho interior primeiro com ele mesmo para, então, atender as pessoas.  Afirmo isso porque acredito que qualquer profissão é uma reparação, ou seja, de alguma forma nos curamos através do nosso trabalho profissional, que vai nos desafiar de várias formas e também vai fazer florescer os nossos talentos, inclusive os mais ocultos.

Para mim, ser terapeuta é interagir com conhecimentos e técnicas, com a experiência, com a própria sabedoria e espiritualidade e buscar aplicar tudo isso, na prática, da forma mais simples possível.

Penso que a desqualificação do terapeuta desestrutura a vida do terapeuta e a vida do cliente.  Um terapeuta despreparado pode desestruturar tanto o seus chackras quanto os chakras do cliente.  Ter boas intenções, um bom coração, não é suficiente para lidar com a energia e a história do outro.  É preciso trabalho interior, treino, consciência e auto-responsabilidade pelo processo de se tornar e ser terapeuta.

Um dos principais desafios do terapeuta é estar preparado para aceitar o sofrimento do outro.  Mesmo porque, cada um vive o seu processo, ninguém pode viver o processo de outra pessoa.  Quando atendo o meu cliente, tenho sempre em mente que eu jamais poderei fazer por ele (a) o que ele(a) mesmo(a) tem que fazer.  Percebo que muitos terapeutas confundem compaixão com ter que intervir na vida do cliente.  Acredito que terapeutas emaranham mais com os clientes do que clientes emaranham com terapeutas. Portanto, é preciso cuidado para que o terapeuta não se envolva energeticamente com os seus clientes.

Pela minha experiência, percebo que nem sempre o que o cliente fala é importante, porque ele pode estar falando apenas das suas interpretações sobre os fatos de sua vida.  Ou apenas encobrindo fatos que ele não tem coragem de expor.  Por isso, penso que o grande papel do terapeuta é ajudar a pessoa a voltar-se para ela mesma e não para as interpretações que ela faz dos acontecimentos em sua vida.

Assim, lidar com as emoções (que vem do ego) e as informações (ou bioinformações) que estão no campo da pessoa é outro grande desafio do terapeuta.  Quanto trato uma pessoa, estou tratando o campo dela que é composto de energia e informação. Eu tenho que trabalhar em vários aspectos da vida da pessoa, que envolve vários campos sistêmicos.  Da mesma forma, o terapeuta tem que tomar muito cuidado com interpretações.  A interpretação é uma questão delicada nos processos terapêuticos. O terapeuta tem que olhar sentindo, tomar muito cuidado para não cair nas armadilhas da mente, que seduz, engana, ilude.  A interpretação e o excesso de compreensão tiram a força do cliente.  Exemplo:  quando um terapeuta explica demais pode bloquear o campo que está sendo tratado.

Trabalhando várias áreas do campo

Todo terapeuta, uma vez que se dispõe a atender outras pessoas, precisa, antes de mais nada, conseguir, dentro do seu processo pessoal, limpar e curar tudo o que os clientes trazem, que, muitas vezes, é parecido com o que ele sente, pois isso é um chamado da vida para o terapeuta curar primeiro ele mesmo.  Caso contrário, o seu campo de atendimento ficará limitado às suas questões pessoais, que provocarão também limitações no seu campo de atuação como terapeuta.

É muito importante o terapeuta avaliar, constantemente, quais são essas questões, qual a sua responsabilidade nos processos que acontecem na sua vida e limpar essas informações do seu campo.  Também é fundamental o terapeuta  se trabalhar a ponto de não se identificar, para que se torne apenas um instrumento de cura, sem acionamentos emocionais nele mesmo.

Outro cuidado que o terapeuta precisa tomar é o de não alimentar preocupações com o seu cliente, porque a preocupação é uma forma-pensamento que mais atrapalha do que ajuda.  Quando surgem situações difíceis com o cliente, é muito importante estar atento(a) à compreensão e não ao sofrimento ou à preocupação.   A transformação acontece na ação.

É fundamental que o terapeuta se desconecte energeticamente do seu cliente, caso contrário trará problemas tanto para ele (a) quanto para o cliente, como, por exemplo, a dependência.  Com a experiência, o terapeuta vai desenvolvendo uma percepção do campo do seu cliente, e percebe se ele está mais ou menos pronto para acelerar o seu processo de autocura.  O trabalho de um terapeuta tem que ser consciente.  Inclusive para ele se desconectar do cliente.

Entendo que um terapeuta tem que ter força em seu campo (energético e informacional) para sentir-se merecedor e em condições energéticas de atender o seu cliente, como um facilitador.  Caso contrário, haverá a identificação e isso é nocivo tanto para o terapeuta quanto para o cliente.

Por isso, outro aspecto fundamental na vida de um terapeuta é o quanto ele está conectado com a energia da prosperidade, qual é a sua compreensão de abundância, para que o seu campo pessoal possa atuar em níveis superiores.  O terapeuta não atende só com a sua mente.  Ele atende principalmente através da energia do campo.  Assim, no processo de atendimento é necessário atenção e cuidado com as energias intrusas.  Elas costumam se instalar quando a verdade que o campo do cliente traz é encarada de frente, trazendo o que ele precisa trabalhar prioritariamente.  Energias de abuso de qualquer natureza, por exemplo, são portas de entrada para energias intrusas.  Mergulhar na dor também dá espaço para energias intrusas.  Portanto, o terapeuta sempre precisa preparar-se energeticamente para as consultas e tratamentos de seus clientes.

A questão financeira é outro aspecto relevante nos processos terapêuticos.  Observo muitos terapeutas com dificuldades para lidar com a energia do dinheiro:  desde cobrar de forma justa e profissional pelo seu trabalho até administrar as suas finanças.  O terapeuta ajuda, facilita através do seu trabalho e é energeticamente recompensado com o dinheiro.  Ser terapeuta é uma missão e ele ganha dinheiro por consequência.

A auto-responsabilização é outro aspecto relevante de um processo terapêutico.  Tanto o terapeuta quanto o cliente têm responsabilidades a assumir. Alias, é mais fácil o terapeuta mexer no núcleo de problemas dos seus clientes do que nos seus próprios.  Por isso, penso que um terapeuta de verdade é aquele que consegue trabalhar com resultados para si mesmo.  Na medida em que eu me curo, eu ajudo a curar outras pessoas.

Nesse contexto estão as situações chamadas de “urgentes”.  Muitos clientes acreditam que porque pagam um terapeuta, o mesmo vai servi-lo dentro de qualquer necessidade.  Terapeuta não atende urgências.  Quem atende urgências são pronto socorros, hospitais, médicos. E o terapeuta precisa estar consciente de que ajudar o cliente é diferente de submeter-se ao cliente.

O terapeuta é um canal de cura e não é só por meio de palavras que ele age terapeuticamente.  As palavras servem para o esclarecimento.  O trabalho do terapeuta é no campo.  O terapeuta trata sistemas diversos que fazem parte da vida do cliente.  É a maturidade que vai trazendo ao terapeuta uma habilidade cada vez maior de lidar com o seu próprio campo e com o campo do cliente.  Quando estou no campo, estou em outro nível de consciência.  E inclusive posso perceber quando é o ego e quando é a essência do meu cliente que se manifesta.

Aprender a acionar o inconsciente do cliente é a questão de ser terapeuta.  O terapeuta tem que fazer uma estruturação de campo que vai abrir um portal, criar uma ressonância grande para que o campo do cliente possa ser conduzido a novas possibilidades.  O terapeuta sempre tem que estar atento sobre qual ressonância ele está criando nos seus clientes.  Se  os clientes me procuram com questões parecidas com as minhas, é um sinal de que preciso mergulhar nessas questões e tratá-las.  Uma mente poderosa não necessariamente é uma mente preparada.  Há mentes poderosas que penetram as pessoas.  Só ancorado é que o terapeuta pode ser benéfico.  Ou seja, criar ressonância momentânea, se retirar, se reestruturar e honrar a pessoa e a sua história.  O terapeuta tem que tomar muito cuidado para não alimentar o círculo vicioso de prender, aprisionar o cliente.  Terapia não é dependência.

Abrir o portal para novas possibilidades

Na minha visão, o terapeuta tem que estar sempre em formação! Mudar a si próprio, elevar a consciência e discernir sobre o que é preciso focar numa terapia é um grande desafio para o  terapeuta.   Um terapeuta não pode se perder em sua caminhada em nome de atender os seus clientes.  Ou seja, em primeiro lugar vem a caminhada do próprio terapeuta para, então, ele (a) ter condições de cuidar de outras pessoas. O terapeuta tem que olhar para os seus próprios processos dolorosos, ter uma disponibilidade interna para se fazer olhar, aflorar e curar por mais que isso doa…é um trabalho interior que vai até o fim da vida !

Tanto o terapeuta quanto o cliente precisam caminhar expressando sua vida com plenitude e amor. O terapeuta é um facilitador da cura, não a causa da cura.  Para mim, um bom terapeuta é aquele que, independente de conhecimentos, técnicas, protocolos, metodologias, ajuda a ampliar o nível de consciência do seu cliente.

Acredito que, independente de estarmos no papel de terapeuta ou cliente, todos nós estamos aqui para trazer algo libertador para nós e para o mundo.  Temos que ficar atentos para perceber os encadeamentos que o Universo faz para estarmos onde e com quem precisamos estar. Isso vale para terapeutas e clientes!  Ao mesmo tempo, nossos egos (nossas “certezas”) muitas vezes nos levam a caminhos que não necessariamente são saudáveis para nós. Portanto, orai e vigiai.  Interiorização e atenção.  Trabalho interior, hoje e sempre !