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Natal é para todos os dias!

Apesar do apelo comercial que se instituiu para a época, é no Natal que, de alguma forma, as pessoas ficam mais solidárias, amorosas, atenciosas, afetuosas, atentas a si próprias e aos outros, festejando, brindando, compartilhando, caprichando na comida, dando uma pausa, acolhendo ou sendo acolhido.

Esse espírito do Natal aumenta ou diminui de acordo com o nosso momento, com a nossa idade, com o contexto de nossas vidas, mas nunca deixa de existir. Mesmo quando uma pessoa está triste ou não tem boas lembranças do Natal, esse período sempre representará a possibilidade do amor, a esperança de algo melhor.

E por que será que, somente nessa época do ano, a maioria das pessoas se dá conta do potencial do espírito do Natal? Por que será que somente uma vez ao ano nos sentimos estimulados a fazer algo que envolva cuidar, confortar, celebrar, vivenciar a abundância, compartilhar, solidarizar, acolher, prestar atenção, presentear, sentir compaixão, inclusive por nós mesmos? Sempre me fiz essa pergunta e, de uns tempos para cá, o Natal, para mim, é vivido todos os dias! Esse sentimento tem influenciado muito positivamente a minha vida.  Se esta minha abordagem soa estranho para você, lhe convido a refletir sobre o seu Natal.

Você já pensou no que está por trás dos acontecimentos, tradições e hábitos que permeiam a época de Natal? O que representa para você a reunião com a família? As confraternizações com os amigos e colegas? As cestas de Natal que vão para instituições beneficentes?  As ações de caridade que se intensificam nessa época? O que você realmente gosta no Natal?  O que representa montar a árvore de Natal ou enfeitar a sua casa? Pergunte ao seu coração:  como você se sente e se comporta no Natal e nos outros dias do ano? O que você sente que está por trás de tudo que acontece nesse período? Acredito que ao responder essas perguntas a você mesmo, sua percepção do Natal começará a se transformar em algo que vai muito além de eventos sociais, cultura, tradição e religião.

Por meio desse exercício contínuo de viver e questionar o Natal, comecei a sentir e percebê-lo como algo que está ou não dentro da gente.  Não existe “mais ou menos Natal”.  Natal é a certeza da possibilidade de nos acolhermos, independente de como estamos e como somos e, na mesma medida, acolher os outros.  Natal expande o nosso potencial de aprendermos a amar primeiro a nós mesmos para, então, podermos amar outras pessoas.

Natal são as nossas ações, inclusive as mais sutis, para melhorar a nossa vida e a vida de outras pessoas, muitas vezes anonimamente.  É um silêncio interior que nos serena e que fala mais do que mil palavras.  Natal é um estado nascente para as infinitas possibilidades de ampliação da nossa consciência e percepção de nós mesmos e do mundo que nos cerca.  Natal é viver cada dia como um milagre nos acontecendo, independente do que aconteça.  Natal é perceber o todo e também os pequenos detalhes do cotidiano, dando sentido às nossas vidas. Natal é nos proteger e nos fortalecer.  Natal é transformar nosso mundo interior para transformar o mundo exterior.

O Natal é a chama da esperança que nunca se apaga dentro de nós. É a nossa crença, fé ou convicção, de que o mundo pode e vai melhorar.  E é, também, a nossa confiança cada vez mais plena de que a Consciência Divina intervém e nos conduz unicamente para o crescimento e a perfeição.

Desejo a você que esse Natal seja transformador e o início de um novo ciclo em sua vida interior!  Viva o Natal!

Maria Angélica                                                                                               Dezembro 2017

Convicções: cuidado com elas !

 

Não tenha medo de mudar de opinião ou visão.  Esta tem sido a minha resposta para as situações em que me deparo com as minhas próprias convicções e com as convicções dos outros.

Manter uma convicção é igual a torcer para times de futebol:  escolhe-se um time (ou os pais escolhem pela pobre criança) e começa a torcida por ele.  E pronto.  E então, a paixão futebolística passa a ser expressada através de rixas, choros, gritos, provocações etc. E o resultado desse processo é como loteria.  Não se sabe no que vai dar. Há casos até que a pessoa acaba torcendo para dois times… e o interessante, é que nunca vi alguém mudar de time!

Assim, posso afirmar que convicções são sempre perigosas por poderem ser muito vazias, durar a vida toda e estarem a serviço do nosso ego.  Mesmo porque, muitas vezes não passam de convicções em forma de ideias, a ponto de nem sequer conseguirmos colocá-las em prática ou agir em conformidade com elas.  Sim, na  maior parte das vezes, as convicções são palavras vazias, porque não são reforçadas por atos.

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As convicções muitas vezes estão ligadas ao “politicamente correto” e não ao que verdadeiramente pensamos, sentimos e fazemos.  O que estou querendo dizer é que temos que tomar cuidado com as convicções que escolhemos, pois elas muitas vezes podem nos machucar muito mais do que nos ajudar a viver plenamente a nossa vida. Muitas vezes, escolhemos convicções para que o mundo nos veja “bonitos na foto” ou porque queremos passar uma imagem tal, que nos convém naquele momento.  Os supostos “debates políticos” na mídia e nas redes sociais são bons exemplos da pobreza das convicções.

As convicções alimentam as nossas máscaras.  Esse é o perigo.  E se não vierem de verdade, de dentro do nosso coração, elas caem junto com as nossas máscaras….ou melhor, despencam!

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O perigo das convicções está em servir de alimento para a nossa personalidade, que nada mais é do que fruto dos nossos condicionamentos familiares, culturais, sociais etc.

Assim, penso que é melhor termos algumas certezas temporárias do que convicções absolutas.  Desta forma, podemos propiciar mais chances de vivenciarmos novas possibilidades em nossas vidas, em nossas relações e em nossa experiência humana.  Certamente, incomodamos quando nos assumimos assim.  Mas, em contrapartida, conseguimos experimentar mais do que julgar ou criticar.

Através de convicções menos fortes, podemos assumir mais facilmente as diferentes fases de nossas vidas, reconhecer melhor os contextos de vida em que estamos inseridos, constatar os fatos e circunstâncias para melhor avaliarmos o que estamos pensando e sentindo e como estamos agindo para, assim, fazermos as melhores escolhas e tomarmos melhores decisões.

Então, meu recado é:  tudo bem, tenha convicções ou certezas temporárias, atento ao que cabe em cada momento de sua vida.  Mas liberte-se dos pré-julgamentos, dos padrões mentais, da necessidade de controlar tudo e todos.  Desse jeito, nos damos a chance de sermos mais espontâneos.  E, consequentemente, mais criativos.

As convicções nos iludem de estarmos controlando a nossa vida ou as pessoas ou as situações.  Inclusive, essa falsa sensação da certeza absoluta nos leva a caminhos muito perigosos, recheados de auto-sabotagens.

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Navegue nas incertezas do oceano da vida e se deixe levar, guiado por suas convicções temporárias,  pois elas lhe ajudarão a não brigar com a correnteza…e ainda lhe farão perceber quais são as batalhas que vale a pena assumir em sua vida.

Nossos valores são adquiridos com a vida e alguns se reforçarão enquanto outros naturalmente perderão sua força, simplesmente por não terem sido vividos.  Entretanto, se mantermos convicções rígidas, elas nos aprisionam àquilo que já não nos serve.  Aí está o grande perigo:  perdemos tempo, energia e vida por estarmos presos a convicções que não cabem mais em nosso ser.

Então, aproveite o livre arbítrio que você tem para mudar de opinião e, assim, mudar de convicções.  Mudança de convicções é um indicador forte de amadurecimento e avanço no processo de autoconhecimento e ampliação da consciência .

Estude e contextualize o seu momento.  Volte-se para o seu interior e estude os seus sentimentos.  E assim, aja de acordo com as suas certezas e escolhas para aquele momento. Com calma.  Com auto-respeito.  Não busque provar nada a ninguém a não ser a você mesmo.  Assim, estará livre de um dos maiores perigos do mundo:  ser manipulado.

Como dizia Goethe:  “As frases que os homens estão acostumados a repetir incessantemente acabam se tornando convicções e ossificando os órgãos da inteligência.”

Sejamos genuinamente e criativamente inteligentes !

O processo sutil da Radiônica

Você pode se perguntar:  como posso saber se um tratamento por radiônica funciona ?

Para obter essa resposta, você precisa experimentar a radiônica.  E ter interesse e vontade de se observar,  sentir, constatar o que se passa dentro de você.  Basta isso.  E certamente, a  resposta virá !

As hipóteses para explicar como o processo da radiônica acontece são muitas.  Em minhas publicações, procuro compartilhar os meus estudos, pesquisas  e minha experiência com a radiônica.

Para começar a entender, primeiro, é necessário lembrar que tudo se resume a informação,  Conscientes ou não, interagimos com ela o tempo todo, procurando usar ao máximo os nossos cinco sentidos e também outros, que ainda não descobrimos.  Não estou falando do conhecimento livresco ou meramente mental, baseado em conceitos, princípios, teorias, doutrinas, religiões, paradigmas científicos.  Estou falando do conhecimento por experiência, vivência.

Nosso sistema nervoso, que faz a ponte entre nosso corpo e o meio ambiente, entra em ação sempre que recebemos informações que nos chegam a todo  momento, das mais diversas formas.  Para conhecermos algo de verdade, precisamos vivenciá-lo, experimentá-lo.

A nossa realidade vai muito além do que nossos conceitos e convicções mentais possam definir.  A realidade está contida em vários campos, inclusive em campos que desconhecemos ou nem imaginamos.

Na prática da radiônica,  é essencial estar aberto para receber e vivenciar as bioinformações que estamos precisando e que, certamente, nos farão bem, pois todo e qualquer tratamento que preparo através do Quantec, equipamento de radiônica que opero, está totalmente focado no bem do todo, no amor, na ampliação da consciência do ser humano e no viver com plenitude a experiência humana.  Usufruir os tratamentos  por radiônica é estar disponível a receber e a usufruir, consciente de que você e sua vida são muito mais do que as suas convicções lhe induzem a crer.

OS MISTÉRIOS DA VIDA

Desde criança os mistérios me fascinam. Sempre me interessei por temas como, por exemplo, a morte. O que está por trás da morte; Ou o que verdadeiramente anima uma pessoa, entre tantos outros mistérios. Para mim, o mistério encoraja, propulsiona, entusiasma.

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Por mais que a ciência avance, por mais que os conhecimentos se ampliem, sempre há um mistério na nossa condição de seres humanos neste planeta Terra, que nos envolve, que nos ajuda, que nos faz evoluir e nos faz sobreviver e viver a vida.

Já parou para pensar sobre tudo o que você viveu e suportou? Como deu conta de tanta coisa? como no final tudo acabou dando certo? E então você constata que deu certo não somente por uma lógica ou pelos seus planos, que provavelmente falharam, ou por sua inteligência humana. Deu certo porque uma força maior conduziu o processo, ajudas inesperadas foram surgindo, novos cenários, novas possibilidades, soluções que você nem teria considerado, sincronicidades….E, hoje, você se dá conta de que não há lógica para tudo ter dado certo e continuar dando! Afinal, por mais problemas que tenhamos, estamos vivos! E a própria vida é mistério, como alimento essencial para a nossa existência. E então nos deparamos com o mistério do SER. 

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O mistério do SER está em como conseguimos não ser engolidos completamente por forças que nos pressionam, como sobreviver, buscar segurança, desenvolver nosso poder pessoal, preservar a nossa espécie humana e, ainda, lembrarmo-nos, a cada dia, que apesar de termos que aprender a jogar o jogo da vida, fazemos parte de um plano muito mais alto do que o da Terra, “pertencemos às estrelas”, como dizia Gurdjieff.

Apesar da vida “nos enquadrar” desde que nascemos, contamos com forças misteriosas que alimentam nossa ânsia de viver com mais plenitude e também a nossa fé na possibilidade de transformações em nós mesmos e nas nossas vidas.

Você pode estar pensando: “essa força é Deus!”. E se as forças misteriosas reunidas formarem Deus? E elas são misteriosas até que o homem seja capaz de desvendá-las através das suas descobertas. Descobertas essas que, aqui na Terra, sempre serão limitadas frente ao mistério da vida. Frente ao Deus que habita em nós. Viva o mistério!

 

VOCÊ CONFIA NO SEU CORPO?

Nosso corpo é um verdadeiro milagre.  O tempo todo está tentando se adaptar ao ambiente, aos nossos hábitos, ao nosso estilo de vida, a todos os tipos de agressões e, sem nos darmos conta, toma o comando e cria situações como a febre para evitar algo pior do que o que estamos passando.

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Nosso corpo é formado por células.  Uma célula é formada por diversas moléculas.  Como afirma Karen Bergh, “nosso corpo é composto de moléculas. Quando os átomos dentro dessas moléculas agem em conjunto, quando se unem, quando compartilham o elétron, quando trabalham como uma unidade, nós temos saúde”.

As nossas células muitas vezes “gritam” para nos alertar sobre algo que não estamos enxergando ou que teimosamente insistimos em fazer.  Um barulho na mente, por exemplo, pode ser um recado de nossas células dizendo:  “pare de fazer isso ! ”.  Temos que estar atentos e fortes para ouvi-las e interpretá-las, para que nossa consciência tome as rédeas de uma situação difícil, uma doença, uma dor ou qualquer situação cujo enfrentamento é muito importante para a nossa vida.  Se não conseguimos, nossas células, então, tomam a dianteira.

Como afirma Ruth Berger, em seu livro Medicina Intuitiva, “células são guardas da energia, que estão trabalhando no corpo o tempo todo”.  Elas tentam dizer a nós muitas coisas, relacionadas ao que está verdadeiramente acontecendo conosco.  Quanto mais ignoramos as nossas células, mais dor e sofrimento nosso corpo vai vivenciar.  Porque, por não serem ouvidas, as nossas células sofrem.  E quando sofrem, somos diagnosticados com doenças, como o câncer.

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Cirurgias e tratamentos alopáticos ajudam a reduzir o sofrimento, mas nunca responderão qual é a origem da doença, onde e por qual razão começou.  É preciso estudar, ir atrás da causa raiz de uma doença para compreendermos os nossos problemas de saúde. As terapias integrativas e complementares têm um papel fundamental nesse processo.

Aprender mais sobre nós mesmos e nossos desequilíbrios; descobrir e fazer escolhas das melhores terapias para nós; pesquisar, estudar, compartilhara informações e experiências; e ouvir a nossa intuição. Estas são atitudes  fundamentais para o nosso caminho de cura.

MANIA DE ADIAR: VOCÊ SOFRE DESSE MAL?

Nos dias de hoje, com tantas atividades e informações disponíveis, é muito comum pessoas viverem o problema da procrastinação, ou seja, de ter que adiar tarefas, ações, iniciativas, atitudes, deixando-as para depois.

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Atrasar voluntariamente algo que, no fundo, sabemos ser importante, é procrastinação. E quando essa atitude se torna um hábito em nossas vidas, estamos diante de um sinal vermelho, que nos exige um exame de consciência.

Uma das razões da procrastinação é justificada pelo nosso cansaço físico e mental, diante de tantas tarefas, obrigações e pressões do cotidiano. No entanto, existem várias outras que, muitas vezes, nem nos damos conta.

Gosto da classificação simples e direta da psicóloga Camila Martiny, do Laboratório de Respiração e Pânico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que aponta três típicos perfis de procrastinador:

estresse1) o otimista, que sempre acredita que terá tempo de fazer tudo e quando se dá conta de que não será possível, entra em desespero.

2) o impulsivo, que sempre coloca o prazer em primeiro lugar e deixa as atividades que considera não prazerosas para depois.

3) o perfeccionista, aquele que nunca considera o momento como ideal para fazer a tarefa, porque alega querer fazê-la com calma e da melhor maneira possível.

Quando não temos muito claro o nosso propósito de vida, estamos muito mais suscetíveis à procrastinação pois, desta forma, é muito difícil identificar com clareza o que é realmente importante para nós.

O cansaço, que anda junto com a procrastinação, pode ser combatido quando tomamos a decisão de criar uma rotina mais saudável, com intervalos regulares, na qual paramos, nem que seja por alguns minutos, para uma meditação, um lanche saudável, uma olhada para o céu, uma caminhada, qualquer atitude que nos energize, que preserve a nossa energia vital.

O planejamento da semana também é um grande auxiliador para eliminar a procrastinação, pois com planejamento evitamos distrações, como ficar vagando na Internet. Tratamentos com florais de Bach ou Florais do Sistema Joel Aleixo também podem ajudar muito, equilibrando emoções e atuando nas células viciadas que geram o comportamento procrastinador.

Para todos os perfis de procrastinadores, vale o ditado: “o ótimo é inimigo do bom”, pois é nas situações desafiantes e de dificuldades que nos superamos. Normalmente, a procrastinação vem acompanhada do medo: medo de falhar, medo de ser rejeitado, medo de ser abandonado, medo de desafiar a própria mente, entre tantos outros.

E então, agora, pare e pense: qual é a sua tendência de procrastinador ? Depois de você reconhecê-la, ficará muito mais fácil você tomar decisões de ação para combater esse mal.
Espero que descubra rápido e que seus dias sejam sempre repletos de muita ação, força de vontade e renovação.

Terapia e radiônica: como funciona.

A radiônica é uma arte que tem suas raízes na medicina do século XX e é única porque utiliza consciente e intencionalmente as capacidades espirituais mais elevadas, cuja existência a ciência ainda nega completamente. O tratamento que conta com radiônica é baseado na interação entre a mente do terapeuta e da pessoa que ele auxilia, por meio da utilização de aparelhos que captam as bioinformações que estão em desequilíbrio em seu corpo, a fim de ajudar a restabelecer seu funcionamento natural.aura

A função específica do radionicista é identificar padrões desarmônicos e restabelecer o equilíbrio, por transferência de informações, ajustadas às necessidades do seu cliente.  Esse processo parte do princípio de que os sistemas biológicos podem se comunicar entre si de formas muito especiais.  Essa comunicação acontece quase que exclusivamente fora do alcance dos cinco sentidos.  Alguns exemplos são a comunicação entre seres humanos e plantas, o resultado com simpatias para eliminação de verrugas,  a telepatia entre humanos e a interação entre humanos e  animais domésticos.  Essa comunicação é possível somente quando consideramos outros sentidos, além dos 5, como seu ponto de partida.  A radiônica trabalha com transferência de informação.

No livro “Dimensões da Radiônica”, de David Tansley, a radiônica é definida como um sistema de diagnóstico e tratamento à distância, que utiliza a capacidade humana de percepção extrassensorial, exatamente este sexto sentido, que conta com o apoio de determinados instrumentos especialmente construídos para esse fim, que ajudam a determinar as raízes básicas de uma enfermidade em um organismo vivo. Ou como explica essa frase:  “a radiônica é a ciência que estuda os campos de interação entre as pessoas e seus ambientes e os processos energéticos envolvidos, reconhecendo que a matéria, a energia e a mente estão perfeitamente interligadas“, 

A radiônica parte da premissa de que cada órgão do corpo apresenta uma informação vibracional específica, que é alterada quando o organismo desenvolve uma enfermidade. Desta forma, através de equipamentos geradores, potencializadores e transmissores de vibrações, o terapeuta consegue identificar os desequilíbrios e enviar frequências (bioinformações) para contribuir na restauração da saúde.

No meu trabalho de terapeuta, opero um equipamento radiônico de última geração, o Quantec, um equipamento de biocomunicação instrumental que possui um diodo de ruído branco que, com a ajuda de um computador, permite o acesso a sistemas biológicos, tanto para receber quanto para transferir informações, beneficiando a pessoa que está sendo tratada.  O Quantec integra os conceitos da arte da radiônica à moderna tecnologia (o computador), permitindo ampliar as possibilidades de saúde e bem estar das pessoas.

Um pouco de história sobre a radiônica

Albert Abrams

Dr. Abrams

Os  princípios da Radiônica foram desenvolvidos pelo médico norte-americano Albert Abrams, formado em medicina na Universidade Heildelberg, na Alemanha. Nascido em São Francisco na Califórnia em 1863, Dr. Abrams sempre demonstrou um talento precoce nos estudos médicos, graduando-se com uma idade bastante jovem. Fez cursos de pós-graduação em Londres, Berlim, Paris e Viena e, em seguida, tornou-se um talentoso especialista no campo da neurologia. Também foi diretor da Clínica Médica da Universidade de Leland Stanford, professor de patologia e diretor do Cooper Medical College, sendo presidente da Sociedade Médica de São Francisco. Começou a publicar em 1916 uma revista quadrimestral, publicou vários livros sobre a aplicação prática da sua teoria eletrônica no tratamento das enfermidades, entre eles: “New concepts in diagnosis and treatment”, “Physico Clinical Medicine”, “Spondylotherapy, phisio and pharmacotherapy and diagnostic methods based on a study of clinical physiology”, entre outros. Abrams organizou a “American Electronic Research Association”.

Os novos procedimentos do Dr. Abrams fizeram com que o médico obtivesse resultados espetaculares no tratamento de muitos pacientes, o que despertou o interesse de médicos ao redor do planeta. A nova técnica, criada pelo especialista, também foi extremamente criticada pela sociedade médica conservadora. Médicos de todas as partes dos Estados Unidos – e de outros países na Europa – alegavam que o médico era um charlatão e que desejava apenas ganhar dinheiro com seus tratamentos infundados. A própria revista “Scientific American”, uma das mais famosas do segmento na época, denegriu a radiônica do Dr. Abrams durante consecutivas edições.

Dr. Abrams, porém, também ganhou um grande número de seguidores, que o procuraram para aprender sobre a nova ciência. No auge de sua popularidade, em 1923, centenas de profissionais já estavam usando as máquinas criadas por ele. Profissionais norte-americanos e, principalmente, ingleses encontravam-se com o médico para aprender sua técnica.

Após a morte do Dr. Abrams, em 1924, o principal nome que surgiu na radiônica foi a da quiropata inglesa, Ruth Drown, uma das discípulas do médico. Com os conhecimentos adquiridos, Ruth desenvolveu novas teorias e procedimentos que também foram extremamente criticados pela classe médica, apesar de ter tratado, com muito sucesso, cerca de 35 mil pacientes.

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Quantec

Primeiramente, assim como Abrams, ela indagou a possibilidade de tratamento de pacientes à distância. Esse procedimento poderia ser realizado através da coleta de sangue ou de mechas de cabelo de um enfermo e, ao emanar as vibrações corretas, segundo os conceitos da radiônica, o paciente haveria de ser curado. Além disso, a quiropata desenvolveu um aparelho chamado radiovision,  capaz de fotografar órgãos à distância a partir da coleta de uma gota do sangue do paciente. Essa máquina rendeu a Ruth uma grandiosa fama nesse novo campo médico, tendo obtido sucesso em muitos trabalhos de cura, inclusive casos de câncer.

Os resultados e experiências de utilização da radiônica variam de um sucesso extraordinário e mesmo fenomenal até medíocre, dependendo inteiramente do equipamento utilizado, as técnicas aplicadas e da habilidade e entendimento do operador.

Num artigo publicado em “The Radionic Quartely”, MalconRae, radionicista inglês, fala de uma série de idéias interessantes a respeito dos instrumentos radiônicos e finaliza resumindo dessa forma: “Um instrumento radiônico é uma das peças de um dispositivo destinado a auxiliar o praticante com sensitividade radiestésica a desempenhar o seu trabalho do modo mais eficaz possível e com o menor esforço possível”.