O desafio de avaliar resultados com as terapias vibracionais

Primeiramente, é importante relembrar que as terapias vibracionais fazem parte do conjunto de terapias integrativas/complementares com as quais, felizmente, podemos contar nos dias de hoje e que elas não substituem um bom diagnóstico e tratamento médico, especialmente por médicos que tenham uma visão sistêmica da medicina.

Outro ponto muito importante a se considerar, quando falamos em resultados com terapias vibracionais, é que enquanto podemos medir com certa facilidade as doenças físicas, devido aos sintomas e evidências no corpo físico,  não podemos mensurar, como a mesma facilidade, os aspectos mais sutis da saúde, que estão nos corpos sutis, invisíveis para os sentidos da maioria das pessoas.

E, um terceiro ponto relevante, é que quando falamos de cura, inevitavelmente, entramos na questão da percepção que temos de nós mesmos, da humanidade como um todo e do Universo.

Na prática, vejo com frequência pessoas submeterem-se a terapias vibracionais e surpreenderem-se com resultados que estão ligados a elas mesmas e não à doença em si.  Exemplo:  sentem-se mais confiantes, mais lúcidas, menos ansiosas, mais centradas, com seus sentidos mais aguçados, passam a ter comportamentos mais saudáveis, entre outros.  Porque, mesmo com mudanças sutis, a pessoa constata que há algo novo, renovador em sua vida, seja em pensamentos, atitudes, comportamentos, visões ou percepções, inclusive em relação à sua doença.  Não raro, relatam melhorias no seu corpo físico.

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Também pode ocorrer da pessoa não perceber as mudanças e transformações em sua vida porque o seu consciente ou inconsciente ainda resiste através de suas crenças e convicções.  Uma dessas crenças é a de que mudanças e transformações sempre vêm acompanhadas de caos e sofrimento.  Nesses casos, a dificuldade de valorizar  pequenas mudanças ou de não ter suas expectativas atendidas acabam sendo a justificativa para a pessoa negar resultados.

Há ainda outra situação que constato quando as pessoas não conseguem perceber os resultados com as terapias vibracionais:  a falta de consciência e cuidado em escolher a terapia e o terapeuta.  Nesses casos a pessoa pode ter se deixado levar por expectativas (fantasias) a respeito da terapia/terapeuta ou apenas pela curiosidade, esquivando-se de assumir sua própria responsabilidade pela escolha e pelo processo terapêutico.

Usufruir das pequenas e sutis mudanças em nossa vida acontece na medida em que diminui o desalinhamento entre o nosso consciente e inconsciente.  E para superarmos esse obstáculo precisamos estar dispostos, abertos e conscientes de que os tratamentos vibracionais devem ser mantidos, por um longo período de tempo, para não dizer por toda a vida, pois trabalho interior é para a vida inteira.  Isso não significa ficar preso a um terapeuta ou a uma terapia, e sim, perseverar na sua jornada, inclusive atento ao momento certo de mudar de terapia e de terapeuta.

Percebermos a diferença do que somos em essência e do que manifestamos com o nosso ego é de grande ajuda nesse processo.  Em meu trabalho com radiônica, através do Quantec, gravo mensagens com “os recados do inconsciente” da pessoa, que ajudam na compreensão do que está por trás dos acontecimentos de sua vida, além de receber frequências que vão contribuir para as mudanças necessárias em seu campo energético e bioinformacional.

As terapias vibracionais atuam na reconexão da pessoa com ela própria e com as forças da natureza, pois atualmente a maioria das pessoas leva uma vida agitada, voltada para tudo que está fora delas.  Na medida em que a pessoa avança em seu processo de trabalho interior, as terapias vibracionais tornam-se cada vez mais eficazes porque potencializam as possibilidades da pessoa viver a experiência de um novo paradigma:  a mudança e a transformação natural dentro de si própria.  Pois é essa mudança interna que vai mudar o que está fora da pessoa (seus relacionamentos, suas realidades cotidianas, seus hábitos, suas crenças, tudo que atrai para a sua vida) ou seja, a partir de um novo estado freqüencial, dentro dela, será possível atrair novas realidades e gerar novas percepções de realidade, além de atuar nas origens, núcleos e focos das doenças.

Então, quando falamos em avaliar resultados com terapias vibracionais, temos que lembrar que não basta nos basearmos no mundo das formas e aparências, temos que aprender a entrar no mundo relativo, para conseguirmos perceber o todo. Afinal, como já afirmava, há muitos anos atrás,  o cientista Prof. William A.Tiller, PhD, da Universidade de Stanford:  “somos todos elementos do espírito, indestrutíveis, eternos e em comunicação com o Divino.  Dentro de nós, existe um único mecanismo de percepção, que é a mente. “

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Quando falamos de saúde holística, temos que considerar o etérico, a realidade relativa que modelamos em nossas misteriosas mentes (a maior parte do tempo, de forma inconsciente).  E na medida em que aprendermos a acessar essa realidade é que poderemos apreciar o Absoluto, o Todo em nossa vida e, inclusive, percebermos a restauração do nosso campo vibracional quando nos submetemos a terapias vibracionais.

Ref. pesquisa bibliográfica:    

  • Medicina Vibracional – Uma Medicina para o Futuro – Richard Gerber – Editora Cultrix – 2007
  • Medicina Quântica – Victor Mattos – 2010.

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