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O encanto e a beleza das essências vibracionais Ararêtama

Apesar de todo o seu desmatamento (mais de 90%!), a Mata Atlântica continua sendo uma das maiores biodiversidades do Planeta Terra e de algumas das maravilhosas formas de vida desse ecossistema que provem as energias inspiradas e inseridas nas essências que compõem o sistema de essências vibracionais Ararêtama.

Ararêtama chegou a mim em novembro de 2018, quando tive a oportunidade de ouvir e aprender com a sua criadora e canalizadora, Sandra Epstein, que por meio de um processo vivido os produz há mais de 20 anos.  O principal indicador de que o sistema Ararêtama seria incorporado ao meu trabalho de terapeuta floral foi a imediata e profunda alegria de alma que senti.

Sandra e eu = grande encontro

O que me encantou de imediato foi compreender como as qualidades ambientais do ecossistema da Mata Atlântica são também preciosas para atuar no processo de cura dos nossos corpos sutis, contribuindo valiosamente com a nossa consciência interior e conexão com a Terra.  A Mata Atlântica é um patrimônio ambiental de toda a humanidade, pois contém mais bactérias, fungos microscópicos, protozoários e algas do que qualquer área equivalente de solo europeu ou norte-americano, significando uma valiosíssima contribuição à medicina, agricultura, indústria e equilíbrio biológico do planeta.

Outro aspecto do sistema  Ararêtama que aprecio muito é o convite que nos faz para assumir uma jornada de autocura, tomando essências vibracionais com autoconsciência e propósito, pois este princípio está contido na essência do meu trabalho de terapeuta:  encorajar meus clientes a se libertarem do condicionamento de submissão a profissionais de saúde e assumirem-se como protagonistas de sua própria saúde, de seus caminhos de vida.

Muitas vezes, adormecidos, não nos damos conta de que muitos problemas e bloqueios em nossas vidas são decorrentes da nossa incapacidade de acessar recursos interiores para lidarmos e enfrentarmos todos os desafios do nosso trabalho interior, que envolvem a nossa vontade real de descobrir a nossa verdadeira origem (quem somos em essência), nutrirmos nossa alma, nos energizarmos a cada dia, nos movermos para realizarmos o que nos propomos, nos relacionarmos conosco e com os outros, vivermos o presente, nos libertarmos do passado, de pesos inúteis, da vitimização, do medo da expansão e do novo, de acessar a nossa sabedoria, de reconhecermos e vivermos a nossa verdade interior, de conseguirmos nos manter abertos à vida, sem nos fragilizarmos e nos machucarmos.

O sistema vibracional Ararêtama pode tanto nos ajudar nesses desafios como também nos fortificar naquilo que já temos mais destreza; naquilo em que sentimos que estamos em maior equilíbrio, satisfeitos em nossas vidas, dando vazão aos nossos potenciais criativos latentes.

Ao usar as essências Ararêtama, apenas nesses primeiros meses de trabalho comigo mesma e com os meus clientes,  já tenho constatado efeitos muito benéficos para lidar com questões como pensamentos e emoções obsessivas, resistências, inflexibilidade, sensação de abandono que causa tristeza,  ansiedade, medo de iniciar novos ciclos, sentimento de desproteção, dificuldade em perceber suas limitações e como trabalhá-las.  Imagino o quanto descobrirei e aprenderei vivenciando e tralhando com o Sistema Ararêtama!

O sistema de essências vibracionais Ararêtama está ligado a um agrupamento de campos energéticos, representado fisicamente pelo ecossistema da Mata Atlântica e participa, com suas essências relacionadas aos graus de evolução, do trabalho de despertar a consciência, ressoando em harmonia com a rede universal de energia, lembrando que o cosmo é como uma “teia de inter-relações eletromagnéticas e movimento quântico” (subatômico).

Eles contribuem para que possamos nos conectar com a nossa essência por meio do amor, da abundância, do sentido da vida. São 35 essências de árvores, flores, bromeliáceas, raízes, plantas, cogumelos, fungos, seivas, líquens, cristais vegetais e minerais, ambientes naturais, que são canais de uma “rede original” que nos nutre o tempo todo e, ainda mais, quando aprendemos a acessá-la por meio dos avanços que sentimos no coração, persistindo no nosso trabalho interior.

A produção das essências Ararêtama envolve várias esferas de compreensão, não se limitando a um processo de produção e ,sim, abrangendo dimensões mais sutis.   Sinto-me abençoada por me sentir parte dessa egrégora e ainda contar com mais um recurso valiosíssimo para desenvolver o meu trabalho de terapeuta e de cumprir a minha missão de vida.

Referência bibliográfica:  Essências Vibracionais da Mata Atlântica – A Jornada da Consciência Desperta, Sandra Epstein, Triom, 2ª edição, São Paulo, 2011.

 

Espiritualidade:  nosso coração em compasso  

Fazemos parte do Universo.  Só por este motivo, a espiritualidade é a base da nossa existência.  Somos espíritos vivendo uma experiência humana e, muitas vezes, com a vida atribulada que levamos, nos esquecemos disso.

Para mim, espiritualidade é, majoritariamente, trabalho interior que envolve experiências, vivências e não teorias, dogmas, doutrinas e filosofias.  Constatar e vivenciar todos os aspectos da nossa existência humana é exercer a nossa espiritualidade.  

Com a enxurrada de estímulos e informações que recebemos diariamente, um dos nossos maiores desafios, que pode ser considerado um desafio espiritual, é aprendermos, através de vivências, a direcionar convenientemente nossas percepções, sensações e atenção para a coisa certa, no momento certo. 

As sensações e percepções são atributos do espírito.  Como afirma Francisco do Espírito Santo Neto, no livro As Dores da Alma, “quanto maior o estado de consciência do indivíduo, maior será sua capacidade de perceber a vida, que não se limita apenas aos fragmentos da realidade, mas, sim, à realidade plena”.   

É entrando em contato com nós mesmos que podemos exercer a nossa espiritualidade, pois a partir desse contato, é que temos melhores condições de interagir com o mundo externo que nos rodeia:  pessoas, situações e todos os acontecimentos, criados pelas nossas consciências individuais e coletivas.  A partir desse contato com o nosso mundo interno é que podemos perceber, sentir as dimensões de realidade.

As emoções de medo e as dependências emocionais são grandes obstáculos para exercermos a nossa espiritualidade.  Dependências emocionais como a de ser aprovado, admirado, reconhecido e amado são, na minha visão, as que mais atrapalham o exercício da nossa espiritualidade, porque sobrecarregam as energias dos nossos chakras cardíaco e do plexo solar, provocando um vazio constante, um descompasso em nosso coração. 

Assim, viver a nossa espiritualidade requer o despertar dos nossos condicionamentos e certezas, descobrirmos quem somos e colocarmos as nossas vidas a serviço da LUZ.

Transcender as nossas emoções passageiras para reconhecermos o que verdadeiramente sentimos sobre nós mesmos e sobre o sentido da nossa vida.  E então, com a nossa Luz sempre fortalecida, servimos ao mundo não como compensação para culpas e angústias e, sim, como seres interconectados por uma força maior.

Assim, temos que ter cuidado com as nossas “verdades” para praticarmos a espiritualidade,  pois elas nos iludem, dando a sensação de “segurança”, uma falsa segurança que apenas nos aprisiona no nosso mental automático, impedindo-nos de pensar e agir verdadeiramente, com espontaneidade, porque nos leva a ir de acordo com o clima de temor que nos envolve todos os dias. 

Nosso centro é o nosso espírito, a nossa alma, a nossa essência divina por meio da qual testemunhamos tudo o que ocorre dentro e fora de nós.  Praticar a espiritualidade é dar espaço a essa essência, para que possamos acessar o tesouro de sabedoria que está à nossa disposição, em nosso inconsciente pessoal e no inconsciente coletivo. 

A espiritualidade é a base para que todas as áreas da nossa vida fluam saudavelmente. É preciso aprender a parar de nos conectar com a consciência do outro e passarmos a nos conectar com a nossa própria consciência.  Ficarmos atentos ao que está por trás das aparências.  Ouvir o nosso ritmo interno através da nossa respiração e das batidas do nosso coração. Desenvolver a nossa intuição, inspiração e percepção da realidade.  Valorizar o nosso mundo íntimo, tão ignorado na nossa cultura materialista.

Praticar a espiritualidade nos faz perceber mais facilmente os toques que o Universo nos dá, ou os recados de Deus, que chegam abundantemente em nossas vidas.  Viver a nossa espiritualidade é aprender a reconhecer esses sinais e praticar o que eles nos inspiram, para o nosso bem e para o bem do todo !

Terapeuta e Cliente:  um vínculo que precisa ser compreendido  

Depois de 10 anos atuando como terapeuta, decidi escrever este post para expressar a minha visão sobre como vejo o vínculo que se cria entre terapeuta e cliente.  Percebo que, atualmente, existem muitas terapias e técnicas, no entanto, nem sempre temos pessoas que se prepararam e se aprimoraram para trabalhar essas técnicas.  Também existem muitas pessoas interessadas em terapias, no entanto, é comum aparecerem muitas dúvidas na hora de escolher os terapeutas e as terapias. 

10 anos de caminhada como terapueta

O que é ser terapeuta?  A resposta para essa pergunta vai variar muito.  No entanto, acredito que existe um fato na vida de todo o profissional de saúde:  de alguma forma ele foi convocado a fazer um trabalho interior primeiro com ele mesmo para, então, atender as pessoas.  Afirmo isso porque acredito que qualquer profissão é uma reparação, ou seja, de alguma forma nos curamos através do nosso trabalho profissional, que vai nos desafiar de várias formas e também vai fazer florescer os nossos talentos, inclusive os mais ocultos.

Para mim, ser terapeuta é interagir com conhecimentos e técnicas, com a experiência, com a própria sabedoria e espiritualidade e buscar aplicar tudo isso, na prática, da forma mais simples possível.

Penso que a desqualificação do terapeuta desestrutura a vida do terapeuta e a vida do cliente.  Um terapeuta despreparado pode desestruturar tanto o seus chackras quanto os chakras do cliente.  Ter boas intenções, um bom coração, não é suficiente para lidar com a energia e a história do outro.  É preciso trabalho interior, treino, consciência e auto-responsabilidade pelo processo de se tornar e ser terapeuta.

Um dos principais desafios do terapeuta é estar preparado para aceitar o sofrimento do outro.  Mesmo porque, cada um vive o seu processo, ninguém pode viver o processo de outra pessoa.  Quando atendo o meu cliente, tenho sempre em mente que eu jamais poderei fazer por ele (a) o que ele(a) mesmo(a) tem que fazer.  Percebo que muitos terapeutas confundem compaixão com ter que intervir na vida do cliente.  Acredito que terapeutas emaranham mais com os clientes do que clientes emaranham com terapeutas. Portanto, é preciso cuidado para que o terapeuta não se envolva energeticamente com os seus clientes.

Pela minha experiência, percebo que nem sempre o que o cliente fala é importante, porque ele pode estar falando apenas das suas interpretações sobre os fatos de sua vida.  Ou apenas encobrindo fatos que ele não tem coragem de expor.  Por isso, penso que o grande papel do terapeuta é ajudar a pessoa a voltar-se para ela mesma e não para as interpretações que ela faz dos acontecimentos em sua vida.

Assim, lidar com as emoções (que vem do ego) e as informações (ou bioinformações) que estão no campo da pessoa é outro grande desafio do terapeuta.  Quanto trato uma pessoa, estou tratando o campo dela que é composto de energia e informação. Eu tenho que trabalhar em vários aspectos da vida da pessoa, que envolve vários campos sistêmicos.  Da mesma forma, o terapeuta tem que tomar muito cuidado com interpretações.  A interpretação é uma questão delicada nos processos terapêuticos. O terapeuta tem que olhar sentindo, tomar muito cuidado para não cair nas armadilhas da mente, que seduz, engana, ilude.  A interpretação e o excesso de compreensão tiram a força do cliente.  Exemplo:  quando um terapeuta explica demais pode bloquear o campo que está sendo tratado.

Trabalhando várias áreas do campo

Todo terapeuta, uma vez que se dispõe a atender outras pessoas, precisa, antes de mais nada, conseguir, dentro do seu processo pessoal, limpar e curar tudo o que os clientes trazem, que, muitas vezes, é parecido com o que ele sente, pois isso é um chamado da vida para o terapeuta curar primeiro ele mesmo.  Caso contrário, o seu campo de atendimento ficará limitado às suas questões pessoais, que provocarão também limitações no seu campo de atuação como terapeuta.

É muito importante o terapeuta avaliar, constantemente, quais são essas questões, qual a sua responsabilidade nos processos que acontecem na sua vida e limpar essas informações do seu campo.  Também é fundamental o terapeuta  se trabalhar a ponto de não se identificar, para que se torne apenas um instrumento de cura, sem acionamentos emocionais nele mesmo.

Outro cuidado que o terapeuta precisa tomar é o de não alimentar preocupações com o seu cliente, porque a preocupação é uma forma-pensamento que mais atrapalha do que ajuda.  Quando surgem situações difíceis com o cliente, é muito importante estar atento(a) à compreensão e não ao sofrimento ou à preocupação.   A transformação acontece na ação.

É fundamental que o terapeuta se desconecte energeticamente do seu cliente, caso contrário trará problemas tanto para ele (a) quanto para o cliente, como, por exemplo, a dependência.  Com a experiência, o terapeuta vai desenvolvendo uma percepção do campo do seu cliente, e percebe se ele está mais ou menos pronto para acelerar o seu processo de autocura.  O trabalho de um terapeuta tem que ser consciente.  Inclusive para ele se desconectar do cliente.

Entendo que um terapeuta tem que ter força em seu campo (energético e informacional) para sentir-se merecedor e em condições energéticas de atender o seu cliente, como um facilitador.  Caso contrário, haverá a identificação e isso é nocivo tanto para o terapeuta quanto para o cliente.

Por isso, outro aspecto fundamental na vida de um terapeuta é o quanto ele está conectado com a energia da prosperidade, qual é a sua compreensão de abundância, para que o seu campo pessoal possa atuar em níveis superiores.  O terapeuta não atende só com a sua mente.  Ele atende principalmente através da energia do campo.  Assim, no processo de atendimento é necessário atenção e cuidado com as energias intrusas.  Elas costumam se instalar quando a verdade que o campo do cliente traz é encarada de frente, trazendo o que ele precisa trabalhar prioritariamente.  Energias de abuso de qualquer natureza, por exemplo, são portas de entrada para energias intrusas.  Mergulhar na dor também dá espaço para energias intrusas.  Portanto, o terapeuta sempre precisa preparar-se energeticamente para as consultas e tratamentos de seus clientes.

A questão financeira é outro aspecto relevante nos processos terapêuticos.  Observo muitos terapeutas com dificuldades para lidar com a energia do dinheiro:  desde cobrar de forma justa e profissional pelo seu trabalho até administrar as suas finanças.  O terapeuta ajuda, facilita através do seu trabalho e é energeticamente recompensado com o dinheiro.  Ser terapeuta é uma missão e ele ganha dinheiro por consequência.

A auto-responsabilização é outro aspecto relevante de um processo terapêutico.  Tanto o terapeuta quanto o cliente têm responsabilidades a assumir. Alias, é mais fácil o terapeuta mexer no núcleo de problemas dos seus clientes do que nos seus próprios.  Por isso, penso que um terapeuta de verdade é aquele que consegue trabalhar com resultados para si mesmo.  Na medida em que eu me curo, eu ajudo a curar outras pessoas.

Nesse contexto estão as situações chamadas de “urgentes”.  Muitos clientes acreditam que porque pagam um terapeuta, o mesmo vai servi-lo dentro de qualquer necessidade.  Terapeuta não atende urgências.  Quem atende urgências são pronto socorros, hospitais, médicos. E o terapeuta precisa estar consciente de que ajudar o cliente é diferente de submeter-se ao cliente.

O terapeuta é um canal de cura e não é só por meio de palavras que ele age terapeuticamente.  As palavras servem para o esclarecimento.  O trabalho do terapeuta é no campo.  O terapeuta trata sistemas diversos que fazem parte da vida do cliente.  É a maturidade que vai trazendo ao terapeuta uma habilidade cada vez maior de lidar com o seu próprio campo e com o campo do cliente.  Quando estou no campo, estou em outro nível de consciência.  E inclusive posso perceber quando é o ego e quando é a essência do meu cliente que se manifesta.

Aprender a acionar o inconsciente do cliente é a questão de ser terapeuta.  O terapeuta tem que fazer uma estruturação de campo que vai abrir um portal, criar uma ressonância grande para que o campo do cliente possa ser conduzido a novas possibilidades.  O terapeuta sempre tem que estar atento sobre qual ressonância ele está criando nos seus clientes.  Se  os clientes me procuram com questões parecidas com as minhas, é um sinal de que preciso mergulhar nessas questões e tratá-las.  Uma mente poderosa não necessariamente é uma mente preparada.  Há mentes poderosas que penetram as pessoas.  Só ancorado é que o terapeuta pode ser benéfico.  Ou seja, criar ressonância momentânea, se retirar, se reestruturar e honrar a pessoa e a sua história.  O terapeuta tem que tomar muito cuidado para não alimentar o círculo vicioso de prender, aprisionar o cliente.  Terapia não é dependência.

Abrir o portal para novas possibilidades

Na minha visão, o terapeuta tem que estar sempre em formação! Mudar a si próprio, elevar a consciência e discernir sobre o que é preciso focar numa terapia é um grande desafio para o  terapeuta.   Um terapeuta não pode se perder em sua caminhada em nome de atender os seus clientes.  Ou seja, em primeiro lugar vem a caminhada do próprio terapeuta para, então, ele (a) ter condições de cuidar de outras pessoas. O terapeuta tem que olhar para os seus próprios processos dolorosos, ter uma disponibilidade interna para se fazer olhar, aflorar e curar por mais que isso doa…é um trabalho interior que vai até o fim da vida !

Tanto o terapeuta quanto o cliente precisam caminhar expressando sua vida com plenitude e amor. O terapeuta é um facilitador da cura, não a causa da cura.  Para mim, um bom terapeuta é aquele que, independente de conhecimentos, técnicas, protocolos, metodologias, ajuda a ampliar o nível de consciência do seu cliente.

Acredito que, independente de estarmos no papel de terapeuta ou cliente, todos nós estamos aqui para trazer algo libertador para nós e para o mundo.  Temos que ficar atentos para perceber os encadeamentos que o Universo faz para estarmos onde e com quem precisamos estar. Isso vale para terapeutas e clientes!  Ao mesmo tempo, nossos egos (nossas “certezas”) muitas vezes nos levam a caminhos que não necessariamente são saudáveis para nós. Portanto, orai e vigiai.  Interiorização e atenção.  Trabalho interior, hoje e sempre !

O valor das terapias vibracionais

Atualmente contamos com inúmeros tipos de terapias integrativas e complementares.  Dentre elas, estão as terapias vibracionais, que são as que tratam as pessoas por meio de energia e informação.  Entre elas estão:  reiki, biomusicoterapia, cromoterapia, johrei, toque quântico, radiesetesia, radiônica, entre outras.

O princípio básico das terapias vibracionais é o de que o nosso corpo, apesar de estar em um estado de matéria, também é uma forma de energia, ou seja, o arranjo molecular do corpo físico é uma complexa rede de campos de energia e informação totalmente entrelaçados.

Edgar Cayce, um paranormal norte americano afirmou em 1928:  “O corpo humano é composto de vibrações elétricas. Cada átomo e elemento do corpo, cada órgão e organismo tem sua unidade de vibração necessária à manutenção e ao equilíbrio desse organismo.” Ele fundou, em 1931, a Association for Research and Enlightenment, que ajuda, até hoje, pessoas a transformarem suas vidas levando em conta corpo, mente e espírito.

Além do nosso corpo “físico”, também temos outros corpos de energia sutil que desempenham papel fundamental em nossa saúde.  Antes de chegarem ao corpo físico, as doenças se manifestam nesses corpos sutis e é nesse ponto que as terapias vibracionais também são de grande ajuda, pois atuam na harmonização ou correção das disfunções presentes nestes corpos.

A cronobiologia, ciência que estuda os fenômenos biológicos recorrentes, nos ajuda a compreender a influência das questões energética e informacional em nossa saúde.  Ela afirma que nosso corpo está em constante mudança, ou seja, aproximadamente 90% dos átomos do nosso corpo são renovados a cada 3 meses. A nossa pele se renova a cada mês.  O estômago troca seu revestimento a cada 4 dias.  Um detalhe importante é que a cada replicação celular, a cópia é feita pela última informação e não pela informação que existia quando fomos concebidos. Assim, as doenças nada mais são do que informações.  Em outras palavras, as células do nosso corpo morrem ou se renovam constantemente para nos manter vivos!

Assim, a nossa vida é cíclica em vários sentidos, não só no sentido cronológico. Graças a esses ciclos, nós estamos vivos.  É fácil deduzir o quanto viver plenamente representa caminharmos pelos ciclos da vida levando em conta os vários aspectos da nossa existência:  nosso ambiente, nossas crenças, atitudes, comportamentos, pensamentos, consciência, mente, sentimentos, emoções, interesses, escolhas, contextos de vida…que certamente influenciam nossas células o tempo todo.

Um detalhe importante quando nos referimos às terapias vibracionais é que para podermos alterar (harmonizar, tratar, cuidar) dos nossos corpos físicos, também temos que considerar a energia que vibra em frequências que estão além do plano físico. E então, entramos na questão da espiritualidade ou tudo que vai além da percepção mundana da nossa existência.

Existem frequências harmônicas com as quais toda a forma de vida está sintonizada. O corpo humano é constituído de frequências que formam um campo equilibrado quando a pessoa está saudável.  As vibrações do corpo saem facilmente de sintonia quando, por exemplo, a pessoa sente estresse físico ou emocional e não sabe lidar saudavelmente com ele.

Em termos mais práticos e mensuráveis:  “Indivíduos saudáveis ressoam numa faixa entre 62 e 68 megahertz (MHz). Pessoas doentes vibram entre 20 e 62 MHz. Quando você contrai um simples resfriado, sua taxa vibratória desce para 58 MHz. Em presença de cândida (uma infecção sistêmica por fungos), a vibração é de 52 MHz; em caso de câncer, de 42 MHz. Uma vez iniciado o processo de morte, a frequência baixa para 20 MHz.  Pensamentos negativos podem baixar a frequência do corpo em apenas três segundos. Pensamentos positivos  conseguem elevar essa frequência ao nível ideal em 21 segundos”.

As terapias vibracionais implicam em tratar por vibrações, frequências ou bioinformações que ajudarão todos os corpos a resgatar sua ressonância harmônica saudável.  Elas funcionam pelo mecanismo da ressonância com o campo energético e informacional da pessoa, permitindo assim identificar o que está em desequilíbrio e enviar energias e/ou frequências e/ou bioinformações harmonizadoras de tratamento, que conduzirão ao restabelecimento do equilíbrio energético nos vários níveis dos corpos sutis e físicos do organismo da pessoa tratada.

Desde a concepção no ventre de nossas mães, o crescimento e o desenvolvimento do nosso corpo físico, até a nossa velhice, são afetados não só pela genética (padrões moleculares herdados dos nossos pais e antepassados), mas também pelos padrões energéticos superiores da nossa alma.  Como afirma o Dr. Richard Gerber: “Um sistema de medicina que negue ou ignore a existência do espírito será incompleto, porque exclui o atributo mais importante do ser humano, a sua dimensão espiritual” .

Como tratamentos integrativos e complementares, as terapias vibracionais, bem aplicadas por profissionais de saúde qualificados e preparados para este trabalho, conduzem à  transformação curativa na mente, no corpo e no espírito da pessoa.

Leia também: A importância da mente e da consciência ampliada no processo de cura

Terapia:  escolhendo a melhor para você

Fonte de Pesquisa:

Fonte:  Internet site de jackzennectoux.

Artigos da Revisa Saúde Quântica (Grupo Fisioquantic)

Medicina Vibracional – Richard Gerber (Editora Cultrix)

Mesa Quântica Estelar:  jornada da Luz!  

Tenho a convicção de que o caminho mais importante de nossas vidas é o caminho interior, o caminho que escolhemos para trilharmos dentro de nós mesmos.  Para isso, temos que estar realmente dispostos e com coragem de buscar a verdade e acolhê-la com um discernimento que vai além do intelecto, uma compreensão que transcende a visão material da vida.

Buscar respostas, porque temos muitas dúvidas, é natural.  E a revolução das terapias holísticas ou integrativas contribuem neste processo.  A Mesa Quântica Estelar (MQE) é uma dessas revoluções, que já está presente no mundo todo, por meio de mestres e operadores que fazem parte de um exército de trabalhadores da Luz.

Quando a Mesa Quântica Estelar (MQE) me convocou (sim, me convocou!) a conhecê-la e incorporá-la ao meu trabalho de terapeuta, eu estava me aprofundando na reflexão do porquê e para que ser terapeuta, além de um trabalho profissional.  Por quem ser terapeuta?

E, então, tive a reconfirmação de que ser terapeuta está ligado, acima de tudo,  ao meu caminho de vida, porque ser terapeuta, para mim, representa o meu sonho de infância: aprender e ensinar, buscando sempre a verdade! E sempre junto com outras pessoas.

Estamos envolvidos, diariamente, com ilusões.  Buscamos fugas que nos libertem da dor.  Disse Jesus: “Buscai a verdade.  E a verdade vos libertará.”   A MQE coloca a pessoa numa posição que a faça entender qual verdade é essa que ela está buscando.  Mostra à pessoa do que ela precisa para se libertar.

Como bem resume Rodrigo de Aldebaran, canalizador da Mesa Quântica Estelar:  “Somos um planeta na terceira dimensão, que pertence a um sistema solar, inserido numa galáxia de 400 bilhões de estrelas, onde nosso Sol está na margem da mesma, ao lado de 100 milhões de conjuntos de galáxias ainda maiores que compõe o nosso Universo, que não é o único existente.  E isso é só 10% do que realmente existe entre os planos e dimensões paralelas.”

As muitas dimensões do Universo

Uau ! A partir desta visão, fica mais fácil compreender o que são as Consciências Divinas que administram aqui: o nosso Universo.  Estas Consciências fazem parte da administração universal, como se fossem “cientistas cósmicos” responsáveis pela tecnologia, criação e manutenção dos planetas e suas respectivas dimensões que irão suportar corpos físicos e espirituais, projetados especificamente para essas experiências planetárias. 

Tudo neste grande Universo é fundamentado em análises, pesquisas, planejamentos e projetos de seres comprometidos com a evolução natural das espécies de diversas raças interplanetárias, que vivem experiências nos planos vibratórios dos planetas em que se encontram, a partir de projetos com começo, meio e fim, supervisionados e direcionados pelos Comandos Estelares do Sistema Solar. 

Estamos vivendo uma transição que é fácil de ser constatada diante de tantas mudanças em nossas vidas e no planeta Terra.  Basta prestar atenção naquilo que nos acontece em níveis mais sutis e constatar fatos, acontecimentos cotidianos e extraordinários, que muitas vezes passam despercebidos para aqueles que estão vivendo suas vidas adormecidos por ilusões e supostas verdades divulgadas na mídia.

E então vêm as perguntas:  quem somos nós diante do Universo? O que estamos fazendo aqui?  O que temos que fazer daqui para a frente? Qual o sentido das nossas vidas?  Em nome de que estamos vivos e vivendo? O que realmente é nosso por direito humano?

De alguma forma, estamos sendo chamados para uma nova consciência diante da nossa vida individual e coletiva.  Dentro desse contexto, a canalização da Mesa Quântica Estelar, por Rodrigo de Aldebaran, por meio da psicofonia e da psicografia, surge como um presente Divino para auxiliar qualquer pessoa que busca autoconhecimento e transformação em sua vida.

O Projeto da Mesa Quântica Estelar contém bases, estruturas cósmicas e espirituais, operação e fundamentos dentro das leis e justiças cósmicas.  Ela trabalha com os Orixás, Guias e Mentores Espirituais, Elementais da Natureza, Comandos Estelares  de Luz, com a Radiestesia, a Radiônica, a Física Quântica, a Psiônica e tem elementos Cabalísticos, que dão uma grande base para auxiliar todas as pessoas.

Na Mesa Quântica Estelar não há tempo nem espaço. Por meio de ferramentas eletromagnéticas, impregnadas na Mesa Quântica Estelar, é possível eliminar, transmutar e encaminhar energias deletérias, ajudar a pessoa a ter uma conscientização da sua realidade atual, a harmonizar-se com a sua centelha divina, tudo isso para uma transformação ampla na vida da pessoa e para o bem do todo.

A beleza da Mesa Quântica Estelar também está na energia que nasce de dentro para fora da pessoa, influenciando-a e  direcionando-a para uma transformação natural, que já estava prevista, através de um auxílio ou de uma graça divina na vida dela.

Como é a Mesa Quântica Estelar?

O Projeto Mesa Quântica Estelar atualmente conta com mais de 100 professores e mais de 3.000 operadores dessa técnica, espalhados pelo mundo todo.

Mesa quântica estelar

Fisicamente, a Mesa Quântica Estelar é uma tábua de PVC com diversos gráficos da geometria sagrada, conhecidos também pelo inconsciente coletivo.  A mesa traz como se fosse uma “história” do processo de evolução espiritual da pessoa, levando em conta o passado, o presente e o futuro. Ela é atemporal.  Ajuda a mostrar onde realmente a pessoa quer chegar para realizar a sua missão.

O operador da Mesa Quântica Estelar, através de sua mente não racional, em estado Alpha, projeta as imagens ao universo, criando uma sintonia imediata e que trabalha a favor da Luz, do discernimento, do Amor para si próprio e para o cliente.  O terapeuta ou operador tem que estar sempre se aprimorando nesse processo, através do seu próprio trabalho interior.

A MQE pode ser consultada para várias finalidades:  autoconhecimento, questões que exigem mais clareza, para uma situação de dificuldade (saúde, profissional, afetiva, familiar, etc.) entre outras.

A MQE trabalha todas as áreas e aspectos da nossa vida.  Trazendo a luz onde há escuridão.  Basta ter o desejo e a vontade de auxiliar para operar uma Mesa Quântica Estelar. Esse é o primeiro passo e as portas se abrem naturalmente. Isso vale também para o cliente:  o primeiro passo é querer.  Querer mudar, transformar algo em sua vida.  Não precisa acreditar.

Nem sempre temos condições de entender verdadeiramente a nossa realidade.  O que parece prioridade, muitas vezes é só um sinal de que algo muito profundo, precisa ser reconhecido, acolhido, limpado, corrigido e transmutado em nossa vida.  Reconhecer o verdadeiro problema, a questão prioritária, é a proposta básica da MQE, um instrumento maravilhoso de autocura e evolução individual e coletiva.

O CAMPO:  leitura indispensável para quem quer conhecer a história da nova ciência

Se você quer conhecer a história dos verdadeiros avanços na ciência, leia o livro O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart (Editora Rocco, 2002).  Ela é uma referência internacional quando o assunto é medicina não convencional e também é uma palestrante internacional.

 

As descobertas relatadas em seu best seller, O Campo, justificam cientificamente como agem as terapias frequenciais. São histórias emocionantes das descobertas de cientistas do mundo todo e de suas lutas pessoais para desbravar novos caminhos para a ciência.  São centenas de estudos científicos relatados, uma oportunidade para você rever seus conceitos e crenças sobre o que é ciência e o que é científico.

Os estudos relatados em O Campo demonstraram cientificamente que:

  • A cura à distância funciona;
  • Podemos influenciar o mundo e o corpo com nossos pensamentos;
  • A visão remota existe;
  • As reações do nosso organismo não são ditadas unicamente pela química, e sim por frequências eletromagnéticas ultrafracas;
  • O universo é uma rede de energia e informação interligada e podemos acessá-la por meio de nossa intenção. Esta rede é o que ela descreve em seu livro como “o campo do ponto zero“.

Natal é para todos os dias!

Apesar do apelo comercial que se instituiu para a época, é no Natal que, de alguma forma, as pessoas ficam mais solidárias, amorosas, atenciosas, afetuosas, atentas a si próprias e aos outros, festejando, brindando, compartilhando, caprichando na comida, dando uma pausa, acolhendo ou sendo acolhido.

Esse espírito do Natal aumenta ou diminui de acordo com o nosso momento, com a nossa idade, com o contexto de nossas vidas, mas nunca deixa de existir. Mesmo quando uma pessoa está triste ou não tem boas lembranças do Natal, esse período sempre representará a possibilidade do amor, a esperança de algo melhor.

E por que será que, somente nessa época do ano, a maioria das pessoas se dá conta do potencial do espírito do Natal? Por que será que somente uma vez ao ano nos sentimos estimulados a fazer algo que envolva cuidar, confortar, celebrar, vivenciar a abundância, compartilhar, solidarizar, acolher, prestar atenção, presentear, sentir compaixão, inclusive por nós mesmos? Sempre me fiz essa pergunta e, de uns tempos para cá, o Natal, para mim, é vivido todos os dias! Esse sentimento tem influenciado muito positivamente a minha vida.  Se esta minha abordagem soa estranho para você, lhe convido a refletir sobre o seu Natal.

Você já pensou no que está por trás dos acontecimentos, tradições e hábitos que permeiam a época de Natal? O que representa para você a reunião com a família? As confraternizações com os amigos e colegas? As cestas de Natal que vão para instituições beneficentes?  As ações de caridade que se intensificam nessa época? O que você realmente gosta no Natal?  O que representa montar a árvore de Natal ou enfeitar a sua casa? Pergunte ao seu coração:  como você se sente e se comporta no Natal e nos outros dias do ano? O que você sente que está por trás de tudo que acontece nesse período? Acredito que ao responder essas perguntas a você mesmo, sua percepção do Natal começará a se transformar em algo que vai muito além de eventos sociais, cultura, tradição e religião.

Por meio desse exercício contínuo de viver e questionar o Natal, comecei a sentir e percebê-lo como algo que está ou não dentro da gente.  Não existe “mais ou menos Natal”.  Natal é a certeza da possibilidade de nos acolhermos, independente de como estamos e como somos e, na mesma medida, acolher os outros.  Natal expande o nosso potencial de aprendermos a amar primeiro a nós mesmos para, então, podermos amar outras pessoas.

Natal são as nossas ações, inclusive as mais sutis, para melhorar a nossa vida e a vida de outras pessoas, muitas vezes anonimamente.  É um silêncio interior que nos serena e que fala mais do que mil palavras.  Natal é um estado nascente para as infinitas possibilidades de ampliação da nossa consciência e percepção de nós mesmos e do mundo que nos cerca.  Natal é viver cada dia como um milagre nos acontecendo, independente do que aconteça.  Natal é perceber o todo e também os pequenos detalhes do cotidiano, dando sentido às nossas vidas. Natal é nos proteger e nos fortalecer.  Natal é transformar nosso mundo interior para transformar o mundo exterior.

O Natal é a chama da esperança que nunca se apaga dentro de nós. É a nossa crença, fé ou convicção, de que o mundo pode e vai melhorar.  E é, também, a nossa confiança cada vez mais plena de que a Consciência Divina intervém e nos conduz unicamente para o crescimento e a perfeição.

Desejo a você que esse Natal seja transformador e o início de um novo ciclo em sua vida interior!  Viva o Natal!

Maria Angélica                                                                                               Dezembro 2017