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O que a sua empresa vibra?

Você já considerou que administrar a sua empresa somente com base nas suas ideias e pensamentos não basta?  Que para atingir resultados realmente benéficos para o todo, a sua empresa precisa ser compreendida por meio do seu padrão vibracional? Não sabe o que eu quero dizer? Então, vou explicar o conceito de padrão vibracional da empresa.

Primeiro, vamos lembrar que tudo no Universo é vibração.  Assim como as células do nosso corpo, a empresa também funciona como as células, pois é um organismo complexo vivo, com seu próprio campo vibracional atômico nuclear.  Essa vibração é uma frequência que carrega tipos de informações.  Dependendo do tipo de informações, haverá um tipo de frequência, de padrão vibracional.  Uma empresa não necessariamente vibra o que os seus donos pensam ou imaginam sobre ela.  Ela vibra muito mais o que seus donos sentem sobre ela e a forma como seus donos se comportam em relação a ela, o que também influencia as outras pessoas que direta ou indiretamente fazem parte dessa empresa.

Os fatos evidenciam que estamos vivendo um cenário de desestruturação econômica e ambiental, exigindo esforços fenomenais no mundo dos negócios éticos, inclusive a revisão de modelos tradicionais de gestão, de caráter mecanicista, que estão superados.  Esses fatos também evidenciam que é preciso rever conceitos e paradigmas sobre empreender e administrar empresas.

Acredito que, cada vez mais, as empresas terão papéis fundamentais na sociedade, no sentido de transformações humanas, necessárias para vivermos novas realidades econômicas, sociais, culturais e políticas em nosso país e em nosso planeta.  Ou seja, os donos e dirigentes das empresas precisarão, cada vez mais, sintonizar-se consigo próprios e com os rumos da humanidade.

O que estou propondo é que você reflita sobre o que a sua empresa vibra. Qual é o padrão vibracional da sua empresa?  Que tipo de progresso a sua empresa revela através dos fatos?  Qual é a percepção dos seus funcionários sobre a sua empresa? Quais recursos, além dos físicos, você considera para tocar o seu negócio? Você percebe o quanto a forma de você encara e administra a sua própria vida afeta a sua empresa?

O padrão vibracional de uma empresa tem muita ligação com os recursos interiores de cada ser que, de alguma forma, faz parte do campo energético daquela empresa, especialmente dos que estão em posições de propriedade/liderança/comando.  Em geral, esses recursos interiores são pouco considerados e, no entanto, eles influenciam diretamente no padrão vibracional das empresas. Ter consciência dos seus próprios potenciais humanos e acioná-los em suas ações empreendedoras/técnico-administrativas pode proporcionar grandes diferenças na vida e nos resultados de uma empresa.

A visão que proponho é considerar a gestão de uma empresa como também uma gestão vibracional, que certamente começa na administração individual dos líderes da empresa, podendo transformar enormemente os resultados de qualquer administrador de empresas.

O empresário que se organiza os seus pensamentos, ideias e também sentimentos tem muito mais chances de êxito na sobrevivência e desenvolvimento de sua empresa diante do cenário que vivemos, inclusive contribuindo com a evolução de si próprio e de outras pessoas.

Objetivo Financeiro:  uma questão que transcende “o exato”.

Neste post, quero explicar mais um pouco sobre o propósito e como funciona a Mesa Radiônica 77 Símbolos Sagrados de Abundância Financeira, que vou chamar de MR77, e a importância da definição do objetivo financeiro, fundamental para a realização da mesa.

Lembro que a MR77 trabalha questões financeiras, monetárias a partir de um objetivo definido, que corresponde a:

  • fatos da vida da pessoa, que são consequências dos estados vibracionais e padrões de comportamento da pessoa ( dívidas, negócios ligados a compra e venda, ausência de projetos, objetivos e metas financeiras, desemprego, empreendimentos sem êxito, falências etc.);
  • estados nos quais a pessoa se encontra (ex.: dificuldades momentâneas com o dinheiro, medos em relação ao dinheiro, contextos de vida que dificultam uma visualização clara dos fatos,  inexistência de táticas/estratégias para a vida material etc.);
  • padrões ou modelos de comportamento que a pessoa adota inconscientemente e que afetam sutilmente e poderosamente a sua vida (inclusive material), tais como:  respostas a traumas, questões espirituais, ilusões, impregnações de estruturas energéticas de pensamento familiar, grupal e coletivo, sistema de crenças limitantes sobre dinheiro, confusão mental e emocional, vícios de interpretação sobre os fatos, entre outros.

A MR77 é indicada para pessoas que estão dispostas a rever a sua relação com o dinheiro e vivenciar uma nova experiência na área material, decidindo assumir mais autorresponsabilidade diante da sua própria vida.  O primeiro passo, é refletir ativamente sobre o seu momento financeiro e escrever um objetivo que seja:

  • específico (focado)
  • mensurável (que possa ser avaliado em termos de êxito)
  • atingível (que seja definido “com os pés no chão”, sem devaneios, ilusões)
  • relevante (em nome de que o objetivo foi definido/que leve em conta valores centrais da pessoa/que faça sentido/que tenha significado para a pessoa)
  • e que considera o tempo (prazo para ser concretizado/visão de curto, médio e longo prazos),

Tudo isso tem o objetivo de iniciar um exercício mental e emocional sobre o lugar que o dinheiro ocupa em sua vida, além de preparar-se para assimilar os “recados” que a mesa propiciará para que comece a colocar em prática novas formas de ganhar, gastar, poupar, investir e fazer circular dinheiro.

É comum existir um emaranhado de informações (confusão informacional) no campo das pessoas que, muitas vezes,  é um impeditivo para elas avançarem (seguirem em frente) ou sairem da estagnação (trazer movimento) no processo de se conectarem com a abundância do Universo, que inclui as questões financeiras.

Esses emaranhamentos, complicações e dificuldades estão ligados aos mais variados motivos que, por meio de orientações que a mesa propicia, chegam ao consciente da pessoa para que os trabalhe, conscientemente, e que estão ligados, basicamente, à iniciativa, objetivos, embasamento, consistência, novas ideias, mudanças, planejamento, questões emocionais, paciência, capacitação, parcerias, sociedades, projetos, espiritualidade, forma de lidar com as crises, recomeços, novos ciclos, autoconfiança, flexibilidade e adaptabilidade.

A MR77 pode dar respostas como também pode ajudar a pessoa a elaborar as suas próprias perguntas sobre o que está por trás da sua atual situação financeira, tais como:  o que me impede de conseguir as conquistas materiais que almejo?  O que está por trás da dificuldade de criar e colocar em prática meus projetos financeiros?  Que lugar o dinheiro ocupa em minha vida? De que forma posso melhorar a minha relação com o dinheiro?  Por que todo o dinheiro que ganho logo acaba?  Por que pensar em dinheiro me deixa tão inseguro(a)? Por que está tão difícil vender meu imóvel? Eu me sinto merecedor(a) da riqueza?

A MR77 envolve um trabalho de conexão com Mestres Ascencionados e Guardiões Terrenos, através de Símbolos Estelares, dentro de Árvores Sagradas.  Canalizada por Rodrigo de Aldebaran de forma exclusiva, genuína, ou seja, sem interferência de símbolos externos, a MR77 é unica, com permissão Divina para ser usada no momento atual do planeta Terra.

Para cada objetivo, é realizada pelo menos uma mesa radiônica por meio do meu trabalho, contando com a participação do meu cliente, que vai se conectar com a sua própria espiritualidade (aquilo que ele acredita como sendo sua família espiritual), refletindo, permitindo-se dar um tempo para si próprio, identificando o que realmente quer mudar em sua vida para melhorar suas finanças, o que fará para alcançar os melhores resultados em relação ao seu objetivo.

Este processo de participação da pessoa é fundamental, permitindo aproveitar melhor o amparo  da MR77, através de orientações e informações que contribuirão para abrir seus caminhos, neutralizar energias e informações deletérias e também projetar e potencializar as infinitas possibilidades para o êxito do objetivo, para o bem do Todo.

Atenção:  a MR77 não é uma garantia de que vá acontecer o que a pessoa quer e sim, garante orientação, direcionamento e despertar para maior consciência e maior lucidez no agir, além de limpeza e purificação no campo da vida material da pessoa.  Cada indivíduo vivencia, de forma única, sua experiência com a MR77, podendo  trabalhar o mesmo objetivo em mais de uma mesa.  A MR77 pode trazer, inclusive, orientações que evideciam que o objetivo almejado não é destinado a acontecer agora, evitando assim que a pessoa gaste seu tempo e energia com esse objetivo, convidando-a a revê-lo ou a considerar outros objetivos.

Também é importante ressaltar que  todo o trabalho realizado com a MR77 está dentro da Lei Maior e da Justiça Divina, ou seja, o trabalho com a mesa radiônica não infringe qualquer Lei Cósmica e, ao mesmo tempo, permite uma revisão, um replanejamento da vida material da pessoa, por meio de uma maior sintonia com o Universo, abrindo caminhos, permitindo o acesso a novas oportunidades e possibilidades, com mais consciência, novas atitudes, novas idéias, novos comportamentos.

Na MR77 são trabalhadas questões que nos limitam em nossa prosperidade material tais como fugas psicológicas, autoenganos, crenças limitantes introjetadas através da formação social, religiosa e cultural, questões cármicas (Lei Universal da causa e efeito) e todos os tipos de estados e situações que nos impedem de entrarmos em sintonia com a abundância, com o belo, com o harmonioso, com o próspero.

A premissa básica da MR77 é que nascemos para vivenciar a abundância em todos os sentidos.  E que, quando queremos de verdade (no consciente e inconsciente) podemos aprender a “quitar débitos” (não só financeiros) de forma saudável, leve, alegre, harmoniosa e feliz.

Portanto, a MR77 é libertadora (e isso não tem preço!), porque cria melhores condições para a pessoa libertar-se de sintonias, frequências, vibrações e fugas criadas por ela mesma, consciente e/ou inconscientemente, ao longo da sua existência. Ao passar pela MR77, a pessoa terá, no mínimo, melhores condições de avaliar o quanto faz sentido o caminho que escolheu para vivenciar a sua vida material nesta experiência que é a vida na Terra.

 

Dinheiro e Consciência: dupla inseparável

O dinheiro, para quase todos nós, é algo ainda vinculado puramente ao materialismo. No entanto, o dinheiro, assim como tudo que existe (inclusive nós e o planeta Terra), está vinculado a algo maior, ao Universo.

A “correria” ou o excesso e acúmulo de atividades no dia a dia, ocupações que assumimos baseadas nas convenções sociais, culturais e religiosas, nos desconectam dessa verdade:  tudo vem de algo maior, que não necessariamente compreendemos, aceitamos ou temos consciência.

Voltando ao tema dinheiro, eu vou lhe propor algumas perguntas e espero que responda honestamente para você mesmo (a): o que é dinheiro para você?  O que você sente e pensa em relação ao dinheiro?  O que você acredita em relação ao dinheiro?  Para que você ganha ou quer ganhar mais dinheiro? Ao que está associado o seu dinheiro? Como é a sua relação com o dinheiro?

Ouso afirmar que fomos todos condicionados a viver na escassez, porque tudo que fazemos ainda gira em torno de necessidades, faltas.  Exemplo: queremos um namorado, porque necessitamos ser amados.  Queremos um terapeuta, porque necessitamos ser curados. Se necessitamos algo, é porque algo falta.  E focamos na falta e não na abundância. E, então penso:  como seria a nossa vida (individualmente e coletivamente) se tivéssemos aprendido, desde crianças, a viver a vida focados na abundância, no que simplesmente é bom, no que é saudável, na alegria, na saúde, na paz, na harmonia, na beleza, na abundância, na colaboração, na generosidade, na nobreza de espírito, sem termos de combater a falta? Sem termos que “lutar” e nos desgastar em nome das faltas?

De novo as perguntas:  qual é a visão você tem da vida e da sua vida?  Quais crenças você tem sobre riqueza, dinheiro, abundância, que você reconhece como sendo realmente suas?  Quais foram as crenças sobre dinheiro que incutiram em sua mente?

A física quântica chama de “colapso da função de onda” a realidade criada pela mente. A partir deste paradigma, toda a escassez do mundo (miséria, pobreza) é nada mais do que criações mentais individuais e coletivas.

Para mudar um sistema de crenças, temos que lidar com a nossa vontade, rever conceitos arraigados, acomodados dentro de consensos, como por exemplo, acreditarmos que corpo, mente e espírito atuam separadamente em nossas vidas.

Somos um todo que envolve o consciente e o subconsciente (sede do inconsciente).  Exemplo:  basta um acontecimento traumático na área das finanças de uma pessoa para que esse acontecimento afete a sua mente e a de todos os envolvidos, podendo inclusive perdurar por gerações.  Assim, nascem os programas de autossabotagem que, muitas vezes, nos impedem de avançar em nossos projetos, atravancando nossos impulsos para vivenciarmos uma vida rica, plena em todos os sentidos.  É dentro de todo esse contexto que está a questão do dinheiro, da abundância.

Muitas vezes, não nos damos conta da visão negativa que temos da vida e da sobrevivência, do trabalho, das conquistas materiais.  Frases como “comer o pão que o diabo amassou”, “ganhar o pão com o suor do teu rosto” ilustram bem como essas visões são reforçadas.  A própria visão condicionada sobre a economia também reforça crenças limitantes sobre o dinheiro, porque estamos acostumados a pensar no dinheiro como sendo algo especulativo, ligado à cobiça, ao medo e à ânsia de poder para a superioridade.

Ao despertarmos desse estado hipnótico, ao nos conscientizarmos dessa visão condicionada, temos mais condições de assumir novas escolhas para a nossa vida que, certamente, afetarão as nossas finanças.  O dinheiro verdadeiro é criado na própria consciência, afinal o que é o “mercado”, senão, todos nós. Enquanto não acreditarmos, de verdade, no poder da nossa mente, enquanto não acreditarmos que podemos aprender e monitorar o nosso inconsciente e escolher novas formas de pensar, agir, ganhar e investir nosso dinheiro, a economia continuará do jeito que está.

Energia, consciência também são informações que podem ser modificadas.  A partir do momento que acreditamos (de verdade) nessa modificação, somos capazes de fazer mudanças verdadeiras em nossas vidas, inclusive na parte financeira.  Concordo com o pensador e palestrante Joan Antoni Melé:  “os problemas do mundo são, no fundo, um reflexo de nossos próprios problemas e contradições e  a única maneira de solucioná-los é resolvê-los em nosso interior”.

Independentemente de você concordar ou não com o que foi abordado neste post, o fato é:  o que você verdadeiramente acredita (no nível consciente e inconsciente) influencia diretamente na sua realidade.  Basta você mesmo constatar por meio dos fatos e da história da sua vida.

 

 

 

 

 

A coisa mais cara do mundo…

Já parou para pensar no que pode existir de mais caro no mundo?  Pensou mesmo?

Creio que a grande maioria das pessoas ainda não parou para fazer essa reflexão ou, se a fez, automaticamente considerou o que pode existir de mais caro, materialmente falando, algo “aspiracional”, “para poucos”…

A “coisa” a que vou me referir neste post é a nossa energia pessoal.  Esta, com certeza, é o que temos de mais caro, mais precioso.  Estranhou a resposta?  Vamos refletir juntos:

O que você faz sem energia?  NADA!  Você pode até sobreviver no seu corpo físico, o que não significa que a sua energia pessoal esteja em sua plenitude, permitindo que usufrua as experiências que a vida lhe oferece.

Nós não somos somente um corpo em estado de matéria. Temos vários corpos energéticos que, se não estão harmonizados com o nosso corpo físico, certamente adoeceremos e, assim,  a nossa qualidade de vida, ou seja, a nossa vida fica comprometida.

Todos os dias, pelo menos ao dormir, precisamos repor, minimamente, a nossa energia gasta.  Repor energia seria simples se o nosso sono fosse bem reparador; e se soubéssemos, quando estamos acordados,  a repor a energia que perdemos.  Em outras palavras:  não é fácil repor energia!

Para nos mantermos equilibrados, temos que aprender a dosar a energia que doamos às atividades, às pessoas etc.

Se não aprendermos a direcionar a nossa energia para aquilo que faz sentido em nossas vidas, podemos até obter coisas materiais bem caras, porém, certamente, não teremos uma vida rica em experiências, realizações, satisfações e nem conseguiremos tirar bom proveito do dinheiro que ganhamos.

Está desperdiçando energia?

O que acontece a uma pessoa que cuida de todo mundo e não cuida de si mesma?  Será que a sua energia está sendo desperdiçada ou preservada ?

Já observou o que acontece com a sua energia dependendo das notícias nos veículos de comunicação e redes sociais que você acompanha todos os dias?  Ou mesmo com as notícias que você posta sobre a sua vida nas mídias?

Já se deu conta dos “ladrões de energia” em sua vida?  Exemplos:  pessoas, lugares, seus hábitos, crenças, pensamentos, redes sociais, entre outros.

E agora, está convencido(a) de que a sua energia vital é o que você tem de mais caro em sua vida? Você já percebeu como é por meio desta “bateria”, desta central energética que você pode experimentar coisas novas, vivenciar com plenitude a sua vida? Comece a cuidar ou cuide mais ainda dessa sua grande riqueza! 

Apresento uma sugestão de exercício simples, para  que este post não fique só na teoria:  pare alguns minutos o que estiver fazendo; pegue uma folha de papel e faça um levantamento das várias situações que vivenciou (rotineiras ou extraordinárias) nos últimos 7 dias (com pessoas, situações, atividades, rotinas, lugares, tarefas, hábitos, etc).; em seguida, de 1 a 3, onde 1 é pouco energizado (a) e 3 é muito energizado(a), dê uma nota a respeito de como se sentiu ao final de cada acontecimento.  Você já obterá uma boa amostra do quanto você realmente valoriza o que há de mais caro em sua vida:  a sua energia vital!

E não espere o Réveillon chegar para fazer um plano a fim de escolher como você quer receber e doar energia.  Essa decisão, certamente, vai lhe poupar de muitos gastos desnecessários, inclusive, financeiros.

O encanto e a beleza das essências vibracionais Ararêtama

Apesar de todo o seu desmatamento (mais de 90%!), a Mata Atlântica continua sendo uma das maiores biodiversidades do Planeta Terra e de algumas das maravilhosas formas de vida desse ecossistema que provem as energias inspiradas e inseridas nas essências que compõem o sistema de essências vibracionais Ararêtama.

Ararêtama chegou a mim em novembro de 2018, quando tive a oportunidade de ouvir e aprender com a sua criadora e canalizadora, Sandra Epstein, que por meio de um processo vivido os produz há mais de 20 anos.  O principal indicador de que o sistema Ararêtama seria incorporado ao meu trabalho de terapeuta floral foi a imediata e profunda alegria de alma que senti.

Sandra e eu = grande encontro

O que me encantou de imediato foi compreender como as qualidades ambientais do ecossistema da Mata Atlântica são também preciosas para atuar no processo de cura dos nossos corpos sutis, contribuindo valiosamente com a nossa consciência interior e conexão com a Terra.  A Mata Atlântica é um patrimônio ambiental de toda a humanidade, pois contém mais bactérias, fungos microscópicos, protozoários e algas do que qualquer área equivalente de solo europeu ou norte-americano, significando uma valiosíssima contribuição à medicina, agricultura, indústria e equilíbrio biológico do planeta.

Outro aspecto do sistema  Ararêtama que aprecio muito é o convite que nos faz para assumir uma jornada de autocura, tomando essências vibracionais com autoconsciência e propósito, pois este princípio está contido na essência do meu trabalho de terapeuta:  encorajar meus clientes a se libertarem do condicionamento de submissão a profissionais de saúde e assumirem-se como protagonistas de sua própria saúde, de seus caminhos de vida.

Muitas vezes, adormecidos, não nos damos conta de que muitos problemas e bloqueios em nossas vidas são decorrentes da nossa incapacidade de acessar recursos interiores para lidarmos e enfrentarmos todos os desafios do nosso trabalho interior, que envolvem a nossa vontade real de descobrir a nossa verdadeira origem (quem somos em essência), nutrirmos nossa alma, nos energizarmos a cada dia, nos movermos para realizarmos o que nos propomos, nos relacionarmos conosco e com os outros, vivermos o presente, nos libertarmos do passado, de pesos inúteis, da vitimização, do medo da expansão e do novo, de acessar a nossa sabedoria, de reconhecermos e vivermos a nossa verdade interior, de conseguirmos nos manter abertos à vida, sem nos fragilizarmos e nos machucarmos.

O sistema vibracional Ararêtama pode tanto nos ajudar nesses desafios como também nos fortificar naquilo que já temos mais destreza; naquilo em que sentimos que estamos em maior equilíbrio, satisfeitos em nossas vidas, dando vazão aos nossos potenciais criativos latentes.

Ao usar as essências Ararêtama, apenas nesses primeiros meses de trabalho comigo mesma e com os meus clientes,  já tenho constatado efeitos muito benéficos para lidar com questões como pensamentos e emoções obsessivas, resistências, inflexibilidade, sensação de abandono que causa tristeza,  ansiedade, medo de iniciar novos ciclos, sentimento de desproteção, dificuldade em perceber suas limitações e como trabalhá-las.  Imagino o quanto descobrirei e aprenderei vivenciando e tralhando com o Sistema Ararêtama!

O sistema de essências vibracionais Ararêtama está ligado a um agrupamento de campos energéticos, representado fisicamente pelo ecossistema da Mata Atlântica e participa, com suas essências relacionadas aos graus de evolução, do trabalho de despertar a consciência, ressoando em harmonia com a rede universal de energia, lembrando que o cosmo é como uma “teia de inter-relações eletromagnéticas e movimento quântico” (subatômico).

Eles contribuem para que possamos nos conectar com a nossa essência por meio do amor, da abundância, do sentido da vida. São 35 essências de árvores, flores, bromeliáceas, raízes, plantas, cogumelos, fungos, seivas, líquens, cristais vegetais e minerais, ambientes naturais, que são canais de uma “rede original” que nos nutre o tempo todo e, ainda mais, quando aprendemos a acessá-la por meio dos avanços que sentimos no coração, persistindo no nosso trabalho interior.

A produção das essências Ararêtama envolve várias esferas de compreensão, não se limitando a um processo de produção e ,sim, abrangendo dimensões mais sutis.   Sinto-me abençoada por me sentir parte dessa egrégora e ainda contar com mais um recurso valiosíssimo para desenvolver o meu trabalho de terapeuta e de cumprir a minha missão de vida.

Referência bibliográfica:  Essências Vibracionais da Mata Atlântica – A Jornada da Consciência Desperta, Sandra Epstein, Triom, 2ª edição, São Paulo, 2011.

 

Espiritualidade:  nosso coração em compasso  

Fazemos parte do Universo.  Só por este motivo, a espiritualidade é a base da nossa existência.  Somos espíritos vivendo uma experiência humana e, muitas vezes, com a vida atribulada que levamos, nos esquecemos disso.

Para mim, espiritualidade é, majoritariamente, trabalho interior que envolve experiências, vivências e não teorias, dogmas, doutrinas e filosofias.  Constatar e vivenciar todos os aspectos da nossa existência humana é exercer a nossa espiritualidade.  

Com a enxurrada de estímulos e informações que recebemos diariamente, um dos nossos maiores desafios, que pode ser considerado um desafio espiritual, é aprendermos, através de vivências, a direcionar convenientemente nossas percepções, sensações e atenção para a coisa certa, no momento certo. 

As sensações e percepções são atributos do espírito.  Como afirma Francisco do Espírito Santo Neto, no livro As Dores da Alma, “quanto maior o estado de consciência do indivíduo, maior será sua capacidade de perceber a vida, que não se limita apenas aos fragmentos da realidade, mas, sim, à realidade plena”.   

É entrando em contato com nós mesmos que podemos exercer a nossa espiritualidade, pois a partir desse contato, é que temos melhores condições de interagir com o mundo externo que nos rodeia:  pessoas, situações e todos os acontecimentos, criados pelas nossas consciências individuais e coletivas.  A partir desse contato com o nosso mundo interno é que podemos perceber, sentir as dimensões de realidade.

As emoções de medo e as dependências emocionais são grandes obstáculos para exercermos a nossa espiritualidade.  Dependências emocionais como a de ser aprovado, admirado, reconhecido e amado são, na minha visão, as que mais atrapalham o exercício da nossa espiritualidade, porque sobrecarregam as energias dos nossos chakras cardíaco e do plexo solar, provocando um vazio constante, um descompasso em nosso coração. 

Assim, viver a nossa espiritualidade requer o despertar dos nossos condicionamentos e certezas, descobrirmos quem somos e colocarmos as nossas vidas a serviço da LUZ.

Transcender as nossas emoções passageiras para reconhecermos o que verdadeiramente sentimos sobre nós mesmos e sobre o sentido da nossa vida.  E então, com a nossa Luz sempre fortalecida, servimos ao mundo não como compensação para culpas e angústias e, sim, como seres interconectados por uma força maior.

Assim, temos que ter cuidado com as nossas “verdades” para praticarmos a espiritualidade,  pois elas nos iludem, dando a sensação de “segurança”, uma falsa segurança que apenas nos aprisiona no nosso mental automático, impedindo-nos de pensar e agir verdadeiramente, com espontaneidade, porque nos leva a ir de acordo com o clima de temor que nos envolve todos os dias. 

Nosso centro é o nosso espírito, a nossa alma, a nossa essência divina por meio da qual testemunhamos tudo o que ocorre dentro e fora de nós.  Praticar a espiritualidade é dar espaço a essa essência, para que possamos acessar o tesouro de sabedoria que está à nossa disposição, em nosso inconsciente pessoal e no inconsciente coletivo. 

A espiritualidade é a base para que todas as áreas da nossa vida fluam saudavelmente. É preciso aprender a parar de nos conectar com a consciência do outro e passarmos a nos conectar com a nossa própria consciência.  Ficarmos atentos ao que está por trás das aparências.  Ouvir o nosso ritmo interno através da nossa respiração e das batidas do nosso coração. Desenvolver a nossa intuição, inspiração e percepção da realidade.  Valorizar o nosso mundo íntimo, tão ignorado na nossa cultura materialista.

Praticar a espiritualidade nos faz perceber mais facilmente os toques que o Universo nos dá, ou os recados de Deus, que chegam abundantemente em nossas vidas.  Viver a nossa espiritualidade é aprender a reconhecer esses sinais e praticar o que eles nos inspiram, para o nosso bem e para o bem do todo !

Terapeuta e Cliente:  um vínculo que precisa ser compreendido  

Depois de 10 anos atuando como terapeuta, decidi escrever este post para expressar a minha visão sobre como vejo o vínculo que se cria entre terapeuta e cliente.  Percebo que, atualmente, existem muitas terapias e técnicas, no entanto, nem sempre temos pessoas que se prepararam e se aprimoraram para trabalhar essas técnicas.  Também existem muitas pessoas interessadas em terapias, no entanto, é comum aparecerem muitas dúvidas na hora de escolher os terapeutas e as terapias. 

10 anos de caminhada como terapueta

O que é ser terapeuta?  A resposta para essa pergunta vai variar muito.  No entanto, acredito que existe um fato na vida de todo o profissional de saúde:  de alguma forma ele foi convocado a fazer um trabalho interior primeiro com ele mesmo para, então, atender as pessoas.  Afirmo isso porque acredito que qualquer profissão é uma reparação, ou seja, de alguma forma nos curamos através do nosso trabalho profissional, que vai nos desafiar de várias formas e também vai fazer florescer os nossos talentos, inclusive os mais ocultos.

Para mim, ser terapeuta é interagir com conhecimentos e técnicas, com a experiência, com a própria sabedoria e espiritualidade e buscar aplicar tudo isso, na prática, da forma mais simples possível.

Penso que a desqualificação do terapeuta desestrutura a vida do terapeuta e a vida do cliente.  Um terapeuta despreparado pode desestruturar tanto o seus chackras quanto os chakras do cliente.  Ter boas intenções, um bom coração, não é suficiente para lidar com a energia e a história do outro.  É preciso trabalho interior, treino, consciência e auto-responsabilidade pelo processo de se tornar e ser terapeuta.

Um dos principais desafios do terapeuta é estar preparado para aceitar o sofrimento do outro.  Mesmo porque, cada um vive o seu processo, ninguém pode viver o processo de outra pessoa.  Quando atendo o meu cliente, tenho sempre em mente que eu jamais poderei fazer por ele (a) o que ele(a) mesmo(a) tem que fazer.  Percebo que muitos terapeutas confundem compaixão com ter que intervir na vida do cliente.  Acredito que terapeutas emaranham mais com os clientes do que clientes emaranham com terapeutas. Portanto, é preciso cuidado para que o terapeuta não se envolva energeticamente com os seus clientes.

Pela minha experiência, percebo que nem sempre o que o cliente fala é importante, porque ele pode estar falando apenas das suas interpretações sobre os fatos de sua vida.  Ou apenas encobrindo fatos que ele não tem coragem de expor.  Por isso, penso que o grande papel do terapeuta é ajudar a pessoa a voltar-se para ela mesma e não para as interpretações que ela faz dos acontecimentos em sua vida.

Assim, lidar com as emoções (que vem do ego) e as informações (ou bioinformações) que estão no campo da pessoa é outro grande desafio do terapeuta.  Quanto trato uma pessoa, estou tratando o campo dela que é composto de energia e informação. Eu tenho que trabalhar em vários aspectos da vida da pessoa, que envolve vários campos sistêmicos.  Da mesma forma, o terapeuta tem que tomar muito cuidado com interpretações.  A interpretação é uma questão delicada nos processos terapêuticos. O terapeuta tem que olhar sentindo, tomar muito cuidado para não cair nas armadilhas da mente, que seduz, engana, ilude.  A interpretação e o excesso de compreensão tiram a força do cliente.  Exemplo:  quando um terapeuta explica demais pode bloquear o campo que está sendo tratado.

Trabalhando várias áreas do campo

Todo terapeuta, uma vez que se dispõe a atender outras pessoas, precisa, antes de mais nada, conseguir, dentro do seu processo pessoal, limpar e curar tudo o que os clientes trazem, que, muitas vezes, é parecido com o que ele sente, pois isso é um chamado da vida para o terapeuta curar primeiro ele mesmo.  Caso contrário, o seu campo de atendimento ficará limitado às suas questões pessoais, que provocarão também limitações no seu campo de atuação como terapeuta.

É muito importante o terapeuta avaliar, constantemente, quais são essas questões, qual a sua responsabilidade nos processos que acontecem na sua vida e limpar essas informações do seu campo.  Também é fundamental o terapeuta  se trabalhar a ponto de não se identificar, para que se torne apenas um instrumento de cura, sem acionamentos emocionais nele mesmo.

Outro cuidado que o terapeuta precisa tomar é o de não alimentar preocupações com o seu cliente, porque a preocupação é uma forma-pensamento que mais atrapalha do que ajuda.  Quando surgem situações difíceis com o cliente, é muito importante estar atento(a) à compreensão e não ao sofrimento ou à preocupação.   A transformação acontece na ação.

É fundamental que o terapeuta se desconecte energeticamente do seu cliente, caso contrário trará problemas tanto para ele (a) quanto para o cliente, como, por exemplo, a dependência.  Com a experiência, o terapeuta vai desenvolvendo uma percepção do campo do seu cliente, e percebe se ele está mais ou menos pronto para acelerar o seu processo de autocura.  O trabalho de um terapeuta tem que ser consciente.  Inclusive para ele se desconectar do cliente.

Entendo que um terapeuta tem que ter força em seu campo (energético e informacional) para sentir-se merecedor e em condições energéticas de atender o seu cliente, como um facilitador.  Caso contrário, haverá a identificação e isso é nocivo tanto para o terapeuta quanto para o cliente.

Por isso, outro aspecto fundamental na vida de um terapeuta é o quanto ele está conectado com a energia da prosperidade, qual é a sua compreensão de abundância, para que o seu campo pessoal possa atuar em níveis superiores.  O terapeuta não atende só com a sua mente.  Ele atende principalmente através da energia do campo.  Assim, no processo de atendimento é necessário atenção e cuidado com as energias intrusas.  Elas costumam se instalar quando a verdade que o campo do cliente traz é encarada de frente, trazendo o que ele precisa trabalhar prioritariamente.  Energias de abuso de qualquer natureza, por exemplo, são portas de entrada para energias intrusas.  Mergulhar na dor também dá espaço para energias intrusas.  Portanto, o terapeuta sempre precisa preparar-se energeticamente para as consultas e tratamentos de seus clientes.

A questão financeira é outro aspecto relevante nos processos terapêuticos.  Observo muitos terapeutas com dificuldades para lidar com a energia do dinheiro:  desde cobrar de forma justa e profissional pelo seu trabalho até administrar as suas finanças.  O terapeuta ajuda, facilita através do seu trabalho e é energeticamente recompensado com o dinheiro.  Ser terapeuta é uma missão e ele ganha dinheiro por consequência.

A auto-responsabilização é outro aspecto relevante de um processo terapêutico.  Tanto o terapeuta quanto o cliente têm responsabilidades a assumir. Alias, é mais fácil o terapeuta mexer no núcleo de problemas dos seus clientes do que nos seus próprios.  Por isso, penso que um terapeuta de verdade é aquele que consegue trabalhar com resultados para si mesmo.  Na medida em que eu me curo, eu ajudo a curar outras pessoas.

Nesse contexto estão as situações chamadas de “urgentes”.  Muitos clientes acreditam que porque pagam um terapeuta, o mesmo vai servi-lo dentro de qualquer necessidade.  Terapeuta não atende urgências.  Quem atende urgências são pronto socorros, hospitais, médicos. E o terapeuta precisa estar consciente de que ajudar o cliente é diferente de submeter-se ao cliente.

O terapeuta é um canal de cura e não é só por meio de palavras que ele age terapeuticamente.  As palavras servem para o esclarecimento.  O trabalho do terapeuta é no campo.  O terapeuta trata sistemas diversos que fazem parte da vida do cliente.  É a maturidade que vai trazendo ao terapeuta uma habilidade cada vez maior de lidar com o seu próprio campo e com o campo do cliente.  Quando estou no campo, estou em outro nível de consciência.  E inclusive posso perceber quando é o ego e quando é a essência do meu cliente que se manifesta.

Aprender a acionar o inconsciente do cliente é a questão de ser terapeuta.  O terapeuta tem que fazer uma estruturação de campo que vai abrir um portal, criar uma ressonância grande para que o campo do cliente possa ser conduzido a novas possibilidades.  O terapeuta sempre tem que estar atento sobre qual ressonância ele está criando nos seus clientes.  Se  os clientes me procuram com questões parecidas com as minhas, é um sinal de que preciso mergulhar nessas questões e tratá-las.  Uma mente poderosa não necessariamente é uma mente preparada.  Há mentes poderosas que penetram as pessoas.  Só ancorado é que o terapeuta pode ser benéfico.  Ou seja, criar ressonância momentânea, se retirar, se reestruturar e honrar a pessoa e a sua história.  O terapeuta tem que tomar muito cuidado para não alimentar o círculo vicioso de prender, aprisionar o cliente.  Terapia não é dependência.

Abrir o portal para novas possibilidades

Na minha visão, o terapeuta tem que estar sempre em formação! Mudar a si próprio, elevar a consciência e discernir sobre o que é preciso focar numa terapia é um grande desafio para o  terapeuta.   Um terapeuta não pode se perder em sua caminhada em nome de atender os seus clientes.  Ou seja, em primeiro lugar vem a caminhada do próprio terapeuta para, então, ele (a) ter condições de cuidar de outras pessoas. O terapeuta tem que olhar para os seus próprios processos dolorosos, ter uma disponibilidade interna para se fazer olhar, aflorar e curar por mais que isso doa…é um trabalho interior que vai até o fim da vida !

Tanto o terapeuta quanto o cliente precisam caminhar expressando sua vida com plenitude e amor. O terapeuta é um facilitador da cura, não a causa da cura.  Para mim, um bom terapeuta é aquele que, independente de conhecimentos, técnicas, protocolos, metodologias, ajuda a ampliar o nível de consciência do seu cliente.

Acredito que, independente de estarmos no papel de terapeuta ou cliente, todos nós estamos aqui para trazer algo libertador para nós e para o mundo.  Temos que ficar atentos para perceber os encadeamentos que o Universo faz para estarmos onde e com quem precisamos estar. Isso vale para terapeutas e clientes!  Ao mesmo tempo, nossos egos (nossas “certezas”) muitas vezes nos levam a caminhos que não necessariamente são saudáveis para nós. Portanto, orai e vigiai.  Interiorização e atenção.  Trabalho interior, hoje e sempre !