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O valor das terapias vibracionais

Atualmente contamos com inúmeros tipos de terapias integrativas e complementares.  Dentre elas, estão as terapias vibracionais, que são as que tratam as pessoas por meio de energia e informação.  Entre elas estão:  reiki, biomusicoterapia, cromoterapia, johrei, toque quântico, radiesetesia, radiônica, entre outras.

O princípio básico das terapias vibracionais é o de que o nosso corpo, apesar de estar em um estado de matéria, também é uma forma de energia, ou seja, o arranjo molecular do corpo físico é uma complexa rede de campos de energia e informação totalmente entrelaçados.

Edgar Cayce, um paranormal norte americano afirmou em 1928:  “O corpo humano é composto de vibrações elétricas. Cada átomo e elemento do corpo, cada órgão e organismo tem sua unidade de vibração necessária à manutenção e ao equilíbrio desse organismo.” Ele fundou, em 1931, a Association for Research and Enlightenment, que ajuda, até hoje, pessoas a transformarem suas vidas levando em conta corpo, mente e espírito.

Além do nosso corpo “físico”, também temos outros corpos de energia sutil que desempenham papel fundamental em nossa saúde.  Antes de chegarem ao corpo físico, as doenças se manifestam nesses corpos sutis e é nesse ponto que as terapias vibracionais também são de grande ajuda, pois atuam na harmonização ou correção das disfunções presentes nestes corpos.

A cronobiologia, ciência que estuda os fenômenos biológicos recorrentes, nos ajuda a compreender a influência das questões energética e informacional em nossa saúde.  Ela afirma que nosso corpo está em constante mudança, ou seja, aproximadamente 90% dos átomos do nosso corpo são renovados a cada 3 meses. A nossa pele se renova a cada mês.  O estômago troca seu revestimento a cada 4 dias.  Um detalhe importante é que a cada replicação celular, a cópia é feita pela última informação e não pela informação que existia quando fomos concebidos. Assim, as doenças nada mais são do que informações.  Em outras palavras, as células do nosso corpo morrem ou se renovam constantemente para nos manter vivos!

Assim, a nossa vida é cíclica em vários sentidos, não só no sentido cronológico. Graças a esses ciclos, nós estamos vivos.  É fácil deduzir o quanto viver plenamente representa caminharmos pelos ciclos da vida levando em conta os vários aspectos da nossa existência:  nosso ambiente, nossas crenças, atitudes, comportamentos, pensamentos, consciência, mente, sentimentos, emoções, interesses, escolhas, contextos de vida…que certamente influenciam nossas células o tempo todo.

Um detalhe importante quando nos referimos às terapias vibracionais é que para podermos alterar (harmonizar, tratar, cuidar) dos nossos corpos físicos, também temos que considerar a energia que vibra em frequências que estão além do plano físico. E então, entramos na questão da espiritualidade ou tudo que vai além da percepção mundana da nossa existência.

Existem frequências harmônicas com as quais toda a forma de vida está sintonizada. O corpo humano é constituído de frequências que formam um campo equilibrado quando a pessoa está saudável.  As vibrações do corpo saem facilmente de sintonia quando, por exemplo, a pessoa sente estresse físico ou emocional e não sabe lidar saudavelmente com ele.

Em termos mais práticos e mensuráveis:  “Indivíduos saudáveis ressoam numa faixa entre 62 e 68 megahertz (MHz). Pessoas doentes vibram entre 20 e 62 MHz. Quando você contrai um simples resfriado, sua taxa vibratória desce para 58 MHz. Em presença de cândida (uma infecção sistêmica por fungos), a vibração é de 52 MHz; em caso de câncer, de 42 MHz. Uma vez iniciado o processo de morte, a frequência baixa para 20 MHz.  Pensamentos negativos podem baixar a frequência do corpo em apenas três segundos. Pensamentos positivos  conseguem elevar essa frequência ao nível ideal em 21 segundos”.

As terapias vibracionais implicam em tratar por vibrações, frequências ou bioinformações que ajudarão todos os corpos a resgatar sua ressonância harmônica saudável.  Elas funcionam pelo mecanismo da ressonância com o campo energético e informacional da pessoa, permitindo assim identificar o que está em desequilíbrio e enviar energias e/ou frequências e/ou bioinformações harmonizadoras de tratamento, que conduzirão ao restabelecimento do equilíbrio energético nos vários níveis dos corpos sutis e físicos do organismo da pessoa tratada.

Desde a concepção no ventre de nossas mães, o crescimento e o desenvolvimento do nosso corpo físico, até a nossa velhice, são afetados não só pela genética (padrões moleculares herdados dos nossos pais e antepassados), mas também pelos padrões energéticos superiores da nossa alma.  Como afirma o Dr. Richard Gerber: “Um sistema de medicina que negue ou ignore a existência do espírito será incompleto, porque exclui o atributo mais importante do ser humano, a sua dimensão espiritual” .

Como tratamentos integrativos e complementares, as terapias vibracionais, bem aplicadas por profissionais de saúde qualificados e preparados para este trabalho, conduzem à  transformação curativa na mente, no corpo e no espírito da pessoa.

Leia também: A importância da mente e da consciência ampliada no processo de cura

Terapia:  escolhendo a melhor para você

Fonte de Pesquisa:

Fonte:  Internet site de jackzennectoux.

Artigos da Revisa Saúde Quântica (Grupo Fisioquantic)

Medicina Vibracional – Richard Gerber (Editora Cultrix)

O processo sutil da Radiônica

Você pode se perguntar:  como posso saber se um tratamento por radiônica funciona ?

Para obter essa resposta, você precisa experimentar a radiônica.  E ter interesse e vontade de se observar,  sentir, constatar o que se passa dentro de você.  Basta isso.  E certamente, a  resposta virá !

As hipóteses para explicar como o processo da radiônica acontece são muitas.  Em minhas publicações, procuro compartilhar os meus estudos, pesquisas  e minha experiência com a radiônica.

Para começar a entender, primeiro, é necessário lembrar que tudo se resume a informação,  Conscientes ou não, interagimos com ela o tempo todo, procurando usar ao máximo os nossos cinco sentidos e também outros, que ainda não descobrimos.  Não estou falando do conhecimento livresco ou meramente mental, baseado em conceitos, princípios, teorias, doutrinas, religiões, paradigmas científicos.  Estou falando do conhecimento por experiência, vivência.

Nosso sistema nervoso, que faz a ponte entre nosso corpo e o meio ambiente, entra em ação sempre que recebemos informações que nos chegam a todo  momento, das mais diversas formas.  Para conhecermos algo de verdade, precisamos vivenciá-lo, experimentá-lo.

A nossa realidade vai muito além do que nossos conceitos e convicções mentais possam definir.  A realidade está contida em vários campos, inclusive em campos que desconhecemos ou nem imaginamos.

Na prática da radiônica,  é essencial estar aberto para receber e vivenciar as bioinformações que estamos precisando e que, certamente, nos farão bem, pois todo e qualquer tratamento que preparo através do Quantec, equipamento de radiônica que opero, está totalmente focado no bem do todo, no amor, na ampliação da consciência do ser humano e no viver com plenitude a experiência humana.  Usufruir os tratamentos  por radiônica é estar disponível a receber e a usufruir, consciente de que você e sua vida são muito mais do que as suas convicções lhe induzem a crer.

Para entender a radiônica: campos morfogenéticos

Calma! Eu explico! Morfo vem da palavra grega morphe, que significa forma; genética vem de gêneses, que significa origem. Rupert Sheldrake, um dos biólogos mais inovadores deste século, é o criador desse termo tão instigante. Na visão de Sheldrake, os genes estão mais para tijolos do que para projetos de engenharia, pois o material genético não é capaz de explicar, sozinho, a diversidade de formas complexas que os seres vivos assumem na natureza.

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Na visão de Sheldrake, as formas da natureza estruturam-se por meio de campos de informação que trocam dados entre organismos através de ressonância. Esses campos de informação,  campos mórficos ou morfogenéticos são campos de forma, padrões, estruturas de ordem informacional, que organizam não só os campos de organismos vivos, como também de cristais e moléculas. Assim, cada célula, tecido, órgão e animal tem um campo mórfico, um conjunto de informações que guia seu desenvolvimento.

A ressonância mórfica é o mecanismo pelo qual os campos mórficos influenciam uns aos outros e dão origem a seres e sistemas cada vez mais complexos. É um processo de transferência de informação que atravessa o tempo e o espaço. No entanto, quanto mais próximos forem os indivíduos, mais intensa a ressonância mórfica será. Por exemplo: uma pessoa tem ressonância mórfica mais intensa com um parente do que com um indivíduo desconhecido, que mora em outro país.

Através da ressonância mórfica, as informações são passadas entre os campos mórficos. Todos os campos mórficos se comunicam em algum nível. Campos mais complexos contem as informações dos campos mais simples, por exemplo, o campo de um ser humano: ele contém as informações dos campos de órgãos, tecidos, células e átomos que o compõem. Essa interação entre os campos é capaz de provocar mudanças de hábitos a partir da repetição de padrões.

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Sheldrake afirma: “os campos morfogenéticos ou campos mórficos são campos que levam informações, não energia, e são utilizáveis através do espaço e do tempo sem perda alguma de intensidade depois de ter sido criados. Eles são campos não físicos que exercem influência sobre sistemas que apresentam algum tipo de organização inerente.”

Os campos mórficos são construídos pela repetição de padrões de comportamento ou desenvolvimento. O termo “inconsciente coletivo”, criado pelo psiquiatra e psicanalista Carl Gustav Jung, pode ser mais compreendido através da teoria dos campos mórficos, pois é a camada mais profunda da psique onde estariam traços visuais e formas herdadas de seres humanos e outros organismos ancestrais. Na dimensão humana, o intercâmbio de informações por ressonância mórfica explica fenômenos como telepatia e intuição.

Segundo Sheldrake, há vários tipos de campos mórficos, tais como os campos sociais, que regem a forma de organização social, de cupinzeiros, de enxames de abelhas a sociedades humanas, os campos comportamentais, que guiam os comportamentos dos indivíduos, a memória, que também seria um campo mórfico e armazenaria, fora do cérebro, informações e lembranças reunidas pelo indivíduo ao longo da vida.

De acordo com a teoria de Sheldrake, os campos influenciam a nossa saúde, ou seja, as próprias doenças tem seus campos mórficos. Por exemplo, o mal funcionamento do organismo das pessoas de uma família com histórico de doenças ligadas a hábitos ruins impactará negativamente, por ressonância mórfica, no funcionamento dos organismos de seus descendentes. Em outras palavras, hábitos não saudáveis mantidos ao longo de gerações tendem a reforçar a incidência de campos mórficos de doença sobre as gerações futuras ate que a cadeia seja, um dia, quebrada e, por recorrência, hábitos saudável criem um novo padrão no campo mórfico, que será passado às gerações futuras por ressonância mórfica.
Assim, para combater as doenças, temos que diminuir a influência dos campos mórficos dessas doenças sobre o nosso organismo .

quantec_02Uma das formas seria por medicamentos quânticos (que agem por vibração) ou equipamentos como o Quantec, de biocomunicação instrumental, que estimulam o corpo a acessar campos sadios, visando facilitar a recuperação de órgãos e tecidos doentes, por exemplo. Ou seja, as terapias integrativas e complementares incorporaram o princípio dos campos mórficos, visando eliminar ou reduzir a influência de campos mórficos de doença ou distúrbios em campos sadios.

É sempre importante lembrar que as terapias complementares não substituem tratamentos médicos, e sim, são complementos.

Fonte de Pesquisa: materiais e revista Quantum Life agosto 2016.