Arquivo da categoria: Cura

O desafio da cura

Há uma grande diferença entre ausência de sintomas e bem estar.  O bem estar é consequência do grau de integração entre corpo físico e corpos sutis.  A ausência de sintomas não necessariamente pressupõe bem estar.  Quando temos bem estar, há vida em nossa vida, vivemos a vida além da sobrevivência, com propósitos e com sentido e com verdadeira disposição para superar as nossas dificuldades.  Essas diferenças nos fazem refletir sobre o que pode ser a verdadeira cura.

É impossível ignorar a importância da espiritualidade e do nível de consciência quando falamos em saúde e bem estar.  Compreender a si mesmo, abrir-se para aprendizados e novas ideias, crescer psicologicamente e espiritualmente estão entre as questões-chave diretamente ligadas ao bem estar.  E também é fundamental considerar os efeitos da mente sobre o corpo, fatores psicológicos, reações emocionais às circunstâncias da vida (inclusive às doenças).  Até a medicina tradicional afirma que a mente e o corpo exercem grande influência um sobre o outro.  Assim, uma doença que está no físico produz stress emocional, tanto quanto perturbações emocionais afetam nocivamente o físico.

Sem uma visão holística, é impossível um tratamento genuíno, e é essa lacuna que as terapias integrativas e complementares preenchem, pois ainda é frequente, por várias razões,  médicos tradicionais não abordarem questões relevantes (além de sintomas físicos) com seus pacientes.

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Para irmos fundo na questão do bem estar, precisamos rever os nossos hábitos sobre como lidamos com as adversidades em nossa vida.  A maioria das pessoas adquire mecanismos de defesa e estratégicas de sobrevivência de uma forma muito passiva e aleatória, ou seja, limitam-se a repetir atitudes e comportamentos (muitas vezes herdados do sistema familiar e da sociedade), apenas reagindo para sair de situações difíceis.

Essa estado autômato do ser humano é um aspecto que faço questão de enfatizar, porque, em outras palavras, muitas vezes agimos apenas com base nos nossos hábitos, sem pensarmos o que verdadeiramente desejamos plantar e colher em nossas vidas.  Agimos no “piloto automático”,  não nos dando conta de que esse automatismo é fruto de questões mal resolvidas em nosso inconsciente.  Essas estratégias adaptativas ou de sobrevivência podem se manifestar através de impulsos, vícios, transtornos, entre outros.  Aprender novas estratégias para sobreviver e viver é fundamental para o nosso bem estar e para isso precisamos encarar o que se passa nas profundezas do nosso ser ou em nossa mente inconsciente.

Não é o médico ou o terapeuta que vai dizer para a pessoa qual deve ser a nova estratégia para viver sua vida e sim ela mesma, a partir de sua vontade de descobri-la.  Profissionais da saúde são facilitadores, e muitas vezes, até educadores nos processos de salvar vidas ou curar pessoas.

Curar-se é enveredar por um campo de diversos tipos de stresses biológicos tais como o stress psicológico, a deficiência nutricional, a sobrecarga alergênica, poluentes ambientais, superexaustão física, variação extrema de temperatura, contaminação microbiológica, contaminação por metais pesados, efeitos colaterais de medicamentos alopáticos, radiação de baixo nível, poluição eletromagnética, stress geopático, energias de pensamento negativo, entre outros.  Por isso, é importante lembrar que além do stress emocional e psicológico, existem muitos agentes estressantes que podem afetar nocivamente o campo bioenergético humano, produzindo reações físicas que levam aos estados de doença.

Muitas influências sutis promovem estados doentios.  Essas influências ocultas (muitas vezes negadas pela medicina tradicional e não identificadas em exames convencionais de laboratório) geram muito sofrimento e podem ser chamadas de miasmas, que são certos estados de energia que induzem a doenças e que são causados por perturbações sutis no biocampo humano.   Os miasmas também podem ser associados a bloqueios emocionais e enfermidades espirituais.

Como afirma o médico Richard Gerber, que escreveu há muitos anos atrás o livro Medicina Vibracional – Uma Medicina para o Futuro, “as condições miasmáticas deixam o organismo num estado energético de colapso potencial do sistema ou de suscetibilidade a doenças.  Os miasmas tendem a impedir o fluxo de força vital para dentro do sistema bioenergético humano e também facilitam a manifestação de muitos tipos diferentes de doenças.  Esses miasmas podem ser tratados com diversas formas de terapias vibracionais que restauram o equilíbrio energético com a força vital.”

Que neste momento de grandes aflições e reflexões, forçadas pela pandemia do Coronavirus, possamos, conscientemente, a cada dia, superar nossos bloqueios emocionais e psico-espirituais crônicos em nome de manifestar o nosso Eu Superior, seja através do nosso Ego, seja através do nosso espírito e assim, reconhecermos individualmente e coletivamente a nossa própria Divindade, que talvez seja a verdadeira cura.

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Padrão frequencial: fator-chave para o nosso bem estar

Além de energia, somos um conjunto de várias frequências, que podem ser medidas em Hz (Hertz).  O conjunto dessas frequências formam em cada indivíduo, uma frequência própria e única, como se fosse uma “assinatura vibracional ”.  Somos únicos em nossos organismos, em nossos corpos, tanto físicos quanto sutis. Dependendo da sua frequência vibracional, uma pessoa terá mais ou menos saúde física, emocional, mental e espiritual.

Nossa frequência é afetada o tempo todo por vários fatores, inclusive, pelo ambiente externo.  Uma pessoa com frequência inferior a 62HZ, terá a sua saúde inevitavelmente comprometida. As consequências na baixa da frequência são muito variadas e, dependendo da queda, graves, como por exemplo o câncer, que começa numa frequência abaixo de 42Hz.

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Em resumo, estados/padrões da pessoa como um todo somados ao ambiente onde ela está inserida resulta no seu padrão frequencial.

As terapias frequenciais/vibracionais são terapias complementares que contribuem significativamente para o reequilíbrio desses complexos sistemas frequenciais em nossos corpos.  Entre elas estão as terapias florais, frequenciais e a radiestesia/radiônica, com as quais trabalho.  Podemos afirmar que, terapias vibracionais, são como uma linguagem que atua em nossas células, capaz de abrange-las e tratá-las em múltiplos aspectos.

Uma das grandes vantagens em se realizar uma terapia vibracional é que ela pode ser associada a outros tratamentos, tanto a medicações alopáticas convencionais quanto a outras terapias integrativas complementares.

É importante compreender que quando uma pessoa passa por um tratamento vibracional, o processo de auto-cura se dá não através de bioquímica e sim por ação biofísica, que significa via campo informacional.

Através de bioinformações, que mexem no campo eletro-magnético-informacional da pessoa, ocorrem como se fossem induções para um reequilíbrio energético de células, sistemas, órgãos, além de um acesso às informações que estão em nosso inconsciente, para limpar padrões desequilibrantes e ativar bioinformações equilibrantes.  Os padrões desequilibrantes e seus efeitos podem estar tanto no corpo físico quanto em outros corpos sutis (emocional, mental, duplo etérico e espiritual).

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Essa mudança no campo é possível porque nossas células têm sua própria capacidade informativa, ou seja, se ativadas através das bioinformações, não ficam dependentes somente de elementos bioquímicos para sua transformação.

Assim, a biofísica tem um papel fundamental na saúde humana, pois esses elementos biofísicos são como informações que põe VIDA na vida das células, indicando novos caminhos para se regenerarem, além de neutralizar padrões físicos, emocionais e mentais nocivos à pessoa.

Leia também: A revolução da nova ciência,

Os princípios dos tratamentos à distância

Querer é poder ? Mais reflexões sobre radiônica

Medo e a crise do coronavírus

Decidi escrever este post considerando tudo que venho experimentando e observando em mim e à minha volta nesses tempos de coronavírus.  Entendo que refletir sobre o tema “medo” tornou-se providencial, pois em maior ou menor grau, todos nós estamos nos deparando com os medos que surgem entre encarar a crise que vivemos e a persistência que precisamos ter para atingir as metas de superar uma epidemia.

Imagino que todos que estiverem lendo este texto vão concordar que vêm recebendo um excesso de informações e interpretações sobre tudo que envolve o coronavírus e que, muitas vezes, sentem-se confusos e cheios de dúvidas.  Todas essas mensagens contem sistemas lógicos para anunciar que aquilo que está sendo apresentado é a verdade absoluta.  E é aí que mora o perigo, porque tudo que acreditamos de verdade, converte-se em realidade.

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Quando nos deparamos com essas informações, a questão é o quanto cremos em seu conteúdo.  Porque o crer é o que nos empodera, ou seja, o fato de eu acreditar em algo torna aquele algo possível, pelo menos para mim e, consequentemente, vou criar aquela realidade específica, que acreditei como possível.  No entanto, o acreditar é diferente do objeto da crença:  uma coisa é eu acreditar em algo.  Outra coisa é o que, desse algo que eu acredito, irá tornar-se realidade.

Como afirma o filósofo, psicanalista clínico e pesquisador da mente humana, Prof. Juan Ribaut “crer não é simplesmente dizer que acreditamos.  Quantas e quantas coisas dizemos que acreditamos, porém só acreditamos intelectualmente, mas o subconsciente não acredita. ”

E o que tem a ver o medo com ACREDITAR?  Tudo que acreditamos pode ou não alimentar os nossos medos.  Só que há um detalhe relevante, que em geral é ignorado:  o medo que não devemos alimentar é, principalmente, o medo que está em nosso subconsciente, pois é esse medo que tem a força, são as crenças subconscientes as que realmente nos fazem agir.  Por isso, não basta acreditarmos (só conscientemente) que vamos superar uma crise como a que estamos passando.  É necessário que o nosso “crer consciente” esteja ligado ao nosso “crer subconsciente”, pois é ele que tem o poder de criar, de se comunicar com a essência, para que aquilo que desejamos tenha a força de acontecer, de se concretizar.  Pois, como afirma o Prof. Juan Ribaut, estamos em um “mundo com Leis”, Leis Divinas que se manifestam na prática através da “essência que está por trás de tudo” em nossas vidas.  Quando creio (inconscientemente) em algo, esse algo se torna realidade, pois me conecto ou “informo” a energia primordial, que comanda essas Leis Divinas.

E como mudar esse estado de medo inconsciente?  Mudando os objetos de nossas crenças, pois os objetos das nossas crenças têm ligação direta com aquilo que podemos escolher.  Exemplo:  em vez de combater o que não queremos, escolher visar objetivos específicos ligados aquilo que queremos.  Exemplos:  a paz individual, a paz mundial, o fim do medo do coronavírus, que a Luz guie as decisões dos nossos governantes, o restabelecimento e a tranquilidade em todas as nações, sintonizar-se e divulgar somente informações confiáveis e saudáveis.  Não se trata de negar fatos, e sim, de aceitá-los para então escolhermos o que vamos fazer com eles visando criar as novas realidades que desejamos através de atitudes e comportamentos que focam nossos objetivos claros e concretos.  Lembre-se: “aquilo que conseguimos acreditar, conseguimos criar”.  Essa é uma Lei Universal, sob a qual o nosso subconsciente trabalha quando temos um objetivo claro que funciona como um motivador fundamental da vida.  Ter o interesse de MUDAR já é um grande passo para que nossas vidas sejam diferentes e assim, possamos influenciar nos fatos através da nossa capacidade de criar realidades.

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Então, diante do medo nessa crise do coronavírus, que desenvolvamos a nossa capacidade de unir nosso consciente e inconsciente, através de objetivos claros e motivação ardente para a mudança.  Não basta racionalizações, é preciso que nos motivemos a encontrar (dentro de nós) um sentido para essa crise que estamos vivenciando.  Só assim estaremos verdadeiramente motivados a mudar os objetos das nossas crenças, e assim, mudar esse estado de medo inconsciente, que age solto, sem a consciência o conduzindo eficazmente.

Desejo que esta breve reflexão sirva de estímulo para lhe encorajar a ver, com novos olhos, a situação que estamos vivendo, inclusive como oportunidade de ampliarmos a nossa capacidade de nos cuidarmos individualmente e coletivamente e vivermos nossas vidas mais como seres humanos livres e menos como seres autômatos, acorrentados a hábitos, lógicas e rituais que só retroalimentam medos e crenças nocivas inconscientes.

Fontes de Pesquisa:

  • Radiônica a Ciência do Futuro – Juan Ribaut – Editora Alfabeto.
  • Energia Mental – A Imaginação, um mundo além da razão – Juan Ribaut – Editora Roka.

 

Benefícios e resultados com terapias: o que considerar para evitar frustrações

Cura ou autocura é um tema complexo e que nos remete à seguinte pergunta:  como podemos compreender os resultados obtidos com as terapias holísticas, que nem sempre são tangíveis? Por que as pessoas percebem, de forma tão diferente, os resultados com terapias? Por que um terapeuta que tenha sido “bom” para mim, pode ter sido “ruim” para outra pessoa? Neste post, meu objetivo é abordar estas questões, com base nos meus estudos e experiências de vida e como terapeuta.  

Antes de tudo, é importante ressaltar a importância da escolha criteriosa do terapeuta, levando em conta não só a sua formação, conhecimentos, experiência e profissionalismo, como também a ressonância que precisa existir entre o coração do terapeuta e o coração do seu cliente.  

Assim, a partir desta escolha, lembro que muitas estratégias de tratamentos integrativos/complementares já são providas de comprovação científica, baseada em sólida argumentação pelas Leis da Física. Entretanto, a maior parte das pessoas tenta prever os benefícios das terapias holísticas a partir de critérios estabelecidos pela nossa mente racional e nossa vontade de que todas as mudanças ocorram conforme o nosso desejo e o mais rápido possível.

O que estou considerando, na reflexão proposta neste post, é que nas terapias holísticas estamos falando de tratamentos que mexem com nossas energias sutis, que estimulam a criação de melhores condições para que o nosso potencial humano nos conduza ao que há de melhor para o nosso desenvolvimento psicológico, físico, espiritual, mental e emocional. Inevitavelmente, estes tratamentos vão mexer com a genética das possibilidades, com o nosso DNA energético (que é a maior parte do nosso DNA). Assim, saímos da fatalidade para novas possibilidades. Ao mesmo tempo, devemos aprender a lidar com nossas ansiedades, nossa vontade de fugir ou de evitar os desconfortos inevitáveis quando vivemos a experiência de despertar e experimentar renovações e transformações em nossas vidas – sejam elas provocadas por nossa livre escolha ou pela vida.

A ideia de que possamos passar pela vida sem qualquer desconforto é fantasiosa e até mesmo uma boa desculpa para não trabalharmos a nossa sombra, ou seja, encararmos o nosso inconsciente, que rege a maior parte do que fazemos em nossas vidas.  Por isso, aqui vão alguns pontos que merecem reflexão ao avaliarmos os resultados que obtemos com terapias:

  • Um sintoma pode ser doença ou cura.  Por isso, precisamos ter cuidado ao interpretar sintomas, especialmente quando estamos fazendo um tratamento com terapias integrativas complementares. O que chamamos de “crises de cura” (efeitos de limpeza e purificação através de terapias integrativas/complementares)  podem ser confundidas com piora, regressão, quando, de fato, o que pode estar acontecendo é uma faxina mental e emocional, que pode se manifestar no físico.  Podemos comparar com o processo de reforma em uma casa: dependendo da reforma, as mudanças provocam mais ou menos poeira. Da mesma forma, num processo terapêutico vibracional, quando o consciente de uma pessoa sabota o que o inconsciente quer fazer, a poeira costuma ser grande!
  • O nosso inconsciente carrega a nossa sombra que representa o material psicológico que reprimimos, rejeitamos, negamos ou nos dissociamos. Não adianta “encaixotar” a nossa sombra!  Terapias integrativas complementares, especialmente as vibracionais, nos ajudam a lidar com a sombra que vem à superfície para, então, nos familiarizarmos com ela, nos apropriarmos dela e, posteriormente, eliminarmos os sintomas dolorosos e também vermos a nós mesmos de uma forma mais verdadeira e saudável. 
  • Pode ocorrer da frequência vibracional desencadeada por terapias vibracionais ser tão orgânica que a pessoa em tratamento nem percebe com o seu lado racional ou com os seus sentidos e condicionamentos mentais.  Com base na minha experiência como terapeuta, é frequente pessoas próximas perceberem mudanças que ela mesma não reconhece.   

 

Mas, como encararmos as dificuldades para percebermos as novas possibilidades concretamente?  Na minha visão, é tomando uma decisão verdadeira de ACREDITAR QUE É POSSÍVEL A MUDANÇA QUE QUEREMOS FAZER EM NOSSAS VIDAS.  É reaprendendo a nos perceber. 

Precisamos ficar mais atentos a nós mesmos (não como cobradores ou juízes), experimentando o nosso cotidiano de forma mais ampla, percebendo a nossa vida em outras dimensões.  Podemos descobrir a nossa essência sempre presente, que nos observa e orienta o tempo todo, independente dos nossos estados de consciência, espirituais, de humor, físicos, emocionais, mentais ou do que ocorre à nossa volta.     

Ainda temos muita dificuldade de harmonizar o nosso consciente e subconsciente. Esse é um dos entraves para aproveitarmos e assimilarmos as terapias que fazemos.  Geralmente, nos prendemos ao terapeuta ou à técnica terapêutica, quando o que importa é o efeito do conjunto de ações para aprendermos a lidar com aquilo que nos incomoda e que podemos chamar de promover a  “autocura”

Praticamente falando, o que quero dizer é que quando acreditamos que um terapeuta ou uma terapia não nos trouxe resultados, no fundo, estamos equivocados, pois essa experiência, embora não reconheçamos,  pode inclusive ter nos propiciado melhores condições para encontrarmos outro terapeuta/outra terapia que, na nossa percepção do momento, poderá nos ajudar de uma forma melhor. 

Quando nos submetemos a uma terapia vibracional radiônica, por exemplo, ocorrem revelações, decorrentes dos códigos de saúde que nos são enviados por meio de bioinformações.  Nosso inconsciente é que vai escolher os caminhos a partir desse tratamento.  Não há uma regra ou pressuposto que determine o que exatamente vai acontecer. 

Uma terapia vibracional tem como meta criar as melhores condições para que a pessoa volte mais rapidamente para um estado de maior equilíbrio, de conexão com a sua essência, com o Planeta Terra e, consequentemente, com o Universo, colocando mais vida em sua vida e, portanto, mais saúde.   Medir isso com a mente racional é impossível.     

Na minha visão, o resultado de uma terapia nunca poderá ser avaliado isoladamente.  Ele depende dos vários elementos do conjunto de vida da pessoa e, inclusive, de outras terapias, em andamento ou já realizadas.   

Resultados com terapias vão muito além de promessas e expectativas atendidas no curto prazo.  Envolvem fazermos um balanço, de tempos em tempos, sobre o quanto há de mais vida em nossa vida e os avanços que conseguimos realizar para aumentar o nosso amor próprio, a nossa autopercepção, o nosso autoconhecimento e o nosso autorreconhecimento como seres humanos mais confiantes perante o sentido da nossa existência. 

Terapia:  até quando?

Felizmente, contamos, atualmente, com inúmeros tipos de terapias, entre elas as terapias integrativas complementares, que servem para contribuir, de forma sistêmica, com o processo de acessar caminhos de cura ou prevenção de doenças.  Antes de entrar no tema, é preciso lembrar que a palavra terapia vem do grego, “therapeia”, que significa “o ato de curar”, de “restabelecer”.

Pela minha experiência, as pessoas em geral procuram terapias quando estão passando por uma fase muito difícil da vida, seja no aspecto da saúde física como também em outros aspectos ligados aos corpos emocional, mental e espiritual.  Há quem procure terapias para mergulhar mais fundo em seu processo de autoconhecimento.  Existem pessoas, inclusive, com fantasias sobre terapias e terapeutas, a ponto de acreditarem que exista o profissional “ideal”, que “sabe tudo” e que vai resolver todas as suas dores e angústias.

Independente das motivações que levam alguém a procurar por terapias, cabe refletir sobre a questão da duração dessas terapias, pois é frequente a preocupação da pessoa em saber em quanto tempo ela terá os resultados que espera ter (que não necessariamente representam o que ela precisa, prioritariamente, obter de benefícios com a terapia).

A reflexão básica que lhe convido a fazer é:  por que terapias deveriam ter um tempo determinado para acontecer se a própria vida é dinâmica, impermanente e imprevisível? Como determinar um prazo para uma terapia, considerando que cada pessoa é um ser único, um campo único, que se modifica o tempo todo em função de vários fatores, entre eles, genética, epigenética, terreno biológico? Cada pessoa tem a sua própria e única situação em relação, por exemplo, aos receptores celulares, à sua forma de metabolização e de desintoxicação. Cada ser é um universo único!  Estes fatores já são suficientes para flexibilizar qualquer posição rígida quanto à duração e resultados de  qualquer terapia.

Em minha visão (inter e multidisciplinar), os resultados são obtidos por meio de várias atitudes, ações e intervenções que, atuando, em conjunto, no campo da pessoa, trazem resultados benéficos à sua saúde como um todo.  Não é tão simples isolar a “causa” de uma cura ou melhora, nem querer determinar qual é a “melhor” terapia ou terapeuta, embora essa tendência ainda seja frequente. O melhor será sempre o avanço da pessoa em sua jornada de autocura!

Por exemplo:  sentir-se acolhido, compreendido faz parte de um processo terapêutico. O vínculo entre terapeuta e cliente sempre existe em algum nível, o que não significa que tenha que perdurar pelo tempo que a terapia deva durar.  Em outras palavras, o cliente pode sentir a necessidade de mudar de terapeuta, o que não significa que deva parar com a terapia.

Outro exemplo:  a ética, a experiência, as técnicas adotadas pelo terapeuta são essenciais para o êxito da terapia, no entanto, o cliente também precisa estar aberto a fazer a sua parte, buscando compreender e colaborar com o processo terapêutico.  O terapeuta também precisa ter conhecimentos, experiência e sensibilidade para perceber quando é necessário orientar e, até mesmo, encaminhar o seu cliente para outro profissional, em função de um enriquecimento necessário ao processo terapêutico.

O tempo de terapia não vai determinar a melhora de um quadro ou a evolução de uma pessoa.  Tudo depende do ser humano e de como o seu campo se comporta com a terapia, se há ressonância entre a pessoa e a terapia/terapeuta.  Mesmo porque, as coisas não acontecem de forma igual para todos.  Os efeitos de uma terapia dependem do ponto em que a pessoa está e para onde ela quer, de verdade, chegar.

O poder da terapia não está só no terapeuta, mas acima de tudo, na vontade genuína do cliente de se curar ou criar novas realidades para a sua vida, revogando a sua própria avaliação sobre a sua dor, angústia ou doença.  Curar requer amar a verdade, que muitas vezes confronta o cliente, levando-o a desistir da terapia ou do terapeuta.

No meu entendimento as terapias representam o aprendizado contínuo de cuidar de nós mesmos, contando com a ajuda dos profissionais da saúde que adotam uma visão holística, sistêmica do ser humano.  A necessidade de terapia é constante na medida em que sempre há algo a ser reequilibrado em nossa vida.

Terapia ativa o corpo de luz, recobra, limpa, ressignifica memórias que estão no próprio DNA da pessoa, acima das questões perceptíveis através dos seus cinco sentidos, envolve o que é Divino no indivíduo, ou seja, a sua espiritualidade, a sua família espiritual.  Por exemplo:  se uma pessoa está apegada à sua doença e não tem interesse em compreender as origens dessa doença, não dá para esperar que ela entre em processos de cura enquanto ela não enxergar sentido em ativar a sua real vontade de cura.

Sim, terapias, para mim, tem a ver com buscar a verdade sobre nós mesmos.  Verdade essa que ilumina, mesmo quando nos confronta.  Assim, ouso afirmar que terapias são para toda a vida!

Terapeuta e Cliente:  um vínculo que precisa ser compreendido  

Depois de 10 anos atuando como terapeuta, decidi escrever este post para expressar a minha visão sobre como vejo o vínculo que se cria entre terapeuta e cliente.  Percebo que, atualmente, existem muitas terapias e técnicas, no entanto, nem sempre temos pessoas que se prepararam e se aprimoraram para trabalhar essas técnicas.  Também existem muitas pessoas interessadas em terapias, no entanto, é comum aparecerem muitas dúvidas na hora de escolher os terapeutas e as terapias. 

O que é ser terapeuta?  A resposta para essa pergunta vai variar muito.  No entanto, acredito que existe um fato na vida de todo o profissional de saúde:  de alguma forma ele foi convocado a fazer um trabalho interior primeiro com ele mesmo para, então, atender as pessoas.  Afirmo isso porque acredito que qualquer profissão é uma reparação, ou seja, de alguma forma nos curamos através do nosso trabalho profissional, que vai nos desafiar de várias formas e também vai fazer florescer os nossos talentos, inclusive os mais ocultos.

Para mim, ser terapeuta é interagir com conhecimentos e técnicas, com a experiência, com a própria sabedoria e espiritualidade e buscar aplicar tudo isso, na prática, da forma mais simples possível.

Penso que a desqualificação do terapeuta desestrutura a vida do terapeuta e a vida do cliente.  Um terapeuta despreparado pode desestruturar tanto o seus chackras quanto os chakras do cliente.  Ter boas intenções, um bom coração, não é suficiente para lidar com a energia e a história do outro.  É preciso trabalho interior, treino, consciência e auto-responsabilidade pelo processo de se tornar e ser terapeuta.

Um dos principais desafios do terapeuta é estar preparado para aceitar o sofrimento do outro.  Mesmo porque, cada um vive o seu processo, ninguém pode viver o processo de outra pessoa.  Quando atendo o meu cliente, tenho sempre em mente que eu jamais poderei fazer por ele (a) o que ele(a) mesmo(a) tem que fazer.  Percebo que muitos terapeutas confundem compaixão com ter que intervir na vida do cliente.  Acredito que terapeutas emaranham mais com os clientes do que clientes emaranham com terapeutas. Portanto, é preciso cuidado para que o terapeuta não se envolva energeticamente com os seus clientes.

Pela minha experiência, percebo que nem sempre o que o cliente fala é importante, porque ele pode estar falando apenas das suas interpretações sobre os fatos de sua vida.  Ou apenas encobrindo fatos que ele não tem coragem de expor.  Por isso, penso que o grande papel do terapeuta é ajudar a pessoa a voltar-se para ela mesma e não para as interpretações que ela faz dos acontecimentos em sua vida.

Assim, lidar com as emoções (que vem do ego) e as informações (ou bioinformações) que estão no campo da pessoa é outro grande desafio do terapeuta.  Quanto trato uma pessoa, estou tratando o campo dela que é composto de energia e informação. Eu tenho que trabalhar em vários aspectos da vida da pessoa, que envolve vários campos sistêmicos.  Da mesma forma, o terapeuta tem que tomar muito cuidado com interpretações.  A interpretação é uma questão delicada nos processos terapêuticos. O terapeuta tem que olhar sentindo, tomar muito cuidado para não cair nas armadilhas da mente, que seduz, engana, ilude.  A interpretação e o excesso de compreensão tiram a força do cliente.  Exemplo:  quando um terapeuta explica demais pode bloquear o campo que está sendo tratado.

Trabalhando várias áreas do campo

Todo terapeuta, uma vez que se dispõe a atender outras pessoas, precisa, antes de mais nada, conseguir, dentro do seu processo pessoal, limpar e curar tudo o que os clientes trazem, que, muitas vezes, é parecido com o que ele sente, pois isso é um chamado da vida para o terapeuta curar primeiro ele mesmo.  Caso contrário, o seu campo de atendimento ficará limitado às suas questões pessoais, que provocarão também limitações no seu campo de atuação como terapeuta.

É muito importante o terapeuta avaliar, constantemente, quais são essas questões, qual a sua responsabilidade nos processos que acontecem na sua vida e limpar essas informações do seu campo.  Também é fundamental o terapeuta  se trabalhar a ponto de não se identificar, para que se torne apenas um instrumento de cura, sem acionamentos emocionais nele mesmo.

Outro cuidado que o terapeuta precisa tomar é o de não alimentar preocupações com o seu cliente, porque a preocupação é uma forma-pensamento que mais atrapalha do que ajuda.  Quando surgem situações difíceis com o cliente, é muito importante estar atento(a) à compreensão e não ao sofrimento ou à preocupação.   A transformação acontece na ação.

É fundamental que o terapeuta se desconecte energeticamente do seu cliente, caso contrário trará problemas tanto para ele (a) quanto para o cliente, como, por exemplo, a dependência.  Com a experiência, o terapeuta vai desenvolvendo uma percepção do campo do seu cliente, e percebe se ele está mais ou menos pronto para acelerar o seu processo de autocura.  O trabalho de um terapeuta tem que ser consciente.  Inclusive para ele se desconectar do cliente.

Entendo que um terapeuta tem que ter força em seu campo (energético e informacional) para sentir-se merecedor e em condições energéticas de atender o seu cliente, como um facilitador.  Caso contrário, haverá a identificação e isso é nocivo tanto para o terapeuta quanto para o cliente.

Por isso, outro aspecto fundamental na vida de um terapeuta é o quanto ele está conectado com a energia da prosperidade, qual é a sua compreensão de abundância, para que o seu campo pessoal possa atuar em níveis superiores.  O terapeuta não atende só com a sua mente.  Ele atende principalmente através da energia do campo.  Assim, no processo de atendimento é necessário atenção e cuidado com as energias intrusas.  Elas costumam se instalar quando a verdade que o campo do cliente traz é encarada de frente, trazendo o que ele precisa trabalhar prioritariamente.  Energias de abuso de qualquer natureza, por exemplo, são portas de entrada para energias intrusas.  Mergulhar na dor também dá espaço para energias intrusas.  Portanto, o terapeuta sempre precisa preparar-se energeticamente para as consultas e tratamentos de seus clientes.

A questão financeira é outro aspecto relevante nos processos terapêuticos.  Observo muitos terapeutas com dificuldades para lidar com a energia do dinheiro:  desde cobrar de forma justa e profissional pelo seu trabalho até administrar as suas finanças.  O terapeuta ajuda, facilita através do seu trabalho e é energeticamente recompensado com o dinheiro.  Ser terapeuta é uma missão e ele ganha dinheiro por consequência.

A auto-responsabilização é outro aspecto relevante de um processo terapêutico.  Tanto o terapeuta quanto o cliente têm responsabilidades a assumir. Alias, é mais fácil o terapeuta mexer no núcleo de problemas dos seus clientes do que nos seus próprios.  Por isso, penso que um terapeuta de verdade é aquele que consegue trabalhar com resultados para si mesmo.  Na medida em que eu me curo, eu ajudo a curar outras pessoas.

Nesse contexto estão as situações chamadas de “urgentes”.  Muitos clientes acreditam que porque pagam um terapeuta, o mesmo vai servi-lo dentro de qualquer necessidade.  Terapeuta não atende urgências.  Quem atende urgências são pronto socorros, hospitais, médicos. E o terapeuta precisa estar consciente de que ajudar o cliente é diferente de submeter-se ao cliente.

O terapeuta é um canal de cura e não é só por meio de palavras que ele age terapeuticamente.  As palavras servem para o esclarecimento.  O trabalho do terapeuta é no campo.  O terapeuta trata sistemas diversos que fazem parte da vida do cliente.  É a maturidade que vai trazendo ao terapeuta uma habilidade cada vez maior de lidar com o seu próprio campo e com o campo do cliente.  Quando estou no campo, estou em outro nível de consciência.  E inclusive posso perceber quando é o ego e quando é a essência do meu cliente que se manifesta.

Aprender a acionar o inconsciente do cliente é a questão de ser terapeuta.  O terapeuta tem que fazer uma estruturação de campo que vai abrir um portal, criar uma ressonância grande para que o campo do cliente possa ser conduzido a novas possibilidades.  O terapeuta sempre tem que estar atento sobre qual ressonância ele está criando nos seus clientes.  Se  os clientes me procuram com questões parecidas com as minhas, é um sinal de que preciso mergulhar nessas questões e tratá-las.  Uma mente poderosa não necessariamente é uma mente preparada.  Há mentes poderosas que penetram as pessoas.  Só ancorado é que o terapeuta pode ser benéfico.  Ou seja, criar ressonância momentânea, se retirar, se reestruturar e honrar a pessoa e a sua história.  O terapeuta tem que tomar muito cuidado para não alimentar o círculo vicioso de prender, aprisionar o cliente.  Terapia não é dependência.

Abrir o portal para novas possibilidades

Na minha visão, o terapeuta tem que estar sempre em formação! Mudar a si próprio, elevar a consciência e discernir sobre o que é preciso focar numa terapia é um grande desafio para o  terapeuta.   Um terapeuta não pode se perder em sua caminhada em nome de atender os seus clientes.  Ou seja, em primeiro lugar vem a caminhada do próprio terapeuta para, então, ele (a) ter condições de cuidar de outras pessoas. O terapeuta tem que olhar para os seus próprios processos dolorosos, ter uma disponibilidade interna para se fazer olhar, aflorar e curar por mais que isso doa…é um trabalho interior que vai até o fim da vida !

Tanto o terapeuta quanto o cliente precisam caminhar expressando sua vida com plenitude e amor. O terapeuta é um facilitador da cura, não a causa da cura.  Para mim, um bom terapeuta é aquele que, independente de conhecimentos, técnicas, protocolos, metodologias, ajuda a ampliar o nível de consciência do seu cliente.

Acredito que, independente de estarmos no papel de terapeuta ou cliente, todos nós estamos aqui para trazer algo libertador para nós e para o mundo.  Temos que ficar atentos para perceber os encadeamentos que o Universo faz para estarmos onde e com quem precisamos estar. Isso vale para terapeutas e clientes!  Ao mesmo tempo, nossos egos (nossas “certezas”) muitas vezes nos levam a caminhos que não necessariamente são saudáveis para nós. Portanto, orai e vigiai.  Interiorização e atenção.  Trabalho interior, hoje e sempre !

O que é ter saúde?

O que é ter saúde? Para responder a essa pergunta, é necessário primeiro compreendermos, minimamente, como é possível estarmos vivos em nosso corpo humano, apesar de todas as agressões que fazemos, voluntária ou involuntariamente, com ele.

É uma pena que, até hoje, as escolas pouco ensinem sobre as maravilhas da natureza, onde está incluído o funcionamento do organismo humano.  A eficiência e a complexidade com que ele responde a todos os tipos de informações, boas ou ruins, que chegam a todo momento é simplesmente divina.  Verdadeiros milagres acontecem 24 horas por dia para conseguirmos nos adaptar e sobreviver.

Para que o nosso organismo funcione com essa capacidade de resposta, assim como nas empresas, ele conta com dois comandos básicos:  o comando gerencial, que decide, responde, avalia o que deve ser adaptado; e o comando operacional, que executa tudo aquilo que se exige para a operação e a adaptação.

O comando gerencial é chamado pela ciência de Sistema Psiconeuroimunoendocrino, denominado cientificamente de PNEI.  Em outras palavras, o PNEI é o conjunto dos três sistemas que controlam toda a atividade do nosso organismo e que utilizam células sinalizadoras para transmitir seus comandos, suas ordens.  Seu centro operacional é o sistema neurológico.  É ele que comanda todas as atividades e funções orgânicas. Todas as informações chegam a ele:  as biofísicas, proprioceptivas, bioquímicas.  É o sistema neurológico que define as melhores estratégias adaptativas e operacionais e, para isso, trabalha de forma totalmente integrada com outros três sistemas:  o psíquico, o endocrinológico e o imunológico.  Daí o conceito de PNEI.

O comando operacional é composto pelo organismo como um todo.  Desde o sistema básico das células e sua Matriz (ou Matrix) Extracelular, até cada órgão e todos os sistemas orgânicos.  A matriz extracelular é um meio pelo qual as células se comunicam com todo o resto do sistema (nosso corpo) e ela tem um ciclo de 120 dias de renovação para se manter sempre limpa e operativa.  Manter a matriz limpa é fundamental para evitar o sofrimento celular e, consequentemente, as doenças.

Alguns sistemas como o sistema Ósteo-articular, o digestório ou o circulatório, são apenas operacionais.  Já os sistemas neurológico, imunológico e endocrinológico são gerenciais e operacionais ao mesmo tempo.

As células, com a Matriz Extracelular, são a base do organismo e têm atividades fundamentais, especialmente para a geração de energia.  O sistema endocrinológico é fundamental no comando de tais atividades promovidas pelas células, pois ele trabalha em duas pontas:  uma no cérebro (na zona do hipotálamo), que comanda a produção dos hormônios pelas glândulas, e a outra diretamente nas células (receptores).

Quando os hormônios se conectam com os receptores, eles formam o chamado CRH:  Complexo Receptor Hormonal.  É a partir das alterações energéticas e dos inúmeros eventos bioquímicos, originados pelo complexo CRH, que ocorrem a geração de energia e as produções celulares.  Em outras palavras, as atividades celulares vivem em uma eterna dança energética-bioquímica.

Voltando à questão sobre o que é ter saúde, investir na nossa sobrevivência como indivíduos virou urgente!  Para mim é claro que estamos num momento de reconsiderar a nossa sobrevivência tanto no aspecto da qualidade quanto de quantidade de vida. Como manter felizes as nossas células imersas na Matriz?  Afinal, a qualidade da Matriz Extracelular é que determina a qualidade de nossa vida!

A ciência já comprova que os desequilíbrios acontecem por alterações na geração de energia e na produção das células, as duas funções fundamentais comandadas pelo complexo CRH.  As alterações energéticas, envolvendo as frequências vibracionais dos receptores, são a razão principal de tudo isso!  Contaminação eletromagnética, de metais pesados e parasitária também está envolvida nesse processo.  E, muitas vezes, é ignorada pela medicina tradicional.

Penso que um ponto de partida para reavaliarmos nossos conceitos sobre saúde é a REFLEXÃO, com mais consciência, sobre o quanto e como estamos cuidando de todos os comandos que viabilizam a nossa sobrevivência e também sobre o quanto estamos cuidando do nosso espírito, pois é ele que alimenta o sentido para a nossa vontade de viver bem e bastante.

Aproveite ter chegado até aqui na leitura deste post para responder estas perguntas para você mesmo(a), com base em suas experiências de vida.  O que é ter saúde para você? O que você mudaria já na sua forma de administrar a sua saúde?  E meu desejo é: muita saúde para você!

 

Este texto foi inspirado em artigos e aulas com o meu professor Dr.José Irineu Golbspan, Médico Nutrólogo e Homeopata. 

 

 

O CAMPO:  leitura indispensável para quem quer conhecer a história da nova ciência

Se você quer conhecer a história dos verdadeiros avanços na ciência, leia o livro O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart (Editora Rocco, 2002).  Ela é uma referência internacional quando o assunto é medicina não convencional e também é uma palestrante internacional.

 

As descobertas relatadas em seu best seller, O Campo, justificam cientificamente como agem as terapias frequenciais. São histórias emocionantes das descobertas de cientistas do mundo todo e de suas lutas pessoais para desbravar novos caminhos para a ciência.  São centenas de estudos científicos relatados, uma oportunidade para você rever seus conceitos e crenças sobre o que é ciência e o que é científico.

Os estudos relatados em O Campo demonstraram cientificamente que:

  • A cura à distância funciona;
  • Podemos influenciar o mundo e o corpo com nossos pensamentos;
  • A visão remota existe;
  • As reações do nosso organismo não são ditadas unicamente pela química, e sim por frequências eletromagnéticas ultrafracas;
  • O universo é uma rede de energia e informação interligada e podemos acessá-la por meio de nossa intenção. Esta rede é o que ela descreve em seu livro como “o campo do ponto zero“.

A importância de conhecer o seu Terreno Biológico

No final do século XIX, o bioquímico e farmacêutico francês Gabriel Bertrand demonstrou a importância dos minerais que, encontrados em organismos vivos, animais e plantas. Usados em ínfimas quantidades, os minerais tinham o papel fundamental como biocatalisadores nas funções enzimáticas e chamou alguns desses minerais de Oligoelementos.

O metabolismo é o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos.  Nas células também  ocorrem reações químicas.  As enzimas são catalisadores que fazem com que essas reações químicas aconteçam mais facilmente.  Algumas enzimas necessitam de um co-fator (ex. ferro, cobre, zinco, potássio, sódio, magnésio) para a sua ação catalítica, que vai promover a ionização do oligoelemento, permitindo que ele atravesse mais rápido para a membrana plasmática.  A ionização evita todo o trâmite que o alimento tem que passar para chegar até o seu destino.

Mais tarde, em 1932, o médico francês Jacques Menetrier  apresentou a Tese das Diáteses, comprovando o uso clínico dos oligoelementos ou minerais catalíticos na correção do terreno biológico ou perfil biológico do indivíduo. Ele descobriu que os oligoelementos não atacam sintomas para fazê-los retroceder e, sim, recuperam os pontos débeis e falhos do terreno biológico, contribuindo para a autocura.  Esse método de terapia foi batizado de Medicina das Funções. 

O terreno biológico envolve o funcionamento das células

O termo “diátese”, que tem sua origem na palavra grega “diathesis”, significa “disposição para”.  É o nome dado ao conjunto de sintomas e sinais das doenças (características semiológicas) que permite conhecer o perfil biológico (terreno biológico) do indivíduo. Para Jacques Menetrier, a diátese traduz uma disfunção que vai perturbar o funcionamento harmonioso do organismo, levando-o, aos poucos, a desarranjos e processos degenerativos.

 

A diátese representa o conjunto de características que definem o perfil biológico da pessoa, levando em consideração os aspectos físicos, intelectuais e psicológicos demonstrados.  Também chamada de Síndrome Reativa, por André Dupouy, uma diátese exprime a transição entre um estado de saúde e um estado de doença.  Relaciona-se com uma disfunção orgânica e é reflexo da evolução desses estados, ou seja, nascemos com uma diátese constitucional (I ou II) e, no decorrer da vida, através dos vários desequilíbrios  que, se não forem tratados, nos levam para as diáteses seguintes.

A diátese traduz um estado de desequilíbrio, é uma disfunção que perturba o funcionamento orgânico e que conduz, de forma progressiva, à desordem e à degeneração.  Cada diátese ou terreno possui o seu mineral corretor de base.

O estado do terreno biológico de cada pessoa é identificado por meio de anamnese (perguntas realizadas pelo terapeuta) e biorressonância, assim, o Quantec também me ajuda nesse processo inicial para avaliar sintomas e possíveis diátesas.  Nos tratamentos que recomendo, costumo indicar os produtos da Fisioquantic, que tem linhas específicas com oligoelementos. Outros tratamentos são, normalmente, associados. É de fundamental importância esta análise para se estabelecer o terreno biológico da pessoa, porque assim, o nível de resposta do organismo será mais rápido e eficiente, contribuindo para retomar o equilíbrio, o bem-estar e a harmonia.

Vida em equilíbrio

 

 

 

Resgatando uma Medicina Sistêmica: livro escrito pelo médico e professor Dr.José Irineu Golbspan

O livro Resgatando uma Medicina Sistêmica, de Dr.José Irineu Golbspan (Paraná, Brasil, 2016) é muito indicado para quem quer  compreender e refletir, à luz do conhecimento e da sabedoria, o que é a verdadeira ciência e a verdadeira medicina. Considero que seja uma obra escrita com muita honestidade, inteligência, cultura e experiência por este médico e professor.

Com muito afinco, o Dr. Golbspan entra em questões históricas, filosóficas, tecnológicas, científicas que nos fazem não só compreender melhor o que é a medicina baseada em uma nova ciência, como também ao que ela deve servir:  à saúde integral, à paz, à felicidade, ao amor e menos à dor, ao temor, ao rancor, ao controle, às estruturas energéticas de pensamento grupal.

Esse livro é uma luz para tantas interpretações errôneas de temas relacionados à medicina e à ciência, por desconhecimento e, arrisco afirmar, até por desinteresse, porque é mais cômodo simplesmente repetir o que se ouve na mídia do que ler e estudar sobre os assuntos que afetam a nossa vida pessoal e coletiva.

Leitura imperdível !