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Padrão frequencial: fator-chave para o nosso bem estar

Além de energia, somos um conjunto de várias frequências, que podem ser medidas em Hz (Hertz).  O conjunto dessas frequências formam em cada indivíduo, uma frequência própria e única, como se fosse uma “assinatura vibracional ”.  Somos únicos em nossos organismos, em nossos corpos, tanto físicos quanto sutis. Dependendo da sua frequência vibracional, uma pessoa terá mais ou menos saúde física, emocional, mental e espiritual.

Nossa frequência é afetada o tempo todo por vários fatores, inclusive, pelo ambiente externo.  Uma pessoa com frequência inferior a 62HZ, terá a sua saúde inevitavelmente comprometida. As consequências na baixa da frequência são muito variadas e, dependendo da queda, graves, como por exemplo o câncer, que começa numa frequência abaixo de 42Hz.

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Em resumo, estados/padrões da pessoa como um todo somados ao ambiente onde ela está inserida resulta no seu padrão frequencial.

As terapias frequenciais/vibracionais são terapias complementares que contribuem significativamente para o reequilíbrio desses complexos sistemas frequenciais em nossos corpos.  Entre elas estão as terapias florais, frequenciais e a radiestesia/radiônica, com as quais trabalho.  Podemos afirmar que, terapias vibracionais, são como uma linguagem que atua em nossas células, capaz de abrange-las e tratá-las em múltiplos aspectos.

Uma das grandes vantagens em se realizar uma terapia vibracional é que ela pode ser associada a outros tratamentos, tanto a medicações alopáticas convencionais quanto a outras terapias integrativas complementares.

É importante compreender que quando uma pessoa passa por um tratamento vibracional, o processo de auto-cura se dá não através de bioquímica e sim por ação biofísica, que significa via campo informacional.

Através de bioinformações, que mexem no campo eletro-magnético-informacional da pessoa, ocorrem como se fossem induções para um reequilíbrio energético de células, sistemas, órgãos, além de um acesso às informações que estão em nosso inconsciente, para limpar padrões desequilibrantes e ativar bioinformações equilibrantes.  Os padrões desequilibrantes e seus efeitos podem estar tanto no corpo físico quanto em outros corpos sutis (emocional, mental, duplo etérico e espiritual).

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Essa mudança no campo é possível porque nossas células têm sua própria capacidade informativa, ou seja, se ativadas através das bioinformações, não ficam dependentes somente de elementos bioquímicos para sua transformação.

Assim, a biofísica tem um papel fundamental na saúde humana, pois esses elementos biofísicos são como informações que põe VIDA na vida das células, indicando novos caminhos para se regenerarem, além de neutralizar padrões físicos, emocionais e mentais nocivos à pessoa.

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Querer é poder ? Mais reflexões sobre radiônica

O confinamento e a solidão

A experiência única que estamos passando através do isolamento social desencadeado pela pandemia do coronavírus nos obriga a abrir mão de vários hábitos, entre eles o de conviver com outras pessoas ou, pelo menos, de estar rodeado delas.  Nesta situação, surgem vários sentimentos, entre eles o de solidão.  No entanto, a solidão pode ser percebida tanto de forma negativa (escassez, vazio, carência)  quanto de forma positiva, como circunstância favorável pela oportunidade de pleno contato consigo mesmo.

Interessante que, quando estamos com outras pessoas, sempre há conflitos de várias naturezas, sejam eles aparentes ou ocultos.  Será que esses conflitos são menores do que os conflitos internos, que somos obrigados a encarar quando estamos isolados?  Tenho refletido sobre o porquê do contato com nós mesmos talvez ser mais difícil do que o contato com outras pessoas.  O que torna tão angustiante o estar isolado?

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No meu entendimento, o isolamento pelo qual estamos passando é o efeito de alguma Lei Universal para ficarmos com nós mesmos em um nível de contato mais íntimo, que envolve a nossa alma, com o objetivo de revermos a nossa vida.  Mesmo vivenciando o isolamento social em família ou junto com outras pessoas, somos convidados a compreender melhor toda a complexidade que envolve as relações familiares, incluindo conflitos, desarmonias, incompatibilidades, emaranhamentos, entre outros.  Pois só através de um contato maior com nós mesmos é que poderemos aceitar, compreender e então solucionar esses conflitos de relacionamento, primeiro dentro e depois, fora de nós.

Encarar a complexidade do relacionamento consigo próprio talvez seja mais insuportável do que encarar a complexidade dos relacionamentos com outras pessoas, porque, a forma como eu me relaciono comigo mesma tem influência direta na forma como eu me relaciono com outras pessoas.  E enfrentar a pandemia global do Covid19 nos impõe uma postura de, no mínimo, refletir.  Refletir sobre como anda a nossa vida, os nossos relacionamentos e o que verdadeiramente queremos fazer da nossa vida, inclusive nos autorresponsabilizando por ela.

Acredito que esta oportunidade é única:  cada ser humano na Terra refletir sobre a sua própria vida.  Porque, só encarando a nós mesmos, teremos condições de nos preparar para ações coletivas e, inclusive,  enfrentar as consequências inevitáveis deste acontecimento planetário, que marcará a história da humanidade.

amor ao planeta

O que faremos individualmente e coletivamente para renovarmos nossas crenças, mudar hábitos, enfrentar todas as crises e mudanças que estão por vir, após a pandemia.  Como, depois deste confinamento, vamos olhar e lidar com a ansiedade, perversidade e voracidade que permeiam todo o sistema local e global?  Como encarar as inevitáveis diferenças entre as pessoas e suas interpretações dos fatos, localmente e globalmente? Será possível enxergar o todo sem enxergarmos primeiro o que há dentro de nós mesmos? Como nos tornarmos emergencialmente criativos e livres pensadores se fomos moldados para vivermos vidas autômatas, em função de um sistema pré-formatado? Difícil, no entanto, acredito eu, possível.

O fato de estarmos isolados socialmente não significa estarmos sós. A solidão, em essência, não existe pois sempre há uma egrégora espiritual que nos acompanha, nos guia, na medida em que nos preparamos para nos conectarmos com ela através do trabalho interior e da constatação de que o invisível é mais poderoso do que o visível e de que a nossa vida aqui na Terra é parte de uma jornada maior.

Aproveitemos este momento difícil para avançarmos na nossa capacidade de pensar, refletir, intuir, sentir, perceber…. e assim, encontrar respostas genuínas e não fabricadas pelo sistema comunicacional que impera na sociedade.  Vamos nos comunicar de forma apolítica e universalista, vamos nos solidarizar com nós mesmos e com os outros.  Talvez esta crise seja uma grande e única oportunidade de assumirmos o início de uma mudança completa nos rumos da consciência humana.

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Medo e a crise do coronavírus

Decidi escrever este post considerando tudo que venho experimentando e observando em mim e à minha volta nesses tempos de coronavírus.  Entendo que refletir sobre o tema “medo” tornou-se providencial, pois em maior ou menor grau, todos nós estamos nos deparando com os medos que surgem entre encarar a crise que vivemos e a persistência que precisamos ter para atingir as metas de superar uma epidemia.

Imagino que todos que estiverem lendo este texto vão concordar que vêm recebendo um excesso de informações e interpretações sobre tudo que envolve o coronavírus e que, muitas vezes, sentem-se confusos e cheios de dúvidas.  Todas essas mensagens contem sistemas lógicos para anunciar que aquilo que está sendo apresentado é a verdade absoluta.  E é aí que mora o perigo, porque tudo que acreditamos de verdade, converte-se em realidade.

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Quando nos deparamos com essas informações, a questão é o quanto cremos em seu conteúdo.  Porque o crer é o que nos empodera, ou seja, o fato de eu acreditar em algo torna aquele algo possível, pelo menos para mim e, consequentemente, vou criar aquela realidade específica, que acreditei como possível.  No entanto, o acreditar é diferente do objeto da crença:  uma coisa é eu acreditar em algo.  Outra coisa é o que, desse algo que eu acredito, irá tornar-se realidade.

Como afirma o filósofo, psicanalista clínico e pesquisador da mente humana, Prof. Juan Ribaut “crer não é simplesmente dizer que acreditamos.  Quantas e quantas coisas dizemos que acreditamos, porém só acreditamos intelectualmente, mas o subconsciente não acredita. ”

E o que tem a ver o medo com ACREDITAR?  Tudo que acreditamos pode ou não alimentar os nossos medos.  Só que há um detalhe relevante, que em geral é ignorado:  o medo que não devemos alimentar é, principalmente, o medo que está em nosso subconsciente, pois é esse medo que tem a força, são as crenças subconscientes as que realmente nos fazem agir.  Por isso, não basta acreditarmos (só conscientemente) que vamos superar uma crise como a que estamos passando.  É necessário que o nosso “crer consciente” esteja ligado ao nosso “crer subconsciente”, pois é ele que tem o poder de criar, de se comunicar com a essência, para que aquilo que desejamos tenha a força de acontecer, de se concretizar.  Pois, como afirma o Prof. Juan Ribaut, estamos em um “mundo com Leis”, Leis Divinas que se manifestam na prática através da “essência que está por trás de tudo” em nossas vidas.  Quando creio (inconscientemente) em algo, esse algo se torna realidade, pois me conecto ou “informo” a energia primordial, que comanda essas Leis Divinas.

E como mudar esse estado de medo inconsciente?  Mudando os objetos de nossas crenças, pois os objetos das nossas crenças têm ligação direta com aquilo que podemos escolher.  Exemplo:  em vez de combater o que não queremos, escolher visar objetivos específicos ligados aquilo que queremos.  Exemplos:  a paz individual, a paz mundial, o fim do medo do coronavírus, que a Luz guie as decisões dos nossos governantes, o restabelecimento e a tranquilidade em todas as nações, sintonizar-se e divulgar somente informações confiáveis e saudáveis.  Não se trata de negar fatos, e sim, de aceitá-los para então escolhermos o que vamos fazer com eles visando criar as novas realidades que desejamos através de atitudes e comportamentos que focam nossos objetivos claros e concretos.  Lembre-se: “aquilo que conseguimos acreditar, conseguimos criar”.  Essa é uma Lei Universal, sob a qual o nosso subconsciente trabalha quando temos um objetivo claro que funciona como um motivador fundamental da vida.  Ter o interesse de MUDAR já é um grande passo para que nossas vidas sejam diferentes e assim, possamos influenciar nos fatos através da nossa capacidade de criar realidades.

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Então, diante do medo nessa crise do coronavírus, que desenvolvamos a nossa capacidade de unir nosso consciente e inconsciente, através de objetivos claros e motivação ardente para a mudança.  Não basta racionalizações, é preciso que nos motivemos a encontrar (dentro de nós) um sentido para essa crise que estamos vivenciando.  Só assim estaremos verdadeiramente motivados a mudar os objetos das nossas crenças, e assim, mudar esse estado de medo inconsciente, que age solto, sem a consciência o conduzindo eficazmente.

Desejo que esta breve reflexão sirva de estímulo para lhe encorajar a ver, com novos olhos, a situação que estamos vivendo, inclusive como oportunidade de ampliarmos a nossa capacidade de nos cuidarmos individualmente e coletivamente e vivermos nossas vidas mais como seres humanos livres e menos como seres autômatos, acorrentados a hábitos, lógicas e rituais que só retroalimentam medos e crenças nocivas inconscientes.

Fontes de Pesquisa:

  • Radiônica a Ciência do Futuro – Juan Ribaut – Editora Alfabeto.
  • Energia Mental – A Imaginação, um mundo além da razão – Juan Ribaut – Editora Roka.

 

O funcionamento e os efeitos da Mesa Quântica Estelar em sua vida

Neste post, vou abordar mais alguns detalhes sobre a ação e os efeitos benéficos da Mesa Quântica Estelar (MQE), um instrumento de transmutação energética, que atua no campo frequencial do ser, para trabalhar qualquer questão em todas as dimensões necessárias.

A Mesa Quântica Estelar (MQE) foi canalizada pelo sensitivo Rodrigo de Aldebaran, com uma visão universalista (desvinculada de religiões).  Todo o processo da Mesa Quântica Estelar está embasado na Lei Maior e na Justiça Divina, que envolve Consciências Universais que atuam no despertar de toda a humanidade.

Materialmente a MQE é uma placa, com diversos símbolos, gráficos e um relógio radiestésico.  De maneira prática, , o operador que foi devidamente iniciado na mesa,  identifica através de radiestesia as energias nocivas ligadas à vida da pessoa e através da radiônica e psiônica,  neutraliza e manipula essas energias, tudo isso para harmonizar o campo da pessoa, visando o seu bem e o bem do todo, sempre dentro dos princípios das Leis Universais.

Através da MQE são trabalhados os vários padrões de pensamentos, comportamentos, atitudes, emoções e crenças,  que funcionam como “programas” que bloqueiam a vida da pessoa, nas mais diversas áreas da vida.  A MQE pode ser feita a cada três meses e age nos seguintes aspectos:

  • Limpeza do campo mental e emocional, ou seja, toda a carga eletromagnética deletéria, proveniente de atitudes, pensamentos e energias nocivas, é removida, transmutada e encaminhada, inclusive energias trevosas e sofredoras.
  • Neutralização e estabilização do processo desencadeado por meio das frequências harmonizadoras da MQE, o que representa um preparo para que novas frequências e informações sejam absorvidas e assimiladas pelo campo da pessoa.
  • Sedimentação das energias e informações saudáveis no inconsciente da pessoa, como se fossem boas sementes plantadas em terra fértil, permitindo assim o disparo de gatilhos psicológicos benéficos, de forma que a pessoa, conscientemente, possa criar novas realidades e acessar novas oportunidades mais saudáveis para a sua vida.

Outro detalhe importante do trabalho que faço com a Mesa Quântica Estelar é que, ao finalizar a mesa, gravo uma mensagem com os “recados” da MQE para a pessoa atendida, explicando os padrões que a aprisionam, além de outras questões ligadas aos encaminhamentos realizados. Essa mensagem visa contribuir para que a pessoa tome consciência do que está por trás dos fatos da sua vida e reconheça o que verdadeiramente quer realizar em sua existência, por meio de suas escolhas, priorizações, atitudes e comportamentos, fazendo com que ela avance em seu trabalho interior.

Todo o processo da Mesa Quântica Estelar acontece de forma não-invasiva, respeitando a pessoa como um todo (inclusive o seu livre arbítrio) e, ao mesmo tempo, a desafia a abrir-se às mudanças e transformações necessárias em sua vida.

Assim, posso afirmar que a força da Mesa Quântica Estelar não está somente no seu processo intrínseco, mas também, na vontade real da pessoa atendida de querer despertar para a vida, assumindo a sua autorresponsabilidade de fazer as mudanças, renovações e transformações necessárias para um estilo de vida com mais sentido e, consequentemente, uma vida mais plena e feliz.

A fé e a vida   

Compreender o que é a fé faz parte das respostas fundamentais que venho buscando há muitos anos.  Desde a minha infância, a definição de fé sempre foi regada por conceitos baseados em dogmas religiosos e doutrinários, que nunca me ajudaram a encontrar uma resposta profunda para o que é sentir fé.  Assim foi, até eu começar a estudar e praticar a radiestesia e a radiônica e, especialmente, ler os livros e estudar com o Professor Juan Ribaut.

Ao mergulhar nos estudos e práticas da radiestesia e da radiônica, a fé passou a ter um significado bem diferente daquilo que eu imaginava ou estava condicionada a acreditar.  A fé tem a ver com o que consigo acessar e monitorar, conscientemente, no meu inconsciente!  “A fé é a essência de todo o poder”, afirma Juan Ribaut, porque é no inconsciente que reside a nossa verdadeira força para criarmos a realidade que realmente desejamos.  Parece uma afirmação muito limitada aos campos filosófico ou teórico?  Acredite que não é!

Como afirma o Prof. Juan Ribaut, o que captamos por meio do nosso consciente (idéias, conhecimentos, conceitos, informações, fatos etc.) nada mais é do que sementes com potencial para germinar.  Para germinarem, essas sementes precisam ser plantadas no terreno do inconsciente, onde poderão criar raízes e se desenvolver até darem frutos.  E o que isso tem a ver com fé?  Só aquilo que verdadeiramente acredito (no inconsciente) é que vai germinar!   Não basta querer algo apenas conscientemente (racionalmente, intelectualmente).  É necessário querer também no inconsciente, ou seja, ter fé por meio do inconsciente.  Para isso, precisamos aprender a alinhar o consciente com o inconsciente.

Graças à inclusão da radiestesia e da radiônica no meu cotidiano, hoje vivo como se estivesse em um solo fértil, cheio de sementes de fé, que representam as possibilidades de lidar de maneira mais saudável, alegre, criativa e confiante com os acontecimentos da minha existência e, assim, ter condições de contribuir com a vida de outras pessoas.

“A fé lida com mistérios”, afirma o Prof. Juan Ribaut.  A fé lida com a nossa capacidade de nos surpreendermos com a essência da vida, com a realidade que pode ser vista através de várias “lentes”.  A fé lida com o desconhecido, com a vastidão imensa do que somos em essência – vida, amor, consciência – , com o amplo mundo da mente e da consciência.  E, principalmente, com o universo do nosso coração.  Mas este é um tema para outro post…

Só cremos, realmente, naquilo que está no nosso inconsciente.  Se, verdadeiramente temos fé, criamos, realizamos.  Portanto, o nosso futuro não é construído somente com as informações (ou possibilidades aparentes) do presente ou do que desejamos no nível consciente.

Sempre haverá espaço para a esperança, na medida em aprendermos a plantar, conscientemente, em nosso inconsciente, as sementes daquilo que realmente queremos colher, a partir da verdadeira fé.

 

 

Benefícios e resultados com terapias: o que considerar para evitar frustrações

Cura ou autocura é um tema complexo e que nos remete à seguinte pergunta:  como podemos compreender os resultados obtidos com as terapias holísticas, que nem sempre são tangíveis? Por que as pessoas percebem, de forma tão diferente, os resultados com terapias? Por que um terapeuta que tenha sido “bom” para mim, pode ter sido “ruim” para outra pessoa? Neste post, meu objetivo é abordar estas questões, com base nos meus estudos e experiências de vida e como terapeuta.  

Antes de tudo, é importante ressaltar a importância da escolha criteriosa do terapeuta, levando em conta não só a sua formação, conhecimentos, experiência e profissionalismo, como também a ressonância que precisa existir entre o coração do terapeuta e o coração do seu cliente.  

Assim, a partir desta escolha, lembro que muitas estratégias de tratamentos integrativos/complementares já são providas de comprovação científica, baseada em sólida argumentação pelas Leis da Física. Entretanto, a maior parte das pessoas tenta prever os benefícios das terapias holísticas a partir de critérios estabelecidos pela nossa mente racional e nossa vontade de que todas as mudanças ocorram conforme o nosso desejo e o mais rápido possível.

O que estou considerando, na reflexão proposta neste post, é que nas terapias holísticas estamos falando de tratamentos que mexem com nossas energias sutis, que estimulam a criação de melhores condições para que o nosso potencial humano nos conduza ao que há de melhor para o nosso desenvolvimento psicológico, físico, espiritual, mental e emocional. Inevitavelmente, estes tratamentos vão mexer com a genética das possibilidades, com o nosso DNA energético (que é a maior parte do nosso DNA). Assim, saímos da fatalidade para novas possibilidades. Ao mesmo tempo, devemos aprender a lidar com nossas ansiedades, nossa vontade de fugir ou de evitar os desconfortos inevitáveis quando vivemos a experiência de despertar e experimentar renovações e transformações em nossas vidas – sejam elas provocadas por nossa livre escolha ou pela vida.

A ideia de que possamos passar pela vida sem qualquer desconforto é fantasiosa e até mesmo uma boa desculpa para não trabalharmos a nossa sombra, ou seja, encararmos o nosso inconsciente, que rege a maior parte do que fazemos em nossas vidas.  Por isso, aqui vão alguns pontos que merecem reflexão ao avaliarmos os resultados que obtemos com terapias:

  • Um sintoma pode ser doença ou cura.  Por isso, precisamos ter cuidado ao interpretar sintomas, especialmente quando estamos fazendo um tratamento com terapias integrativas complementares. O que chamamos de “crises de cura” (efeitos de limpeza e purificação através de terapias integrativas/complementares)  podem ser confundidas com piora, regressão, quando, de fato, o que pode estar acontecendo é uma faxina mental e emocional, que pode se manifestar no físico.  Podemos comparar com o processo de reforma em uma casa: dependendo da reforma, as mudanças provocam mais ou menos poeira. Da mesma forma, num processo terapêutico vibracional, quando o consciente de uma pessoa sabota o que o inconsciente quer fazer, a poeira costuma ser grande!
  • O nosso inconsciente carrega a nossa sombra que representa o material psicológico que reprimimos, rejeitamos, negamos ou nos dissociamos. Não adianta “encaixotar” a nossa sombra!  Terapias integrativas complementares, especialmente as vibracionais, nos ajudam a lidar com a sombra que vem à superfície para, então, nos familiarizarmos com ela, nos apropriarmos dela e, posteriormente, eliminarmos os sintomas dolorosos e também vermos a nós mesmos de uma forma mais verdadeira e saudável. 
  • Pode ocorrer da frequência vibracional desencadeada por terapias vibracionais ser tão orgânica que a pessoa em tratamento nem percebe com o seu lado racional ou com os seus sentidos e condicionamentos mentais.  Com base na minha experiência como terapeuta, é frequente pessoas próximas perceberem mudanças que ela mesma não reconhece.   

 

Mas, como encararmos as dificuldades para percebermos as novas possibilidades concretamente?  Na minha visão, é tomando uma decisão verdadeira de ACREDITAR QUE É POSSÍVEL A MUDANÇA QUE QUEREMOS FAZER EM NOSSAS VIDAS.  É reaprendendo a nos perceber. 

Precisamos ficar mais atentos a nós mesmos (não como cobradores ou juízes), experimentando o nosso cotidiano de forma mais ampla, percebendo a nossa vida em outras dimensões.  Podemos descobrir a nossa essência sempre presente, que nos observa e orienta o tempo todo, independente dos nossos estados de consciência, espirituais, de humor, físicos, emocionais, mentais ou do que ocorre à nossa volta.     

Ainda temos muita dificuldade de harmonizar o nosso consciente e subconsciente. Esse é um dos entraves para aproveitarmos e assimilarmos as terapias que fazemos.  Geralmente, nos prendemos ao terapeuta ou à técnica terapêutica, quando o que importa é o efeito do conjunto de ações para aprendermos a lidar com aquilo que nos incomoda e que podemos chamar de promover a  “autocura”

Praticamente falando, o que quero dizer é que quando acreditamos que um terapeuta ou uma terapia não nos trouxe resultados, no fundo, estamos equivocados, pois essa experiência, embora não reconheçamos,  pode inclusive ter nos propiciado melhores condições para encontrarmos outro terapeuta/outra terapia que, na nossa percepção do momento, poderá nos ajudar de uma forma melhor. 

Quando nos submetemos a uma terapia vibracional radiônica, por exemplo, ocorrem revelações, decorrentes dos códigos de saúde que nos são enviados por meio de bioinformações.  Nosso inconsciente é que vai escolher os caminhos a partir desse tratamento.  Não há uma regra ou pressuposto que determine o que exatamente vai acontecer. 

Uma terapia vibracional tem como meta criar as melhores condições para que a pessoa volte mais rapidamente para um estado de maior equilíbrio, de conexão com a sua essência, com o Planeta Terra e, consequentemente, com o Universo, colocando mais vida em sua vida e, portanto, mais saúde.   Medir isso com a mente racional é impossível.     

Na minha visão, o resultado de uma terapia nunca poderá ser avaliado isoladamente.  Ele depende dos vários elementos do conjunto de vida da pessoa e, inclusive, de outras terapias, em andamento ou já realizadas.   

Resultados com terapias vão muito além de promessas e expectativas atendidas no curto prazo.  Envolvem fazermos um balanço, de tempos em tempos, sobre o quanto há de mais vida em nossa vida e os avanços que conseguimos realizar para aumentar o nosso amor próprio, a nossa autopercepção, o nosso autoconhecimento e o nosso autorreconhecimento como seres humanos mais confiantes perante o sentido da nossa existência. 

A coisa mais cara do mundo…

Já parou para pensar no que pode existir de mais caro no mundo?  Pensou mesmo?

Creio que a grande maioria das pessoas ainda não parou para fazer essa reflexão ou, se a fez, automaticamente considerou o que pode existir de mais caro, materialmente falando, algo “aspiracional”, “para poucos”…

A “coisa” a que vou me referir neste post é a nossa energia pessoal.  Esta, com certeza, é o que temos de mais caro, mais precioso.  Estranhou a resposta?  Vamos refletir juntos:

O que você faz sem energia?  NADA!  Você pode até sobreviver no seu corpo físico, o que não significa que a sua energia pessoal esteja em sua plenitude, permitindo que usufrua as experiências que a vida lhe oferece.

Nós não somos somente um corpo em estado de matéria. Temos vários corpos energéticos que, se não estão harmonizados com o nosso corpo físico, certamente adoeceremos e, assim,  a nossa qualidade de vida, ou seja, a nossa vida fica comprometida.

Todos os dias, pelo menos ao dormir, precisamos repor, minimamente, a nossa energia gasta.  Repor energia seria simples se o nosso sono fosse bem reparador; e se soubéssemos, quando estamos acordados,  a repor a energia que perdemos.  Em outras palavras:  não é fácil repor energia!

Para nos mantermos equilibrados, temos que aprender a dosar a energia que doamos às atividades, às pessoas etc.

Se não aprendermos a direcionar a nossa energia para aquilo que faz sentido em nossas vidas, podemos até obter coisas materiais bem caras, porém, certamente, não teremos uma vida rica em experiências, realizações, satisfações e nem conseguiremos tirar bom proveito do dinheiro que ganhamos.

Está desperdiçando energia?

O que acontece a uma pessoa que cuida de todo mundo e não cuida de si mesma?  Será que a sua energia está sendo desperdiçada ou preservada ?

Já observou o que acontece com a sua energia dependendo das notícias nos veículos de comunicação e redes sociais que você acompanha todos os dias?  Ou mesmo com as notícias que você posta sobre a sua vida nas mídias?

Já se deu conta dos “ladrões de energia” em sua vida?  Exemplos:  pessoas, lugares, seus hábitos, crenças, pensamentos, redes sociais, entre outros.

E agora, está convencido(a) de que a sua energia vital é o que você tem de mais caro em sua vida? Você já percebeu como é por meio desta “bateria”, desta central energética que você pode experimentar coisas novas, vivenciar com plenitude a sua vida? Comece a cuidar ou cuide mais ainda dessa sua grande riqueza! 

Apresento uma sugestão de exercício simples, para  que este post não fique só na teoria:  pare alguns minutos o que estiver fazendo; pegue uma folha de papel e faça um levantamento das várias situações que vivenciou (rotineiras ou extraordinárias) nos últimos 7 dias (com pessoas, situações, atividades, rotinas, lugares, tarefas, hábitos, etc).; em seguida, de 1 a 3, onde 1 é pouco energizado (a) e 3 é muito energizado(a), dê uma nota a respeito de como se sentiu ao final de cada acontecimento.  Você já obterá uma boa amostra do quanto você realmente valoriza o que há de mais caro em sua vida:  a sua energia vital!

E não espere o Réveillon chegar para fazer um plano a fim de escolher como você quer receber e doar energia.  Essa decisão, certamente, vai lhe poupar de muitos gastos desnecessários, inclusive, financeiros.