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Geobiologia: as interferências dos ambientes nas nossas vidas

Existem vários tipos de interferências dos ambientes onde moramos, trabalhamos, vivemos e até daqueles nos quais passamos apenas algumas horas, que mexem com todos os nossos sistemas biológicos.  Essas interferências, ou radiações de ondas, são chamadas de geopatias, que afetam o nosso organismo de várias formas, incluindo nosso sono, as nossas emoções, pensamentos, sensações, atitudes e ações, tanto de maneira positiva quanto negativa.

É importante lembrar que a Terra possui, naturalmente, forças compensadoras para equilibrar as radiações sobre os seres vivos, no entanto, o homem, com suas revoluções e  avanços tecnológicos desenfreados e sem atenção aos propósitos mais elevados, tem descompensado  drasticamente essas forças.  A partir desse fato, já é constatável, inclusive pela Ciência, que muitos estados de desequilíbrio e enfermidades têm suas origens, núcleos e focos em rupturas das forças compensadoras da Natureza.

Já no início do século XIX, médicos e cientistas comprovavam, por meio de seus experimentos, a relação das energias telúricas e geomagnéticas com a ocorrência de doenças, desequilíbrios e impactos nos relacionamentos e no desempenho profissional.

As células dos nossos corpos são, naturalmente, polarizadas.  Quando permanecemos em zonas que apresentam anomalias eletromagnéticas, nossas células tendem a despolarizar, ou seja, invertem essas polaridades, comprometendo significativamente o nosso bem-estar e a nossa saúde.  Existem vários estudos científicos abordando a despolarização celular como principal causa de mutações genéticas, doenças do sistema imunológico e doenças degenerativas. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) já anunciou que o gás radônio, por exemplo, é a segunda maior causa de câncer de pulmão no mundo, ficando atrás apenas do tabaco.

Daí a importância da Geobiologia, uma ciência conhecida também como Medicina do Habitat, que pesquisa as diferentes relações entre o meio ambiente e a saúde de seres vivos.

A geobiologia é baseada nas ciências ortodoxas (biologia, geofísica, geologia, hidrologia, física, química, eletrônica, mecânica e radiestesia) e nas ciências modernas (nova biologia, física quântica, epigenética e neurobiologia).  Os campos nocivos que nos afetam podem ser tanto naturais quanto artificiais.

Os campos nocivos naturais são as águas subterrâneas em movimento, os campos eletromagnéticos de rochas emissoras, Redes Hartmann, Curry e Peyré, falhas tectônicas, gás radônio, radiação solar e tempestades magnéticas solares, as quais vivemos recentemente e que geram impactos ambientais no mundo todo.

Os campos nocivos artificiais são os campos eletromagnéticos de fiações elétricas, celulares, computadores, televisores, lâmpadas, entre outros.  Também são o concreto usado nos solos, energias psíquicas, esgotos, ondas emissoras de formas através de móveis, vestuário, psiquismo, decorações, entre outros fatores. Temos ainda o lixo tóxico radioativo de baterias, celulares, computadores, rádios, materiais orgânicos em decomposição, memória de falecidos, memórias do local, metais usados em casas e móveis, objetos mal organizados no ambiente, ondas de forma negativas, radiação de microondas e também as emitidas por antenas de transmissão, de celulares, de tv e rádio), radiações de satélites e radares, redes elétricas comuns e de de alta tensão, tintas e vernizes, usinas nucleares etc.

Na Europa e nos Estados Unidos já existem leis que contribuem para a restrição da presença humana em locais com problemas geobiológicos.  No Brasil, não há qualquer restrição para a presença humana em locais comprometedores geobiologicamente, tais como locais com radiações emitidas por equipamentos de telecomunicações de celulares.

Abordar esse tema parece terrorismo, não é mesmo?  No entanto, é necessário que cada vez mais pessoas conheçam, se familiarizem e se conscientizem dos efeitos das geopatogenias em suas vidas, para então podermos criar uma nova realidade que considere novos  hábitos, novas formas de viver, novas legislações e políticas que contribuam  para uma nova ordem social,  inspirada por uma visão de futuro mais promissora para a humanidade.

Meu trabalho com radiônica, por meio do Quantec, um equipamento de biocomunicação instrumental,  permite contribuir com a limpeza e neutralização de geopatogenias em ambientes, visando mantê-los mais saudáveis para as pessoas que nele permanecem, habitam ou trabalham.

 

O processo sutil da Radiônica

Você pode se perguntar:  como posso saber se um tratamento por radiônica funciona ?

Para obter essa resposta, você precisa experimentar a radiônica.  E ter interesse e vontade de se observar,  sentir, constatar o que se passa dentro de você.  Basta isso.  E certamente, a  resposta virá !

As hipóteses para explicar como o processo da radiônica acontece são muitas.  Em minhas publicações, procuro compartilhar os meus estudos, pesquisas  e minha experiência com a radiônica.

Para começar a entender, primeiro, é necessário lembrar que tudo se resume a informação,  Conscientes ou não, interagimos com ela o tempo todo, procurando usar ao máximo os nossos cinco sentidos e também outros, que ainda não descobrimos.  Não estou falando do conhecimento livresco ou meramente mental, baseado em conceitos, princípios, teorias, doutrinas, religiões, paradigmas científicos.  Estou falando do conhecimento por experiência, vivência.

Nosso sistema nervoso, que faz a ponte entre nosso corpo e o meio ambiente, entra em ação sempre que recebemos informações que nos chegam a todo  momento, das mais diversas formas.  Para conhecermos algo de verdade, precisamos vivenciá-lo, experimentá-lo.

A nossa realidade vai muito além do que nossos conceitos e convicções mentais possam definir.  A realidade está contida em vários campos, inclusive em campos que desconhecemos ou nem imaginamos.

Na prática da radiônica,  é essencial estar aberto para receber e vivenciar as bioinformações que estamos precisando e que, certamente, nos farão bem, pois todo e qualquer tratamento que preparo através do Quantec, equipamento de radiônica que opero, está totalmente focado no bem do todo, no amor, na ampliação da consciência do ser humano e no viver com plenitude a experiência humana.  Usufruir os tratamentos  por radiônica é estar disponível a receber e a usufruir, consciente de que você e sua vida são muito mais do que as suas convicções lhe induzem a crer.

INTUIÇÃO: UMA ALIADA DA CURA

Acredito que, um dia, talvez mais breve do que possamos imaginar, as pessoas verão suas doenças como oportunidades de crescimento, melhoria e evolução.  Parece absurdo afirmar que uma doença possa levar a algo positivo, no entanto, é o medo da doença que a torna tão apavorante e pouco aproveitável. Este temor influencia a ponto de ser comum as pessoas não serem instruídas a respeito dos seus desequilíbrios, seja por seu próprio desinteresse ou mesmo por falta de diálogo com os médicos, que muitas vezes nem conversam com os seus pacientes sobre diagnoses ou diagnósticos.

ANOTE: escolher médicos que se comuniquem conosco já é uma forma de usarmos a nossa intuição para a cura, porque nossa força aumenta quando contamos com a força de pessoas em quem confiamos.

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Quando adoecemos, estamos em desequilíbrio, o que requer nosso entendimento sobre o que e por que nosso interior está em desequilíbrio e como encontrar um caminho para a cura. Quando intuímos o que é melhor para nós, nos tornamos senhores de nossa saúde e identificamos, a partir de uma reflexão ativa sobre quem somos e como estamos, quais são as possibilidades de utilizar qualquer forma de cura alternativa, desde que  a ideia de que a doença é incurável seja totalmente descartada do processo.

Sim, eu acredito que um dia as pessoas estarão livres do medo de doenças, porque elas compreenderão melhor os seus desequilíbrios e assumirão a responsabilidade por sua saúde.  E, então, todos saberão combinar seus recursos interiores com a medicina verdadeira, que é a da cura, e que está nascendo a partir da nova ciência que avança em nosso planeta, que eu abordei no post A revolução da nova ciência Outros posts interessantes para sua leitura são O caminho da cura e O que é a terapia radiônica?  

 

Terapia e radiônica: como funciona.

A radiônica é uma arte que tem suas raízes na medicina do século XX e é única porque utiliza consciente e intencionalmente as capacidades espirituais mais elevadas, cuja existência a ciência ainda nega completamente. O tratamento que conta com radiônica é baseado na interação entre a mente do terapeuta e da pessoa que ele auxilia, por meio da utilização de aparelhos que captam as bioinformações que estão em desequilíbrio em seu corpo, a fim de ajudar a restabelecer seu funcionamento natural.aura

A função específica do radionicista é identificar padrões desarmônicos e restabelecer o equilíbrio, por transferência de informações, ajustadas às necessidades do seu cliente.  Esse processo parte do princípio de que os sistemas biológicos podem se comunicar entre si de formas muito especiais.  Essa comunicação acontece quase que exclusivamente fora do alcance dos cinco sentidos.  Alguns exemplos são a comunicação entre seres humanos e plantas, o resultado com simpatias para eliminação de verrugas,  a telepatia entre humanos e a interação entre humanos e  animais domésticos.  Essa comunicação é possível somente quando consideramos outros sentidos, além dos 5, como seu ponto de partida.  A radiônica trabalha com transferência de informação.

No livro “Dimensões da Radiônica”, de David Tansley, a radiônica é definida como um sistema de diagnóstico e tratamento à distância, que utiliza a capacidade humana de percepção extrassensorial, exatamente este sexto sentido, que conta com o apoio de determinados instrumentos especialmente construídos para esse fim, que ajudam a determinar as raízes básicas de uma enfermidade em um organismo vivo. Ou como explica essa frase:  “a radiônica é a ciência que estuda os campos de interação entre as pessoas e seus ambientes e os processos energéticos envolvidos, reconhecendo que a matéria, a energia e a mente estão perfeitamente interligadas“, 

A radiônica parte da premissa de que cada órgão do corpo apresenta uma informação vibracional específica, que é alterada quando o organismo desenvolve uma enfermidade. Desta forma, através de equipamentos geradores, potencializadores e transmissores de vibrações, o terapeuta consegue identificar os desequilíbrios e enviar frequências (bioinformações) para contribuir na restauração da saúde.

No meu trabalho de terapeuta, opero um equipamento radiônico de última geração, o Quantec, um equipamento de biocomunicação instrumental que possui um diodo de ruído branco que, com a ajuda de um computador, permite o acesso a sistemas biológicos, tanto para receber quanto para transferir informações, beneficiando a pessoa que está sendo tratada.  O Quantec integra os conceitos da arte da radiônica à moderna tecnologia (o computador), permitindo ampliar as possibilidades de saúde e bem estar das pessoas.

Um pouco de história sobre a radiônica

Albert Abrams

Dr. Abrams

Os  princípios da Radiônica foram desenvolvidos pelo médico norte-americano Albert Abrams, formado em medicina na Universidade Heildelberg, na Alemanha. Nascido em São Francisco na Califórnia em 1863, Dr. Abrams sempre demonstrou um talento precoce nos estudos médicos, graduando-se com uma idade bastante jovem. Fez cursos de pós-graduação em Londres, Berlim, Paris e Viena e, em seguida, tornou-se um talentoso especialista no campo da neurologia. Também foi diretor da Clínica Médica da Universidade de Leland Stanford, professor de patologia e diretor do Cooper Medical College, sendo presidente da Sociedade Médica de São Francisco. Começou a publicar em 1916 uma revista quadrimestral, publicou vários livros sobre a aplicação prática da sua teoria eletrônica no tratamento das enfermidades, entre eles: “New concepts in diagnosis and treatment”, “Physico Clinical Medicine”, “Spondylotherapy, phisio and pharmacotherapy and diagnostic methods based on a study of clinical physiology”, entre outros. Abrams organizou a “American Electronic Research Association”.

Os novos procedimentos do Dr. Abrams fizeram com que o médico obtivesse resultados espetaculares no tratamento de muitos pacientes, o que despertou o interesse de médicos ao redor do planeta. A nova técnica, criada pelo especialista, também foi extremamente criticada pela sociedade médica conservadora. Médicos de todas as partes dos Estados Unidos – e de outros países na Europa – alegavam que o médico era um charlatão e que desejava apenas ganhar dinheiro com seus tratamentos infundados. A própria revista “Scientific American”, uma das mais famosas do segmento na época, denegriu a radiônica do Dr. Abrams durante consecutivas edições.

Dr. Abrams, porém, também ganhou um grande número de seguidores, que o procuraram para aprender sobre a nova ciência. No auge de sua popularidade, em 1923, centenas de profissionais já estavam usando as máquinas criadas por ele. Profissionais norte-americanos e, principalmente, ingleses encontravam-se com o médico para aprender sua técnica.

Após a morte do Dr. Abrams, em 1924, o principal nome que surgiu na radiônica foi a da quiropata inglesa, Ruth Drown, uma das discípulas do médico. Com os conhecimentos adquiridos, Ruth desenvolveu novas teorias e procedimentos que também foram extremamente criticados pela classe médica, apesar de ter tratado, com muito sucesso, cerca de 35 mil pacientes.

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Quantec

Primeiramente, assim como Abrams, ela indagou a possibilidade de tratamento de pacientes à distância. Esse procedimento poderia ser realizado através da coleta de sangue ou de mechas de cabelo de um enfermo e, ao emanar as vibrações corretas, segundo os conceitos da radiônica, o paciente haveria de ser curado. Além disso, a quiropata desenvolveu um aparelho chamado radiovision,  capaz de fotografar órgãos à distância a partir da coleta de uma gota do sangue do paciente. Essa máquina rendeu a Ruth uma grandiosa fama nesse novo campo médico, tendo obtido sucesso em muitos trabalhos de cura, inclusive casos de câncer.

Os resultados e experiências de utilização da radiônica variam de um sucesso extraordinário e mesmo fenomenal até medíocre, dependendo inteiramente do equipamento utilizado, as técnicas aplicadas e da habilidade e entendimento do operador.

Num artigo publicado em “The Radionic Quartely”, MalconRae, radionicista inglês, fala de uma série de idéias interessantes a respeito dos instrumentos radiônicos e finaliza resumindo dessa forma: “Um instrumento radiônico é uma das peças de um dispositivo destinado a auxiliar o praticante com sensitividade radiestésica a desempenhar o seu trabalho do modo mais eficaz possível e com o menor esforço possível”.