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Qual padrão vibratório você está atraindo para a sua vida?

Eu gosto muito de escrever no meu blog sobre a espiritualidade, porque não tenho mais dúvida sobre o quanto ela é básica para mantermos a nossa saúde, bem-estar e vitalidade, para vivermos a vida com coragem e cada vez mais capacidade de amar.

Eu não estou falando aqui de religião.  A religião pode ajudar ou não nesse processo.  A questão aqui é o campo áurico, energético ou vibratório de uma pessoa, porque é a condição desse campo que vai determinar esse padrão, por meio de um processo de sintonia com a Luz ou com as Trevas.

Por exemplo, quando estamos com muita raiva, muito ódio (consciente e/ou inconscientemente) essa energia sai das nossas emoções e é emitida através de uma onda de energia que flui.  Essa onda de energia, por sua vez, coloca todo o nosso campo áurico (vibratório) numa vibração de raiva, ódio que, pela Lei da Atração (Lei Universal), vai atrair todo o tipo de energia ligada a essas emoções, tanto pessoas ou situações bem concretas, quanto forças invisíveis maléficas (deletérias).

É assim que as situações acontecem em nossas vidas. Atraímos  aquilo que emitimos por sintonia e não nos damos conta de que desencadeamos um processo de criação de um grande campo de energias e informações nocivas que nos arrastam, pois esse campo vai aumentando como uma bola de neve, à medida que mantemos esta frequência vibratória.  E lembre-se:  nosso campo é composto de muitas energias e informações não somente nossas, mas também de padrões familiares, grupais e coletivos, que nos influenciam de acordo com o nossas intenções e padrões vibracionais.

Essa, na minha visão, é a questão básica da espiritualidade:  entrar em simbiose com as forças da Luz ou das Trevas.  Forças da Luz:  amor incondicional, liberdade, sabedoria, criatividade, co-criação, verdade, beleza, coragem, iniciativa, flexibilidade, forças invisíveis da Luz, do bem.  Forças das Trevas:  ignorância, medo, arrogância, mentira, ódio, voracidade, submissão, forças invisíveis das trevas, do mal.

A espiritualidade pode ser associada à capacidade da pessoa criar um campo áurico saudável.  Como?  Cada um tem que descobrir o seu jeito de fazer isso.  Um dos caminhos que sinto ser inevitável é o da oração.  Me refiro aqui à desenvolvermos a nossa capacidade de sentir devoção, em nosso mundo interior, independentemente do que ocorre no mundo exterior.

Ativar a capacidade devocional das pessoas pode ser um remédio para o que vivemos em nosso mundo atual.  Porque a devoção nos sintoniza com campos energéticos saudáveis.  Quando uma pessoa reza (de coração) para Deus, Jesus, um santo ou qualquer entidade alinhada à sua fé, à sua verdade, ela ativa a sua capacidade de devoção (fé).

É essa atitude de devoção (sentida no coração, nas entranhas) que faz com que as forças da Luz ajudem de alguma forma. Por quê?  Porque faz mudar o campo vibratório da pessoa.  É essa mudança que faz com que a situação melhore, ou novas oportunidades surjam, ou mesmo uma cura se realize.  A oração, como invocação, cria uma força.  São invocadas Forças da Luz, Forças Divinas.  Muitas vezes, de formas que a pessoa nem imaginaria!  Ou nem considerou em seus pedidos e afirmações durante as suas orações.

Dentro das nossas limitações humanas não temos condições de obter todas as respostas que gostaríamos a respeito de como essa ajuda das Forças da Luz chegam a nós.  No entanto, temos condições de alimentar a nossa devoção colocando a espiritualidade em primeiro lugar em nossas vidas.

Se você já está no seu caminho espiritual certamente você já sente as bases sólidas para uma vida mais plena.  Se você não sabe nem por onde começar a desenvolver a sua espiritualidade, deixo aqui uma dica que pode lhe ajudar.  Muito das minhas inspirações para eu desenvolver a minha espiritualidade e escrever meus posts vem também das aulas do professor e cientista Laércio Fonseca (Caminho da Luz).  Entre no Youtube e você encontrará várias aulas gratuitas que certamente vão, no mínimo, lhe inspirar a encontrar o seu caminho espiritual.

O que importa é lembrarmos, todos os dias, que somos capazes de criar o nosso campo energético, de atrair forças espirituais poderosas, de criar sintonia com as Forças da Luz,  para nos ajudar em qualquer situação, começando pelas situações que estão dentro de nós mesmos. A nossa atitude de evocar essas forças faz grande diferença em nossas vidas!

Convido você para ler outros posts sobre ESPIRITUALIDADE no blog!

A espiritualidade é a prioridade

Espiritualidade: Novas possibilidades que estão além do nosso pensamento atual

Espiritualidade:  nosso coração em compasso  

Fazemos parte do Universo.  Só por este motivo, a espiritualidade é a base da nossa existência.  Somos espíritos vivendo uma experiência humana e, muitas vezes, com a vida atribulada que levamos, nos esquecemos disso.

Para mim, espiritualidade é, majoritariamente, trabalho interior que envolve experiências, vivências e não teorias, dogmas, doutrinas e filosofias.  Constatar e vivenciar todos os aspectos da nossa existência humana é exercer a nossa espiritualidade.  

Com a enxurrada de estímulos e informações que recebemos diariamente, um dos nossos maiores desafios, que pode ser considerado um desafio espiritual, é aprendermos, através de vivências, a direcionar convenientemente nossas percepções, sensações e atenção para a coisa certa, no momento certo. 

As sensações e percepções são atributos do espírito.  Como afirma Francisco do Espírito Santo Neto, no livro As Dores da Alma, “quanto maior o estado de consciência do indivíduo, maior será sua capacidade de perceber a vida, que não se limita apenas aos fragmentos da realidade, mas, sim, à realidade plena”.   

É entrando em contato com nós mesmos que podemos exercer a nossa espiritualidade, pois a partir desse contato, é que temos melhores condições de interagir com o mundo externo que nos rodeia:  pessoas, situações e todos os acontecimentos, criados pelas nossas consciências individuais e coletivas.  A partir desse contato com o nosso mundo interno é que podemos perceber, sentir as dimensões de realidade.

As emoções de medo e as dependências emocionais são grandes obstáculos para exercermos a nossa espiritualidade.  Dependências emocionais como a de ser aprovado, admirado, reconhecido e amado são, na minha visão, as que mais atrapalham o exercício da nossa espiritualidade, porque sobrecarregam as energias dos nossos chakras cardíaco e do plexo solar, provocando um vazio constante, um descompasso em nosso coração. 

Assim, viver a nossa espiritualidade requer o despertar dos nossos condicionamentos e certezas, descobrirmos quem somos e colocarmos as nossas vidas a serviço da LUZ.

Transcender as nossas emoções passageiras para reconhecermos o que verdadeiramente sentimos sobre nós mesmos e sobre o sentido da nossa vida.  E então, com a nossa Luz sempre fortalecida, servimos ao mundo não como compensação para culpas e angústias e, sim, como seres interconectados por uma força maior.

Assim, temos que ter cuidado com as nossas “verdades” para praticarmos a espiritualidade,  pois elas nos iludem, dando a sensação de “segurança”, uma falsa segurança que apenas nos aprisiona no nosso mental automático, impedindo-nos de pensar e agir verdadeiramente, com espontaneidade, porque nos leva a ir de acordo com o clima de temor que nos envolve todos os dias. 

Nosso centro é o nosso espírito, a nossa alma, a nossa essência divina por meio da qual testemunhamos tudo o que ocorre dentro e fora de nós.  Praticar a espiritualidade é dar espaço a essa essência, para que possamos acessar o tesouro de sabedoria que está à nossa disposição, em nosso inconsciente pessoal e no inconsciente coletivo. 

A espiritualidade é a base para que todas as áreas da nossa vida fluam saudavelmente. É preciso aprender a parar de nos conectar com a consciência do outro e passarmos a nos conectar com a nossa própria consciência.  Ficarmos atentos ao que está por trás das aparências.  Ouvir o nosso ritmo interno através da nossa respiração e das batidas do nosso coração. Desenvolver a nossa intuição, inspiração e percepção da realidade.  Valorizar o nosso mundo íntimo, tão ignorado na nossa cultura materialista.

Praticar a espiritualidade nos faz perceber mais facilmente os toques que o Universo nos dá, ou os recados de Deus, que chegam abundantemente em nossas vidas.  Viver a nossa espiritualidade é aprender a reconhecer esses sinais e praticar o que eles nos inspiram, para o nosso bem e para o bem do todo !

Terapeuta e Cliente:  um vínculo que precisa ser compreendido  

Depois de 10 anos atuando como terapeuta, decidi escrever este post para expressar a minha visão sobre como vejo o vínculo que se cria entre terapeuta e cliente.  Percebo que, atualmente, existem muitas terapias e técnicas, no entanto, nem sempre temos pessoas que se prepararam e se aprimoraram para trabalhar essas técnicas.  Também existem muitas pessoas interessadas em terapias, no entanto, é comum aparecerem muitas dúvidas na hora de escolher os terapeutas e as terapias. 

10 anos de caminhada como terapueta

O que é ser terapeuta?  A resposta para essa pergunta vai variar muito.  No entanto, acredito que existe um fato na vida de todo o profissional de saúde:  de alguma forma ele foi convocado a fazer um trabalho interior primeiro com ele mesmo para, então, atender as pessoas.  Afirmo isso porque acredito que qualquer profissão é uma reparação, ou seja, de alguma forma nos curamos através do nosso trabalho profissional, que vai nos desafiar de várias formas e também vai fazer florescer os nossos talentos, inclusive os mais ocultos.

Para mim, ser terapeuta é interagir com conhecimentos e técnicas, com a experiência, com a própria sabedoria e espiritualidade e buscar aplicar tudo isso, na prática, da forma mais simples possível.

Penso que a desqualificação do terapeuta desestrutura a vida do terapeuta e a vida do cliente.  Um terapeuta despreparado pode desestruturar tanto o seus chackras quanto os chakras do cliente.  Ter boas intenções, um bom coração, não é suficiente para lidar com a energia e a história do outro.  É preciso trabalho interior, treino, consciência e auto-responsabilidade pelo processo de se tornar e ser terapeuta.

Um dos principais desafios do terapeuta é estar preparado para aceitar o sofrimento do outro.  Mesmo porque, cada um vive o seu processo, ninguém pode viver o processo de outra pessoa.  Quando atendo o meu cliente, tenho sempre em mente que eu jamais poderei fazer por ele (a) o que ele(a) mesmo(a) tem que fazer.  Percebo que muitos terapeutas confundem compaixão com ter que intervir na vida do cliente.  Acredito que terapeutas emaranham mais com os clientes do que clientes emaranham com terapeutas. Portanto, é preciso cuidado para que o terapeuta não se envolva energeticamente com os seus clientes.

Pela minha experiência, percebo que nem sempre o que o cliente fala é importante, porque ele pode estar falando apenas das suas interpretações sobre os fatos de sua vida.  Ou apenas encobrindo fatos que ele não tem coragem de expor.  Por isso, penso que o grande papel do terapeuta é ajudar a pessoa a voltar-se para ela mesma e não para as interpretações que ela faz dos acontecimentos em sua vida.

Assim, lidar com as emoções (que vem do ego) e as informações (ou bioinformações) que estão no campo da pessoa é outro grande desafio do terapeuta.  Quanto trato uma pessoa, estou tratando o campo dela que é composto de energia e informação. Eu tenho que trabalhar em vários aspectos da vida da pessoa, que envolve vários campos sistêmicos.  Da mesma forma, o terapeuta tem que tomar muito cuidado com interpretações.  A interpretação é uma questão delicada nos processos terapêuticos. O terapeuta tem que olhar sentindo, tomar muito cuidado para não cair nas armadilhas da mente, que seduz, engana, ilude.  A interpretação e o excesso de compreensão tiram a força do cliente.  Exemplo:  quando um terapeuta explica demais pode bloquear o campo que está sendo tratado.

Trabalhando várias áreas do campo

Todo terapeuta, uma vez que se dispõe a atender outras pessoas, precisa, antes de mais nada, conseguir, dentro do seu processo pessoal, limpar e curar tudo o que os clientes trazem, que, muitas vezes, é parecido com o que ele sente, pois isso é um chamado da vida para o terapeuta curar primeiro ele mesmo.  Caso contrário, o seu campo de atendimento ficará limitado às suas questões pessoais, que provocarão também limitações no seu campo de atuação como terapeuta.

É muito importante o terapeuta avaliar, constantemente, quais são essas questões, qual a sua responsabilidade nos processos que acontecem na sua vida e limpar essas informações do seu campo.  Também é fundamental o terapeuta  se trabalhar a ponto de não se identificar, para que se torne apenas um instrumento de cura, sem acionamentos emocionais nele mesmo.

Outro cuidado que o terapeuta precisa tomar é o de não alimentar preocupações com o seu cliente, porque a preocupação é uma forma-pensamento que mais atrapalha do que ajuda.  Quando surgem situações difíceis com o cliente, é muito importante estar atento(a) à compreensão e não ao sofrimento ou à preocupação.   A transformação acontece na ação.

É fundamental que o terapeuta se desconecte energeticamente do seu cliente, caso contrário trará problemas tanto para ele (a) quanto para o cliente, como, por exemplo, a dependência.  Com a experiência, o terapeuta vai desenvolvendo uma percepção do campo do seu cliente, e percebe se ele está mais ou menos pronto para acelerar o seu processo de autocura.  O trabalho de um terapeuta tem que ser consciente.  Inclusive para ele se desconectar do cliente.

Entendo que um terapeuta tem que ter força em seu campo (energético e informacional) para sentir-se merecedor e em condições energéticas de atender o seu cliente, como um facilitador.  Caso contrário, haverá a identificação e isso é nocivo tanto para o terapeuta quanto para o cliente.

Por isso, outro aspecto fundamental na vida de um terapeuta é o quanto ele está conectado com a energia da prosperidade, qual é a sua compreensão de abundância, para que o seu campo pessoal possa atuar em níveis superiores.  O terapeuta não atende só com a sua mente.  Ele atende principalmente através da energia do campo.  Assim, no processo de atendimento é necessário atenção e cuidado com as energias intrusas.  Elas costumam se instalar quando a verdade que o campo do cliente traz é encarada de frente, trazendo o que ele precisa trabalhar prioritariamente.  Energias de abuso de qualquer natureza, por exemplo, são portas de entrada para energias intrusas.  Mergulhar na dor também dá espaço para energias intrusas.  Portanto, o terapeuta sempre precisa preparar-se energeticamente para as consultas e tratamentos de seus clientes.

A questão financeira é outro aspecto relevante nos processos terapêuticos.  Observo muitos terapeutas com dificuldades para lidar com a energia do dinheiro:  desde cobrar de forma justa e profissional pelo seu trabalho até administrar as suas finanças.  O terapeuta ajuda, facilita através do seu trabalho e é energeticamente recompensado com o dinheiro.  Ser terapeuta é uma missão e ele ganha dinheiro por consequência.

A auto-responsabilização é outro aspecto relevante de um processo terapêutico.  Tanto o terapeuta quanto o cliente têm responsabilidades a assumir. Alias, é mais fácil o terapeuta mexer no núcleo de problemas dos seus clientes do que nos seus próprios.  Por isso, penso que um terapeuta de verdade é aquele que consegue trabalhar com resultados para si mesmo.  Na medida em que eu me curo, eu ajudo a curar outras pessoas.

Nesse contexto estão as situações chamadas de “urgentes”.  Muitos clientes acreditam que porque pagam um terapeuta, o mesmo vai servi-lo dentro de qualquer necessidade.  Terapeuta não atende urgências.  Quem atende urgências são pronto socorros, hospitais, médicos. E o terapeuta precisa estar consciente de que ajudar o cliente é diferente de submeter-se ao cliente.

O terapeuta é um canal de cura e não é só por meio de palavras que ele age terapeuticamente.  As palavras servem para o esclarecimento.  O trabalho do terapeuta é no campo.  O terapeuta trata sistemas diversos que fazem parte da vida do cliente.  É a maturidade que vai trazendo ao terapeuta uma habilidade cada vez maior de lidar com o seu próprio campo e com o campo do cliente.  Quando estou no campo, estou em outro nível de consciência.  E inclusive posso perceber quando é o ego e quando é a essência do meu cliente que se manifesta.

Aprender a acionar o inconsciente do cliente é a questão de ser terapeuta.  O terapeuta tem que fazer uma estruturação de campo que vai abrir um portal, criar uma ressonância grande para que o campo do cliente possa ser conduzido a novas possibilidades.  O terapeuta sempre tem que estar atento sobre qual ressonância ele está criando nos seus clientes.  Se  os clientes me procuram com questões parecidas com as minhas, é um sinal de que preciso mergulhar nessas questões e tratá-las.  Uma mente poderosa não necessariamente é uma mente preparada.  Há mentes poderosas que penetram as pessoas.  Só ancorado é que o terapeuta pode ser benéfico.  Ou seja, criar ressonância momentânea, se retirar, se reestruturar e honrar a pessoa e a sua história.  O terapeuta tem que tomar muito cuidado para não alimentar o círculo vicioso de prender, aprisionar o cliente.  Terapia não é dependência.

Abrir o portal para novas possibilidades

Na minha visão, o terapeuta tem que estar sempre em formação! Mudar a si próprio, elevar a consciência e discernir sobre o que é preciso focar numa terapia é um grande desafio para o  terapeuta.   Um terapeuta não pode se perder em sua caminhada em nome de atender os seus clientes.  Ou seja, em primeiro lugar vem a caminhada do próprio terapeuta para, então, ele (a) ter condições de cuidar de outras pessoas. O terapeuta tem que olhar para os seus próprios processos dolorosos, ter uma disponibilidade interna para se fazer olhar, aflorar e curar por mais que isso doa…é um trabalho interior que vai até o fim da vida !

Tanto o terapeuta quanto o cliente precisam caminhar expressando sua vida com plenitude e amor. O terapeuta é um facilitador da cura, não a causa da cura.  Para mim, um bom terapeuta é aquele que, independente de conhecimentos, técnicas, protocolos, metodologias, ajuda a ampliar o nível de consciência do seu cliente.

Acredito que, independente de estarmos no papel de terapeuta ou cliente, todos nós estamos aqui para trazer algo libertador para nós e para o mundo.  Temos que ficar atentos para perceber os encadeamentos que o Universo faz para estarmos onde e com quem precisamos estar. Isso vale para terapeutas e clientes!  Ao mesmo tempo, nossos egos (nossas “certezas”) muitas vezes nos levam a caminhos que não necessariamente são saudáveis para nós. Portanto, orai e vigiai.  Interiorização e atenção.  Trabalho interior, hoje e sempre !

Mesa Quântica Estelar:  jornada da Luz!  

Tenho a convicção de que o caminho mais importante de nossas vidas é o caminho interior, o caminho que escolhemos para trilharmos dentro de nós mesmos.  Para isso, temos que estar realmente dispostos e com coragem de buscar a verdade e acolhê-la com um discernimento que vai além do intelecto, uma compreensão que transcende a visão material da vida.

Buscar respostas, porque temos muitas dúvidas, é natural.  E a revolução das terapias holísticas ou integrativas contribuem neste processo.  A Mesa Quântica Estelar (MQE) é uma dessas revoluções, que já está presente no mundo todo, por meio de mestres e operadores que fazem parte de um exército de trabalhadores da Luz.

Quando a Mesa Quântica Estelar (MQE) me convocou (sim, me convocou!) a conhecê-la e incorporá-la ao meu trabalho de terapeuta, eu estava me aprofundando na reflexão do porquê e para que ser terapeuta, além de um trabalho profissional.  Por quem ser terapeuta?

E, então, tive a reconfirmação de que ser terapeuta está ligado, acima de tudo,  ao meu caminho de vida, porque ser terapeuta, para mim, representa o meu sonho de infância: aprender e ensinar, buscando sempre a verdade! E sempre junto com outras pessoas.

Estamos envolvidos, diariamente, com ilusões.  Buscamos fugas que nos libertem da dor.  Disse Jesus: “Buscai a verdade.  E a verdade vos libertará.”   A MQE coloca a pessoa numa posição que a faça entender qual verdade é essa que ela está buscando.  Mostra à pessoa do que ela precisa para se libertar.

Como bem resume Rodrigo de Aldebaran, canalizador da Mesa Quântica Estelar:  “Somos um planeta na terceira dimensão, que pertence a um sistema solar, inserido numa galáxia de 400 bilhões de estrelas, onde nosso Sol está na margem da mesma, ao lado de 100 milhões de conjuntos de galáxias ainda maiores que compõe o nosso Universo, que não é o único existente.  E isso é só 10% do que realmente existe entre os planos e dimensões paralelas.”

As muitas dimensões do Universo

Uau ! A partir desta visão, fica mais fácil compreender o que são as Consciências Divinas que administram aqui: o nosso Universo.  Estas Consciências fazem parte da administração universal, como se fossem “cientistas cósmicos” responsáveis pela tecnologia, criação e manutenção dos planetas e suas respectivas dimensões que irão suportar corpos físicos e espirituais, projetados especificamente para essas experiências planetárias. 

Tudo neste grande Universo é fundamentado em análises, pesquisas, planejamentos e projetos de seres comprometidos com a evolução natural das espécies de diversas raças interplanetárias, que vivem experiências nos planos vibratórios dos planetas em que se encontram, a partir de projetos com começo, meio e fim, supervisionados e direcionados pelos Comandos Estelares do Sistema Solar. 

Estamos vivendo uma transição que é fácil de ser constatada diante de tantas mudanças em nossas vidas e no planeta Terra.  Basta prestar atenção naquilo que nos acontece em níveis mais sutis e constatar fatos, acontecimentos cotidianos e extraordinários, que muitas vezes passam despercebidos para aqueles que estão vivendo suas vidas adormecidos por ilusões e supostas verdades divulgadas na mídia.

E então vêm as perguntas:  quem somos nós diante do Universo? O que estamos fazendo aqui?  O que temos que fazer daqui para a frente? Qual o sentido das nossas vidas?  Em nome de que estamos vivos e vivendo? O que realmente é nosso por direito humano?

De alguma forma, estamos sendo chamados para uma nova consciência diante da nossa vida individual e coletiva.  Dentro desse contexto, a canalização da Mesa Quântica Estelar, por Rodrigo de Aldebaran, por meio da psicofonia e da psicografia, surge como um presente Divino para auxiliar qualquer pessoa que busca autoconhecimento e transformação em sua vida.

O Projeto da Mesa Quântica Estelar contém bases, estruturas cósmicas e espirituais, operação e fundamentos dentro das leis e justiças cósmicas.  Ela trabalha com os Orixás, Guias e Mentores Espirituais, Elementais da Natureza, Comandos Estelares  de Luz, com a Radiestesia, a Radiônica, a Física Quântica, a Psiônica e tem elementos Cabalísticos, que dão uma grande base para auxiliar todas as pessoas.

Na Mesa Quântica Estelar não há tempo nem espaço. Por meio de ferramentas eletromagnéticas, impregnadas na Mesa Quântica Estelar, é possível eliminar, transmutar e encaminhar energias deletérias, ajudar a pessoa a ter uma conscientização da sua realidade atual, a harmonizar-se com a sua centelha divina, tudo isso para uma transformação ampla na vida da pessoa e para o bem do todo.

A beleza da Mesa Quântica Estelar também está na energia que nasce de dentro para fora da pessoa, influenciando-a e  direcionando-a para uma transformação natural, que já estava prevista, através de um auxílio ou de uma graça divina na vida dela.

Como é a Mesa Quântica Estelar?

O Projeto Mesa Quântica Estelar atualmente conta com mais de 100 professores e mais de 3.000 operadores dessa técnica, espalhados pelo mundo todo.

Mesa quântica estelar

Fisicamente, a Mesa Quântica Estelar é uma tábua de PVC com diversos gráficos da geometria sagrada, conhecidos também pelo inconsciente coletivo.  A mesa traz como se fosse uma “história” do processo de evolução espiritual da pessoa, levando em conta o passado, o presente e o futuro. Ela é atemporal.  Ajuda a mostrar onde realmente a pessoa quer chegar para realizar a sua missão.

O operador da Mesa Quântica Estelar, através de sua mente não racional, em estado Alpha, projeta as imagens ao universo, criando uma sintonia imediata e que trabalha a favor da Luz, do discernimento, do Amor para si próprio e para o cliente.  O terapeuta ou operador tem que estar sempre se aprimorando nesse processo, através do seu próprio trabalho interior.

A MQE pode ser consultada para várias finalidades:  autoconhecimento, questões que exigem mais clareza, para uma situação de dificuldade (saúde, profissional, afetiva, familiar, etc.) entre outras.

A MQE trabalha todas as áreas e aspectos da nossa vida.  Trazendo a luz onde há escuridão.  Basta ter o desejo e a vontade de auxiliar para operar uma Mesa Quântica Estelar. Esse é o primeiro passo e as portas se abrem naturalmente. Isso vale também para o cliente:  o primeiro passo é querer.  Querer mudar, transformar algo em sua vida.  Não precisa acreditar.

Nem sempre temos condições de entender verdadeiramente a nossa realidade.  O que parece prioridade, muitas vezes é só um sinal de que algo muito profundo, precisa ser reconhecido, acolhido, limpado, corrigido e transmutado em nossa vida.  Reconhecer o verdadeiro problema, a questão prioritária, é a proposta básica da MQE, um instrumento maravilhoso de autocura e evolução individual e coletiva.

O CAMPO:  leitura indispensável para quem quer conhecer a história da nova ciência

Se você quer conhecer a história dos verdadeiros avanços na ciência, leia o livro O CAMPO – EM BUSCA DA FORÇA SECRETA DO UNIVERSO, da jornalista especializada tanto na medicina convencional, quanto na medicina sistêmica, Lynne Mc Taggart (Editora Rocco, 2002).  Ela é uma referência internacional quando o assunto é medicina não convencional e também é uma palestrante internacional.

 

As descobertas relatadas em seu best seller, O Campo, justificam cientificamente como agem as terapias frequenciais. São histórias emocionantes das descobertas de cientistas do mundo todo e de suas lutas pessoais para desbravar novos caminhos para a ciência.  São centenas de estudos científicos relatados, uma oportunidade para você rever seus conceitos e crenças sobre o que é ciência e o que é científico.

Os estudos relatados em O Campo demonstraram cientificamente que:

  • A cura à distância funciona;
  • Podemos influenciar o mundo e o corpo com nossos pensamentos;
  • A visão remota existe;
  • As reações do nosso organismo não são ditadas unicamente pela química, e sim por frequências eletromagnéticas ultrafracas;
  • O universo é uma rede de energia e informação interligada e podemos acessá-la por meio de nossa intenção. Esta rede é o que ela descreve em seu livro como “o campo do ponto zero“.

Natal é para todos os dias!

Apesar do apelo comercial que se instituiu para a época, é no Natal que, de alguma forma, as pessoas ficam mais solidárias, amorosas, atenciosas, afetuosas, atentas a si próprias e aos outros, festejando, brindando, compartilhando, caprichando na comida, dando uma pausa, acolhendo ou sendo acolhido.

Esse espírito do Natal aumenta ou diminui de acordo com o nosso momento, com a nossa idade, com o contexto de nossas vidas, mas nunca deixa de existir. Mesmo quando uma pessoa está triste ou não tem boas lembranças do Natal, esse período sempre representará a possibilidade do amor, a esperança de algo melhor.

E por que será que, somente nessa época do ano, a maioria das pessoas se dá conta do potencial do espírito do Natal? Por que será que somente uma vez ao ano nos sentimos estimulados a fazer algo que envolva cuidar, confortar, celebrar, vivenciar a abundância, compartilhar, solidarizar, acolher, prestar atenção, presentear, sentir compaixão, inclusive por nós mesmos? Sempre me fiz essa pergunta e, de uns tempos para cá, o Natal, para mim, é vivido todos os dias! Esse sentimento tem influenciado muito positivamente a minha vida.  Se esta minha abordagem soa estranho para você, lhe convido a refletir sobre o seu Natal.

Você já pensou no que está por trás dos acontecimentos, tradições e hábitos que permeiam a época de Natal? O que representa para você a reunião com a família? As confraternizações com os amigos e colegas? As cestas de Natal que vão para instituições beneficentes?  As ações de caridade que se intensificam nessa época? O que você realmente gosta no Natal?  O que representa montar a árvore de Natal ou enfeitar a sua casa? Pergunte ao seu coração:  como você se sente e se comporta no Natal e nos outros dias do ano? O que você sente que está por trás de tudo que acontece nesse período? Acredito que ao responder essas perguntas a você mesmo, sua percepção do Natal começará a se transformar em algo que vai muito além de eventos sociais, cultura, tradição e religião.

Por meio desse exercício contínuo de viver e questionar o Natal, comecei a sentir e percebê-lo como algo que está ou não dentro da gente.  Não existe “mais ou menos Natal”.  Natal é a certeza da possibilidade de nos acolhermos, independente de como estamos e como somos e, na mesma medida, acolher os outros.  Natal expande o nosso potencial de aprendermos a amar primeiro a nós mesmos para, então, podermos amar outras pessoas.

Natal são as nossas ações, inclusive as mais sutis, para melhorar a nossa vida e a vida de outras pessoas, muitas vezes anonimamente.  É um silêncio interior que nos serena e que fala mais do que mil palavras.  Natal é um estado nascente para as infinitas possibilidades de ampliação da nossa consciência e percepção de nós mesmos e do mundo que nos cerca.  Natal é viver cada dia como um milagre nos acontecendo, independente do que aconteça.  Natal é perceber o todo e também os pequenos detalhes do cotidiano, dando sentido às nossas vidas. Natal é nos proteger e nos fortalecer.  Natal é transformar nosso mundo interior para transformar o mundo exterior.

O Natal é a chama da esperança que nunca se apaga dentro de nós. É a nossa crença, fé ou convicção, de que o mundo pode e vai melhorar.  E é, também, a nossa confiança cada vez mais plena de que a Consciência Divina intervém e nos conduz unicamente para o crescimento e a perfeição.

Desejo a você que esse Natal seja transformador e o início de um novo ciclo em sua vida interior!  Viva o Natal!

Maria Angélica                                                                                               Dezembro 2017

Espiritualidade: Novas possibilidades que estão além do nosso pensamento atual

Verdades vão muito além da nossa compreensão e experiência de vida neste mundo.  No entanto, é fato que estamos vivendo um momento de crise mundial, que nem sempre é atribuída a uma criação do próprio ser humano.  Sim, nós mesmos e todos os seres humanos que passaram pela Terra tivemos e temos um papel fundamental, principal, na criação da realidade que vivemos hoje.  Até a nova ciência já afirma que criamos a nossa realidade.  E então, é chegada a hora de uma revisão em nossas vidas individuais, que impactam no coletivo.  É hora de priorizarmos o exercício da espiritualidade e incorporá-la em todas as áreas das nossas vidas.

Mas, o que é espiritualidade ? Qual é o significado oculto por trás dessa palavra ?

É muito comum a associação da espiritualidade com a religião, seita, doutrina.  No entanto, as diferenças são explícitas.  O padre jesuíta, teólogo, filósofo e paleontólogo francês, Pierre Teilhard de Chardin, (* 1 maio 1881 + 10 abril 1955, em Nova Iorque) já afirmava que “Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual. Somos seres espirituais passando por uma experiência humana.” Chardin tentou construir uma visão integradora, reconciliadora entre a ciência do mundo material e as forças sagradas do Divino. Através de suas obras, ele buscou transmitir a urgência da necessidade de ampliarmos nossa consciência para a sobrevivência do planeta e da humanidade que nele habita.

A Alquimia (2)

Compreender a diferença entre religião e espiritualidade é necessário nos dias de hoje, porque espiritualidade não é religião e, sim, trabalho interior. Religiões apresentam diversas “verdades”.  Espiritualidade é a nossa verdade que nos move para a evolução como seres humanos.

Neste texto do Prof. Dr. Guido Nunes Lopes**, o sentido da espiritualidade é abordado de forma muito clara, ao comparar espiritualidade com religião:

“A religião não é apenas uma, são centenas. A espiritualidade é apenas uma.

A religião é para os que dormem. A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados. A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.

A religião tem um conjunto de regras dogmáticas. A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta. A espiritualidade lhe dá Paz Interior.

A religião fala de pecado e de culpa. A espiritualidade lhe diz: “aprenda com o erro”.

A religião reprime tudo, te faz falso. A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!

A religião não é Deus. A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa. A espiritualidade descobre.

A religião não indaga nem questiona. A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras. A espiritualidade é Divina, sem regras.

A religião é causa de divisões. A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite. A espiritualidade você tem que buscá-la.

A religião segue os preceitos de um livro sagrado. A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo. A espiritualidade se alimenta da Confiança e da Fé.

A religião faz viver no pensamento. A espiritualidade faz Viver na Consciência..

A religião se ocupa com fazer. A espiritualidade se ocupa com Ser.

A religião alimenta o ego. A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo. A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.

A religião é adoração. A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso. A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.

A religião vive no passado e no futuro. A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória. A espiritualidade liberta nossa Consciência.

A religião crê na vida eterna. A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte. A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.”

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Para evoluirmos mentalmente e fisicamente em nossas vidas, precisamos incorporar a espiritualidade em nossos atos do cotidiano.

Que este texto ilumine a sua vida. E que continuemos juntos na caminhada para a ampliação das nossas consciências e para aprendermos a direcioná-las mentalmente para o bem do todo.

Fonte de Pesquisa:**  Prof. Dr. Guido Nunes Lopes, Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Física pela Universidade Federal do Amazonas (FUAM, 1986), Mestrado em Física Básica pelo Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IF São Carlos, 1988) e Doutorado em Ciências em Energia Nuclear na Agricultura pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (CENA, 2001).

Cartas de Cristo – A Consciência Crística Manifestada  – Almenara Editorial, 2012.