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Antes que a mente te leve…

Se eu tivesse que me desfazer de todos os meus livros e fosse convidada a manter somente alguns, certamente um dos escolhidos seria o “Orações do Cosmos”, reflexões sobre as palavras de Jesus em aramaico.

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Apesar de breve, esse livro é profundo e poderoso, pois nos oferece a essência das mensagens de Jesus e sua prática no mundo de hoje, a partir de uma interpretação das falas em aramaico, possibilitando um salto quântico em nossa visão de mundo e atitudes. Sim, um salto quântico, porque seu conteúdo mexe com a nossa mentalidade. Estamos onde a nossa mente está.

O livro “contém as sementes de uma revolução”, como afirma Matthew Fox, Diretor Fundador do Instituto de Cultura e Espiritualidade da Criação. Essa revolução representa mudança de paradigmas para um novo olhar sobre conhecimentos preciosíssimos, que herdamos e ainda não vivenciamos, porque as traduções das Sagradas Escrituras continuam carregadas de ideologias e visões de mundo de instituições, religiões, doutrinas, culturas, países etc.

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A beleza de “Orações do Cosmos” está em nos passar os verdadeiros ensinamentos de Jesus. Verdadeiros porque levam em conta traduções legítimas, do aramaico que Jesus falava.  Criamos nossa realidade e experiências a partir do nosso sistema de crenças, atrelado à nossa mente. Por isso, precisamos estar sempre em contato com leituras que nos ajudem a criar novos padrões neuronais que proporcionem condições para vivermos atentos e cada vez melhores em tudo, dentro de nós mesmos, alinhados com as forças do Universo e livres de sofrimentos para nós próprios e para as pessoas ao nosso redor.

O estado em que estamos, individualmente e coletivamente, foi criado pelo estado de nossas mentes desatentas, condicionadas e autômatas. Precisamos primeiro corrigir esse padrão de sofrimento em nós mesmos, para então ocorrerem as mudanças que queremos à nossa volta e no mundo.

A maravilha deste livro é que ele nos ajuda a constatar que para aproveitarmos o que a vida nos oferece, precisamos descobrir como nos vermos e nos sentirmos parte do Universo. Antes que a mente te leve, leia e pratique esse livro…e comece a perceber e sentir essa experiência !

OS MISTÉRIOS DA VIDA

Desde criança os mistérios me fascinam. Sempre me interessei por temas como, por exemplo, a morte. O que está por trás da morte; Ou o que verdadeiramente anima uma pessoa, entre tantos outros mistérios. Para mim, o mistério encoraja, propulsiona, entusiasma.

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Por mais que a ciência avance, por mais que os conhecimentos se ampliem, sempre há um mistério na nossa condição de seres humanos neste planeta Terra, que nos envolve, que nos ajuda, que nos faz evoluir e nos faz sobreviver e viver a vida.

Já parou para pensar sobre tudo o que você viveu e suportou? Como deu conta de tanta coisa? como no final tudo acabou dando certo? E então você constata que deu certo não somente por uma lógica ou pelos seus planos, que provavelmente falharam, ou por sua inteligência humana. Deu certo porque uma força maior conduziu o processo, ajudas inesperadas foram surgindo, novos cenários, novas possibilidades, soluções que você nem teria considerado, sincronicidades….E, hoje, você se dá conta de que não há lógica para tudo ter dado certo e continuar dando! Afinal, por mais problemas que tenhamos, estamos vivos! E a própria vida é mistério, como alimento essencial para a nossa existência. E então nos deparamos com o mistério do SER. 

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O mistério do SER está em como conseguimos não ser engolidos completamente por forças que nos pressionam, como sobreviver, buscar segurança, desenvolver nosso poder pessoal, preservar a nossa espécie humana e, ainda, lembrarmo-nos, a cada dia, que apesar de termos que aprender a jogar o jogo da vida, fazemos parte de um plano muito mais alto do que o da Terra, “pertencemos às estrelas”, como dizia Gurdjieff.

Apesar da vida “nos enquadrar” desde que nascemos, contamos com forças misteriosas que alimentam nossa ânsia de viver com mais plenitude e também a nossa fé na possibilidade de transformações em nós mesmos e nas nossas vidas.

Você pode estar pensando: “essa força é Deus!”. E se as forças misteriosas reunidas formarem Deus? E elas são misteriosas até que o homem seja capaz de desvendá-las através das suas descobertas. Descobertas essas que, aqui na Terra, sempre serão limitadas frente ao mistério da vida. Frente ao Deus que habita em nós. Viva o mistério!

 

ALGUÉM TEM QUE CEDER…

ALGUÉM-TEM-QUE-CEDERSempre gostei de cinema e o filme “Alguém tem que ceder“, produção de 2003, com Jack Nicholson e Diane Keaton, até hoje mexe comigo.  Com sua estória provocativa e ao mesmo tempo previsível, essa comédia romântica aborda temas ainda atuais como guerra de sexos, feminismo e as diferenças do mundo masculino e feminino, independente da idade cronológica, nos fazendo dar boas gargalhadas da vida como ela é, das dificuldades inerentes dos relacionamentos homem-mulher, especialmente depois de uma certa idade, quando ainda persistem crenças e costumes que nem sempre são agradáveis de se constatar.  Fatos como homens orgulhosos por estarem com mulheres bem mais jovens ou as agruras da solidão feminina, especialmente para as mulheres com mais de 50 anos que gostam de sexo.

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Ao mesmo tempo, esse filme entra na esfera das atitudes e pensamentos egocêntricos, da necessidade impulsionante que temos de nos defender da crítica ou do ataque físico/emocional e também de  nos afastarmos uns dos outros, para chegarmos primeiro na corrida da vida. Temos ainda o nosso ego sempre buscando adquirir o que há de melhor para si mesmo, agarrando-se a posses de toda a natureza, sejam amigos, família, parentes, bens materiais, conquistas. Independente do quanto o cinema possa corroborar para que crenças limitantes e costumes sejam reforçados, só atrapalhando o nosso processo de autoconhecimento e evolução, pensei ser interessante partir desse filme para escrever sobre ceder e a força do nosso inconsciente.concienciaiceberg O orgulho que levamos para os nossos relacionamentos e que gera a necessidade de “alguém ter que ceder”,  brota no orgulho da nossa própria identidade, tão necessária à sobrevivência e ao mesmo tempo, tão ingênua quanto à sua pretensão dequerer se impor como dona de nossas vidas. Pobre ego !  A questão é ceder à compreensão de nós mesmos em essência e, então,  temos que levar em conta aquele que nunca pode ser enganado:  o nosso inconsciente ! Esse inconsciente, como afirma Cristina Cairo em seu livro Linguagem do Corpo, sabe exatamente o que pensamos constantemente e, por isso, nos manda respostas e sinais o dia inteiro.

Nossa identidade e o nosso mental precisam nos ajudar a encontrar uma compreensão cada vez maior do que é o inconsciente, a partir da constatação e reconhecimento das nossas emoções que se projetam no nosso corpo.  Todas as emoções negativas são como venenos que injetamos em nós mesmos, gerando doenças.  Essas doenças são somatizações que ocorrem a curto, médio ou longo prazos, na medida em que construímos inconscientemente e mantemos um padrão emocional que gera sentimentos de infelicidade, raiva, desgosto, mágoa, ressentimento, etc…coração-interrogação

Praticamente toda a enfermidade tem uma origem mental típica para essa enfermidade.  “Soma” é a palavra grega para descrever o corpo.  Se a nossa mente, muito ligada ao ego (identidade), se submete permanentemente a um determinado aspecto de um estado de desequilíbrio e falta de harmonia, ela psicossomatiza, mostrando ao corpo onde está o problema.  E o interessante é que, segundo estudos e pesquisas, essas enfermidades se apresentam da mesma forma, para todas as pessoas de qualquer parte do mundo.  Ou seja, como afirma Cristina Cairo,  “o inconsciente relaciona universalmente a função do órgão a uma emoção equivalente”.

Assim, por trás das enfermidades não está a casualidade e, sim, uma clara mensagem com um caráter de advertência, um sinal do inconsciente de encorajamento, de estímulo para encararmos a causa-raiz da doença ou desequilíbrio.  No entanto, na prática, é difícil de realizar esse “encarar a raiz da doença” porque o processo envolve as questões do inconsciente, além das questões  duvidosas e problemáticas do nosso coração.  Só quando essas questões estão mais claras e solucionadas ou direcionadas positivamente  é
que o inconsciente deixará de se comunicar através da linguagem do corpo, alertando-nos sobre a nossa conduta através de doenças.

Viver nos permitindo ceder e ampliar as possibilidades de reconhecermos e compreendermos o nosso inconsciente se manifestando através do nosso corpo, permitindo maior comunhão com nós mesmos, mais preenchidos de alegria e amor próprio, e com o relacionamento com outras pessoas também mais preenchido.  Então, que tal começarmos a ceder primeiro, questionando as nossas crenças e certezas, abertos a mudar nossas atitudes e pensamentos egocêntricos ? Como afirmou Leonardo da Vinci, o nosso espírito é uma força que está atrelada a um corpo.  Assim, a relação mais desafiadora é a de nós com nós mesmos.  Alguém, em nós mesmos, tem que ceder !

A revolução da nova ciência

Você ainda tem dúvida de que estamos todos conectados?  Essa afirmação ainda lhe passa uma ideia mística ou dogmática?   Na verdade, estamos sim todos conectados! E quem afirma são vários cientistas que, nos últimos 30 anos, andaram questionando paradigmas científicos  e foram construindo experimentos para provar que somos um campo de energia que interfere em outros campos.

PEAR é a sigla para um projeto que existiu na Universidade de Princeton, EUA, por volta de 1970, com o objetivo de estudar desvios causados pela intenção humana em máquinas que geravam eventos aleatórios. Se você também gosta de compreender a fundo a ciência e suas novas perspectivas, eu sugiro a leitura do livro “O Campo – Em busca da força secreta do Universo”, escrito por  Lynne Mc Taggart.

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Embora eu tenha lido apenas trechos desse livro, fiquei entusiasmada em compartilhar no meu blog, porque ele dá pinceladas científicas que permitem um melhor entendimento sobre a validade das terapias energéticas, atualmente denominadas terapias complementares e integrativas.

Lynne é uma respeitada jornalista inglesa, que  tornou-se porta-voz das práticas de medicina alternativa. Depois da leitura, garanto que você vai passar a ver a realidade de uma nova maneira, pois este livro apresenta vários estudos  realizados por cientistas de universidades espalhadas pelo mundo, como Fritz Popp,  Jacques Benveniste, entre muitos outros, que fundamentaram as aplicações dos princípios quânticos no ambiente celular. Só para estimular a sua curiosidade, selecionei alguns trechos do livro para compartilhar aqui no meu blog.  Convido você a pensar nas novas descobertas da física quântica, que vem mudando os paradigmas da ciência. “O campo” conta a história dessa revolução que está se formando e que não tem mais volta.

O inconformismo é a semente da mudança

Tudo começou há mais ou menos 30 anos, com um pequeno grupo de cientistas espalhado pelo planeta, que não estava nada satisfeito em continuar lidando automaticamente com a física quântica, ou seja, dentro dos paradigmas convencionais da ciência, que nem os fenômenos anômalos considerava.  Bem, agora estamos entrando no mundo sub-atômico.

Esses cientistas exigiam uma resposta mais adequada para muitas das grandes perguntas que haviam sido deixadas sem resposta. Eles prosseguiram com suas investigações e experiências a partir do ponto em que os pioneiros da física quântica haviam parado e começaram a fazer um exame mais profundo. Vários deles repensaram algumas equações que sempre haviam sido descartadas na física quântica. Essas equações correspondiam ao “campo de ponto zero”, um oceano de vibrações microscópicas no espaço entre as coisas.  Eles perceberam que se o campo de ponto zero fosse incluído em nossa concepção da natureza mais fundamental da matéria, o suporte do Universo seria um agitado mar de energia, um vasto campo quântico. Se isso fosse verdade, tudo estaria interligado por algo como uma teia invisível.

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Você ainda tem dúvida de que somos onda?

Pois esses cientistas também descobriram que somos formados pelo mesmo material básico. No nível mais fundamental, os seres vivos, inclusive os seres humanos, são pacotes de energia quântica que trocam constantemente informações com esse inexaurível mar de energia. Os seres vivos emitem uma radiação fraca, e esse é o aspecto mais crucial dos processos biológicos. As informações a respeito de todos os aspectos da vida, desde a comunicação celular até o vasto conjunto de controles do DNA, eram retransmitidas por meio de uma troca de informações no nível quântico. Até mesmo nossa mente, esse outro supostamente tão extrínseco às leis da matéria, opera de acordo com processos quânticos. O pensamento, o sentimento – todas as funções cognitivas superiores – estão relacionadas com as informações quânticas que pulsam simultaneamente pelo nosso cérebro e nosso corpo. A percepção humana ocorreu devido às interações entre as partículas subatômicas de nossos cérebros e o mar de energia quântica. Ressoamos, literalmente,  com o nosso mundo.

Leis básicas da biologia e da física já foram desafiadas

As descobertas desses cientistas foram extraordinárias e heréticas, pois de uma só vez, desafiaram várias das leis mais básicas da biologia e da física. Talvez tenham descoberto nada menos do que a chave para todo o processamento e troca de informações em nosso mundo, da comunicação entre as células à maneira de ver o mundo como um todo. Eles sugeriram respostas para algumas das questões mais profundas da biologia, da morfologia humana e da consciência viva. Aqui, no suposto espaço “morto”, possivelmente residia a chave da própria vida.

Finalmente uma explicação sobre o que é o Espírito Santo !

Esses cientistas pioneiros e corajosos forneceram evidências de que todos estamos ligados uns aos outros na base do nosso ser. Demonstraram por meio de experiências científicas que talvez haja uma força vital circulando pelo Universo, algo que tem sido alternadamente chamado de consciência coletiva ou, como os teólogos o denominaram, de Espírito Santo.

Graças a esses cientistas, foi apresentada uma explicação plausível para todas as áreas em que a humanidade tem tido fé ao longo dos séculos sem, no entanto, conseguir obter nenhuma evidência confiável, ou uma justificativa adequada para a eficácia da medicina energética, para a força da oração e até para a vida após a morte. De certo modo, eles nos ofereceram uma ciência da religião. Ao contrário da visão de mundo de Newton ou Darwin, a perspectiva desses cientistas estimulou e continua estimulando a vida.

Não somos simples acidentes da natureza.  Nossas mentes têm um poder que ainda desconhecemos. 

As ideias desses cientistas puderam nos fortalecer com suas implicações de ordem e controle.  Há um propósito e uma unidade em nosso mundo e no lugar que ocupamos nele, e temos uma influência considerável em tudo isso. O que fazemos e pensamos é importante. Na verdade, é fundamental para a criação do nosso mundo. Os seres humanos não estão mais separados uns dos outros, mesmo que desejem.  Não há mais nós e eles, eu e você.  Já não estamos mais na periferia do Universo, do lado de fora olhando para dentro. Podemos ocupar o nosso lugar legítimo, regressar ao centro do mundo, assumir a força da nossa mente.  E a responsabilidade por ela também.

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O preço que se paga por buscar a verdade

As ideias desses cientistas foram a substância da traição. Em muitos casos, eles tiveram que travar uma batalha defensiva contra um grupo dominante, obstinado e hostil. Essas investigações vêm acontecendo há trinta anos, em grande medida não reconhecidas ou refreadas, mas não por causa da qualidade do trabalho. Os cientistas, todos oriundos de instituições confiáveis como as universidades de Princeton e Stanford, as melhores instituições da França e da Alemanha, realizaram experiências impecáveis. Não obstante, tais experimentos atacaram vários princípios considerados sagrados e situados no âmago da ciência moderna. Eles não se encaixavam na visão científica predominante no mundo, no mundo encarado como uma máquina. Reconhecer essas novas ideias exigiria que nos livrássemos de grande parte do que a ciência moderna acredita e, em certo sentido, que começássemos do zero. A velha guarda nem quis ouvir falar dessas teorias, que não se encaixavam na visão de mundo delas e, portanto, estavam necessariamente erradas. Contudo, e felizmente, já é tarde demais. A revolução é irreversível.

Os cientistas que foram destacados em “O campo” são apenas alguns dos pioneiros, uma pequena representação de um movimento mais amplo. Graças a Deus, muitos outros estão vindo em seus rastros, desafiando, experimentando e modificando seus pontos de vista, envolvidos com o trabalho com o qual todos os verdadeiros exploradores se envolvem. Em vez de descartar essas informações como inadequadas segundo a visão científica do mundo, a ciência ortodoxa terá que começar a adaptar sua concepção de mundo para que ela se torne adequada. É chegada a hora de relegar Newton e Descartes aos seus devidos lugares, isto é, o de profetas de uma visão histórica hoje superada. A ciência só pode ser um processo que visa entender o nosso mundo e a nós mesmos, em vez de um conjunto fixo de regras eternas. E, com a introdução do novo, o velho quase sempre precisa ser descartado. “O campo” é a história dessa revolução que está se formando.

 

A espiritualidade é a prioridade

Frequentemente, nos esquecemos de que em todas as áreas da vida a espiritualidade precisa ser a nossa diretriz, ou seja, um guia na direção que vamos seguir.  Que fique claro que espiritualidade, na perspectiva na qual falo, não é religião, doutrina ou seita. Entendo a espiritualidade como um caminho íntimo e pessoal de autoconhecimento e evolução.

Se as coisas acontecem e nos limitamos a reagir a elas, estamos nos esquecendo de incluir a espiritualidade em nossas vidas, de colocá-la como uma prioridade.  Muitas vezes insistimos em manter a crença de que os problemas fazem parte de nós, quando o que ocorre é que nós criamos os nossos problemas, porque nossa consciência os atraiu e, ao mesmo tempo, nos apegamos a eles. A revolução promovida pela física quântica na Ciência já demonstra esse fato para nós, pois ampliou os nossos conhecimentos sobre a realidade.

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Achamos que os problemas fazem parte de nós e ficamos estressados

A espiritualidade está em tudo e, à medida em que resgatamos a capacidade que temos de controlar nossa mente, assumimos o protagonismo de nossas vidas, usufruindo-a com consciência. Desenvolver a nossa capacidade de ver todas as possibilidades e caminhos em tudo que nos acontece é um exercício desafiador, porém eficaz para ampliarmos nossa consciência. Assim, podemos viver nossa vida com a espiritualidade permeando todos os nossos pensamentos, decisões e condutas, aliviando a nossa angústia. Esse alívio é especialmente importante para todas aquelas situações em que nossas crenças condicionantes e limitantes nos induzem a acreditar que não podemos fazer o que queremos ou devemos para nos sentirmos mais felizes e. principalmente, para nos tornarmos pessoas melhores e mais serenas em nossa passagem aqui na Terra.

Conseguir ver e aceitar o desafio espiritual presente nas situações que enfrentamos no cotidiano, em todas as áreas da vida, permite ampliar nossa consciência a respeito delas e, assim, nos livrar das nossas autoimagens ilusórias, ampliando também nosso autoconhecimento, questão-chave para a verdadeira cura.

Vela e flor

Limpar a energia negativa

As terapias complementares e integrativas contribuem significativamente no processo de ativar a nossa espiritualidade, pois elas não atuam quimicamente em nosso organismo, e sim vibracionalmente, limpando e fortificando nossos campos energéticos mais sutis, nos ajudando a vigiar nossos pensamentos, atitudes, comportamentos, ações e, desta forma, mudá-los para melhor.

No mundo atribulado em que vivemos, é fundamental criar condições para que miasmas não entrem em nosso campo energético, gerando apegos a pensamentos, emoções e comportamentos negativos, que só atravancam nossas vidas.  As terapias que ofereço com florais, diagnoses por biorressonância e radiônica são algumas das formas eficazes de tornar a vida mais saudável em todas as suas áreas, com isso permitindo que nossa espiritualidade de expresse na sua potencialidade.

 

Como você mantém o espírito de renovação e esperança da Páscoa?

Páscoa: ressurreição, renovação. Chocolate. Almoço em família. Reflexões e desejos de paz. E dentro de você, o que aconteceu na Páscoa e depois dela? Deu para sentir-se renovado? Ou com esperança de renovar-se? E por falar em renovação, como anda sua vida? Está reconhecendo e realizando os seus sonhos? E suas atitudes, ações e movimentos? Têm conseguido renová-los diante da necessidade de superar os obstáculos?

espiritualidade2No último domingo de Páscoa, refleti sobre o quanto os obstáculos podem tanto nos derrubar, nos paralisar, quanto nos tornar mais fortes, autoconfiantes e perseverantes no trabalho de realizarmos nossos sonhos. Dei-me conta do quanto os obstáculos são as matérias-primas da renovação. A angústia, revolta ou medo que sentimos diante dos obstáculos pode ser transmutada em força e coragem, permitindo que voltemos a acreditar em nós mesmos, depois de muitos tombos. Mas como não nos tornarmos vulneráveis e frustrados diante dos obstáculos?

É constatando os nossos estados de espírito, os nossos verdadeiros, mais profundos sonhos e o significado que eles têm para as nossas vidas e para as pessoas que estão ao nosso redor. Refiro-me aos sonhos da alma, do nosso espírito, que estão muito acima dos sonhos e aspirações do nosso ego/personalidade ou daquilo que esperam que sejamos ou façamos.

E então, precisamos renascer todos os dias para nos realizarmos e nos conectarmos com estímulos encorajadores para a nossa caminhada, indo além das aparências e dos valores de convivência social.

Somos capazes de realizar o que verdadeiramente queremos quando descobrimos a nossa própria forma de nos conectar com a força de Deus, do Universo e da Terra que nos amparam. Vermos a nós mesmos e o que buscamos na vida com mais clareza, nos ouvir e nos sentirmos ouvidos, já são grandes passos para a nossa renovação e realização como seres humanos.

A vida é feita de sonhos, movimento, atitude e ação.  E também de obstáculos. Para superá-los, precisamos primeiro, reconhecê-los para depois encontrarmos um caminho para combatê-los. Veja alguns indicadores de falta de clareza e capacidade de realizar sonhos:

  • Ficar só no mundo das ideias e não conseguir agir.
  • Estagnação diante de crises e momentos de tristeza.
  • Comparar-se com outras pessoas e desanimar.
  • Buscar a perfeição em vez de melhorar o que é preciso agora.
  • Estagnação diante de arrependimentos por erros do passado.
  • Pensar demais em vez de agir e usar os próprios talentos.

Identificou-se com algum?  Se sim, talvez você esteja precisando da ajuda de um coach ou terapeuta que lhe ouça além das palavras e que lhe apoie na busca de encontrar caminhos que lhe permitam despertar e ativar seus potenciais e capacidades, ampliando as suas possibilidades de mais saúde e autorrealização.

 

2015 – um convite à renovação de nossas vidas

2015E chegou 2015!!! Vivemos a pausa dos feriados e nos deparamos com um recomeço do nosso trabalho de sobreviver e cuidar de nós mesmos e da Terra. Os votos de prosperidade são os mais frequentes. No entanto, para cada um, prosperidade significa algo. Mas, um ponto comum para todos é o dinheiro.

Afinal, para nos cuidarmos, precisamos de dinheiro: comprar ou alugar uma casa, comprar alimentos, nos locomover, nos vestir, consultar um médico, estudar, etc. Entretanto, de quanto efetivamente precisamos? Por que desejamos um automóvel ou casa de determinado valor quando outro item similar com valor igual a um terço do que escolhemos nos atenderia? E então, entramos na questão “prioridade”. O que é prioridade para cada um de nós? O que é prioritário para o coletivo ?

Esse tema parece fácil de lidar, no entanto, a nossa cultura pós-moderna nos traz de imediato a resposta de que o que é prioritário é aquilo que nos traz mais prazer e segurança… e comprar acaba sendo o verbo mais aplicado. Nos distraímos das dores e dificuldades e conseguimos mais momentos de prazer e suposta realização e estabilidade. E então, a necessidade de aumentar nosso poder aquisitivo acaba imperando. Nos esquecemos do essencial: o que se passa, de fato, dentro de nós mesmos.

Em nome de aumentar ou pelo menos manter nosso poder aquisitivo, acabamos aceitando ocupações nem sempre coerentes com os nossos valores, objetivos e talentos, pois elas nos oferecem perspectiva de ter mais dinheiro… Nos iludimos de que nas férias ou nas “horas vagas” poderemos fazer aquilo que realmente queremos.

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Dúvidas em relação às nossas escolhas

Só que quando isso acontece, acabamos por limitar a nossa realização pessoal. E se nossa realização pessoal não acontece, é inevitável a frustração. Lembre-se: frustração gera doença! Em outras palavras, quando não estamos fazendo necessariamente o que gostaríamos, perdemos o contato com nós mesmos e, consequentemente, com o coletivo, pois é através dos nossos talentos que contribuímos para a nossa verdadeira prosperidade e para a prosperidade de outras pessoas. Mas precisamos continuar assim? Certamente que não!

Vamos aproveitar este novo ano para revermos o nosso trabalho, as nossas crenças e os nossos valores (sim, valores precisam ser revistos!), pois só assim podemos constatar como estamos com nós mesmos e com os outros à nossa volta. Vamos pensar com as nossas próprias inteligências e reconhecer se estamos precisando de ajuda para pensar melhor. Vamos rever nossas prioridades de vida na Terra e assim nos dedicar profissionalmente a assuntos que nos interessam mais. E assim, vamos acabar com aquela ideia de que trabalho é obrigação e sentir que trabalho pode ser mais realização.

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Avaliar o que em nosso trabalho nos faz feliz

Mas atenção: não se iluda! Escolhas verdadeiras podem significar, muitas vezes, grandes renúncias. Para isso, precisamos nos conhecer cada vez mais, e o suficiente para não recuar!

Que em 2015 possamos avaliar nossas vidas e que, se tivermos a sorte de alcançar uma velhice saudável e proativa, possamos olhar para trás e constatar que não nos fizemos reféns de aspectos puramente sociais, institucionais, culturais, econômicos ou temporários e sim, que vivemos com plenitude o tempo que recebemos de nossas vidas.