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Terapeuta e mentora: como faço isso ?

Descobri, há alguns anos, um dos meus maiores talentos:  ver os talentos das pessoas.  Dentro de mim, sempre havia clareza sobre o que uma pessoa poderia fazer de melhor, não importasse o que eu sentisse ou pensasse sobre ela. Atualmente, este talento está intimamente ligado com o meu trabalho de mentora, que sempre é incluído no processo de atendimento dos meus clientes.

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O processo de mentoring envolve as motivações mais profundas das pessoas. Mentoring não é dar simples conselhos e, sim, apontar caminhos, orientar, fazer pensar, abrir alternativas, elevar o ser humano, não importando a situação que ele esteja vivendo ou a forma como ele se vê.

Através do meu trabalho de mentoring, deixo minha intuição e sabedoria de vida fluírem para propiciar a ativação do imenso potencial e possibilidades da pessoa que buscou o meu apoio.  Assim, me sinto transferindo sabedoria que poderá contribuir com a construção de projetos de vida ou profissionais mais satisfatórios para os meus clientes.

Mas como é possível eu transferir sabedoria?  Desejando o bem das pessoas com o coração! Isso  produz  muito resultado positivo, mesmo nas situações mais negativas. Acreditar, de coração, que as pessoas têm um potencial é o que me faz uma mentora em meu trabalho de terapeuta.

A minha escola de vida é a base do meu trabalho como mentora.  Estou falando aqui não da sabedoria ligada a conhecimentos teóricos, técnicas, habilidades, competências.  Estou falando da intenção e da linguagem do coração que, hoje, sou capaz de expressar.  E que expressarei cada vez mais.

Poder auxiliar meus clientes nos processos mais complexos de suas vidas e num clima onde me sinto com liberdade para ser quem eu sou e oferecer o melhor de mim, naquele momento, cria um sintonia que permite que as minhas palavras sejam consequência de algo maior que quero oferecer e transmitir.

Penso que todos nós já somos muito bons em muitas coisas, só que não enxergamos ainda ou demoramos para enxergar.  E, por isso, perdemos muito tempo querendo encontrar as respostas fora de nós mesmos.

Me sinto abençoada por ser uma terapeuta mentora.  Porque, independente de ser a minha atual profissão, me sinto servindo as pessoas.  Com a minha força mental e intenções crio campos tensoriais favoráveis para o despertar do cliente.  Sou apenas um instrumento do Universo.  Não vou gerar resultados ou atender expectativas.  Apenas vou contribuir com o cliente, sem necessariamente ele perceber ou reconhecer essa ajuda.

Parece ilógico? Não, pois como mentora, sou uma atora no palco da complexidade humana para servir, sem pretensões. Como mentora, eu dou de mim.  Sem expectativas ou motivações extrínsecas.

Ser mentora é fazer a diferença na vida das pessoas.  Assim como elas fazem na minha.

2015 – um convite à renovação de nossas vidas

2015E chegou 2015!!! Vivemos a pausa dos feriados e nos deparamos com um recomeço do nosso trabalho de sobreviver e cuidar de nós mesmos e da Terra. Os votos de prosperidade são os mais frequentes. No entanto, para cada um, prosperidade significa algo. Mas, um ponto comum para todos é o dinheiro.

Afinal, para nos cuidarmos, precisamos de dinheiro: comprar ou alugar uma casa, comprar alimentos, nos locomover, nos vestir, consultar um médico, estudar, etc. Entretanto, de quanto efetivamente precisamos? Por que desejamos um automóvel ou casa de determinado valor quando outro item similar com valor igual a um terço do que escolhemos nos atenderia? E então, entramos na questão “prioridade”. O que é prioridade para cada um de nós? O que é prioritário para o coletivo ?

Esse tema parece fácil de lidar, no entanto, a nossa cultura pós-moderna nos traz de imediato a resposta de que o que é prioritário é aquilo que nos traz mais prazer e segurança… e comprar acaba sendo o verbo mais aplicado. Nos distraímos das dores e dificuldades e conseguimos mais momentos de prazer e suposta realização e estabilidade. E então, a necessidade de aumentar nosso poder aquisitivo acaba imperando. Nos esquecemos do essencial: o que se passa, de fato, dentro de nós mesmos.

Em nome de aumentar ou pelo menos manter nosso poder aquisitivo, acabamos aceitando ocupações nem sempre coerentes com os nossos valores, objetivos e talentos, pois elas nos oferecem perspectiva de ter mais dinheiro… Nos iludimos de que nas férias ou nas “horas vagas” poderemos fazer aquilo que realmente queremos.

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Dúvidas em relação às nossas escolhas

Só que quando isso acontece, acabamos por limitar a nossa realização pessoal. E se nossa realização pessoal não acontece, é inevitável a frustração. Lembre-se: frustração gera doença! Em outras palavras, quando não estamos fazendo necessariamente o que gostaríamos, perdemos o contato com nós mesmos e, consequentemente, com o coletivo, pois é através dos nossos talentos que contribuímos para a nossa verdadeira prosperidade e para a prosperidade de outras pessoas. Mas precisamos continuar assim? Certamente que não!

Vamos aproveitar este novo ano para revermos o nosso trabalho, as nossas crenças e os nossos valores (sim, valores precisam ser revistos!), pois só assim podemos constatar como estamos com nós mesmos e com os outros à nossa volta. Vamos pensar com as nossas próprias inteligências e reconhecer se estamos precisando de ajuda para pensar melhor. Vamos rever nossas prioridades de vida na Terra e assim nos dedicar profissionalmente a assuntos que nos interessam mais. E assim, vamos acabar com aquela ideia de que trabalho é obrigação e sentir que trabalho pode ser mais realização.

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Avaliar o que em nosso trabalho nos faz feliz

Mas atenção: não se iluda! Escolhas verdadeiras podem significar, muitas vezes, grandes renúncias. Para isso, precisamos nos conhecer cada vez mais, e o suficiente para não recuar!

Que em 2015 possamos avaliar nossas vidas e que, se tivermos a sorte de alcançar uma velhice saudável e proativa, possamos olhar para trás e constatar que não nos fizemos reféns de aspectos puramente sociais, institucionais, culturais, econômicos ou temporários e sim, que vivemos com plenitude o tempo que recebemos de nossas vidas.

Filmes que inspiram e motivam

A arte pode nos inspirar todos os dias. Além dos livros, temos também filmes e documentários, alguns deles baseados em grandes obras literárias que devemos assistir! Este é o primeiro post no qual apresenta uma relação e resumo de produções cinematográficas que recomendo para vocês, pelas mensagens inspiradoras, positivas e de superação que nos oferecem. Poderemos  aproveitar os ensinamentos e reflexões que eles nos apresentam em nossa busca pelo autoconhecimento e automotivação. Aproveitem!

  • As Setes Leis Espirituais do Sucesso

Neste documentário, a cantora Olivia Newton-John e o diretor e ator Bill Duke (X-Men: O Confronto Final) compartilham histórias pessoais sobre desafios que enfrentaram, com a participação de Deepak Chopra. Link: https://www.youtube.com/watch?v=deYNKzBzqAk

As Sete Leis Espirituais Do Sucesso

  • O Poder Além da Vida

Inspirado em fatos reais, este filme  conta a história de um talentoso ginasta adolescente que sonha em participar das Olimpíadas. Ele passa por um processo de transformação  e reformulação de seus valores e atitudes, após enfrentar mudanças impostas por acontecimentos em sua vida. Destaque nesta jornada para os diálogos com Sócrates, personagem interpretado pelo ator Nick Nolte.  Link: https://www.youtube.com/watch?v=bhN59ZXGKwo

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  • Conversando com Deus

Baseado nos livros Conversando com Deus,  o filme conta a história de Neale, um escritor de sucesso que viaja o mundo realizando palestras e levando a mensagem das suas obras nas quais aborda os maiores problemas que afligem a humanidade e conta como é possível conversar com Deus e aplicar os ensinamentos dele em nossas vidas. Link: https://www.youtube.com/watch?v=eqVqQFKyV1s

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  • Quem se importa (Who Cares)  

Um documentário sobre empreendedores sociais no Brasil e ao redor do mundo. Pessoas brilhantes, que criaram, cada um a sua maneira,  organizações inovadoras capazes de não só mudar a sociedade ao seu redor, mas também causar impacto social suficiente para que estas idéias se transformem em políticas públicas aplicadas em várias partes do mundo. O filme conta com grandes nomes internacionais do Empreendedorismo Social como Muhammad Yunus (Nobel Paz 2006), Bill Drayton, Mary Gordon, entre outros. Link: http://www.youtube.com/watch?v=WyO4pFITgew

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