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A importância da mente e da consciência ampliada no processo de cura

Todos nós podemos ter maus e bons dias e, inevitavelmente, fases difíceis, que fazem parte das adversidades da vida.  E assim, nos deparamos com ansiedade, depressão, melancolia e todos os tipos de angústias…coração apertado! E o que a nossa mente tem a ver com isso?

Além das adversidades naturais da vida como mortes, separações, frustrações, perdas financeiras, estamos intoxicados de informações que, muitas vezes, temos dificuldade de discernir sobre o que considerar como realmente válido para melhorar ou transformar a nossa vida.  Esse mar de informações e dados que, por meio dos veículos de comunicação e redes sociais, invadi nossa realidade todos os dias e contribui para tornar a nossa mente cada vez mais acelerada, pois essas informações juntam-se ao próprio universo complexo da nossa mente.  E então, esse caos instaurado estimula muitas das doenças e desequilíbrios.

A questão-chave é: o quanto queremos, de verdade, aprender a usar a nossa mente para enfraquecer o que destrói a nossa vitalidade?

Para isso, aprender a mudar os nossos hábitos de dor e sofrimento para novos hábitos com orientação positiva para as nossas vidas é fundamental, para vivermos com um sentimento de plenitude.   

  • O quanto temos discernimento para avaliar o que, realmente, nos serve positivamente daquilo que criamos com nossas mentes e que recebemos em nossas mentes?
  • O quanto temos de consciência sobre as escolhas que fazemos no nosso dia a dia e, até mesmo, em situações extraordinárias?
  • Com que frequência nos perguntamos o que está por trás de todo o sistema ao qual nos submetemos em nome da “sobrevivência”?
  • O quanto acessamos e usamos o poder de escolha que temos dentro de nós?

Estamos no planeta Terra, vivendo a terceira dimensão que é dual, ou seja, binária.  Tudo é dois:  dia e noite, amor ou ódio, escuro ou claro, sistema simpático ou parassimpático, o bem e o mal.  Ao mesmo tempo, quando experimentamos ir além dos nossos 5 sentidos, em uma meditação, por exemplo, ao desacelerarmos nossa mente podemos acessar a quarta dimensão, com novas sensações, experiências e sentimentos.

Então, compreender as nossas mentes e cérebros é essencial na nossa jornada da ampliação de consciência.  Para isso, precisamos estar dispostos e com coragem para mergulhar nos nossos desequilíbrios e compreendermos e aceitarmos como chegamos até eles.  Iss implica reconhecer e acolher as escolhas boas ou más que fizemos.

Chegou a hora de aprendermos a enfraquecer tudo o que nos enfraquece, inclusive os nossos padrões, condicionamentos, certezas, convicções mentais.  Reformar a nossa mente é um caminho para o nosso bem individual e coletivo.

Ouse desafiar sua mente para agir diferente na sua forma de se perceber e se cuidar.  Busque vivenciar tudo que lhe ajude a compreender e controlar a sua mente para descobrir quem você verdadeiramente e o que verdadeiramente quer para a sua vida e para a humanidade.

A escritora Clarice Lispector (1920-1977) certa vez afirmou: “Ser feliz é uma responsabilidade muito grande. Pouca gente tem coragem.”

Esse alerta ainda vale para nossos dias e, ao mesmo tempo, cada vez mais pessoas estão despertando seus corações para conquistar, corajosamente, a felicidade.      

E, que bom existirem tantas opções de imersões, tratamentos e terapias integrativas e complementares para nos apoiar nessa jornada individual e coletiva!

Convicções: cuidado com elas !

 

Não tenha medo de mudar de opinião ou visão.  Esta tem sido a minha resposta para as situações em que me deparo com as minhas próprias convicções e com as convicções dos outros.

Manter uma convicção é igual a torcer para times de futebol:  escolhe-se um time (ou os pais escolhem pela pobre criança) e começa a torcida por ele.  E pronto.  E então, a paixão futebolística passa a ser expressada através de rixas, choros, gritos, provocações etc. E o resultado desse processo é como loteria.  Não se sabe no que vai dar. Há casos até que a pessoa acaba torcendo para dois times… e o interessante, é que nunca vi alguém mudar de time!

Assim, posso afirmar que convicções são sempre perigosas por poderem ser muito vazias, durar a vida toda e estarem a serviço do nosso ego.  Mesmo porque, muitas vezes não passam de convicções em forma de ideias, a ponto de nem sequer conseguirmos colocá-las em prática ou agir em conformidade com elas.  Sim, na  maior parte das vezes, as convicções são palavras vazias, porque não são reforçadas por atos.

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As convicções muitas vezes estão ligadas ao “politicamente correto” e não ao que verdadeiramente pensamos, sentimos e fazemos.  O que estou querendo dizer é que temos que tomar cuidado com as convicções que escolhemos, pois elas muitas vezes podem nos machucar muito mais do que nos ajudar a viver plenamente a nossa vida. Muitas vezes, escolhemos convicções para que o mundo nos veja “bonitos na foto” ou porque queremos passar uma imagem tal, que nos convém naquele momento.  Os supostos “debates políticos” na mídia e nas redes sociais são bons exemplos da pobreza das convicções.

As convicções alimentam as nossas máscaras.  Esse é o perigo.  E se não vierem de verdade, de dentro do nosso coração, elas caem junto com as nossas máscaras….ou melhor, despencam!

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O perigo das convicções está em servir de alimento para a nossa personalidade, que nada mais é do que fruto dos nossos condicionamentos familiares, culturais, sociais etc.

Assim, penso que é melhor termos algumas certezas temporárias do que convicções absolutas.  Desta forma, podemos propiciar mais chances de vivenciarmos novas possibilidades em nossas vidas, em nossas relações e em nossa experiência humana.  Certamente, incomodamos quando nos assumimos assim.  Mas, em contrapartida, conseguimos experimentar mais do que julgar ou criticar.

Através de convicções menos fortes, podemos assumir mais facilmente as diferentes fases de nossas vidas, reconhecer melhor os contextos de vida em que estamos inseridos, constatar os fatos e circunstâncias para melhor avaliarmos o que estamos pensando e sentindo e como estamos agindo para, assim, fazermos as melhores escolhas e tomarmos melhores decisões.

Então, meu recado é:  tudo bem, tenha convicções ou certezas temporárias, atento ao que cabe em cada momento de sua vida.  Mas liberte-se dos pré-julgamentos, dos padrões mentais, da necessidade de controlar tudo e todos.  Desse jeito, nos damos a chance de sermos mais espontâneos.  E, consequentemente, mais criativos.

As convicções nos iludem de estarmos controlando a nossa vida ou as pessoas ou as situações.  Inclusive, essa falsa sensação da certeza absoluta nos leva a caminhos muito perigosos, recheados de auto-sabotagens.

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Navegue nas incertezas do oceano da vida e se deixe levar, guiado por suas convicções temporárias,  pois elas lhe ajudarão a não brigar com a correnteza…e ainda lhe farão perceber quais são as batalhas que vale a pena assumir em sua vida.

Nossos valores são adquiridos com a vida e alguns se reforçarão enquanto outros naturalmente perderão sua força, simplesmente por não terem sido vividos.  Entretanto, se mantermos convicções rígidas, elas nos aprisionam àquilo que já não nos serve.  Aí está o grande perigo:  perdemos tempo, energia e vida por estarmos presos a convicções que não cabem mais em nosso ser.

Então, aproveite o livre arbítrio que você tem para mudar de opinião e, assim, mudar de convicções.  Mudança de convicções é um indicador forte de amadurecimento e avanço no processo de autoconhecimento e ampliação da consciência .

Estude e contextualize o seu momento.  Volte-se para o seu interior e estude os seus sentimentos.  E assim, aja de acordo com as suas certezas e escolhas para aquele momento. Com calma.  Com auto-respeito.  Não busque provar nada a ninguém a não ser a você mesmo.  Assim, estará livre de um dos maiores perigos do mundo:  ser manipulado.

Como dizia Goethe:  “As frases que os homens estão acostumados a repetir incessantemente acabam se tornando convicções e ossificando os órgãos da inteligência.”

Sejamos genuinamente e criativamente inteligentes !

Espiritualidade: Novas possibilidades que estão além do nosso pensamento atual

Verdades vão muito além da nossa compreensão e experiência de vida neste mundo.  No entanto, é fato que estamos vivendo um momento de crise mundial, que nem sempre é atribuída a uma criação do próprio ser humano.  Sim, nós mesmos e todos os seres humanos que passaram pela Terra tivemos e temos um papel fundamental, principal, na criação da realidade que vivemos hoje.  Até a nova ciência já afirma que criamos a nossa realidade.  E então, é chegada a hora de uma revisão em nossas vidas individuais, que impactam no coletivo.  É hora de priorizarmos o exercício da espiritualidade e incorporá-la em todas as áreas das nossas vidas.

Mas, o que é espiritualidade ? Qual é o significado oculto por trás dessa palavra ?

É muito comum a associação da espiritualidade com a religião, seita, doutrina.  No entanto, as diferenças são explícitas.  O padre jesuíta, teólogo, filósofo e paleontólogo francês, Pierre Teilhard de Chardin, (* 1 maio 1881 + 10 abril 1955, em Nova Iorque) já afirmava que “Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual. Somos seres espirituais passando por uma experiência humana.” Chardin tentou construir uma visão integradora, reconciliadora entre a ciência do mundo material e as forças sagradas do Divino. Através de suas obras, ele buscou transmitir a urgência da necessidade de ampliarmos nossa consciência para a sobrevivência do planeta e da humanidade que nele habita.

A Alquimia (2)

Compreender a diferença entre religião e espiritualidade é necessário nos dias de hoje, porque espiritualidade não é religião e, sim, trabalho interior. Religiões apresentam diversas “verdades”.  Espiritualidade é a nossa verdade que nos move para a evolução como seres humanos.

Neste texto do Prof. Dr. Guido Nunes Lopes**, o sentido da espiritualidade é abordado de forma muito clara, ao comparar espiritualidade com religião:

“A religião não é apenas uma, são centenas. A espiritualidade é apenas uma.

A religião é para os que dormem. A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados. A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.

A religião tem um conjunto de regras dogmáticas. A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta. A espiritualidade lhe dá Paz Interior.

A religião fala de pecado e de culpa. A espiritualidade lhe diz: “aprenda com o erro”.

A religião reprime tudo, te faz falso. A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!

A religião não é Deus. A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.

A religião inventa. A espiritualidade descobre.

A religião não indaga nem questiona. A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras. A espiritualidade é Divina, sem regras.

A religião é causa de divisões. A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite. A espiritualidade você tem que buscá-la.

A religião segue os preceitos de um livro sagrado. A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo. A espiritualidade se alimenta da Confiança e da Fé.

A religião faz viver no pensamento. A espiritualidade faz Viver na Consciência..

A religião se ocupa com fazer. A espiritualidade se ocupa com Ser.

A religião alimenta o ego. A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo. A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.

A religião é adoração. A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso. A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.

A religião vive no passado e no futuro. A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória. A espiritualidade liberta nossa Consciência.

A religião crê na vida eterna. A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.

A religião promete para depois da morte. A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.”

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Para evoluirmos mentalmente e fisicamente em nossas vidas, precisamos incorporar a espiritualidade em nossos atos do cotidiano.

Que este texto ilumine a sua vida. E que continuemos juntos na caminhada para a ampliação das nossas consciências e para aprendermos a direcioná-las mentalmente para o bem do todo.

Fonte de Pesquisa:**  Prof. Dr. Guido Nunes Lopes, Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Física pela Universidade Federal do Amazonas (FUAM, 1986), Mestrado em Física Básica pelo Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IF São Carlos, 1988) e Doutorado em Ciências em Energia Nuclear na Agricultura pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (CENA, 2001).

Cartas de Cristo – A Consciência Crística Manifestada  – Almenara Editorial, 2012.

Ano novo, vida nova?

Mais um ano que se inicia, sempre com as festas, rituais  e votos convidando ao novo, à renovação, à saúde, à prosperidade.  Mas, o que de novo realmente conseguimos viver a cada novo ano de nossas vidas?  O que, da nossa existência, pode se tornar novo?

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Quanto mais vivemos os anos das nossas vidas, mais nos damos conta do quanto todos os problemas se encontram nos nossos processos mentais.  Você pode pensar:  mas, nem todas as pessoas buscam a verdade de suas existências…No entanto, todas as pessoas reconhecem que têm a capacidade, por mínima que seja, de criar novas circunstâncias, ambientes, relações, realizações ou fracassos, prosperidade ou pobreza.  Ou seja, todas as pessoas, até as que se sentem muito vítimas, constatam que, em algum grau, possuem um livre arbítrio que é exercido a partir do que pensam, dizem ou fazem.

Então, quais seriam os desafios prioritários a serem superados para vivermos o novo, dentro e fora de nós, para que nos sintamos cada vez mais felizes em estarmos vivos e em nos relacionarmos com as outras pessoas, nos mais diversos âmbitos ?

Primeiro: é encararmos o nosso esquema mental de frente! Pois é graças a ele que reagimos diante da vida. Sem ele, nem poderíamos acessar a nossa consciência de estarmos vivos! Ao mesmo tempo, o nosso esquema mental, que é fruto da experiência humana, é como uma programação da nossa consciência e subconsciente, formado por ideias míticas, preconceitos, concepções errôneas, ressentimentos, lembranças ocultas de feridas passadas e métodos habituais para lidar com os altos e baixos da vida, crenças religiosas, todos herdados dos nossos pais e antepassados. Mas não é só isso! Ao examinarmos o nosso esquema mental, vamos ter que descobrir qual é o nosso tipo de esquema mental, que determina a nossa qualidade de vida. O melhor indicador do nosso tipo de esquema mental é a constatação de como está a nossa vida.  Porque o nosso esquema mental é o que determina a qualidade da nossa vida.

Segundo: é encararmos os nossos padrões emocionais, que podem ser muito prejudiciais, tanto para o nosso bem estar como um todo (físico, mental, energético, ambiental, espiritual) quanto para o nosso esquema mental.   Nosso esquema mental, junto com os nossos padrões emocionais, criam como se fosse um rascunho de tudo o que vai acontecer na nossa vida:  futuras posses, acontecimentos e circunstâncias.

Assim, nada acontece por acaso. Cada um de nós vive em um mundo feito por si próprio. Uma evidência disto é constatarmos como as crianças, mesmo vivendo em um mesmo ambiente, tornam-se diferentes, tendo cada uma seu único e individual esquema mental, construído a partir de fios internos de suas consciências pessoais (pensamentos, expectativas, crenças na vida, destinos, traços de caráter etc.).

Um detalhe importante:  nosso esquema mental e os nossos padrões emocionais trabalham juntos em nossas vidas, independentemente de nossa intenção.  Assim, o grande perigo das emoções negativas é que podemos estar submetidos a elas, estando completamente inconscientes disso, porque esses esquemas são encobertos o tempo todo pelas emoções decorrentes da nossa rotina diária.  Assim, é mais fácil descobrir quais são os nossos condicionamentos mentais do que descobrir as nossas atitudes emocionais profundamente arraigadas, conscientes ou subconscientes.

E agora!?  Como desbravarmos um novo, feliz,  em nossas vidas ? Que tal começarmos pelo básico:  sermos honestos com nós mesmos !

Então, vamos aproveitar este início de ano para fazer, a nós mesmos, algumas perguntas básicas e responder, com muita honestidade, a mais ninguém, além de nós mesmos:

Como está a minha vida? O que eu realmente sinto em relação à minha vida?  Estou feliz por estar vivo(a)?  Como eu me sinto em relação à minha família, parentes, amigos, pessoas novas que conheço?  Como me sinto em relação à minha profissão, ao meu lazer, à minha espiritualidade, ao meu poder pessoal, à minha capacidade de enfrentar desafios, gerenciar mudanças, aos meus ideais pessoais, à coletividade,  à minha saúde, ao meu intelecto, ao dinheiro, à forma como me comunico e me expresso, à minha rotina, ao uso dos meus talentos e à minha capacidade de ver o futuro e inovar?

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Com este simples exercício, você poderá identificar o que mais lhe incomoda neste momento.  E então, descobrirá, talvez surpreso(a), alguns padrões mentais lhe impedem de viver o novo dentro de você e, consequentemente, o novo em sua vida.  Anote tudo em uma folha de papel e guarde em um envelope, em lugar seguro.

Se você leu este post até aqui, não foi por acaso.  Encare este convite como uma oportunidade.  O momento é agora e ao anotar as suas descobertas a respeito de você mesmo(a), crie uma plano de ação identificando o primeiro passo (ação) que você vai dar para criar as novas realidades que está buscando em relação a cada questão respondida.  Este trabalho é para você mesmo(a), para o seu próprio benefício, e não está ligado a aprovação de ninguém.  É apenas o que, do fundo do seu coração, você busca para ser mais feliz.  Este trabalho, acima de tudo, poderá lhe ajudar a remover bloqueios internos existentes, que impedem o seu desenvolvimento espiritual, a base para uma vida mais feliz.

Mas, atenção:  só faça este exercício se você decidir, de verdade, fazer o que se propôs.  E então, daqui a um ano, abra o seu envelope e constate a sua capacidade criativa !

Viva 2017!

Fonte de pesquisa:  Cartas de Cristo – A Consciência Crística Manifestada, da Almenara Editorial Ltda., 2012.

VIVER: MAIS DO QUE DESEMPENHAR PAPÉIS

Quantas vezes entramos em crises de ansiedade ou adoecemos porque, no fundo, não encontramos sentido para a vida que estamos levando ?

Os papéis que desempenhamos na vida, apesar de necessários para a nossa identidade (estar e sobreviver no mundo), estão muito ligados ao processo da ansiedade e das doenças porque, por meio de muitas armadilhas preparadas pelas nossas mentes inquietas e desatentas, esses papéis acabam ocupando um espaço muito maior do que deveriam, dificultando o nosso processo de SER e SERVIR ao nosso espírito e ao mundo, no qual estamos de passagem nesta experiência humana.mulher e tecnologia

Assim, penso que viver é permitir que estímulos agucem a nossa vontade de constatar, reconhecer e praticar os nossos verdadeiros talentos em todas as áreas da nossa vida,  pois nossos verdadeiros talentos são parte daquilo que é permanente dentro de nós, daquilo que SOMOS, da nossa consciência.   Aliás, eles são uma grande arma para lidarmos com o nosso “lado sombra”, ou seja, com nossos defeitos, resistências e dificuldades diante da vida.

Parece que algumas pessoas já nascem mais buscadoras do que outras, no entanto, creio que todos têm um potencial de SER,  têm a possibilidade de se ampliar no decorrer da vida, na medida em que a pessoa reconhece seus condicionamentos culturais, familiares e sociais e tenha interesse em incluir o novo (muitas vezes, desconfortável) em sua vida, para assim descobrir e usar seus talentos, que permitem muito mais evolução do que através do mero desempenho de papéis que, na maioria das vezes, são norteados por expectativas familiares e sócio-políticoespiritualidade2-econômicas-culturais.

Não dá para fugir de priorizar a espiritualidade !  É por meio dela que nos encontramos e, cedo ou tarde, a vontade de buscar a verdade fala mais alto e então podemos encontrar Deus dentro de nós.  Essa energia que, por meio dos nossos talentos, nos leva à ação para realizar aquilo que faz e dá sentido à nossa vida, traz resultados positivos tanto para nós mesmos quanto para os outros ligados a nós.

Jamais desista de viver a sua vida plenamente, indo além dos seus papéis !

Encare todas as constatações (agradáveis e desagradáveis) dentro e fora de você.  E então a vida, por mais difícil que seja, flui e lhe dignifica, abrindo seu campo de possibilidades, inclusive de comunhão com si mesmo e com os outros.

A BIORRESONÂNCIA NA PRÁTICA

Em meu trabalho utilizo o método QuantumBio, estruturado num sistema terapêutico criado pelo Prof.Kunio Inamoto, intitulado Terapia OrtoBiomolecular.

A Terapia OrtoBiomolecular é uma técnica terapêutica que visa o equilíbrio biofísico e da energia quântica. Ela  tem como base a Biorressonância associada ao sistema francês de Ménétriér (Anamnese) em Ortomolecular.

Biorressonância é uma análise de perfil energético.  Enquanto a Biorressonância avalia as substâncias e energauraia nos seres vivos, a Ortomolecular investiga e trata as deficiências minerais e de vários oligoelementos que, em falta ou excesso, causam desequilíbrio e desordens orgânicas.

Os principais objetivos da Terapia OrtoBiomolecular são:

  • Identificar e eliminar os parasitas e microorganismos indesejáveis;
  • Identificar e modular metais tóxicos;
  • Identificar e modular a intolerância alimentar e medicamentosa;
  • Identificar e modular a radiação;
  • Avaliar e tratar os sistemas orgânicos;
  • Restabelecer a homeostase quântica do indivíduo, visando a recuperação de sua saúde.

Através da Biorressonância e da Ortomolecular inseridas na OrtoBiomolecular, é possível investigar como está o organismo e neutralizar todas as toxinas que estão impedindo a pessoa de viver de forma saudável e plena.

Com o uso de um aurameter e um kit com mais de 50 testadores, calibrados com padrões Aurameterquânticos específicos,  eu real
izo uma diagnose em meu cliente – processo que é diferente de diagnóstico, pois este só os médicos podem fazer, contando com todo um aparato clínico.

Diagnose são parâmetros, referências que levam a uma visão sindrômica da pessoa.  A diagnose levanta tendências.  Desta forma, o meu cliente fica mais consciente de seus desequilíbrios e pode, então. decidir por um caminho de cura, escolhendo um médico adequado às suas necessidades, com muito mais confiança e contando  ainda com as terapias integrativas e complementares que eu e outros terapeutas podemos oferecer.   Além disso, com base na diagnose, posso indicar ao meu cliente produtos quânticos para dar os primeiros passos terapêuticos de um tratamento pelo Método QuantumBio.

Fonte de pesquisa:  materiais informativos QuantumBio

INTUIÇÃO: UMA ALIADA DA CURA

Acredito que, um dia, talvez mais breve do que possamos imaginar, as pessoas verão suas doenças como oportunidades de crescimento, melhoria e evolução.  Parece absurdo afirmar que uma doença possa levar a algo positivo, no entanto, é o medo da doença que a torna tão apavorante e pouco aproveitável. Este temor influencia a ponto de ser comum as pessoas não serem instruídas a respeito dos seus desequilíbrios, seja por seu próprio desinteresse ou mesmo por falta de diálogo com os médicos, que muitas vezes nem conversam com os seus pacientes sobre diagnoses ou diagnósticos.

ANOTE: escolher médicos que se comuniquem conosco já é uma forma de usarmos a nossa intuição para a cura, porque nossa força aumenta quando contamos com a força de pessoas em quem confiamos.

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Quando adoecemos, estamos em desequilíbrio, o que requer nosso entendimento sobre o que e por que nosso interior está em desequilíbrio e como encontrar um caminho para a cura. Quando intuímos o que é melhor para nós, nos tornamos senhores de nossa saúde e identificamos, a partir de uma reflexão ativa sobre quem somos e como estamos, quais são as possibilidades de utilizar qualquer forma de cura alternativa, desde que  a ideia de que a doença é incurável seja totalmente descartada do processo.

Sim, eu acredito que um dia as pessoas estarão livres do medo de doenças, porque elas compreenderão melhor os seus desequilíbrios e assumirão a responsabilidade por sua saúde.  E, então, todos saberão combinar seus recursos interiores com a medicina verdadeira, que é a da cura, e que está nascendo a partir da nova ciência que avança em nosso planeta, que eu abordei no post A revolução da nova ciência Outros posts interessantes para sua leitura são O caminho da cura e O que é a terapia radiônica?