Arquivo da tag: corpos sutis

Para entender a radiônica: campos morfogenéticos

Calma! Eu explico! Morfo vem da palavra grega morphe, que significa forma; genética vem de gêneses, que significa origem. Rupert Sheldrake, um dos biólogos mais inovadores deste século, é o criador desse termo tão instigante. Na visão de Sheldrake, os genes estão mais para tijolos do que para projetos de engenharia, pois o material genético não é capaz de explicar, sozinho, a diversidade de formas complexas que os seres vivos assumem na natureza.

19676341 - illustration set of green ecology icons - vector

 

Na visão de Sheldrake, as formas da natureza estruturam-se por meio de campos de informação que trocam dados entre organismos através de ressonância. Esses campos de informação,  campos mórficos ou morfogenéticos são campos de forma, padrões, estruturas de ordem informacional, que organizam não só os campos de organismos vivos, como também de cristais e moléculas. Assim, cada célula, tecido, órgão e animal tem um campo mórfico, um conjunto de informações que guia seu desenvolvimento.

A ressonância mórfica é o mecanismo pelo qual os campos mórficos influenciam uns aos outros e dão origem a seres e sistemas cada vez mais complexos. É um processo de transferência de informação que atravessa o tempo e o espaço. No entanto, quanto mais próximos forem os indivíduos, mais intensa a ressonância mórfica será. Por exemplo: uma pessoa tem ressonância mórfica mais intensa com um parente do que com um indivíduo desconhecido, que mora em outro país.

Através da ressonância mórfica, as informações são passadas entre os campos mórficos. Todos os campos mórficos se comunicam em algum nível. Campos mais complexos contem as informações dos campos mais simples, por exemplo, o campo de um ser humano: ele contém as informações dos campos de órgãos, tecidos, células e átomos que o compõem. Essa interação entre os campos é capaz de provocar mudanças de hábitos a partir da repetição de padrões.

cura

Sheldrake afirma: “os campos morfogenéticos ou campos mórficos são campos que levam informações, não energia, e são utilizáveis através do espaço e do tempo sem perda alguma de intensidade depois de ter sido criados. Eles são campos não físicos que exercem influência sobre sistemas que apresentam algum tipo de organização inerente.”

Os campos mórficos são construídos pela repetição de padrões de comportamento ou desenvolvimento. O termo “inconsciente coletivo”, criado pelo psiquiatra e psicanalista Carl Gustav Jung, pode ser mais compreendido através da teoria dos campos mórficos, pois é a camada mais profunda da psique onde estariam traços visuais e formas herdadas de seres humanos e outros organismos ancestrais. Na dimensão humana, o intercâmbio de informações por ressonância mórfica explica fenômenos como telepatia e intuição.

Segundo Sheldrake, há vários tipos de campos mórficos, tais como os campos sociais, que regem a forma de organização social, de cupinzeiros, de enxames de abelhas a sociedades humanas, os campos comportamentais, que guiam os comportamentos dos indivíduos, a memória, que também seria um campo mórfico e armazenaria, fora do cérebro, informações e lembranças reunidas pelo indivíduo ao longo da vida.

De acordo com a teoria de Sheldrake, os campos influenciam a nossa saúde, ou seja, as próprias doenças tem seus campos mórficos. Por exemplo, o mal funcionamento do organismo das pessoas de uma família com histórico de doenças ligadas a hábitos ruins impactará negativamente, por ressonância mórfica, no funcionamento dos organismos de seus descendentes. Em outras palavras, hábitos não saudáveis mantidos ao longo de gerações tendem a reforçar a incidência de campos mórficos de doença sobre as gerações futuras ate que a cadeia seja, um dia, quebrada e, por recorrência, hábitos saudável criem um novo padrão no campo mórfico, que será passado às gerações futuras por ressonância mórfica.
Assim, para combater as doenças, temos que diminuir a influência dos campos mórficos dessas doenças sobre o nosso organismo .

quantec_02Uma das formas seria por medicamentos quânticos (que agem por vibração) ou equipamentos como o Quantec, de biocomunicação instrumental, que estimulam o corpo a acessar campos sadios, visando facilitar a recuperação de órgãos e tecidos doentes, por exemplo. Ou seja, as terapias integrativas e complementares incorporaram o princípio dos campos mórficos, visando eliminar ou reduzir a influência de campos mórficos de doença ou distúrbios em campos sadios.

É sempre importante lembrar que as terapias complementares não substituem tratamentos médicos, e sim, são complementos.

Fonte de Pesquisa: materiais e revista Quantum Life agosto 2016.

O caminho da cura

“É parte da cura o desejo de ser curado.” – Sêneca

O que é a cura para você? É apenas se livrar de doenças? Pois eu defendo a ideia de que cura é muito mais do que isso! A cura me remete a tudo que envolve aprender com as angústias da experiência humana na Terra, e não só com as doenças.

Na visão da medicina chinesa tradicional, por exemplo, a doença está relacionada a vários sistemas existentes no ser humano, inclusive com a mente e com o espírito.  A doença seria um estado de desequilíbrio que nos força a buscar o equilíbrio.  O próprio sistema imunológico se desenvolveu por causa das doenças, a fim de tornar o nosso organismo cada vez mais sábio para lidar com os fatores que perturbam as condições de sobrevivência em nosso planeta.

7 março 14 020

Como viver melhor nesse planeta?

 

Dentro dessa visão, gosto muito de adotar o conceito de saúde do terapeuta e professor Sergio Areias:  a saúde é “equilíbrio e harmonia em todas as áreas da vida.” A verdadeira medicina, desta forma, é tudo que pode ser feito durante o processo da doença, ou seja, até quando existirem sintomas. Esse processo envolve muita coisa que já aconteceu e está acontecendo que precisa ser reconhecida, conhecida e tratada.  Envolve também a prevenção e identificação das causas que estão na raiz dos distúrbios que levam às doenças. As enfermidades atingem todos os nossos corpos sutis, campos estruturais de bioinformação, que permeiam o funcionamento da vida.

Diante disso, reorganizar o nosso organismo, que constantemente é levado ao desequilíbrio frente às atribulações da  vida num mundo tão conturbado, é nosso desafio diário!  Acreditamos que a reversão do processo da doença começa pelo campo espiritual,  que concentra  os caminhos que cada pessoa pode ou deve passar em sua experiência na Terra, de acordo com as informações contidas em seu espírito.  Por mais difícil que seja compreender que o espírito possa ser uma das causas de uma doença,  o fato é que muitos terapeutas apresentam casos de pacientes  com doenças decorrentes de causas espirituais.

bem-estar

Em busca do caminho do amor

Então, qual é o grande desafio deste trabalho de cura? Entendo que para superarmos as barreiras que existem entre um estilo de vida saudável e os desequilíbrios nos corpos sutis, o fundamental é primeiro escolher o caminho do amor, começando pelo amor próprio e pelo autoconhecimento.  Servir a si próprio, primeiro cuidando de si, para então poder servir ao próximo.  Que a cada dia possamos estabelecer um novo pensar, sentir e agir para nos mantermos no caminho da cura, que é o caminho do amor.