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Querer é poder ? Mais reflexões sobre radiônica

Gosto muito de incluir novos posts sobre a radiônica para ajudar meus clientes e qualquer pessoa  interessada a compreender melhor o que é um tratamento com esta terapia.

Minha base teórica e prática sobre radiônica foi construída a partir de vários pesquisadores, professores, entre eles, o mestre Juan Ribaut, com quem tenho tido o privilégio de aprender e ser treinada. Ele há mais de 50 anos pesquisa, pratica e ensina esta arte representada pela radiônica.

Se você tiver interesse em se aprofundar nesse tema, recomendo o livro “Radiônica:  a ciência do futuro”, de Juan Ribaut, Editora Alfabeto, que foi a minha fonte de pesquisa para escrever este post. Com uma linguagem simples e ao mesmo tempo, profunda, entra na essência desta terapia, inclusive na prática. Agora, vamos ao assunto central deste texto?

O componente fundamental da radiônica é a mente treinada, que usa um instrumento radiônico, ou seja, ele funciona a partir da mente treinada. E então você pode se perguntar:  para que serve o aparelho se ele depende da mente de quem o utiliza?  A resposta é:  a radiônica é o conjunto mente treinada-aparelho.  Quando a mente trabalha sozinha não se trata de radiônica.

Primeiramente, precisamos lembrar que todos os seres humanos são “receptores, emissores, transformadores e geradores de frequências” (Juan Ribaut).   O tempo todo estamos, com as nossas mentes, interferindo na vida, na matéria, no Universo.  Essas interferências acontecem tanto no nível consciente quanto no nível inconsciente.

Interferência consciente significa, nas palavras de Juan Ribaut:  “uma mente que tem uma direção, sabe o que quer, é coerente, está convicta de que pode e coloca os meios para algo”.  No entanto, mesmo uma mente sem direção, sem coerência, confusa, medrosa, que acredita não poder, também é capaz de processar mudanças no mundo, só que de uma forma inconsciente e desordenada.  A força desta mente está nas crenças dela, que criam desordem, destruição, escassez, limitação, violência, abusos…E o pior, ela pensa que não está fazendo nada!   A pessoa com uma mente assim pode até querer algo muito bom, porém, incosncientemente, está produzindo desarmonia, o oposto do que pensa querer.

Um detalhe importante:  é  impossível uma mente se isolar, pois nada no Universo é isolado.  Tudo está interconectado e estamos sempre processando mudanças no mundo, de forma consciente ou inconsciente.

Assim, só querer não é necessariamente poder.  É preciso focalizar naquilo que se quer.  Exemplo:  desejar a paz, mas se focaliza em tudo que envolve o medo da guerra, nunca vai ter paz.  Se você quer saúde, mas focaliza em tudo que envolve doença, nunca terá saúde.  Se quer riqueza, mas pensa muito no medo da falta, da escassez, terá mais pobreza.  Em outras palavras:  focar no objeto do medo nos faz acreditar nele e, assim, construímos o contrário do que desejamos.  Querer algo e colocar a nossa mente na direção do contrário desse algo (por medo), nos leva a obter exatamente o que não queremos.

Uma mente treinada é aquela que aprende a direcionar e acreditar naquilo que realmente quer e não o contrário.  Uma mente treinada é aquela que alinha consciente com subconsciente,  pois é no subconsciente que está “a Vida, o instinto, a emoção, a fé, a energia vital. (…) A crença capaz de transformar vem da Mente e da Vida (subconsciente).  Este é o segredo do poder e da radiônica”, afirma o Prof. Juan Ribaut.  Em outras palavras, podemos materializar tudo o que a nossa mente consegue imaginar e realmente acreditar.

E voltando à radiônica:  temos que a mente treinada é capaz de ativar um aparelho radiônico.

Ser radionicista requer treinar a mente, vivenciar e compreender a essência da radiônica, que envolve a interação mente-matéria e a interconexão com tudo o que existe no universo.  Envolve também dedicação, a entrega, treino constante, o entusiasmo, colocar a alma em seu trabalho, reconhecer e aplicar as suas conquistas de controle mental para, então, ter condições de ajudar as pessoas por meio da transferência de informações que vão modificar a pessoa, para melhor e para o bem do todo.  Como terapeuta radionicista, eu só posso oferecer aos meus clientes aquilo que sou capaz de oferecer a mim mesma.

Segundo Juan Ribaut, como ciência, a radiônica está dentro da Teoria Quântica, pois “a ciência Física está chegando ao âmago da matéria, tocando o que na matéria há de vida, inteligência, consciência”.  Quando as teorias quânticas afirmam que a mente influencia a matéria, o subconsciente faz parte desse processo.

Concordo com Juan Ribaut que o controle da mente é o trabalho mais importante a ser realizado no terceiro milênio, pois  controlar a mente é  “aprender a direcionar e acreditar naquilo que realmente queremos e não o contrário”.  Um querer que envolve nos permitir enveredar pelo desconhecido e pelas muitas descobertas do universo da mente, da consciência, de fatos que já aconteceram e os que ainda vão acontecer.

Para entender a radiônica: campos morfogenéticos

Calma! Eu explico! Morfo vem da palavra grega morphe, que significa forma; genética vem de gêneses, que significa origem. Rupert Sheldrake, um dos biólogos mais inovadores deste século, é o criador desse termo tão instigante. Na visão de Sheldrake, os genes estão mais para tijolos do que para projetos de engenharia, pois o material genético não é capaz de explicar, sozinho, a diversidade de formas complexas que os seres vivos assumem na natureza.

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Na visão de Sheldrake, as formas da natureza estruturam-se por meio de campos de informação que trocam dados entre organismos através de ressonância. Esses campos de informação,  campos mórficos ou morfogenéticos são campos de forma, padrões, estruturas de ordem informacional, que organizam não só os campos de organismos vivos, como também de cristais e moléculas. Assim, cada célula, tecido, órgão e animal tem um campo mórfico, um conjunto de informações que guia seu desenvolvimento.

A ressonância mórfica é o mecanismo pelo qual os campos mórficos influenciam uns aos outros e dão origem a seres e sistemas cada vez mais complexos. É um processo de transferência de informação que atravessa o tempo e o espaço. No entanto, quanto mais próximos forem os indivíduos, mais intensa a ressonância mórfica será. Por exemplo: uma pessoa tem ressonância mórfica mais intensa com um parente do que com um indivíduo desconhecido, que mora em outro país.

Através da ressonância mórfica, as informações são passadas entre os campos mórficos. Todos os campos mórficos se comunicam em algum nível. Campos mais complexos contem as informações dos campos mais simples, por exemplo, o campo de um ser humano: ele contém as informações dos campos de órgãos, tecidos, células e átomos que o compõem. Essa interação entre os campos é capaz de provocar mudanças de hábitos a partir da repetição de padrões.

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Sheldrake afirma: “os campos morfogenéticos ou campos mórficos são campos que levam informações, não energia, e são utilizáveis através do espaço e do tempo sem perda alguma de intensidade depois de ter sido criados. Eles são campos não físicos que exercem influência sobre sistemas que apresentam algum tipo de organização inerente.”

Os campos mórficos são construídos pela repetição de padrões de comportamento ou desenvolvimento. O termo “inconsciente coletivo”, criado pelo psiquiatra e psicanalista Carl Gustav Jung, pode ser mais compreendido através da teoria dos campos mórficos, pois é a camada mais profunda da psique onde estariam traços visuais e formas herdadas de seres humanos e outros organismos ancestrais. Na dimensão humana, o intercâmbio de informações por ressonância mórfica explica fenômenos como telepatia e intuição.

Segundo Sheldrake, há vários tipos de campos mórficos, tais como os campos sociais, que regem a forma de organização social, de cupinzeiros, de enxames de abelhas a sociedades humanas, os campos comportamentais, que guiam os comportamentos dos indivíduos, a memória, que também seria um campo mórfico e armazenaria, fora do cérebro, informações e lembranças reunidas pelo indivíduo ao longo da vida.

De acordo com a teoria de Sheldrake, os campos influenciam a nossa saúde, ou seja, as próprias doenças tem seus campos mórficos. Por exemplo, o mal funcionamento do organismo das pessoas de uma família com histórico de doenças ligadas a hábitos ruins impactará negativamente, por ressonância mórfica, no funcionamento dos organismos de seus descendentes. Em outras palavras, hábitos não saudáveis mantidos ao longo de gerações tendem a reforçar a incidência de campos mórficos de doença sobre as gerações futuras ate que a cadeia seja, um dia, quebrada e, por recorrência, hábitos saudável criem um novo padrão no campo mórfico, que será passado às gerações futuras por ressonância mórfica.
Assim, para combater as doenças, temos que diminuir a influência dos campos mórficos dessas doenças sobre o nosso organismo .

quantec_02Uma das formas seria por medicamentos quânticos (que agem por vibração) ou equipamentos como o Quantec, de biocomunicação instrumental, que estimulam o corpo a acessar campos sadios, visando facilitar a recuperação de órgãos e tecidos doentes, por exemplo. Ou seja, as terapias integrativas e complementares incorporaram o princípio dos campos mórficos, visando eliminar ou reduzir a influência de campos mórficos de doença ou distúrbios em campos sadios.

É sempre importante lembrar que as terapias complementares não substituem tratamentos médicos, e sim, são complementos.

Fonte de Pesquisa: materiais e revista Quantum Life agosto 2016.