Arquivo da tag: consciência

Padrão frequencial: fator-chave para o nosso bem estar

Além de energia, somos um conjunto de várias frequências, que podem ser medidas em Hz (Hertz).  O conjunto dessas frequências formam em cada indivíduo, uma frequência própria e única, como se fosse uma “assinatura vibracional ”.  Somos únicos em nossos organismos, em nossos corpos, tanto físicos quanto sutis. Dependendo da sua frequência vibracional, uma pessoa terá mais ou menos saúde física, emocional, mental e espiritual.

Nossa frequência é afetada o tempo todo por vários fatores, inclusive, pelo ambiente externo.  Uma pessoa com frequência inferior a 62HZ, terá a sua saúde inevitavelmente comprometida. As consequências na baixa da frequência são muito variadas e, dependendo da queda, graves, como por exemplo o câncer, que começa numa frequência abaixo de 42Hz.

aligne10 (1)

Em resumo, estados/padrões da pessoa como um todo somados ao ambiente onde ela está inserida resulta no seu padrão frequencial.

As terapias frequenciais/vibracionais são terapias complementares que contribuem significativamente para o reequilíbrio desses complexos sistemas frequenciais em nossos corpos.  Entre elas estão as terapias florais, frequenciais e a radiestesia/radiônica, com as quais trabalho.  Podemos afirmar que, terapias vibracionais, são como uma linguagem que atua em nossas células, capaz de abrange-las e tratá-las em múltiplos aspectos.

Uma das grandes vantagens em se realizar uma terapia vibracional é que ela pode ser associada a outros tratamentos, tanto a medicações alopáticas convencionais quanto a outras terapias integrativas complementares.

É importante compreender que quando uma pessoa passa por um tratamento vibracional, o processo de auto-cura se dá não através de bioquímica e sim por ação biofísica, que significa via campo informacional.

Através de bioinformações, que mexem no campo eletro-magnético-informacional da pessoa, ocorrem como se fossem induções para um reequilíbrio energético de células, sistemas, órgãos, além de um acesso às informações que estão em nosso inconsciente, para limpar padrões desequilibrantes e ativar bioinformações equilibrantes.  Os padrões desequilibrantes e seus efeitos podem estar tanto no corpo físico quanto em outros corpos sutis (emocional, mental, duplo etérico e espiritual).

Cópia de Cópia de Dark Green and Red Public Service Announcements Instagram Post (3)

Essa mudança no campo é possível porque nossas células têm sua própria capacidade informativa, ou seja, se ativadas através das bioinformações, não ficam dependentes somente de elementos bioquímicos para sua transformação.

Assim, a biofísica tem um papel fundamental na saúde humana, pois esses elementos biofísicos são como informações que põe VIDA na vida das células, indicando novos caminhos para se regenerarem, além de neutralizar padrões físicos, emocionais e mentais nocivos à pessoa.

Leia também: A revolução da nova ciência,

Os princípios dos tratamentos à distância

Querer é poder ? Mais reflexões sobre radiônica

O confinamento e a solidão

A experiência única que estamos passando através do isolamento social desencadeado pela pandemia do coronavírus nos obriga a abrir mão de vários hábitos, entre eles o de conviver com outras pessoas ou, pelo menos, de estar rodeado delas.  Nesta situação, surgem vários sentimentos, entre eles o de solidão.  No entanto, a solidão pode ser percebida tanto de forma negativa (escassez, vazio, carência)  quanto de forma positiva, como circunstância favorável pela oportunidade de pleno contato consigo mesmo.

Interessante que, quando estamos com outras pessoas, sempre há conflitos de várias naturezas, sejam eles aparentes ou ocultos.  Será que esses conflitos são menores do que os conflitos internos, que somos obrigados a encarar quando estamos isolados?  Tenho refletido sobre o porquê do contato com nós mesmos talvez ser mais difícil do que o contato com outras pessoas.  O que torna tão angustiante o estar isolado?

Cópia de Cópia de Dark Green and Red Public Service Announcements Instagram Post (2)

No meu entendimento, o isolamento pelo qual estamos passando é o efeito de alguma Lei Universal para ficarmos com nós mesmos em um nível de contato mais íntimo, que envolve a nossa alma, com o objetivo de revermos a nossa vida.  Mesmo vivenciando o isolamento social em família ou junto com outras pessoas, somos convidados a compreender melhor toda a complexidade que envolve as relações familiares, incluindo conflitos, desarmonias, incompatibilidades, emaranhamentos, entre outros.  Pois só através de um contato maior com nós mesmos é que poderemos aceitar, compreender e então solucionar esses conflitos de relacionamento, primeiro dentro e depois, fora de nós.

Encarar a complexidade do relacionamento consigo próprio talvez seja mais insuportável do que encarar a complexidade dos relacionamentos com outras pessoas, porque, a forma como eu me relaciono comigo mesma tem influência direta na forma como eu me relaciono com outras pessoas.  E enfrentar a pandemia global do Covid19 nos impõe uma postura de, no mínimo, refletir.  Refletir sobre como anda a nossa vida, os nossos relacionamentos e o que verdadeiramente queremos fazer da nossa vida, inclusive nos autorresponsabilizando por ela.

Acredito que esta oportunidade é única:  cada ser humano na Terra refletir sobre a sua própria vida.  Porque, só encarando a nós mesmos, teremos condições de nos preparar para ações coletivas e, inclusive,  enfrentar as consequências inevitáveis deste acontecimento planetário, que marcará a história da humanidade.

amor ao planeta

O que faremos individualmente e coletivamente para renovarmos nossas crenças, mudar hábitos, enfrentar todas as crises e mudanças que estão por vir, após a pandemia.  Como, depois deste confinamento, vamos olhar e lidar com a ansiedade, perversidade e voracidade que permeiam todo o sistema local e global?  Como encarar as inevitáveis diferenças entre as pessoas e suas interpretações dos fatos, localmente e globalmente? Será possível enxergar o todo sem enxergarmos primeiro o que há dentro de nós mesmos? Como nos tornarmos emergencialmente criativos e livres pensadores se fomos moldados para vivermos vidas autômatas, em função de um sistema pré-formatado? Difícil, no entanto, acredito eu, possível.

O fato de estarmos isolados socialmente não significa estarmos sós. A solidão, em essência, não existe pois sempre há uma egrégora espiritual que nos acompanha, nos guia, na medida em que nos preparamos para nos conectarmos com ela através do trabalho interior e da constatação de que o invisível é mais poderoso do que o visível e de que a nossa vida aqui na Terra é parte de uma jornada maior.

Aproveitemos este momento difícil para avançarmos na nossa capacidade de pensar, refletir, intuir, sentir, perceber…. e assim, encontrar respostas genuínas e não fabricadas pelo sistema comunicacional que impera na sociedade.  Vamos nos comunicar de forma apolítica e universalista, vamos nos solidarizar com nós mesmos e com os outros.  Talvez esta crise seja uma grande e única oportunidade de assumirmos o início de uma mudança completa nos rumos da consciência humana.

Leia também: Medo e a crise do coronavírus

Medo e a crise do coronavírus

Decidi escrever este post considerando tudo que venho experimentando e observando em mim e à minha volta nesses tempos de coronavírus.  Entendo que refletir sobre o tema “medo” tornou-se providencial, pois em maior ou menor grau, todos nós estamos nos deparando com os medos que surgem entre encarar a crise que vivemos e a persistência que precisamos ter para atingir as metas de superar uma epidemia.

Imagino que todos que estiverem lendo este texto vão concordar que vêm recebendo um excesso de informações e interpretações sobre tudo que envolve o coronavírus e que, muitas vezes, sentem-se confusos e cheios de dúvidas.  Todas essas mensagens contem sistemas lógicos para anunciar que aquilo que está sendo apresentado é a verdade absoluta.  E é aí que mora o perigo, porque tudo que acreditamos de verdade, converte-se em realidade.

12

Quando nos deparamos com essas informações, a questão é o quanto cremos em seu conteúdo.  Porque o crer é o que nos empodera, ou seja, o fato de eu acreditar em algo torna aquele algo possível, pelo menos para mim e, consequentemente, vou criar aquela realidade específica, que acreditei como possível.  No entanto, o acreditar é diferente do objeto da crença:  uma coisa é eu acreditar em algo.  Outra coisa é o que, desse algo que eu acredito, irá tornar-se realidade.

Como afirma o filósofo, psicanalista clínico e pesquisador da mente humana, Prof. Juan Ribaut “crer não é simplesmente dizer que acreditamos.  Quantas e quantas coisas dizemos que acreditamos, porém só acreditamos intelectualmente, mas o subconsciente não acredita. ”

E o que tem a ver o medo com ACREDITAR?  Tudo que acreditamos pode ou não alimentar os nossos medos.  Só que há um detalhe relevante, que em geral é ignorado:  o medo que não devemos alimentar é, principalmente, o medo que está em nosso subconsciente, pois é esse medo que tem a força, são as crenças subconscientes as que realmente nos fazem agir.  Por isso, não basta acreditarmos (só conscientemente) que vamos superar uma crise como a que estamos passando.  É necessário que o nosso “crer consciente” esteja ligado ao nosso “crer subconsciente”, pois é ele que tem o poder de criar, de se comunicar com a essência, para que aquilo que desejamos tenha a força de acontecer, de se concretizar.  Pois, como afirma o Prof. Juan Ribaut, estamos em um “mundo com Leis”, Leis Divinas que se manifestam na prática através da “essência que está por trás de tudo” em nossas vidas.  Quando creio (inconscientemente) em algo, esse algo se torna realidade, pois me conecto ou “informo” a energia primordial, que comanda essas Leis Divinas.

E como mudar esse estado de medo inconsciente?  Mudando os objetos de nossas crenças, pois os objetos das nossas crenças têm ligação direta com aquilo que podemos escolher.  Exemplo:  em vez de combater o que não queremos, escolher visar objetivos específicos ligados aquilo que queremos.  Exemplos:  a paz individual, a paz mundial, o fim do medo do coronavírus, que a Luz guie as decisões dos nossos governantes, o restabelecimento e a tranquilidade em todas as nações, sintonizar-se e divulgar somente informações confiáveis e saudáveis.  Não se trata de negar fatos, e sim, de aceitá-los para então escolhermos o que vamos fazer com eles visando criar as novas realidades que desejamos através de atitudes e comportamentos que focam nossos objetivos claros e concretos.  Lembre-se: “aquilo que conseguimos acreditar, conseguimos criar”.  Essa é uma Lei Universal, sob a qual o nosso subconsciente trabalha quando temos um objetivo claro que funciona como um motivador fundamental da vida.  Ter o interesse de MUDAR já é um grande passo para que nossas vidas sejam diferentes e assim, possamos influenciar nos fatos através da nossa capacidade de criar realidades.

3

Então, diante do medo nessa crise do coronavírus, que desenvolvamos a nossa capacidade de unir nosso consciente e inconsciente, através de objetivos claros e motivação ardente para a mudança.  Não basta racionalizações, é preciso que nos motivemos a encontrar (dentro de nós) um sentido para essa crise que estamos vivenciando.  Só assim estaremos verdadeiramente motivados a mudar os objetos das nossas crenças, e assim, mudar esse estado de medo inconsciente, que age solto, sem a consciência o conduzindo eficazmente.

Desejo que esta breve reflexão sirva de estímulo para lhe encorajar a ver, com novos olhos, a situação que estamos vivendo, inclusive como oportunidade de ampliarmos a nossa capacidade de nos cuidarmos individualmente e coletivamente e vivermos nossas vidas mais como seres humanos livres e menos como seres autômatos, acorrentados a hábitos, lógicas e rituais que só retroalimentam medos e crenças nocivas inconscientes.

Fontes de Pesquisa:

  • Radiônica a Ciência do Futuro – Juan Ribaut – Editora Alfabeto.
  • Energia Mental – A Imaginação, um mundo além da razão – Juan Ribaut – Editora Roka.

 

Dinheiro e Consciência: dupla inseparável

O dinheiro, para quase todos nós, é algo ainda vinculado puramente ao materialismo. No entanto, o dinheiro, assim como tudo que existe (inclusive nós e o planeta Terra), está vinculado a algo maior, ao Universo.

A “correria” ou o excesso e acúmulo de atividades no dia a dia, ocupações que assumimos baseadas nas convenções sociais, culturais e religiosas, nos desconectam dessa verdade:  tudo vem de algo maior, que não necessariamente compreendemos, aceitamos ou temos consciência.

Voltando ao tema dinheiro, eu vou lhe propor algumas perguntas e espero que responda honestamente para você mesmo (a): o que é dinheiro para você?  O que você sente e pensa em relação ao dinheiro?  O que você acredita em relação ao dinheiro?  Para que você ganha ou quer ganhar mais dinheiro? Ao que está associado o seu dinheiro? Como é a sua relação com o dinheiro?

Ouso afirmar que fomos todos condicionados a viver na escassez, porque tudo que fazemos ainda gira em torno de necessidades, faltas.  Exemplo: queremos um namorado, porque necessitamos ser amados.  Queremos um terapeuta, porque necessitamos ser curados. Se necessitamos algo, é porque algo falta.  E focamos na falta e não na abundância. E, então penso:  como seria a nossa vida (individualmente e coletivamente) se tivéssemos aprendido, desde crianças, a viver a vida focados na abundância, no que simplesmente é bom, no que é saudável, na alegria, na saúde, na paz, na harmonia, na beleza, na abundância, na colaboração, na generosidade, na nobreza de espírito, sem termos de combater a falta? Sem termos que “lutar” e nos desgastar em nome das faltas?

De novo as perguntas:  qual é a visão você tem da vida e da sua vida?  Quais crenças você tem sobre riqueza, dinheiro, abundância, que você reconhece como sendo realmente suas?  Quais foram as crenças sobre dinheiro que incutiram em sua mente?

A física quântica chama de “colapso da função de onda” a realidade criada pela mente. A partir deste paradigma, toda a escassez do mundo (miséria, pobreza) é nada mais do que criações mentais individuais e coletivas.

Para mudar um sistema de crenças, temos que lidar com a nossa vontade, rever conceitos arraigados, acomodados dentro de consensos, como por exemplo, acreditarmos que corpo, mente e espírito atuam separadamente em nossas vidas.

Somos um todo que envolve o consciente e o subconsciente (sede do inconsciente).  Exemplo:  basta um acontecimento traumático na área das finanças de uma pessoa para que esse acontecimento afete a sua mente e a de todos os envolvidos, podendo inclusive perdurar por gerações.  Assim, nascem os programas de autossabotagem que, muitas vezes, nos impedem de avançar em nossos projetos, atravancando nossos impulsos para vivenciarmos uma vida rica, plena em todos os sentidos.  É dentro de todo esse contexto que está a questão do dinheiro, da abundância.

Muitas vezes, não nos damos conta da visão negativa que temos da vida e da sobrevivência, do trabalho, das conquistas materiais.  Frases como “comer o pão que o diabo amassou”, “ganhar o pão com o suor do teu rosto” ilustram bem como essas visões são reforçadas.  A própria visão condicionada sobre a economia também reforça crenças limitantes sobre o dinheiro, porque estamos acostumados a pensar no dinheiro como sendo algo especulativo, ligado à cobiça, ao medo e à ânsia de poder para a superioridade.

Ao despertarmos desse estado hipnótico, ao nos conscientizarmos dessa visão condicionada, temos mais condições de assumir novas escolhas para a nossa vida que, certamente, afetarão as nossas finanças.  O dinheiro verdadeiro é criado na própria consciência, afinal o que é o “mercado”, senão, todos nós. Enquanto não acreditarmos, de verdade, no poder da nossa mente, enquanto não acreditarmos que podemos aprender e monitorar o nosso inconsciente e escolher novas formas de pensar, agir, ganhar e investir nosso dinheiro, a economia continuará do jeito que está.

Energia, consciência também são informações que podem ser modificadas.  A partir do momento que acreditamos (de verdade) nessa modificação, somos capazes de fazer mudanças verdadeiras em nossas vidas, inclusive na parte financeira.  Concordo com o pensador e palestrante Joan Antoni Melé:  “os problemas do mundo são, no fundo, um reflexo de nossos próprios problemas e contradições e  a única maneira de solucioná-los é resolvê-los em nosso interior”.

Independentemente de você concordar ou não com o que foi abordado neste post, o fato é:  o que você verdadeiramente acredita (no nível consciente e inconsciente) influencia diretamente na sua realidade.  Basta você mesmo constatar por meio dos fatos e da história da sua vida.