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Velhos problemas: um sinal de alerta!

Geralmente os problemas são encarados como algo objetivo a ser simplesmente combatido e eliminado, e de preferência, com uma receita ou fórmula.

Mesmo quando pensamos ter resolvido um problema, lá vem outro para substituí-lo, muitas vezes bem parecido com o anterior ou disfarçado de novo.  E assim vamos tocando a vida, acreditando que os velhos problemas são inevitáveis e no fundo, insolúveis.  Afinal, problemas fazem parte da vida…

Sim, problemas fazem parte da vida!  A questão é:  qual é a idade dos seus problemas?  Seus problemas são condizentes com a sua idade cronológica e com a sua atual fase de vida? Há coerência entre os seus problemas e a sua atual fase de vida?  Ou seus problemas estão ligados ao seu passado, a outras idades que você já viveu?

Basta uma certa experiência de vida e uma consciência um pouco ampliada, para constatarmos que:  a tática de simplesmente lutar contra os problemas não funciona.  Combater e lutar fortifica os problemas, o que inevitavelmente, leva a piorá-los. Pode também levar-nos ao conformismo, a um apego a ponto de acreditarmos que nossos problemas são a nossa vida!  E assim, presos aos velhos problemas, evitamos o novo e deixamos de viver a vida.  Vivemos no passado ou na preocupação com o futuro.

O convite deste post é:  você já refletiu sobre o papel que os problemas têm em sua vida? Você tem consciência da lógica que adota para descrever e administrar seus problemas? Você percebe o quanto seus problemas são velhos (se repetem constantemente)? Você percebe a atual função dos seus problemas?

Liberdade

Dentro do meu entendimento, com uma visão sistêmica, não basta combater problemas.  Precisamos primeiro identificar as suas verdadeiras origens.  Querer livrar-se de problemas apenas para eliminar a dor e o desconforto que nos causam é um grande autoengano. Trabalhar problemas de forma saudável requer vontade de encarar velhos problemas, curar-se deles e dar lugar a novos, que sejam coerentes com o que a vida nos oferece e com o que podemos oferecer à vida no momento presente.

Solucionamos problemas quando conseguimos avançar na vida.  Problemas só fazem sentido quando aprendemos com eles, quando olhamos para o futuro e seguimos em frente.  Ao aprendermos com os problemas antigos, inevitavelmente os enfraquecemos e nos permitimos entrar em novas fases, novos ciclos, que certamente trarão novos problemas, ligados aos nossos objetivos.  Novos problemas surgem quando já abrimo-nos quando já nos abrimos ao novo e vivemos novas fases e ciclos de nossas vidas, quando temos vida em nossa vida e damos vida ao que fazemos.  Novos problemas, dentro de uma consciência ampliada através dos aprendizados, trazem um novo sentido para a nossa vida e são superados em nome dos propósitos que nos guiam.  Mas, basta querer solucionar problemas só no nível consciente?  Não!

Quando temos coragem de compreender os problemas no nível consciente (seus sinais e sintomas, nossas percepções e interpretações sobre eles) e, principalmente, no nível inconsciente (o que é invisível no problema, o que está por trás do problema) é que somos capazes de lidar saudavelmente com eles. Pois é no inconsciente que reside a nossa verdadeira força.

Os seus problemas são antigos, se repetem em sua vida?  Se sim, certamente você é prisioneiro (a) deles, o que significa que você, inconscientemente, é prisioneiro principalmente dos seus traumas não resolvidos.  Em outras palavras, seus problemas que parecem atuais, na verdade, são problemas do passado que não puderam ser resolvidos através de adultos saudáveis (inclusive você).  E então, é impossível viver o seu presente porque você ainda está preso ao passado.  Problemas que se repetem são sinais de que estamos presos no passado:  presos a traumas, crenças, certezas, dinâmicas familiares e relacionamentos doentios, entre outras origens.

Para enfrentar problemas, temos que parar que nos afundar cada vez mais no buraco que cavamos (inconscientemente) por focar no problema e nas interpretações que fazemos dele e começar a aprender a construir a escada que nos permitirá sair desse buraco.  Assim, podemos entrar em contato com a verdadeira realidade e largar (sugestão para a palavra “abandonar” ou “deixar”) as realidades ilusórias que criamos a partir de medos, fugas ou esconderijos em relação aos nossos traumas. Enfrentar problemas implica em despertarmos para os equívocos das nossas interpretações e para novas óticas.

Reconhecer que problemas não são aquilo que o nosso rigor lógico, formado por educação e cultura, nos impõe já é um grande primeiro passo para solucioná-los, especialmente os velhos problemas.  E também é um grande ato de amor:  colocar amor onde existe medo, colocar confiança onde existe conformismo e justificativas inúteis, que vêm do consciente.  E não tenha dúvida:  se tivermos coragem, somos capazes de dar esse salto!

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Uma avaliação vibracional pode lhe ajudar a compreender o que está por trás dos seus problemas e lhe dar uma luz para novas possibilidades de atitude e ação (manter o plural com “atitudes “ações”) que lhe permitam escolher caminhos de soluções e auto cura de traumas para finalmente avançar em sua jornada de vida.

Leia também: A importância da mente e da consciência ampliada no processo de cura

e também: Terapia:  escolhendo a melhor para você

O desafio da cura

Há uma grande diferença entre ausência de sintomas e bem estar.  O bem estar é consequência do grau de integração entre corpo físico e corpos sutis.  A ausência de sintomas não necessariamente pressupõe bem estar.  Quando temos bem estar, há vida em nossa vida, vivemos a vida além da sobrevivência, com propósitos e com sentido e com verdadeira disposição para superar as nossas dificuldades.  Essas diferenças nos fazem refletir sobre o que pode ser a verdadeira cura.

É impossível ignorar a importância da espiritualidade e do nível de consciência quando falamos em saúde e bem estar.  Compreender a si mesmo, abrir-se para aprendizados e novas ideias, crescer psicologicamente e espiritualmente estão entre as questões-chave diretamente ligadas ao bem estar.  E também é fundamental considerar os efeitos da mente sobre o corpo, fatores psicológicos, reações emocionais às circunstâncias da vida (inclusive às doenças).  Até a medicina tradicional afirma que a mente e o corpo exercem grande influência um sobre o outro.  Assim, uma doença que está no físico produz stress emocional, tanto quanto perturbações emocionais afetam nocivamente o físico.

Sem uma visão holística, é impossível um tratamento genuíno, e é essa lacuna que as terapias integrativas e complementares preenchem, pois ainda é frequente, por várias razões,  médicos tradicionais não abordarem questões relevantes (além de sintomas físicos) com seus pacientes.

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Para irmos fundo na questão do bem estar, precisamos rever os nossos hábitos sobre como lidamos com as adversidades em nossa vida.  A maioria das pessoas adquire mecanismos de defesa e estratégicas de sobrevivência de uma forma muito passiva e aleatória, ou seja, limitam-se a repetir atitudes e comportamentos (muitas vezes herdados do sistema familiar e da sociedade), apenas reagindo para sair de situações difíceis.

Essa estado autômato do ser humano é um aspecto que faço questão de enfatizar, porque, em outras palavras, muitas vezes agimos apenas com base nos nossos hábitos, sem pensarmos o que verdadeiramente desejamos plantar e colher em nossas vidas.  Agimos no “piloto automático”,  não nos dando conta de que esse automatismo é fruto de questões mal resolvidas em nosso inconsciente.  Essas estratégias adaptativas ou de sobrevivência podem se manifestar através de impulsos, vícios, transtornos, entre outros.  Aprender novas estratégias para sobreviver e viver é fundamental para o nosso bem estar e para isso precisamos encarar o que se passa nas profundezas do nosso ser ou em nossa mente inconsciente.

Não é o médico ou o terapeuta que vai dizer para a pessoa qual deve ser a nova estratégia para viver sua vida e sim ela mesma, a partir de sua vontade de descobri-la.  Profissionais da saúde são facilitadores, e muitas vezes, até educadores nos processos de salvar vidas ou curar pessoas.

Curar-se é enveredar por um campo de diversos tipos de stresses biológicos tais como o stress psicológico, a deficiência nutricional, a sobrecarga alergênica, poluentes ambientais, superexaustão física, variação extrema de temperatura, contaminação microbiológica, contaminação por metais pesados, efeitos colaterais de medicamentos alopáticos, radiação de baixo nível, poluição eletromagnética, stress geopático, energias de pensamento negativo, entre outros.  Por isso, é importante lembrar que além do stress emocional e psicológico, existem muitos agentes estressantes que podem afetar nocivamente o campo bioenergético humano, produzindo reações físicas que levam aos estados de doença.

Muitas influências sutis promovem estados doentios.  Essas influências ocultas (muitas vezes negadas pela medicina tradicional e não identificadas em exames convencionais de laboratório) geram muito sofrimento e podem ser chamadas de miasmas, que são certos estados de energia que induzem a doenças e que são causados por perturbações sutis no biocampo humano.   Os miasmas também podem ser associados a bloqueios emocionais e enfermidades espirituais.

Como afirma o médico Richard Gerber, que escreveu há muitos anos atrás o livro Medicina Vibracional – Uma Medicina para o Futuro, “as condições miasmáticas deixam o organismo num estado energético de colapso potencial do sistema ou de suscetibilidade a doenças.  Os miasmas tendem a impedir o fluxo de força vital para dentro do sistema bioenergético humano e também facilitam a manifestação de muitos tipos diferentes de doenças.  Esses miasmas podem ser tratados com diversas formas de terapias vibracionais que restauram o equilíbrio energético com a força vital.”

Que neste momento de grandes aflições e reflexões, forçadas pela pandemia do Coronavirus, possamos, conscientemente, a cada dia, superar nossos bloqueios emocionais e psico-espirituais crônicos em nome de manifestar o nosso Eu Superior, seja através do nosso Ego, seja através do nosso espírito e assim, reconhecermos individualmente e coletivamente a nossa própria Divindade, que talvez seja a verdadeira cura.

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Padrão frequencial: fator-chave para o nosso bem estar

Além de energia, somos um conjunto de várias frequências, que podem ser medidas em Hz (Hertz).  O conjunto dessas frequências formam em cada indivíduo, uma frequência própria e única, como se fosse uma “assinatura vibracional ”.  Somos únicos em nossos organismos, em nossos corpos, tanto físicos quanto sutis. Dependendo da sua frequência vibracional, uma pessoa terá mais ou menos saúde física, emocional, mental e espiritual.

Nossa frequência é afetada o tempo todo por vários fatores, inclusive, pelo ambiente externo.  Uma pessoa com frequência inferior a 62HZ, terá a sua saúde inevitavelmente comprometida. As consequências na baixa da frequência são muito variadas e, dependendo da queda, graves, como por exemplo o câncer, que começa numa frequência abaixo de 42Hz.

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Em resumo, estados/padrões da pessoa como um todo somados ao ambiente onde ela está inserida resulta no seu padrão frequencial.

As terapias frequenciais/vibracionais são terapias complementares que contribuem significativamente para o reequilíbrio desses complexos sistemas frequenciais em nossos corpos.  Entre elas estão as terapias florais, frequenciais e a radiestesia/radiônica, com as quais trabalho.  Podemos afirmar que, terapias vibracionais, são como uma linguagem que atua em nossas células, capaz de abrange-las e tratá-las em múltiplos aspectos.

Uma das grandes vantagens em se realizar uma terapia vibracional é que ela pode ser associada a outros tratamentos, tanto a medicações alopáticas convencionais quanto a outras terapias integrativas complementares.

É importante compreender que quando uma pessoa passa por um tratamento vibracional, o processo de auto-cura se dá não através de bioquímica e sim por ação biofísica, que significa via campo informacional.

Através de bioinformações, que mexem no campo eletro-magnético-informacional da pessoa, ocorrem como se fossem induções para um reequilíbrio energético de células, sistemas, órgãos, além de um acesso às informações que estão em nosso inconsciente, para limpar padrões desequilibrantes e ativar bioinformações equilibrantes.  Os padrões desequilibrantes e seus efeitos podem estar tanto no corpo físico quanto em outros corpos sutis (emocional, mental, duplo etérico e espiritual).

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Essa mudança no campo é possível porque nossas células têm sua própria capacidade informativa, ou seja, se ativadas através das bioinformações, não ficam dependentes somente de elementos bioquímicos para sua transformação.

Assim, a biofísica tem um papel fundamental na saúde humana, pois esses elementos biofísicos são como informações que põe VIDA na vida das células, indicando novos caminhos para se regenerarem, além de neutralizar padrões físicos, emocionais e mentais nocivos à pessoa.

Leia também: A revolução da nova ciência,

Os princípios dos tratamentos à distância

Querer é poder ? Mais reflexões sobre radiônica

O confinamento e a solidão

A experiência única que estamos passando através do isolamento social desencadeado pela pandemia do coronavírus nos obriga a abrir mão de vários hábitos, entre eles o de conviver com outras pessoas ou, pelo menos, de estar rodeado delas.  Nesta situação, surgem vários sentimentos, entre eles o de solidão.  No entanto, a solidão pode ser percebida tanto de forma negativa (escassez, vazio, carência)  quanto de forma positiva, como circunstância favorável pela oportunidade de pleno contato consigo mesmo.

Interessante que, quando estamos com outras pessoas, sempre há conflitos de várias naturezas, sejam eles aparentes ou ocultos.  Será que esses conflitos são menores do que os conflitos internos, que somos obrigados a encarar quando estamos isolados?  Tenho refletido sobre o porquê do contato com nós mesmos talvez ser mais difícil do que o contato com outras pessoas.  O que torna tão angustiante o estar isolado?

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No meu entendimento, o isolamento pelo qual estamos passando é o efeito de alguma Lei Universal para ficarmos com nós mesmos em um nível de contato mais íntimo, que envolve a nossa alma, com o objetivo de revermos a nossa vida.  Mesmo vivenciando o isolamento social em família ou junto com outras pessoas, somos convidados a compreender melhor toda a complexidade que envolve as relações familiares, incluindo conflitos, desarmonias, incompatibilidades, emaranhamentos, entre outros.  Pois só através de um contato maior com nós mesmos é que poderemos aceitar, compreender e então solucionar esses conflitos de relacionamento, primeiro dentro e depois, fora de nós.

Encarar a complexidade do relacionamento consigo próprio talvez seja mais insuportável do que encarar a complexidade dos relacionamentos com outras pessoas, porque, a forma como eu me relaciono comigo mesma tem influência direta na forma como eu me relaciono com outras pessoas.  E enfrentar a pandemia global do Covid19 nos impõe uma postura de, no mínimo, refletir.  Refletir sobre como anda a nossa vida, os nossos relacionamentos e o que verdadeiramente queremos fazer da nossa vida, inclusive nos autorresponsabilizando por ela.

Acredito que esta oportunidade é única:  cada ser humano na Terra refletir sobre a sua própria vida.  Porque, só encarando a nós mesmos, teremos condições de nos preparar para ações coletivas e, inclusive,  enfrentar as consequências inevitáveis deste acontecimento planetário, que marcará a história da humanidade.

amor ao planeta

O que faremos individualmente e coletivamente para renovarmos nossas crenças, mudar hábitos, enfrentar todas as crises e mudanças que estão por vir, após a pandemia.  Como, depois deste confinamento, vamos olhar e lidar com a ansiedade, perversidade e voracidade que permeiam todo o sistema local e global?  Como encarar as inevitáveis diferenças entre as pessoas e suas interpretações dos fatos, localmente e globalmente? Será possível enxergar o todo sem enxergarmos primeiro o que há dentro de nós mesmos? Como nos tornarmos emergencialmente criativos e livres pensadores se fomos moldados para vivermos vidas autômatas, em função de um sistema pré-formatado? Difícil, no entanto, acredito eu, possível.

O fato de estarmos isolados socialmente não significa estarmos sós. A solidão, em essência, não existe pois sempre há uma egrégora espiritual que nos acompanha, nos guia, na medida em que nos preparamos para nos conectarmos com ela através do trabalho interior e da constatação de que o invisível é mais poderoso do que o visível e de que a nossa vida aqui na Terra é parte de uma jornada maior.

Aproveitemos este momento difícil para avançarmos na nossa capacidade de pensar, refletir, intuir, sentir, perceber…. e assim, encontrar respostas genuínas e não fabricadas pelo sistema comunicacional que impera na sociedade.  Vamos nos comunicar de forma apolítica e universalista, vamos nos solidarizar com nós mesmos e com os outros.  Talvez esta crise seja uma grande e única oportunidade de assumirmos o início de uma mudança completa nos rumos da consciência humana.

Leia também: Medo e a crise do coronavírus

Medo e a crise do coronavírus

Decidi escrever este post considerando tudo que venho experimentando e observando em mim e à minha volta nesses tempos de coronavírus.  Entendo que refletir sobre o tema “medo” tornou-se providencial, pois em maior ou menor grau, todos nós estamos nos deparando com os medos que surgem entre encarar a crise que vivemos e a persistência que precisamos ter para atingir as metas de superar uma epidemia.

Imagino que todos que estiverem lendo este texto vão concordar que vêm recebendo um excesso de informações e interpretações sobre tudo que envolve o coronavírus e que, muitas vezes, sentem-se confusos e cheios de dúvidas.  Todas essas mensagens contem sistemas lógicos para anunciar que aquilo que está sendo apresentado é a verdade absoluta.  E é aí que mora o perigo, porque tudo que acreditamos de verdade, converte-se em realidade.

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Quando nos deparamos com essas informações, a questão é o quanto cremos em seu conteúdo.  Porque o crer é o que nos empodera, ou seja, o fato de eu acreditar em algo torna aquele algo possível, pelo menos para mim e, consequentemente, vou criar aquela realidade específica, que acreditei como possível.  No entanto, o acreditar é diferente do objeto da crença:  uma coisa é eu acreditar em algo.  Outra coisa é o que, desse algo que eu acredito, irá tornar-se realidade.

Como afirma o filósofo, psicanalista clínico e pesquisador da mente humana, Prof. Juan Ribaut “crer não é simplesmente dizer que acreditamos.  Quantas e quantas coisas dizemos que acreditamos, porém só acreditamos intelectualmente, mas o subconsciente não acredita. ”

E o que tem a ver o medo com ACREDITAR?  Tudo que acreditamos pode ou não alimentar os nossos medos.  Só que há um detalhe relevante, que em geral é ignorado:  o medo que não devemos alimentar é, principalmente, o medo que está em nosso subconsciente, pois é esse medo que tem a força, são as crenças subconscientes as que realmente nos fazem agir.  Por isso, não basta acreditarmos (só conscientemente) que vamos superar uma crise como a que estamos passando.  É necessário que o nosso “crer consciente” esteja ligado ao nosso “crer subconsciente”, pois é ele que tem o poder de criar, de se comunicar com a essência, para que aquilo que desejamos tenha a força de acontecer, de se concretizar.  Pois, como afirma o Prof. Juan Ribaut, estamos em um “mundo com Leis”, Leis Divinas que se manifestam na prática através da “essência que está por trás de tudo” em nossas vidas.  Quando creio (inconscientemente) em algo, esse algo se torna realidade, pois me conecto ou “informo” a energia primordial, que comanda essas Leis Divinas.

E como mudar esse estado de medo inconsciente?  Mudando os objetos de nossas crenças, pois os objetos das nossas crenças têm ligação direta com aquilo que podemos escolher.  Exemplo:  em vez de combater o que não queremos, escolher visar objetivos específicos ligados aquilo que queremos.  Exemplos:  a paz individual, a paz mundial, o fim do medo do coronavírus, que a Luz guie as decisões dos nossos governantes, o restabelecimento e a tranquilidade em todas as nações, sintonizar-se e divulgar somente informações confiáveis e saudáveis.  Não se trata de negar fatos, e sim, de aceitá-los para então escolhermos o que vamos fazer com eles visando criar as novas realidades que desejamos através de atitudes e comportamentos que focam nossos objetivos claros e concretos.  Lembre-se: “aquilo que conseguimos acreditar, conseguimos criar”.  Essa é uma Lei Universal, sob a qual o nosso subconsciente trabalha quando temos um objetivo claro que funciona como um motivador fundamental da vida.  Ter o interesse de MUDAR já é um grande passo para que nossas vidas sejam diferentes e assim, possamos influenciar nos fatos através da nossa capacidade de criar realidades.

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Então, diante do medo nessa crise do coronavírus, que desenvolvamos a nossa capacidade de unir nosso consciente e inconsciente, através de objetivos claros e motivação ardente para a mudança.  Não basta racionalizações, é preciso que nos motivemos a encontrar (dentro de nós) um sentido para essa crise que estamos vivenciando.  Só assim estaremos verdadeiramente motivados a mudar os objetos das nossas crenças, e assim, mudar esse estado de medo inconsciente, que age solto, sem a consciência o conduzindo eficazmente.

Desejo que esta breve reflexão sirva de estímulo para lhe encorajar a ver, com novos olhos, a situação que estamos vivendo, inclusive como oportunidade de ampliarmos a nossa capacidade de nos cuidarmos individualmente e coletivamente e vivermos nossas vidas mais como seres humanos livres e menos como seres autômatos, acorrentados a hábitos, lógicas e rituais que só retroalimentam medos e crenças nocivas inconscientes.

Fontes de Pesquisa:

  • Radiônica a Ciência do Futuro – Juan Ribaut – Editora Alfabeto.
  • Energia Mental – A Imaginação, um mundo além da razão – Juan Ribaut – Editora Roka.

 

A fé e a vida   

Compreender o que é a fé faz parte das respostas fundamentais que venho buscando há muitos anos.  Desde a minha infância, a definição de fé sempre foi regada por conceitos baseados em dogmas religiosos e doutrinários, que nunca me ajudaram a encontrar uma resposta profunda para o que é sentir fé.  Assim foi, até eu começar a estudar e praticar a radiestesia e a radiônica e, especialmente, ler os livros e estudar com o Professor Juan Ribaut.

Ao mergulhar nos estudos e práticas da radiestesia e da radiônica, a fé passou a ter um significado bem diferente daquilo que eu imaginava ou estava condicionada a acreditar.  A fé tem a ver com o que consigo acessar e monitorar, conscientemente, no meu inconsciente!  “A fé é a essência de todo o poder”, afirma Juan Ribaut, porque é no inconsciente que reside a nossa verdadeira força para criarmos a realidade que realmente desejamos.  Parece uma afirmação muito limitada aos campos filosófico ou teórico?  Acredite que não é!

Como afirma o Prof. Juan Ribaut, o que captamos por meio do nosso consciente (idéias, conhecimentos, conceitos, informações, fatos etc.) nada mais é do que sementes com potencial para germinar.  Para germinarem, essas sementes precisam ser plantadas no terreno do inconsciente, onde poderão criar raízes e se desenvolver até darem frutos.  E o que isso tem a ver com fé?  Só aquilo que verdadeiramente acredito (no inconsciente) é que vai germinar!   Não basta querer algo apenas conscientemente (racionalmente, intelectualmente).  É necessário querer também no inconsciente, ou seja, ter fé por meio do inconsciente.  Para isso, precisamos aprender a alinhar o consciente com o inconsciente.

Graças à inclusão da radiestesia e da radiônica no meu cotidiano, hoje vivo como se estivesse em um solo fértil, cheio de sementes de fé, que representam as possibilidades de lidar de maneira mais saudável, alegre, criativa e confiante com os acontecimentos da minha existência e, assim, ter condições de contribuir com a vida de outras pessoas.

“A fé lida com mistérios”, afirma o Prof. Juan Ribaut.  A fé lida com a nossa capacidade de nos surpreendermos com a essência da vida, com a realidade que pode ser vista através de várias “lentes”.  A fé lida com o desconhecido, com a vastidão imensa do que somos em essência – vida, amor, consciência – , com o amplo mundo da mente e da consciência.  E, principalmente, com o universo do nosso coração.  Mas este é um tema para outro post…

Só cremos, realmente, naquilo que está no nosso inconsciente.  Se, verdadeiramente temos fé, criamos, realizamos.  Portanto, o nosso futuro não é construído somente com as informações (ou possibilidades aparentes) do presente ou do que desejamos no nível consciente.

Sempre haverá espaço para a esperança, na medida em aprendermos a plantar, conscientemente, em nosso inconsciente, as sementes daquilo que realmente queremos colher, a partir da verdadeira fé.

 

 

Benefícios e resultados com terapias: o que considerar para evitar frustrações

Cura ou autocura é um tema complexo e que nos remete à seguinte pergunta:  como podemos compreender os resultados obtidos com as terapias holísticas, que nem sempre são tangíveis? Por que as pessoas percebem, de forma tão diferente, os resultados com terapias? Por que um terapeuta que tenha sido “bom” para mim, pode ter sido “ruim” para outra pessoa? Neste post, meu objetivo é abordar estas questões, com base nos meus estudos e experiências de vida e como terapeuta.  

Antes de tudo, é importante ressaltar a importância da escolha criteriosa do terapeuta, levando em conta não só a sua formação, conhecimentos, experiência e profissionalismo, como também a ressonância que precisa existir entre o coração do terapeuta e o coração do seu cliente.  

Assim, a partir desta escolha, lembro que muitas estratégias de tratamentos integrativos/complementares já são providas de comprovação científica, baseada em sólida argumentação pelas Leis da Física. Entretanto, a maior parte das pessoas tenta prever os benefícios das terapias holísticas a partir de critérios estabelecidos pela nossa mente racional e nossa vontade de que todas as mudanças ocorram conforme o nosso desejo e o mais rápido possível.

O que estou considerando, na reflexão proposta neste post, é que nas terapias holísticas estamos falando de tratamentos que mexem com nossas energias sutis, que estimulam a criação de melhores condições para que o nosso potencial humano nos conduza ao que há de melhor para o nosso desenvolvimento psicológico, físico, espiritual, mental e emocional. Inevitavelmente, estes tratamentos vão mexer com a genética das possibilidades, com o nosso DNA energético (que é a maior parte do nosso DNA). Assim, saímos da fatalidade para novas possibilidades. Ao mesmo tempo, devemos aprender a lidar com nossas ansiedades, nossa vontade de fugir ou de evitar os desconfortos inevitáveis quando vivemos a experiência de despertar e experimentar renovações e transformações em nossas vidas – sejam elas provocadas por nossa livre escolha ou pela vida.

A ideia de que possamos passar pela vida sem qualquer desconforto é fantasiosa e até mesmo uma boa desculpa para não trabalharmos a nossa sombra, ou seja, encararmos o nosso inconsciente, que rege a maior parte do que fazemos em nossas vidas.  Por isso, aqui vão alguns pontos que merecem reflexão ao avaliarmos os resultados que obtemos com terapias:

  • Um sintoma pode ser doença ou cura.  Por isso, precisamos ter cuidado ao interpretar sintomas, especialmente quando estamos fazendo um tratamento com terapias integrativas complementares. O que chamamos de “crises de cura” (efeitos de limpeza e purificação através de terapias integrativas/complementares)  podem ser confundidas com piora, regressão, quando, de fato, o que pode estar acontecendo é uma faxina mental e emocional, que pode se manifestar no físico.  Podemos comparar com o processo de reforma em uma casa: dependendo da reforma, as mudanças provocam mais ou menos poeira. Da mesma forma, num processo terapêutico vibracional, quando o consciente de uma pessoa sabota o que o inconsciente quer fazer, a poeira costuma ser grande!
  • O nosso inconsciente carrega a nossa sombra que representa o material psicológico que reprimimos, rejeitamos, negamos ou nos dissociamos. Não adianta “encaixotar” a nossa sombra!  Terapias integrativas complementares, especialmente as vibracionais, nos ajudam a lidar com a sombra que vem à superfície para, então, nos familiarizarmos com ela, nos apropriarmos dela e, posteriormente, eliminarmos os sintomas dolorosos e também vermos a nós mesmos de uma forma mais verdadeira e saudável. 
  • Pode ocorrer da frequência vibracional desencadeada por terapias vibracionais ser tão orgânica que a pessoa em tratamento nem percebe com o seu lado racional ou com os seus sentidos e condicionamentos mentais.  Com base na minha experiência como terapeuta, é frequente pessoas próximas perceberem mudanças que ela mesma não reconhece.   

 

Mas, como encararmos as dificuldades para percebermos as novas possibilidades concretamente?  Na minha visão, é tomando uma decisão verdadeira de ACREDITAR QUE É POSSÍVEL A MUDANÇA QUE QUEREMOS FAZER EM NOSSAS VIDAS.  É reaprendendo a nos perceber. 

Precisamos ficar mais atentos a nós mesmos (não como cobradores ou juízes), experimentando o nosso cotidiano de forma mais ampla, percebendo a nossa vida em outras dimensões.  Podemos descobrir a nossa essência sempre presente, que nos observa e orienta o tempo todo, independente dos nossos estados de consciência, espirituais, de humor, físicos, emocionais, mentais ou do que ocorre à nossa volta.     

Ainda temos muita dificuldade de harmonizar o nosso consciente e subconsciente. Esse é um dos entraves para aproveitarmos e assimilarmos as terapias que fazemos.  Geralmente, nos prendemos ao terapeuta ou à técnica terapêutica, quando o que importa é o efeito do conjunto de ações para aprendermos a lidar com aquilo que nos incomoda e que podemos chamar de promover a  “autocura”

Praticamente falando, o que quero dizer é que quando acreditamos que um terapeuta ou uma terapia não nos trouxe resultados, no fundo, estamos equivocados, pois essa experiência, embora não reconheçamos,  pode inclusive ter nos propiciado melhores condições para encontrarmos outro terapeuta/outra terapia que, na nossa percepção do momento, poderá nos ajudar de uma forma melhor. 

Quando nos submetemos a uma terapia vibracional radiônica, por exemplo, ocorrem revelações, decorrentes dos códigos de saúde que nos são enviados por meio de bioinformações.  Nosso inconsciente é que vai escolher os caminhos a partir desse tratamento.  Não há uma regra ou pressuposto que determine o que exatamente vai acontecer. 

Uma terapia vibracional tem como meta criar as melhores condições para que a pessoa volte mais rapidamente para um estado de maior equilíbrio, de conexão com a sua essência, com o Planeta Terra e, consequentemente, com o Universo, colocando mais vida em sua vida e, portanto, mais saúde.   Medir isso com a mente racional é impossível.     

Na minha visão, o resultado de uma terapia nunca poderá ser avaliado isoladamente.  Ele depende dos vários elementos do conjunto de vida da pessoa e, inclusive, de outras terapias, em andamento ou já realizadas.   

Resultados com terapias vão muito além de promessas e expectativas atendidas no curto prazo.  Envolvem fazermos um balanço, de tempos em tempos, sobre o quanto há de mais vida em nossa vida e os avanços que conseguimos realizar para aumentar o nosso amor próprio, a nossa autopercepção, o nosso autoconhecimento e o nosso autorreconhecimento como seres humanos mais confiantes perante o sentido da nossa existência. 

A coisa mais cara do mundo…

Já parou para pensar no que pode existir de mais caro no mundo?  Pensou mesmo?

Creio que a grande maioria das pessoas ainda não parou para fazer essa reflexão ou, se a fez, automaticamente considerou o que pode existir de mais caro, materialmente falando, algo “aspiracional”, “para poucos”…

A “coisa” a que vou me referir neste post é a nossa energia pessoal.  Esta, com certeza, é o que temos de mais caro, mais precioso.  Estranhou a resposta?  Vamos refletir juntos:

O que você faz sem energia?  NADA!  Você pode até sobreviver no seu corpo físico, o que não significa que a sua energia pessoal esteja em sua plenitude, permitindo que usufrua as experiências que a vida lhe oferece.

Nós não somos somente um corpo em estado de matéria. Temos vários corpos energéticos que, se não estão harmonizados com o nosso corpo físico, certamente adoeceremos e, assim,  a nossa qualidade de vida, ou seja, a nossa vida fica comprometida.

Todos os dias, pelo menos ao dormir, precisamos repor, minimamente, a nossa energia gasta.  Repor energia seria simples se o nosso sono fosse bem reparador; e se soubéssemos, quando estamos acordados,  a repor a energia que perdemos.  Em outras palavras:  não é fácil repor energia!

Para nos mantermos equilibrados, temos que aprender a dosar a energia que doamos às atividades, às pessoas etc.

Se não aprendermos a direcionar a nossa energia para aquilo que faz sentido em nossas vidas, podemos até obter coisas materiais bem caras, porém, certamente, não teremos uma vida rica em experiências, realizações, satisfações e nem conseguiremos tirar bom proveito do dinheiro que ganhamos.

Está desperdiçando energia?

O que acontece a uma pessoa que cuida de todo mundo e não cuida de si mesma?  Será que a sua energia está sendo desperdiçada ou preservada ?

Já observou o que acontece com a sua energia dependendo das notícias nos veículos de comunicação e redes sociais que você acompanha todos os dias?  Ou mesmo com as notícias que você posta sobre a sua vida nas mídias?

Já se deu conta dos “ladrões de energia” em sua vida?  Exemplos:  pessoas, lugares, seus hábitos, crenças, pensamentos, redes sociais, entre outros.

E agora, está convencido(a) de que a sua energia vital é o que você tem de mais caro em sua vida? Você já percebeu como é por meio desta “bateria”, desta central energética que você pode experimentar coisas novas, vivenciar com plenitude a sua vida? Comece a cuidar ou cuide mais ainda dessa sua grande riqueza! 

Apresento uma sugestão de exercício simples, para  que este post não fique só na teoria:  pare alguns minutos o que estiver fazendo; pegue uma folha de papel e faça um levantamento das várias situações que vivenciou (rotineiras ou extraordinárias) nos últimos 7 dias (com pessoas, situações, atividades, rotinas, lugares, tarefas, hábitos, etc).; em seguida, de 1 a 3, onde 1 é pouco energizado (a) e 3 é muito energizado(a), dê uma nota a respeito de como se sentiu ao final de cada acontecimento.  Você já obterá uma boa amostra do quanto você realmente valoriza o que há de mais caro em sua vida:  a sua energia vital!

E não espere o Réveillon chegar para fazer um plano a fim de escolher como você quer receber e doar energia.  Essa decisão, certamente, vai lhe poupar de muitos gastos desnecessários, inclusive, financeiros.

Qual padrão vibratório você está atraindo para a sua vida?

Eu gosto muito de escrever no meu blog sobre a espiritualidade, porque não tenho mais dúvida sobre o quanto ela é básica para mantermos a nossa saúde, bem-estar e vitalidade, para vivermos a vida com coragem e cada vez mais capacidade de amar.

Eu não estou falando aqui de religião.  A religião pode ajudar ou não nesse processo.  A questão aqui é o campo áurico, energético ou vibratório de uma pessoa, porque é a condição desse campo que vai determinar esse padrão, por meio de um processo de sintonia com a Luz ou com as Trevas.

Por exemplo, quando estamos com muita raiva, muito ódio (consciente e/ou inconscientemente) essa energia sai das nossas emoções e é emitida através de uma onda de energia que flui.  Essa onda de energia, por sua vez, coloca todo o nosso campo áurico (vibratório) numa vibração de raiva, ódio que, pela Lei da Atração (Lei Universal), vai atrair todo o tipo de energia ligada a essas emoções, tanto pessoas ou situações bem concretas, quanto forças invisíveis maléficas (deletérias).

É assim que as situações acontecem em nossas vidas. Atraímos  aquilo que emitimos por sintonia e não nos damos conta de que desencadeamos um processo de criação de um grande campo de energias e informações nocivas que nos arrastam, pois esse campo vai aumentando como uma bola de neve, à medida que mantemos esta frequência vibratória.  E lembre-se:  nosso campo é composto de muitas energias e informações não somente nossas, mas também de padrões familiares, grupais e coletivos, que nos influenciam de acordo com o nossas intenções e padrões vibracionais.

Essa, na minha visão, é a questão básica da espiritualidade:  entrar em simbiose com as forças da Luz ou das Trevas.  Forças da Luz:  amor incondicional, liberdade, sabedoria, criatividade, co-criação, verdade, beleza, coragem, iniciativa, flexibilidade, forças invisíveis da Luz, do bem.  Forças das Trevas:  ignorância, medo, arrogância, mentira, ódio, voracidade, submissão, forças invisíveis das trevas, do mal.

A espiritualidade pode ser associada à capacidade da pessoa criar um campo áurico saudável.  Como?  Cada um tem que descobrir o seu jeito de fazer isso.  Um dos caminhos que sinto ser inevitável é o da oração.  Me refiro aqui à desenvolvermos a nossa capacidade de sentir devoção, em nosso mundo interior, independentemente do que ocorre no mundo exterior.

Ativar a capacidade devocional das pessoas pode ser um remédio para o que vivemos em nosso mundo atual.  Porque a devoção nos sintoniza com campos energéticos saudáveis.  Quando uma pessoa reza (de coração) para Deus, Jesus, um santo ou qualquer entidade alinhada à sua fé, à sua verdade, ela ativa a sua capacidade de devoção (fé).

É essa atitude de devoção (sentida no coração, nas entranhas) que faz com que as forças da Luz ajudem de alguma forma. Por quê?  Porque faz mudar o campo vibratório da pessoa.  É essa mudança que faz com que a situação melhore, ou novas oportunidades surjam, ou mesmo uma cura se realize.  A oração, como invocação, cria uma força.  São invocadas Forças da Luz, Forças Divinas.  Muitas vezes, de formas que a pessoa nem imaginaria!  Ou nem considerou em seus pedidos e afirmações durante as suas orações.

Dentro das nossas limitações humanas não temos condições de obter todas as respostas que gostaríamos a respeito de como essa ajuda das Forças da Luz chegam a nós.  No entanto, temos condições de alimentar a nossa devoção colocando a espiritualidade em primeiro lugar em nossas vidas.

Se você já está no seu caminho espiritual certamente você já sente as bases sólidas para uma vida mais plena.  Se você não sabe nem por onde começar a desenvolver a sua espiritualidade, deixo aqui uma dica que pode lhe ajudar.  Muito das minhas inspirações para eu desenvolver a minha espiritualidade e escrever meus posts vem também das aulas do professor e cientista Laércio Fonseca (Caminho da Luz).  Entre no Youtube e você encontrará várias aulas gratuitas que certamente vão, no mínimo, lhe inspirar a encontrar o seu caminho espiritual.

O que importa é lembrarmos, todos os dias, que somos capazes de criar o nosso campo energético, de atrair forças espirituais poderosas, de criar sintonia com as Forças da Luz,  para nos ajudar em qualquer situação, começando pelas situações que estão dentro de nós mesmos. A nossa atitude de evocar essas forças faz grande diferença em nossas vidas!

Convido você para ler outros posts sobre ESPIRITUALIDADE no blog!

A espiritualidade é a prioridade

Espiritualidade: Novas possibilidades que estão além do nosso pensamento atual

Espiritualidade:  nosso coração em compasso  

Fazemos parte do Universo.  Só por este motivo, a espiritualidade é a base da nossa existência.  Somos espíritos vivendo uma experiência humana e, muitas vezes, com a vida atribulada que levamos, nos esquecemos disso.

Para mim, espiritualidade é, majoritariamente, trabalho interior que envolve experiências, vivências e não teorias, dogmas, doutrinas e filosofias.  Constatar e vivenciar todos os aspectos da nossa existência humana é exercer a nossa espiritualidade.  

Com a enxurrada de estímulos e informações que recebemos diariamente, um dos nossos maiores desafios, que pode ser considerado um desafio espiritual, é aprendermos, através de vivências, a direcionar convenientemente nossas percepções, sensações e atenção para a coisa certa, no momento certo. 

As sensações e percepções são atributos do espírito.  Como afirma Francisco do Espírito Santo Neto, no livro As Dores da Alma, “quanto maior o estado de consciência do indivíduo, maior será sua capacidade de perceber a vida, que não se limita apenas aos fragmentos da realidade, mas, sim, à realidade plena”.   

É entrando em contato com nós mesmos que podemos exercer a nossa espiritualidade, pois a partir desse contato, é que temos melhores condições de interagir com o mundo externo que nos rodeia:  pessoas, situações e todos os acontecimentos, criados pelas nossas consciências individuais e coletivas.  A partir desse contato com o nosso mundo interno é que podemos perceber, sentir as dimensões de realidade.

As emoções de medo e as dependências emocionais são grandes obstáculos para exercermos a nossa espiritualidade.  Dependências emocionais como a de ser aprovado, admirado, reconhecido e amado são, na minha visão, as que mais atrapalham o exercício da nossa espiritualidade, porque sobrecarregam as energias dos nossos chakras cardíaco e do plexo solar, provocando um vazio constante, um descompasso em nosso coração. 

Assim, viver a nossa espiritualidade requer o despertar dos nossos condicionamentos e certezas, descobrirmos quem somos e colocarmos as nossas vidas a serviço da LUZ.

Transcender as nossas emoções passageiras para reconhecermos o que verdadeiramente sentimos sobre nós mesmos e sobre o sentido da nossa vida.  E então, com a nossa Luz sempre fortalecida, servimos ao mundo não como compensação para culpas e angústias e, sim, como seres interconectados por uma força maior.

Assim, temos que ter cuidado com as nossas “verdades” para praticarmos a espiritualidade,  pois elas nos iludem, dando a sensação de “segurança”, uma falsa segurança que apenas nos aprisiona no nosso mental automático, impedindo-nos de pensar e agir verdadeiramente, com espontaneidade, porque nos leva a ir de acordo com o clima de temor que nos envolve todos os dias. 

Nosso centro é o nosso espírito, a nossa alma, a nossa essência divina por meio da qual testemunhamos tudo o que ocorre dentro e fora de nós.  Praticar a espiritualidade é dar espaço a essa essência, para que possamos acessar o tesouro de sabedoria que está à nossa disposição, em nosso inconsciente pessoal e no inconsciente coletivo. 

A espiritualidade é a base para que todas as áreas da nossa vida fluam saudavelmente. É preciso aprender a parar de nos conectar com a consciência do outro e passarmos a nos conectar com a nossa própria consciência.  Ficarmos atentos ao que está por trás das aparências.  Ouvir o nosso ritmo interno através da nossa respiração e das batidas do nosso coração. Desenvolver a nossa intuição, inspiração e percepção da realidade.  Valorizar o nosso mundo íntimo, tão ignorado na nossa cultura materialista.

Praticar a espiritualidade nos faz perceber mais facilmente os toques que o Universo nos dá, ou os recados de Deus, que chegam abundantemente em nossas vidas.  Viver a nossa espiritualidade é aprender a reconhecer esses sinais e praticar o que eles nos inspiram, para o nosso bem e para o bem do todo !