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Terapia:  até quando?

Felizmente, contamos, atualmente, com inúmeros tipos de terapias, entre elas as terapias integrativas complementares, que servem para contribuir, de forma sistêmica, com o processo de acessar caminhos de cura ou prevenção de doenças.  Antes de entrar no tema, é preciso lembrar que a palavra terapia vem do grego, “therapeia”, que significa “o ato de curar”, de “restabelecer”.

Pela minha experiência, as pessoas em geral procuram terapias quando estão passando por uma fase muito difícil da vida, seja no aspecto da saúde física como também em outros aspectos ligados aos corpos emocional, mental e espiritual.  Há quem procure terapias para mergulhar mais fundo em seu processo de autoconhecimento.  Existem pessoas, inclusive, com fantasias sobre terapias e terapeutas, a ponto de acreditarem que exista o profissional “ideal”, que “sabe tudo” e que vai resolver todas as suas dores e angústias.

Independente das motivações que levam alguém a procurar por terapias, cabe refletir sobre a questão da duração dessas terapias, pois é frequente a preocupação da pessoa em saber em quanto tempo ela terá os resultados que espera ter (que não necessariamente representam o que ela precisa, prioritariamente, obter de benefícios com a terapia).

A reflexão básica que lhe convido a fazer é:  por que terapias deveriam ter um tempo determinado para acontecer se a própria vida é dinâmica, impermanente e imprevisível? Como determinar um prazo para uma terapia, considerando que cada pessoa é um ser único, um campo único, que se modifica o tempo todo em função de vários fatores, entre eles, genética, epigenética, terreno biológico? Cada pessoa tem a sua própria e única situação em relação, por exemplo, aos receptores celulares, à sua forma de metabolização e de desintoxicação. Cada ser é um universo único!  Estes fatores já são suficientes para flexibilizar qualquer posição rígida quanto à duração e resultados de  qualquer terapia.

Em minha visão (inter e multidisciplinar), os resultados são obtidos por meio de várias atitudes, ações e intervenções que, atuando, em conjunto, no campo da pessoa, trazem resultados benéficos à sua saúde como um todo.  Não é tão simples isolar a “causa” de uma cura ou melhora, nem querer determinar qual é a “melhor” terapia ou terapeuta, embora essa tendência ainda seja frequente. O melhor será sempre o avanço da pessoa em sua jornada de autocura!

Por exemplo:  sentir-se acolhido, compreendido faz parte de um processo terapêutico. O vínculo entre terapeuta e cliente sempre existe em algum nível, o que não significa que tenha que perdurar pelo tempo que a terapia deva durar.  Em outras palavras, o cliente pode sentir a necessidade de mudar de terapeuta, o que não significa que deva parar com a terapia.

Outro exemplo:  a ética, a experiência, as técnicas adotadas pelo terapeuta são essenciais para o êxito da terapia, no entanto, o cliente também precisa estar aberto a fazer a sua parte, buscando compreender e colaborar com o processo terapêutico.  O terapeuta também precisa ter conhecimentos, experiência e sensibilidade para perceber quando é necessário orientar e, até mesmo, encaminhar o seu cliente para outro profissional, em função de um enriquecimento necessário ao processo terapêutico.

O tempo de terapia não vai determinar a melhora de um quadro ou a evolução de uma pessoa.  Tudo depende do ser humano e de como o seu campo se comporta com a terapia, se há ressonância entre a pessoa e a terapia/terapeuta.  Mesmo porque, as coisas não acontecem de forma igual para todos.  Os efeitos de uma terapia dependem do ponto em que a pessoa está e para onde ela quer, de verdade, chegar.

O poder da terapia não está só no terapeuta, mas acima de tudo, na vontade genuína do cliente de se curar ou criar novas realidades para a sua vida, revogando a sua própria avaliação sobre a sua dor, angústia ou doença.  Curar requer amar a verdade, que muitas vezes confronta o cliente, levando-o a desistir da terapia ou do terapeuta.

No meu entendimento as terapias representam o aprendizado contínuo de cuidar de nós mesmos, contando com a ajuda dos profissionais da saúde que adotam uma visão holística, sistêmica do ser humano.  A necessidade de terapia é constante na medida em que sempre há algo a ser reequilibrado em nossa vida.

Terapia ativa o corpo de luz, recobra, limpa, ressignifica memórias que estão no próprio DNA da pessoa, acima das questões perceptíveis através dos seus cinco sentidos, envolve o que é Divino no indivíduo, ou seja, a sua espiritualidade, a sua família espiritual.  Por exemplo:  se uma pessoa está apegada à sua doença e não tem interesse em compreender as origens dessa doença, não dá para esperar que ela entre em processos de cura enquanto ela não enxergar sentido em ativar a sua real vontade de cura.

Sim, terapias, para mim, tem a ver com buscar a verdade sobre nós mesmos.  Verdade essa que ilumina, mesmo quando nos confronta.  Assim, ouso afirmar que terapias são para toda a vida!

Terapeuta e Cliente:  um vínculo que precisa ser compreendido  

Depois de 10 anos atuando como terapeuta, decidi escrever este post para expressar a minha visão sobre como vejo o vínculo que se cria entre terapeuta e cliente.  Percebo que, atualmente, existem muitas terapias e técnicas, no entanto, nem sempre temos pessoas que se prepararam e se aprimoraram para trabalhar essas técnicas.  Também existem muitas pessoas interessadas em terapias, no entanto, é comum aparecerem muitas dúvidas na hora de escolher os terapeutas e as terapias. 

10 anos de caminhada como terapueta

O que é ser terapeuta?  A resposta para essa pergunta vai variar muito.  No entanto, acredito que existe um fato na vida de todo o profissional de saúde:  de alguma forma ele foi convocado a fazer um trabalho interior primeiro com ele mesmo para, então, atender as pessoas.  Afirmo isso porque acredito que qualquer profissão é uma reparação, ou seja, de alguma forma nos curamos através do nosso trabalho profissional, que vai nos desafiar de várias formas e também vai fazer florescer os nossos talentos, inclusive os mais ocultos.

Para mim, ser terapeuta é interagir com conhecimentos e técnicas, com a experiência, com a própria sabedoria e espiritualidade e buscar aplicar tudo isso, na prática, da forma mais simples possível.

Penso que a desqualificação do terapeuta desestrutura a vida do terapeuta e a vida do cliente.  Um terapeuta despreparado pode desestruturar tanto o seus chackras quanto os chakras do cliente.  Ter boas intenções, um bom coração, não é suficiente para lidar com a energia e a história do outro.  É preciso trabalho interior, treino, consciência e auto-responsabilidade pelo processo de se tornar e ser terapeuta.

Um dos principais desafios do terapeuta é estar preparado para aceitar o sofrimento do outro.  Mesmo porque, cada um vive o seu processo, ninguém pode viver o processo de outra pessoa.  Quando atendo o meu cliente, tenho sempre em mente que eu jamais poderei fazer por ele (a) o que ele(a) mesmo(a) tem que fazer.  Percebo que muitos terapeutas confundem compaixão com ter que intervir na vida do cliente.  Acredito que terapeutas emaranham mais com os clientes do que clientes emaranham com terapeutas. Portanto, é preciso cuidado para que o terapeuta não se envolva energeticamente com os seus clientes.

Pela minha experiência, percebo que nem sempre o que o cliente fala é importante, porque ele pode estar falando apenas das suas interpretações sobre os fatos de sua vida.  Ou apenas encobrindo fatos que ele não tem coragem de expor.  Por isso, penso que o grande papel do terapeuta é ajudar a pessoa a voltar-se para ela mesma e não para as interpretações que ela faz dos acontecimentos em sua vida.

Assim, lidar com as emoções (que vem do ego) e as informações (ou bioinformações) que estão no campo da pessoa é outro grande desafio do terapeuta.  Quanto trato uma pessoa, estou tratando o campo dela que é composto de energia e informação. Eu tenho que trabalhar em vários aspectos da vida da pessoa, que envolve vários campos sistêmicos.  Da mesma forma, o terapeuta tem que tomar muito cuidado com interpretações.  A interpretação é uma questão delicada nos processos terapêuticos. O terapeuta tem que olhar sentindo, tomar muito cuidado para não cair nas armadilhas da mente, que seduz, engana, ilude.  A interpretação e o excesso de compreensão tiram a força do cliente.  Exemplo:  quando um terapeuta explica demais pode bloquear o campo que está sendo tratado.

Trabalhando várias áreas do campo

Todo terapeuta, uma vez que se dispõe a atender outras pessoas, precisa, antes de mais nada, conseguir, dentro do seu processo pessoal, limpar e curar tudo o que os clientes trazem, que, muitas vezes, é parecido com o que ele sente, pois isso é um chamado da vida para o terapeuta curar primeiro ele mesmo.  Caso contrário, o seu campo de atendimento ficará limitado às suas questões pessoais, que provocarão também limitações no seu campo de atuação como terapeuta.

É muito importante o terapeuta avaliar, constantemente, quais são essas questões, qual a sua responsabilidade nos processos que acontecem na sua vida e limpar essas informações do seu campo.  Também é fundamental o terapeuta  se trabalhar a ponto de não se identificar, para que se torne apenas um instrumento de cura, sem acionamentos emocionais nele mesmo.

Outro cuidado que o terapeuta precisa tomar é o de não alimentar preocupações com o seu cliente, porque a preocupação é uma forma-pensamento que mais atrapalha do que ajuda.  Quando surgem situações difíceis com o cliente, é muito importante estar atento(a) à compreensão e não ao sofrimento ou à preocupação.   A transformação acontece na ação.

É fundamental que o terapeuta se desconecte energeticamente do seu cliente, caso contrário trará problemas tanto para ele (a) quanto para o cliente, como, por exemplo, a dependência.  Com a experiência, o terapeuta vai desenvolvendo uma percepção do campo do seu cliente, e percebe se ele está mais ou menos pronto para acelerar o seu processo de autocura.  O trabalho de um terapeuta tem que ser consciente.  Inclusive para ele se desconectar do cliente.

Entendo que um terapeuta tem que ter força em seu campo (energético e informacional) para sentir-se merecedor e em condições energéticas de atender o seu cliente, como um facilitador.  Caso contrário, haverá a identificação e isso é nocivo tanto para o terapeuta quanto para o cliente.

Por isso, outro aspecto fundamental na vida de um terapeuta é o quanto ele está conectado com a energia da prosperidade, qual é a sua compreensão de abundância, para que o seu campo pessoal possa atuar em níveis superiores.  O terapeuta não atende só com a sua mente.  Ele atende principalmente através da energia do campo.  Assim, no processo de atendimento é necessário atenção e cuidado com as energias intrusas.  Elas costumam se instalar quando a verdade que o campo do cliente traz é encarada de frente, trazendo o que ele precisa trabalhar prioritariamente.  Energias de abuso de qualquer natureza, por exemplo, são portas de entrada para energias intrusas.  Mergulhar na dor também dá espaço para energias intrusas.  Portanto, o terapeuta sempre precisa preparar-se energeticamente para as consultas e tratamentos de seus clientes.

A questão financeira é outro aspecto relevante nos processos terapêuticos.  Observo muitos terapeutas com dificuldades para lidar com a energia do dinheiro:  desde cobrar de forma justa e profissional pelo seu trabalho até administrar as suas finanças.  O terapeuta ajuda, facilita através do seu trabalho e é energeticamente recompensado com o dinheiro.  Ser terapeuta é uma missão e ele ganha dinheiro por consequência.

A auto-responsabilização é outro aspecto relevante de um processo terapêutico.  Tanto o terapeuta quanto o cliente têm responsabilidades a assumir. Alias, é mais fácil o terapeuta mexer no núcleo de problemas dos seus clientes do que nos seus próprios.  Por isso, penso que um terapeuta de verdade é aquele que consegue trabalhar com resultados para si mesmo.  Na medida em que eu me curo, eu ajudo a curar outras pessoas.

Nesse contexto estão as situações chamadas de “urgentes”.  Muitos clientes acreditam que porque pagam um terapeuta, o mesmo vai servi-lo dentro de qualquer necessidade.  Terapeuta não atende urgências.  Quem atende urgências são pronto socorros, hospitais, médicos. E o terapeuta precisa estar consciente de que ajudar o cliente é diferente de submeter-se ao cliente.

O terapeuta é um canal de cura e não é só por meio de palavras que ele age terapeuticamente.  As palavras servem para o esclarecimento.  O trabalho do terapeuta é no campo.  O terapeuta trata sistemas diversos que fazem parte da vida do cliente.  É a maturidade que vai trazendo ao terapeuta uma habilidade cada vez maior de lidar com o seu próprio campo e com o campo do cliente.  Quando estou no campo, estou em outro nível de consciência.  E inclusive posso perceber quando é o ego e quando é a essência do meu cliente que se manifesta.

Aprender a acionar o inconsciente do cliente é a questão de ser terapeuta.  O terapeuta tem que fazer uma estruturação de campo que vai abrir um portal, criar uma ressonância grande para que o campo do cliente possa ser conduzido a novas possibilidades.  O terapeuta sempre tem que estar atento sobre qual ressonância ele está criando nos seus clientes.  Se  os clientes me procuram com questões parecidas com as minhas, é um sinal de que preciso mergulhar nessas questões e tratá-las.  Uma mente poderosa não necessariamente é uma mente preparada.  Há mentes poderosas que penetram as pessoas.  Só ancorado é que o terapeuta pode ser benéfico.  Ou seja, criar ressonância momentânea, se retirar, se reestruturar e honrar a pessoa e a sua história.  O terapeuta tem que tomar muito cuidado para não alimentar o círculo vicioso de prender, aprisionar o cliente.  Terapia não é dependência.

Abrir o portal para novas possibilidades

Na minha visão, o terapeuta tem que estar sempre em formação! Mudar a si próprio, elevar a consciência e discernir sobre o que é preciso focar numa terapia é um grande desafio para o  terapeuta.   Um terapeuta não pode se perder em sua caminhada em nome de atender os seus clientes.  Ou seja, em primeiro lugar vem a caminhada do próprio terapeuta para, então, ele (a) ter condições de cuidar de outras pessoas. O terapeuta tem que olhar para os seus próprios processos dolorosos, ter uma disponibilidade interna para se fazer olhar, aflorar e curar por mais que isso doa…é um trabalho interior que vai até o fim da vida !

Tanto o terapeuta quanto o cliente precisam caminhar expressando sua vida com plenitude e amor. O terapeuta é um facilitador da cura, não a causa da cura.  Para mim, um bom terapeuta é aquele que, independente de conhecimentos, técnicas, protocolos, metodologias, ajuda a ampliar o nível de consciência do seu cliente.

Acredito que, independente de estarmos no papel de terapeuta ou cliente, todos nós estamos aqui para trazer algo libertador para nós e para o mundo.  Temos que ficar atentos para perceber os encadeamentos que o Universo faz para estarmos onde e com quem precisamos estar. Isso vale para terapeutas e clientes!  Ao mesmo tempo, nossos egos (nossas “certezas”) muitas vezes nos levam a caminhos que não necessariamente são saudáveis para nós. Portanto, orai e vigiai.  Interiorização e atenção.  Trabalho interior, hoje e sempre !

Mesa Quântica Estelar:  jornada da Luz!  

Tenho a convicção de que o caminho mais importante de nossas vidas é o caminho interior, o caminho que escolhemos para trilharmos dentro de nós mesmos.  Para isso, temos que estar realmente dispostos e com coragem de buscar a verdade e acolhê-la com um discernimento que vai além do intelecto, uma compreensão que transcende a visão material da vida.

Buscar respostas, porque temos muitas dúvidas, é natural.  E a revolução das terapias holísticas ou integrativas contribuem neste processo.  A Mesa Quântica Estelar (MQE) é uma dessas revoluções, que já está presente no mundo todo, por meio de mestres e operadores que fazem parte de um exército de trabalhadores da Luz.

Quando a Mesa Quântica Estelar (MQE) me convocou (sim, me convocou!) a conhecê-la e incorporá-la ao meu trabalho de terapeuta, eu estava me aprofundando na reflexão do porquê e para que ser terapeuta, além de um trabalho profissional.  Por quem ser terapeuta?

E, então, tive a reconfirmação de que ser terapeuta está ligado, acima de tudo,  ao meu caminho de vida, porque ser terapeuta, para mim, representa o meu sonho de infância: aprender e ensinar, buscando sempre a verdade! E sempre junto com outras pessoas.

Estamos envolvidos, diariamente, com ilusões.  Buscamos fugas que nos libertem da dor.  Disse Jesus: “Buscai a verdade.  E a verdade vos libertará.”   A MQE coloca a pessoa numa posição que a faça entender qual verdade é essa que ela está buscando.  Mostra à pessoa do que ela precisa para se libertar.

Como bem resume Rodrigo de Aldebaran, canalizador da Mesa Quântica Estelar:  “Somos um planeta na terceira dimensão, que pertence a um sistema solar, inserido numa galáxia de 400 bilhões de estrelas, onde nosso Sol está na margem da mesma, ao lado de 100 milhões de conjuntos de galáxias ainda maiores que compõe o nosso Universo, que não é o único existente.  E isso é só 10% do que realmente existe entre os planos e dimensões paralelas.”

As muitas dimensões do Universo

Uau ! A partir desta visão, fica mais fácil compreender o que são as Consciências Divinas que administram aqui: o nosso Universo.  Estas Consciências fazem parte da administração universal, como se fossem “cientistas cósmicos” responsáveis pela tecnologia, criação e manutenção dos planetas e suas respectivas dimensões que irão suportar corpos físicos e espirituais, projetados especificamente para essas experiências planetárias. 

Tudo neste grande Universo é fundamentado em análises, pesquisas, planejamentos e projetos de seres comprometidos com a evolução natural das espécies de diversas raças interplanetárias, que vivem experiências nos planos vibratórios dos planetas em que se encontram, a partir de projetos com começo, meio e fim, supervisionados e direcionados pelos Comandos Estelares do Sistema Solar. 

Estamos vivendo uma transição que é fácil de ser constatada diante de tantas mudanças em nossas vidas e no planeta Terra.  Basta prestar atenção naquilo que nos acontece em níveis mais sutis e constatar fatos, acontecimentos cotidianos e extraordinários, que muitas vezes passam despercebidos para aqueles que estão vivendo suas vidas adormecidos por ilusões e supostas verdades divulgadas na mídia.

E então vêm as perguntas:  quem somos nós diante do Universo? O que estamos fazendo aqui?  O que temos que fazer daqui para a frente? Qual o sentido das nossas vidas?  Em nome de que estamos vivos e vivendo? O que realmente é nosso por direito humano?

De alguma forma, estamos sendo chamados para uma nova consciência diante da nossa vida individual e coletiva.  Dentro desse contexto, a canalização da Mesa Quântica Estelar, por Rodrigo de Aldebaran, por meio da psicofonia e da psicografia, surge como um presente Divino para auxiliar qualquer pessoa que busca autoconhecimento e transformação em sua vida.

O Projeto da Mesa Quântica Estelar contém bases, estruturas cósmicas e espirituais, operação e fundamentos dentro das leis e justiças cósmicas.  Ela trabalha com os Orixás, Guias e Mentores Espirituais, Elementais da Natureza, Comandos Estelares  de Luz, com a Radiestesia, a Radiônica, a Física Quântica, a Psiônica e tem elementos Cabalísticos, que dão uma grande base para auxiliar todas as pessoas.

Na Mesa Quântica Estelar não há tempo nem espaço. Por meio de ferramentas eletromagnéticas, impregnadas na Mesa Quântica Estelar, é possível eliminar, transmutar e encaminhar energias deletérias, ajudar a pessoa a ter uma conscientização da sua realidade atual, a harmonizar-se com a sua centelha divina, tudo isso para uma transformação ampla na vida da pessoa e para o bem do todo.

A beleza da Mesa Quântica Estelar também está na energia que nasce de dentro para fora da pessoa, influenciando-a e  direcionando-a para uma transformação natural, que já estava prevista, através de um auxílio ou de uma graça divina na vida dela.

Como é a Mesa Quântica Estelar?

O Projeto Mesa Quântica Estelar atualmente conta com mais de 100 professores e mais de 3.000 operadores dessa técnica, espalhados pelo mundo todo.

Mesa quântica estelar

Fisicamente, a Mesa Quântica Estelar é uma tábua de PVC com diversos gráficos da geometria sagrada, conhecidos também pelo inconsciente coletivo.  A mesa traz como se fosse uma “história” do processo de evolução espiritual da pessoa, levando em conta o passado, o presente e o futuro. Ela é atemporal.  Ajuda a mostrar onde realmente a pessoa quer chegar para realizar a sua missão.

O operador da Mesa Quântica Estelar, através de sua mente não racional, em estado Alpha, projeta as imagens ao universo, criando uma sintonia imediata e que trabalha a favor da Luz, do discernimento, do Amor para si próprio e para o cliente.  O terapeuta ou operador tem que estar sempre se aprimorando nesse processo, através do seu próprio trabalho interior.

A MQE pode ser consultada para várias finalidades:  autoconhecimento, questões que exigem mais clareza, para uma situação de dificuldade (saúde, profissional, afetiva, familiar, etc.) entre outras.

A MQE trabalha todas as áreas e aspectos da nossa vida.  Trazendo a luz onde há escuridão.  Basta ter o desejo e a vontade de auxiliar para operar uma Mesa Quântica Estelar. Esse é o primeiro passo e as portas se abrem naturalmente. Isso vale também para o cliente:  o primeiro passo é querer.  Querer mudar, transformar algo em sua vida.  Não precisa acreditar.

Nem sempre temos condições de entender verdadeiramente a nossa realidade.  O que parece prioridade, muitas vezes é só um sinal de que algo muito profundo, precisa ser reconhecido, acolhido, limpado, corrigido e transmutado em nossa vida.  Reconhecer o verdadeiro problema, a questão prioritária, é a proposta básica da MQE, um instrumento maravilhoso de autocura e evolução individual e coletiva.

O que é ter saúde?

O que é ter saúde? Para responder a essa pergunta, é necessário primeiro compreendermos, minimamente, como é possível estarmos vivos em nosso corpo humano, apesar de todas as agressões que fazemos, voluntária ou involuntariamente, com ele.

É uma pena que, até hoje, as escolas pouco ensinem sobre as maravilhas da natureza, onde está incluído o funcionamento do organismo humano.  A eficiência e a complexidade com que ele responde a todos os tipos de informações, boas ou ruins, que chegam a todo momento é simplesmente divina.  Verdadeiros milagres acontecem 24 horas por dia para conseguirmos nos adaptar e sobreviver.

Para que o nosso organismo funcione com essa capacidade de resposta, assim como nas empresas, ele conta com dois comandos básicos:  o comando gerencial, que decide, responde, avalia o que deve ser adaptado; e o comando operacional, que executa tudo aquilo que se exige para a operação e a adaptação.

O comando gerencial é chamado pela ciência de Sistema Psiconeuroimunoendocrino, denominado cientificamente de PNEI.  Em outras palavras, o PNEI é o conjunto dos três sistemas que controlam toda a atividade do nosso organismo e que utilizam células sinalizadoras para transmitir seus comandos, suas ordens.  Seu centro operacional é o sistema neurológico.  É ele que comanda todas as atividades e funções orgânicas. Todas as informações chegam a ele:  as biofísicas, proprioceptivas, bioquímicas.  É o sistema neurológico que define as melhores estratégias adaptativas e operacionais e, para isso, trabalha de forma totalmente integrada com outros três sistemas:  o psíquico, o endocrinológico e o imunológico.  Daí o conceito de PNEI.

O comando operacional é composto pelo organismo como um todo.  Desde o sistema básico das células e sua Matriz (ou Matrix) Extracelular, até cada órgão e todos os sistemas orgânicos.  A matriz extracelular é um meio pelo qual as células se comunicam com todo o resto do sistema (nosso corpo) e ela tem um ciclo de 120 dias de renovação para se manter sempre limpa e operativa.  Manter a matriz limpa é fundamental para evitar o sofrimento celular e, consequentemente, as doenças.

Alguns sistemas como o sistema Ósteo-articular, o digestório ou o circulatório, são apenas operacionais.  Já os sistemas neurológico, imunológico e endocrinológico são gerenciais e operacionais ao mesmo tempo.

As células, com a Matriz Extracelular, são a base do organismo e têm atividades fundamentais, especialmente para a geração de energia.  O sistema endocrinológico é fundamental no comando de tais atividades promovidas pelas células, pois ele trabalha em duas pontas:  uma no cérebro (na zona do hipotálamo), que comanda a produção dos hormônios pelas glândulas, e a outra diretamente nas células (receptores).

Quando os hormônios se conectam com os receptores, eles formam o chamado CRH:  Complexo Receptor Hormonal.  É a partir das alterações energéticas e dos inúmeros eventos bioquímicos, originados pelo complexo CRH, que ocorrem a geração de energia e as produções celulares.  Em outras palavras, as atividades celulares vivem em uma eterna dança energética-bioquímica.

Voltando à questão sobre o que é ter saúde, investir na nossa sobrevivência como indivíduos virou urgente!  Para mim é claro que estamos num momento de reconsiderar a nossa sobrevivência tanto no aspecto da qualidade quanto de quantidade de vida. Como manter felizes as nossas células imersas na Matriz?  Afinal, a qualidade da Matriz Extracelular é que determina a qualidade de nossa vida!

A ciência já comprova que os desequilíbrios acontecem por alterações na geração de energia e na produção das células, as duas funções fundamentais comandadas pelo complexo CRH.  As alterações energéticas, envolvendo as frequências vibracionais dos receptores, são a razão principal de tudo isso!  Contaminação eletromagnética, de metais pesados e parasitária também está envolvida nesse processo.  E, muitas vezes, é ignorada pela medicina tradicional.

Penso que um ponto de partida para reavaliarmos nossos conceitos sobre saúde é a REFLEXÃO, com mais consciência, sobre o quanto e como estamos cuidando de todos os comandos que viabilizam a nossa sobrevivência e também sobre o quanto estamos cuidando do nosso espírito, pois é ele que alimenta o sentido para a nossa vontade de viver bem e bastante.

Aproveite ter chegado até aqui na leitura deste post para responder estas perguntas para você mesmo(a), com base em suas experiências de vida.  O que é ter saúde para você? O que você mudaria já na sua forma de administrar a sua saúde?  E meu desejo é: muita saúde para você!

 

Este texto foi inspirado em artigos e aulas com o meu professor Dr.José Irineu Golbspan, Médico Nutrólogo e Homeopata. 

 

 

O CAMPO:  leitura indispensável para quem quer conhecer a história da nova ciência

Se você quer conhecer a história dos verdadeiros avanços na ciência, leia o livro O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart (Editora Rocco, 2002).  Ela é uma referência internacional quando o assunto é medicina não convencional e também é uma palestrante internacional.

 

As descobertas relatadas em seu best seller, O Campo, justificam cientificamente como agem as terapias frequenciais. São histórias emocionantes das descobertas de cientistas do mundo todo e de suas lutas pessoais para desbravar novos caminhos para a ciência.  São centenas de estudos científicos relatados, uma oportunidade para você rever seus conceitos e crenças sobre o que é ciência e o que é científico.

Os estudos relatados em O Campo demonstraram cientificamente que:

  • A cura à distância funciona;
  • Podemos influenciar o mundo e o corpo com nossos pensamentos;
  • A visão remota existe;
  • As reações do nosso organismo não são ditadas unicamente pela química, e sim por frequências eletromagnéticas ultrafracas;
  • O universo é uma rede de energia e informação interligada e podemos acessá-la por meio de nossa intenção. Esta rede é o que ela descreve em seu livro como “o campo do ponto zero“.

A importância de conhecer o seu Terreno Biológico

No final do século XIX, o bioquímico e farmacêutico francês Gabriel Bertrand demonstrou a importância dos minerais que, encontrados em organismos vivos, animais e plantas. Usados em ínfimas quantidades, os minerais tinham o papel fundamental como biocatalisadores nas funções enzimáticas e chamou alguns desses minerais de Oligoelementos.

O metabolismo é o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos.  Nas células também  ocorrem reações químicas.  As enzimas são catalisadores que fazem com que essas reações químicas aconteçam mais facilmente.  Algumas enzimas necessitam de um co-fator (ex. ferro, cobre, zinco, potássio, sódio, magnésio) para a sua ação catalítica, que vai promover a ionização do oligoelemento, permitindo que ele atravesse mais rápido para a membrana plasmática.  A ionização evita todo o trâmite que o alimento tem que passar para chegar até o seu destino.

Mais tarde, em 1932, o médico francês Jacques Menetrier  apresentou a Tese das Diáteses, comprovando o uso clínico dos oligoelementos ou minerais catalíticos na correção do terreno biológico ou perfil biológico do indivíduo. Ele descobriu que os oligoelementos não atacam sintomas para fazê-los retroceder e, sim, recuperam os pontos débeis e falhos do terreno biológico, contribuindo para a autocura.  Esse método de terapia foi batizado de Medicina das Funções. 

O terreno biológico envolve o funcionamento das células

O termo “diátese”, que tem sua origem na palavra grega “diathesis”, significa “disposição para”.  É o nome dado ao conjunto de sintomas e sinais das doenças (características semiológicas) que permite conhecer o perfil biológico (terreno biológico) do indivíduo. Para Jacques Menetrier, a diátese traduz uma disfunção que vai perturbar o funcionamento harmonioso do organismo, levando-o, aos poucos, a desarranjos e processos degenerativos.

 

A diátese representa o conjunto de características que definem o perfil biológico da pessoa, levando em consideração os aspectos físicos, intelectuais e psicológicos demonstrados.  Também chamada de Síndrome Reativa, por André Dupouy, uma diátese exprime a transição entre um estado de saúde e um estado de doença.  Relaciona-se com uma disfunção orgânica e é reflexo da evolução desses estados, ou seja, nascemos com uma diátese constitucional (I ou II) e, no decorrer da vida, através dos vários desequilíbrios  que, se não forem tratados, nos levam para as diáteses seguintes.

A diátese traduz um estado de desequilíbrio, é uma disfunção que perturba o funcionamento orgânico e que conduz, de forma progressiva, à desordem e à degeneração.  Cada diátese ou terreno possui o seu mineral corretor de base.

O estado do terreno biológico de cada pessoa é identificado por meio de anamnese (perguntas realizadas pelo terapeuta) e biorressonância, assim, o Quantec também me ajuda nesse processo inicial para avaliar sintomas e possíveis diátesas.  Nos tratamentos que recomendo, costumo indicar os produtos da Fisioquantic, que tem linhas específicas com oligoelementos. Outros tratamentos são, normalmente, associados. É de fundamental importância esta análise para se estabelecer o terreno biológico da pessoa, porque assim, o nível de resposta do organismo será mais rápido e eficiente, contribuindo para retomar o equilíbrio, o bem-estar e a harmonia.

Vida em equilíbrio

 

 

 

Resgatando uma Medicina Sistêmica: livro escrito pelo médico e professor Dr.José Irineu Golbspan

O livro Resgatando uma Medicina Sistêmica, de Dr.José Irineu Golbspan (Paraná, Brasil, 2016) é muito indicado para quem quer  compreender e refletir, à luz do conhecimento e da sabedoria, o que é a verdadeira ciência e a verdadeira medicina. Considero que seja uma obra escrita com muita honestidade, inteligência, cultura e experiência por este médico e professor.

Com muito afinco, o Dr. Golbspan entra em questões históricas, filosóficas, tecnológicas, científicas que nos fazem não só compreender melhor o que é a medicina baseada em uma nova ciência, como também ao que ela deve servir:  à saúde integral, à paz, à felicidade, ao amor e menos à dor, ao temor, ao rancor, ao controle, às estruturas energéticas de pensamento grupal.

Esse livro é uma luz para tantas interpretações errôneas de temas relacionados à medicina e à ciência, por desconhecimento e, arrisco afirmar, até por desinteresse, porque é mais cômodo simplesmente repetir o que se ouve na mídia do que ler e estudar sobre os assuntos que afetam a nossa vida pessoal e coletiva.

Leitura imperdível !