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Ciência:  convenção ou avanço?  

Decidi escrever este post não para trazer conceitos baseados em dicionários, mas para estimular uma reflexão sobre o que é realmente a ciência e para que ela existe.  Minha inspiração para escrever este post está no livro do meu professor, Dr. José Irineu Golbspan, “Resgatando uma Medicina Sistêmica” (Gráfica Regente, 2016). Recomendo a leitura desta publicação para todos que querem compreender o que é a medicina, dentro de uma visão da física quântica.

Estamos condicionados a pensar que quando se fala em ciência, estamos lidando com algo inquestionável.  Afinal, se cientistas afirmam algo, é a “verdade absoluta”! As diversas razões que nos levaram a esse condicionamento mental não são o foco da minha abordagem neste momento.  O que desejo levar à reflexão é o porquê da afirmação “isso não é científico!” estar sendo tão usada, hoje em dia, em meio a tantas informações e teorias verdadeiras, muitas vezes consideradas “não científicas”?

Primeiro, vamos considerar o que é científico: “relacionado a tudo que mostra a ciência”.  Ou seja, a ciência é tudo que é científico.  Para ser científico, é necessário adotar um método científico, ou seja, “um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência, uma pesquisa, com o objetivo de produzir novos conceitos e, também corrigir e integrar conhecimentos já existentes”.

E o que são e de onde vêm essas “regras básicas”?  No meu entendimento, essa é a questão!  Porque as regras básicas tendem a ser consideradas a partir do que é conhecido, controlado ou baseado no passado, no já conhecido.  Ou seja, a ciência, comandada por instituições, considera o que já existe e que, por diversos motivos, não deve ser questionado.

A ciência convencional está presa a paradigmas.  A nova ciência está ligada a novos e renováveis paradigmas.  Felizmente, iluminados cientistas e pesquisadores de vanguarda, com sua coragem e ousadia, nos últimos 40 anos, estão se mantendo firmes em seus trabalhos e pesquisas para produzir novos conceitos, teorias, corrigir e integrar conhecimentos – esta é a essência da ciência (apesar destes pesquisadores não conseguirem, facilmente, os financiamentos necessários para este trabalho).

Quer saber mais sobre esse tema?  Leia o Livro “O Campo”, escrito pela jornalista porta-voz de práticas da medicina convencional e alternativa, Lynne McTaggart (Editora Rocco, 2002) que conta essa história das emocionantes descobertas desses cientistas, tais como o Campo de Ponto Zero, que no início da década de 70, foi descoberto por acidente – trata-se de um campo de energia quântica inimaginavelmente grande no espaço entre as coisas, no suposto “espaço morto”, dentro da visão tradicional da ciência.  No Campo de Ponto Zero é onde residem segredos da própria vida como a comunicação celular, o DNA, cura espiritual, o inconsciente coletivo.

Como afirma o Dr.Goldspan:  “O que seria mais importante do que a verdade e a evolução?”  Essa é uma ótima pergunta para compreendermos o que é a ciência no atual momento das nossas vidas, do nosso planeta e o que ela pode vir a ser na nova era de Aquário que se inicia:  a era da Verdade!

Da próxima vez que você for motivado(a) a afirmar: “isso não é científico!”, pare, respire e reflita sobre qual ciência você está se referindo:  a ciência convencional ou a nova ciência.  Pergunte-se:  por que certos cientistas estariam doutrinados em suas academias, a ponto de transformar suas teorias em fatos indiscutíveis, apesar das evidências em contrário?  Por que cientistas notáveis, inovadores, que pensam “fora da caixa” enfrentam tantos desafios como perderem cargos em universidades, serem ridicularizados, perseguidos ou terem suas teorias invalidadas? Exemplos é que não faltam:  a energia livre, DNA “lixo”, a força da consciência, os campos morfogenéticos, a telepatia, a teoria da Terra Oca, o modelo de doença, adotado pela medicina tradicional, entre muitos outros.

Acredito que a ciência já está dando saltos que nem percebemos o quanto são significativos e valiosos para que haja as mudanças revolucionárias mundiais necessárias para o bem do todo, da humanidade e do planeta Terra.  Saltos esses em direção à uma nova Era, graças à coragem de cientistas famosos e anônimos, espalhados por todo o planeta, que abrem mão de muitos interesses pessoais em nome de realizar as suas missões aqui na Terra.  Gratidão a todos eles!

E que cada um de nós, como seres vibracionais, possamos realizar o nosso trabalho individual para contribuir, coletivamente, com a elevação das frequências dos sentimentos e emoções que conduzirão a ciência para vibrações cada vez mais próximas da iluminação:  a união com o todo.