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A coisa mais cara do mundo…

Já parou para pensar no que pode existir de mais caro no mundo?  Pensou mesmo?

Creio que a grande maioria das pessoas ainda não parou para fazer essa reflexão ou, se a fez, automaticamente considerou o que pode existir de mais caro, materialmente falando, algo “aspiracional”, “para poucos”…

A “coisa” a que vou me referir neste post é a nossa energia pessoal.  Esta, com certeza, é o que temos de mais caro, mais precioso.  Estranhou a resposta?  Vamos refletir juntos:

O que você faz sem energia?  NADA!  Você pode até sobreviver no seu corpo físico, o que não significa que a sua energia pessoal esteja em sua plenitude, permitindo que usufrua as experiências que a vida lhe oferece.

Nós não somos somente um corpo em estado de matéria. Temos vários corpos energéticos que, se não estão harmonizados com o nosso corpo físico, certamente adoeceremos e, assim,  a nossa qualidade de vida, ou seja, a nossa vida fica comprometida.

Todos os dias, pelo menos ao dormir, precisamos repor, minimamente, a nossa energia gasta.  Repor energia seria simples se o nosso sono fosse bem reparador; e se soubéssemos, quando estamos acordados,  a repor a energia que perdemos.  Em outras palavras:  não é fácil repor energia!

Para nos mantermos equilibrados, temos que aprender a dosar a energia que doamos às atividades, às pessoas etc.

Se não aprendermos a direcionar a nossa energia para aquilo que faz sentido em nossas vidas, podemos até obter coisas materiais bem caras, porém, certamente, não teremos uma vida rica em experiências, realizações, satisfações e nem conseguiremos tirar bom proveito do dinheiro que ganhamos.

Está desperdiçando energia?

O que acontece a uma pessoa que cuida de todo mundo e não cuida de si mesma?  Será que a sua energia está sendo desperdiçada ou preservada ?

Já observou o que acontece com a sua energia dependendo das notícias nos veículos de comunicação e redes sociais que você acompanha todos os dias?  Ou mesmo com as notícias que você posta sobre a sua vida nas mídias?

Já se deu conta dos “ladrões de energia” em sua vida?  Exemplos:  pessoas, lugares, seus hábitos, crenças, pensamentos, redes sociais, entre outros.

E agora, está convencido(a) de que a sua energia vital é o que você tem de mais caro em sua vida? Você já percebeu como é por meio desta “bateria”, desta central energética que você pode experimentar coisas novas, vivenciar com plenitude a sua vida? Comece a cuidar ou cuide mais ainda dessa sua grande riqueza! 

Apresento uma sugestão de exercício simples, para  que este post não fique só na teoria:  pare alguns minutos o que estiver fazendo; pegue uma folha de papel e faça um levantamento das várias situações que vivenciou (rotineiras ou extraordinárias) nos últimos 7 dias (com pessoas, situações, atividades, rotinas, lugares, tarefas, hábitos, etc).; em seguida, de 1 a 3, onde 1 é pouco energizado (a) e 3 é muito energizado(a), dê uma nota a respeito de como se sentiu ao final de cada acontecimento.  Você já obterá uma boa amostra do quanto você realmente valoriza o que há de mais caro em sua vida:  a sua energia vital!

E não espere o Réveillon chegar para fazer um plano a fim de escolher como você quer receber e doar energia.  Essa decisão, certamente, vai lhe poupar de muitos gastos desnecessários, inclusive, financeiros.

Terapia:  escolhendo a melhor para você

Quando apresento o meu trabalho de terapeuta quântica, muitas pessoas me perguntam sobre os efeitos das terapias vibracionais.  As perguntas mais comuns são:   será que eu preciso deste tipo de terapia? Funciona mesmo? Como posso saber se essa terapia é a melhor para mim?

Realmente, não é fácil escolher uma terapia, considerando que, atualmente, existem muitas opções de terapias e, inclusive de terapeutas, que também precisam ser escolhidos.  É muito valioso escolher cuidadosamente a terapia e o terapeuta, pois ambos farão parte do seu processo individual de autotransformação e evolução. No entanto, essas escolhas vão além de entender mentalmente uma técnica e da confiança no terapeuta. Envolve também escolhas mais sutis, ligadas tanto ao consciente quanto ao inconsciente.   Por isso, uma pergunta que geralmente faço para a pessoa em dúvida é: o que mais lhe incomoda nesse momento da sua vida?

Não há como negar que sempre há algo em nossa vida precisando de mais atenção.  Seja uma dor física ou emocional, algum transtorno, situações difíceis e trágicas,  problemas de todas as ordens.  Nem sempre conseguimos perceber as causas que deram origem a esses problemas ou mesmo reconhecer estados emocionais e psicológicos negativos, como sentimentos de solidão, medo, insegurança, falta de consciência do presente, desânimo, desespero, padrões de abusos e intromissões ou problemáticas de limites.

Algumas perguntas básicas que precisamos ter a coragem de fazer para nós mesmos quando queremos escolher uma terapia são: o que eu quero recuperar em minha vida?  O que eu não estou vendo que eu preciso ver?  O que eu não estou encarando que eu preciso encarar? O que eu não estou sendo que eu preciso ser?

Ao nos fazermos essas perguntas, inevitavelmente entraremos no nosso mundo interior e poderemos constatar nossos próprios modos ou padrões de condutas desarmônicas, que afetam negativamente as nossas vidas, inclusive tudo o que está ao nosso redor.  Afinal, nosso mundo interno tem reflexos, o tempo todo, no mundo externo.

Uma dica para perceber o que mais impulsiona você a uma terapia é começar a fazer uma lista das suas  justificativas perante o seu momento de vida:

“Tentei de tudo, não adianta continuar !”

“Não acredito mais em médicos e terapeutas.”

“O médico me disse que minha doença não tem cura.”

“Não consigo assumir e tomar as minhas decisões, porque preciso da opinião de outras pessoas.”

“Deixá pra lá.  Há gente com problemas bem mais graves do que os meus.”

“Estou muito decepcionada com a vida.”

“Estou fraca demais para lidar com tudo isso.”

“Não tenho  tempo para mim.  Preciso cuidar do me trabalho, da minha família.”

“Não mereço isso.”

“Não tenho dinheiro para me cuidar.”

“Eu sou assim mesmo.”

A lista é infinita.  O próprio ego é bastante habilidoso em criar essas justificativas para, ilusoriamente, nos proteger.  No entanto, ao focarmos nas justificativas em vez de compreendermos o que está por trás delas, acabamos nos afundando cada vez mais em estados e situações negativas, que contribuem para a evolução contínua dos nossos desequilíbrios, podendo atingir estados mais graves nos níveis físicos e mentais.

Um aspecto importante desse processo de descoberta do nosso estado interior é que, na maioria das vezes, não temos consciência do que ocorre conosco e buscamos explicações baseadas nas nossas carências (necessidades do ego) em vez de compreender as dores da nossa alma (necessidades do nosso espírito).  E então, ficamos estagnados no nosso mental automático, que apenas repete as mesmas ideias, convicções e conceitos, que limitam o nosso verdadeiro pensar, sentir e refletir.

Se você reconhece que não faz ideia dos focos dos seus desequilíbrios, já é um indicador de que uma terapia vibracional pode lhe ajudar muito, porque é o seu inconsciente que precisa ser acessado.   Com o meu trabalho de radiônica, por meio do equipamento de biocomunicação Quantec, ofereço tratamentos que, a partir do acesso ao seu campo energético, emitem frequências harmonizadoras de vários tipos de tratamentos que contribuem, significativamente, para seu reequilíbrio físico, mental, emocional e espiritual, colaborando positivamente para as suas autodescobertas e para o seu caminho espiritual.  Em outras palavras, o poder soberano e ilusório da sua personalidade (aquilo que você pensa que é) vai abrindo espaço para o exercício da sua força espiritual (aquilo que você é,  e nem sabe que é).  E então, sua vida começa a ter mais sentido, independentemente dos fatos.

Precisamos sempre lembrar que, na nossa condição humana, somos criaturas de hábitos e, portanto, suscetíveis a resistir a mudanças.  As terapias que fazemos na hora certa e com a pessoa certa podem fazer muita diferença em nossas vidas, porque nos ajudam a aceitar e vivenciar as inevitáveis transformações, verdadeiras “mortes em vida”,  pelas quais temos que passar para, então, podermos nos reconhecer como novas e inteiras pessoas numa nova e mais completa vida.

Pense em tudo que você pode ser e que nem imagina…Esse exercício pode lhe inspirar a escolher uma terapia que possa contribuir, agora,  para as suas descobertas e transformações.  Que tal?  Coragem !

E, agora, quero dar uma dica final, talvez a mais importante:  o que quer que esteja acontecendo em sua vida, procure ver além das suas projeções e constate e  reconheça que você precisa de ajuda em algo, mesmo que você ainda não saiba o que é.  E assuma para você mesmo(a) a vontade de experimentar uma terapia que nunca experimentou para poder mudar o que você quer transformar em sua vida.   Esse é um grande passo em seu caminho de cura, que lhe fará reconhecer, em seu coração, o melhor terapeuta e a melhor terapia para o seu momento.