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Terapeuta e mentora: como faço isso ?

Descobri, há alguns anos, um dos meus maiores talentos:  ver os talentos das pessoas.  Dentro de mim, sempre havia clareza sobre o que uma pessoa poderia fazer de melhor, não importasse o que eu sentisse ou pensasse sobre ela. Atualmente, este talento está intimamente ligado com o meu trabalho de mentora, que sempre é incluído no processo de atendimento dos meus clientes.

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O processo de mentoring envolve as motivações mais profundas das pessoas. Mentoring não é dar simples conselhos e, sim, apontar caminhos, orientar, fazer pensar, abrir alternativas, elevar o ser humano, não importando a situação que ele esteja vivendo ou a forma como ele se vê.

Através do meu trabalho de mentoring, deixo minha intuição e sabedoria de vida fluírem para propiciar a ativação do imenso potencial e possibilidades da pessoa que buscou o meu apoio.  Assim, me sinto transferindo sabedoria que poderá contribuir com a construção de projetos de vida ou profissionais mais satisfatórios para os meus clientes.

Mas como é possível eu transferir sabedoria?  Desejando o bem das pessoas com o coração! Isso  produz  muito resultado positivo, mesmo nas situações mais negativas. Acreditar, de coração, que as pessoas têm um potencial é o que me faz uma mentora em meu trabalho de terapeuta.

A minha escola de vida é a base do meu trabalho como mentora.  Estou falando aqui não da sabedoria ligada a conhecimentos teóricos, técnicas, habilidades, competências.  Estou falando da intenção e da linguagem do coração que, hoje, sou capaz de expressar.  E que expressarei cada vez mais.

Poder auxiliar meus clientes nos processos mais complexos de suas vidas e num clima onde me sinto com liberdade para ser quem eu sou e oferecer o melhor de mim, naquele momento, cria um sintonia que permite que as minhas palavras sejam consequência de algo maior que quero oferecer e transmitir.

Penso que todos nós já somos muito bons em muitas coisas, só que não enxergamos ainda ou demoramos para enxergar.  E, por isso, perdemos muito tempo querendo encontrar as respostas fora de nós mesmos.

Me sinto abençoada por ser uma terapeuta mentora.  Porque, independente de ser a minha atual profissão, me sinto servindo as pessoas.  Com a minha força mental e intenções crio campos tensoriais favoráveis para o despertar do cliente.  Sou apenas um instrumento do Universo.  Não vou gerar resultados ou atender expectativas.  Apenas vou contribuir com o cliente, sem necessariamente ele perceber ou reconhecer essa ajuda.

Parece ilógico? Não, pois como mentora, sou uma atora no palco da complexidade humana para servir, sem pretensões. Como mentora, eu dou de mim.  Sem expectativas ou motivações extrínsecas.

Ser mentora é fazer a diferença na vida das pessoas.  Assim como elas fazem na minha.

OS MISTÉRIOS DA VIDA

Desde criança os mistérios me fascinam. Sempre me interessei por temas como, por exemplo, a morte. O que está por trás da morte; Ou o que verdadeiramente anima uma pessoa, entre tantos outros mistérios. Para mim, o mistério encoraja, propulsiona, entusiasma.

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Por mais que a ciência avance, por mais que os conhecimentos se ampliem, sempre há um mistério na nossa condição de seres humanos neste planeta Terra, que nos envolve, que nos ajuda, que nos faz evoluir e nos faz sobreviver e viver a vida.

Já parou para pensar sobre tudo o que você viveu e suportou? Como deu conta de tanta coisa? como no final tudo acabou dando certo? E então você constata que deu certo não somente por uma lógica ou pelos seus planos, que provavelmente falharam, ou por sua inteligência humana. Deu certo porque uma força maior conduziu o processo, ajudas inesperadas foram surgindo, novos cenários, novas possibilidades, soluções que você nem teria considerado, sincronicidades….E, hoje, você se dá conta de que não há lógica para tudo ter dado certo e continuar dando! Afinal, por mais problemas que tenhamos, estamos vivos! E a própria vida é mistério, como alimento essencial para a nossa existência. E então nos deparamos com o mistério do SER. 

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O mistério do SER está em como conseguimos não ser engolidos completamente por forças que nos pressionam, como sobreviver, buscar segurança, desenvolver nosso poder pessoal, preservar a nossa espécie humana e, ainda, lembrarmo-nos, a cada dia, que apesar de termos que aprender a jogar o jogo da vida, fazemos parte de um plano muito mais alto do que o da Terra, “pertencemos às estrelas”, como dizia Gurdjieff.

Apesar da vida “nos enquadrar” desde que nascemos, contamos com forças misteriosas que alimentam nossa ânsia de viver com mais plenitude e também a nossa fé na possibilidade de transformações em nós mesmos e nas nossas vidas.

Você pode estar pensando: “essa força é Deus!”. E se as forças misteriosas reunidas formarem Deus? E elas são misteriosas até que o homem seja capaz de desvendá-las através das suas descobertas. Descobertas essas que, aqui na Terra, sempre serão limitadas frente ao mistério da vida. Frente ao Deus que habita em nós. Viva o mistério!

 

ALGUÉM TEM QUE CEDER…

ALGUÉM-TEM-QUE-CEDERSempre gostei de cinema e o filme “Alguém tem que ceder“, produção de 2003, com Jack Nicholson e Diane Keaton, até hoje mexe comigo.  Com sua estória provocativa e ao mesmo tempo previsível, essa comédia romântica aborda temas ainda atuais como guerra de sexos, feminismo e as diferenças do mundo masculino e feminino, independente da idade cronológica, nos fazendo dar boas gargalhadas da vida como ela é, das dificuldades inerentes dos relacionamentos homem-mulher, especialmente depois de uma certa idade, quando ainda persistem crenças e costumes que nem sempre são agradáveis de se constatar.  Fatos como homens orgulhosos por estarem com mulheres bem mais jovens ou as agruras da solidão feminina, especialmente para as mulheres com mais de 50 anos que gostam de sexo.

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Ao mesmo tempo, esse filme entra na esfera das atitudes e pensamentos egocêntricos, da necessidade impulsionante que temos de nos defender da crítica ou do ataque físico/emocional e também de  nos afastarmos uns dos outros, para chegarmos primeiro na corrida da vida. Temos ainda o nosso ego sempre buscando adquirir o que há de melhor para si mesmo, agarrando-se a posses de toda a natureza, sejam amigos, família, parentes, bens materiais, conquistas. Independente do quanto o cinema possa corroborar para que crenças limitantes e costumes sejam reforçados, só atrapalhando o nosso processo de autoconhecimento e evolução, pensei ser interessante partir desse filme para escrever sobre ceder e a força do nosso inconsciente.concienciaiceberg O orgulho que levamos para os nossos relacionamentos e que gera a necessidade de “alguém ter que ceder”,  brota no orgulho da nossa própria identidade, tão necessária à sobrevivência e ao mesmo tempo, tão ingênua quanto à sua pretensão dequerer se impor como dona de nossas vidas. Pobre ego !  A questão é ceder à compreensão de nós mesmos em essência e, então,  temos que levar em conta aquele que nunca pode ser enganado:  o nosso inconsciente ! Esse inconsciente, como afirma Cristina Cairo em seu livro Linguagem do Corpo, sabe exatamente o que pensamos constantemente e, por isso, nos manda respostas e sinais o dia inteiro.

Nossa identidade e o nosso mental precisam nos ajudar a encontrar uma compreensão cada vez maior do que é o inconsciente, a partir da constatação e reconhecimento das nossas emoções que se projetam no nosso corpo.  Todas as emoções negativas são como venenos que injetamos em nós mesmos, gerando doenças.  Essas doenças são somatizações que ocorrem a curto, médio ou longo prazos, na medida em que construímos inconscientemente e mantemos um padrão emocional que gera sentimentos de infelicidade, raiva, desgosto, mágoa, ressentimento, etc…coração-interrogação

Praticamente toda a enfermidade tem uma origem mental típica para essa enfermidade.  “Soma” é a palavra grega para descrever o corpo.  Se a nossa mente, muito ligada ao ego (identidade), se submete permanentemente a um determinado aspecto de um estado de desequilíbrio e falta de harmonia, ela psicossomatiza, mostrando ao corpo onde está o problema.  E o interessante é que, segundo estudos e pesquisas, essas enfermidades se apresentam da mesma forma, para todas as pessoas de qualquer parte do mundo.  Ou seja, como afirma Cristina Cairo,  “o inconsciente relaciona universalmente a função do órgão a uma emoção equivalente”.

Assim, por trás das enfermidades não está a casualidade e, sim, uma clara mensagem com um caráter de advertência, um sinal do inconsciente de encorajamento, de estímulo para encararmos a causa-raiz da doença ou desequilíbrio.  No entanto, na prática, é difícil de realizar esse “encarar a raiz da doença” porque o processo envolve as questões do inconsciente, além das questões  duvidosas e problemáticas do nosso coração.  Só quando essas questões estão mais claras e solucionadas ou direcionadas positivamente  é
que o inconsciente deixará de se comunicar através da linguagem do corpo, alertando-nos sobre a nossa conduta através de doenças.

Viver nos permitindo ceder e ampliar as possibilidades de reconhecermos e compreendermos o nosso inconsciente se manifestando através do nosso corpo, permitindo maior comunhão com nós mesmos, mais preenchidos de alegria e amor próprio, e com o relacionamento com outras pessoas também mais preenchido.  Então, que tal começarmos a ceder primeiro, questionando as nossas crenças e certezas, abertos a mudar nossas atitudes e pensamentos egocêntricos ? Como afirmou Leonardo da Vinci, o nosso espírito é uma força que está atrelada a um corpo.  Assim, a relação mais desafiadora é a de nós com nós mesmos.  Alguém, em nós mesmos, tem que ceder !

VIVER: MAIS DO QUE DESEMPENHAR PAPÉIS

Quantas vezes entramos em crises de ansiedade ou adoecemos porque, no fundo, não encontramos sentido para a vida que estamos levando ?

Os papéis que desempenhamos na vida, apesar de necessários para a nossa identidade (estar e sobreviver no mundo), estão muito ligados ao processo da ansiedade e das doenças porque, por meio de muitas armadilhas preparadas pelas nossas mentes inquietas e desatentas, esses papéis acabam ocupando um espaço muito maior do que deveriam, dificultando o nosso processo de SER e SERVIR ao nosso espírito e ao mundo, no qual estamos de passagem nesta experiência humana.mulher e tecnologia

Assim, penso que viver é permitir que estímulos agucem a nossa vontade de constatar, reconhecer e praticar os nossos verdadeiros talentos em todas as áreas da nossa vida,  pois nossos verdadeiros talentos são parte daquilo que é permanente dentro de nós, daquilo que SOMOS, da nossa consciência.   Aliás, eles são uma grande arma para lidarmos com o nosso “lado sombra”, ou seja, com nossos defeitos, resistências e dificuldades diante da vida.

Parece que algumas pessoas já nascem mais buscadoras do que outras, no entanto, creio que todos têm um potencial de SER,  têm a possibilidade de se ampliar no decorrer da vida, na medida em que a pessoa reconhece seus condicionamentos culturais, familiares e sociais e tenha interesse em incluir o novo (muitas vezes, desconfortável) em sua vida, para assim descobrir e usar seus talentos, que permitem muito mais evolução do que através do mero desempenho de papéis que, na maioria das vezes, são norteados por expectativas familiares e sócio-políticoespiritualidade2-econômicas-culturais.

Não dá para fugir de priorizar a espiritualidade !  É por meio dela que nos encontramos e, cedo ou tarde, a vontade de buscar a verdade fala mais alto e então podemos encontrar Deus dentro de nós.  Essa energia que, por meio dos nossos talentos, nos leva à ação para realizar aquilo que faz e dá sentido à nossa vida, traz resultados positivos tanto para nós mesmos quanto para os outros ligados a nós.

Jamais desista de viver a sua vida plenamente, indo além dos seus papéis !

Encare todas as constatações (agradáveis e desagradáveis) dentro e fora de você.  E então a vida, por mais difícil que seja, flui e lhe dignifica, abrindo seu campo de possibilidades, inclusive de comunhão com si mesmo e com os outros.

VOCÊ CONFIA NO SEU CORPO?

Nosso corpo é um verdadeiro milagre.  O tempo todo está tentando se adaptar ao ambiente, aos nossos hábitos, ao nosso estilo de vida, a todos os tipos de agressões e, sem nos darmos conta, toma o comando e cria situações como a febre para evitar algo pior do que o que estamos passando.

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Nosso corpo é formado por células.  Uma célula é formada por diversas moléculas.  Como afirma Karen Bergh, “nosso corpo é composto de moléculas. Quando os átomos dentro dessas moléculas agem em conjunto, quando se unem, quando compartilham o elétron, quando trabalham como uma unidade, nós temos saúde”.

As nossas células muitas vezes “gritam” para nos alertar sobre algo que não estamos enxergando ou que teimosamente insistimos em fazer.  Um barulho na mente, por exemplo, pode ser um recado de nossas células dizendo:  “pare de fazer isso ! ”.  Temos que estar atentos e fortes para ouvi-las e interpretá-las, para que nossa consciência tome as rédeas de uma situação difícil, uma doença, uma dor ou qualquer situação cujo enfrentamento é muito importante para a nossa vida.  Se não conseguimos, nossas células, então, tomam a dianteira.

Como afirma Ruth Berger, em seu livro Medicina Intuitiva, “células são guardas da energia, que estão trabalhando no corpo o tempo todo”.  Elas tentam dizer a nós muitas coisas, relacionadas ao que está verdadeiramente acontecendo conosco.  Quanto mais ignoramos as nossas células, mais dor e sofrimento nosso corpo vai vivenciar.  Porque, por não serem ouvidas, as nossas células sofrem.  E quando sofrem, somos diagnosticados com doenças, como o câncer.

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Cirurgias e tratamentos alopáticos ajudam a reduzir o sofrimento, mas nunca responderão qual é a origem da doença, onde e por qual razão começou.  É preciso estudar, ir atrás da causa raiz de uma doença para compreendermos os nossos problemas de saúde. As terapias integrativas e complementares têm um papel fundamental nesse processo.

Aprender mais sobre nós mesmos e nossos desequilíbrios; descobrir e fazer escolhas das melhores terapias para nós; pesquisar, estudar, compartilhara informações e experiências; e ouvir a nossa intuição. Estas são atitudes  fundamentais para o nosso caminho de cura.

MANIA DE ADIAR: VOCÊ SOFRE DESSE MAL?

Nos dias de hoje, com tantas atividades e informações disponíveis, é muito comum pessoas viverem o problema da procrastinação, ou seja, de ter que adiar tarefas, ações, iniciativas, atitudes, deixando-as para depois.

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Atrasar voluntariamente algo que, no fundo, sabemos ser importante, é procrastinação. E quando essa atitude se torna um hábito em nossas vidas, estamos diante de um sinal vermelho, que nos exige um exame de consciência.

Uma das razões da procrastinação é justificada pelo nosso cansaço físico e mental, diante de tantas tarefas, obrigações e pressões do cotidiano. No entanto, existem várias outras que, muitas vezes, nem nos damos conta.

Gosto da classificação simples e direta da psicóloga Camila Martiny, do Laboratório de Respiração e Pânico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que aponta três típicos perfis de procrastinador:

estresse1) o otimista, que sempre acredita que terá tempo de fazer tudo e quando se dá conta de que não será possível, entra em desespero.

2) o impulsivo, que sempre coloca o prazer em primeiro lugar e deixa as atividades que considera não prazerosas para depois.

3) o perfeccionista, aquele que nunca considera o momento como ideal para fazer a tarefa, porque alega querer fazê-la com calma e da melhor maneira possível.

Quando não temos muito claro o nosso propósito de vida, estamos muito mais suscetíveis à procrastinação pois, desta forma, é muito difícil identificar com clareza o que é realmente importante para nós.

O cansaço, que anda junto com a procrastinação, pode ser combatido quando tomamos a decisão de criar uma rotina mais saudável, com intervalos regulares, na qual paramos, nem que seja por alguns minutos, para uma meditação, um lanche saudável, uma olhada para o céu, uma caminhada, qualquer atitude que nos energize, que preserve a nossa energia vital.

O planejamento da semana também é um grande auxiliador para eliminar a procrastinação, pois com planejamento evitamos distrações, como ficar vagando na Internet. Tratamentos com florais de Bach ou Florais do Sistema Joel Aleixo também podem ajudar muito, equilibrando emoções e atuando nas células viciadas que geram o comportamento procrastinador.

Para todos os perfis de procrastinadores, vale o ditado: “o ótimo é inimigo do bom”, pois é nas situações desafiantes e de dificuldades que nos superamos. Normalmente, a procrastinação vem acompanhada do medo: medo de falhar, medo de ser rejeitado, medo de ser abandonado, medo de desafiar a própria mente, entre tantos outros.

E então, agora, pare e pense: qual é a sua tendência de procrastinador ? Depois de você reconhecê-la, ficará muito mais fácil você tomar decisões de ação para combater esse mal.
Espero que descubra rápido e que seus dias sejam sempre repletos de muita ação, força de vontade e renovação.

A revolução da nova ciência

Você ainda tem dúvida de que estamos todos conectados?  Essa afirmação ainda lhe passa uma ideia mística ou dogmática?   Na verdade, estamos sim todos conectados! E quem afirma são vários cientistas que, nos últimos 30 anos, andaram questionando paradigmas científicos  e foram construindo experimentos para provar que somos um campo de energia que interfere em outros campos.

PEAR é a sigla para um projeto que existiu na Universidade de Princeton, EUA, por volta de 1970, com o objetivo de estudar desvios causados pela intenção humana em máquinas que geravam eventos aleatórios. Se você também gosta de compreender a fundo a ciência e suas novas perspectivas, eu sugiro a leitura do livro “O Campo – Em busca da força secreta do Universo”, escrito por  Lynne Mc Taggart.

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Embora eu tenha lido apenas trechos desse livro, fiquei entusiasmada em compartilhar no meu blog, porque ele dá pinceladas científicas que permitem um melhor entendimento sobre a validade das terapias energéticas, atualmente denominadas terapias complementares e integrativas.

Lynne é uma respeitada jornalista inglesa, que  tornou-se porta-voz das práticas de medicina alternativa. Depois da leitura, garanto que você vai passar a ver a realidade de uma nova maneira, pois este livro apresenta vários estudos  realizados por cientistas de universidades espalhadas pelo mundo, como Fritz Popp,  Jacques Benveniste, entre muitos outros, que fundamentaram as aplicações dos princípios quânticos no ambiente celular. Só para estimular a sua curiosidade, selecionei alguns trechos do livro para compartilhar aqui no meu blog.  Convido você a pensar nas novas descobertas da física quântica, que vem mudando os paradigmas da ciência. “O campo” conta a história dessa revolução que está se formando e que não tem mais volta.

O inconformismo é a semente da mudança

Tudo começou há mais ou menos 30 anos, com um pequeno grupo de cientistas espalhado pelo planeta, que não estava nada satisfeito em continuar lidando automaticamente com a física quântica, ou seja, dentro dos paradigmas convencionais da ciência, que nem os fenômenos anômalos considerava.  Bem, agora estamos entrando no mundo sub-atômico.

Esses cientistas exigiam uma resposta mais adequada para muitas das grandes perguntas que haviam sido deixadas sem resposta. Eles prosseguiram com suas investigações e experiências a partir do ponto em que os pioneiros da física quântica haviam parado e começaram a fazer um exame mais profundo. Vários deles repensaram algumas equações que sempre haviam sido descartadas na física quântica. Essas equações correspondiam ao “campo de ponto zero”, um oceano de vibrações microscópicas no espaço entre as coisas.  Eles perceberam que se o campo de ponto zero fosse incluído em nossa concepção da natureza mais fundamental da matéria, o suporte do Universo seria um agitado mar de energia, um vasto campo quântico. Se isso fosse verdade, tudo estaria interligado por algo como uma teia invisível.

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Você ainda tem dúvida de que somos onda?

Pois esses cientistas também descobriram que somos formados pelo mesmo material básico. No nível mais fundamental, os seres vivos, inclusive os seres humanos, são pacotes de energia quântica que trocam constantemente informações com esse inexaurível mar de energia. Os seres vivos emitem uma radiação fraca, e esse é o aspecto mais crucial dos processos biológicos. As informações a respeito de todos os aspectos da vida, desde a comunicação celular até o vasto conjunto de controles do DNA, eram retransmitidas por meio de uma troca de informações no nível quântico. Até mesmo nossa mente, esse outro supostamente tão extrínseco às leis da matéria, opera de acordo com processos quânticos. O pensamento, o sentimento – todas as funções cognitivas superiores – estão relacionadas com as informações quânticas que pulsam simultaneamente pelo nosso cérebro e nosso corpo. A percepção humana ocorreu devido às interações entre as partículas subatômicas de nossos cérebros e o mar de energia quântica. Ressoamos, literalmente,  com o nosso mundo.

Leis básicas da biologia e da física já foram desafiadas

As descobertas desses cientistas foram extraordinárias e heréticas, pois de uma só vez, desafiaram várias das leis mais básicas da biologia e da física. Talvez tenham descoberto nada menos do que a chave para todo o processamento e troca de informações em nosso mundo, da comunicação entre as células à maneira de ver o mundo como um todo. Eles sugeriram respostas para algumas das questões mais profundas da biologia, da morfologia humana e da consciência viva. Aqui, no suposto espaço “morto”, possivelmente residia a chave da própria vida.

Finalmente uma explicação sobre o que é o Espírito Santo !

Esses cientistas pioneiros e corajosos forneceram evidências de que todos estamos ligados uns aos outros na base do nosso ser. Demonstraram por meio de experiências científicas que talvez haja uma força vital circulando pelo Universo, algo que tem sido alternadamente chamado de consciência coletiva ou, como os teólogos o denominaram, de Espírito Santo.

Graças a esses cientistas, foi apresentada uma explicação plausível para todas as áreas em que a humanidade tem tido fé ao longo dos séculos sem, no entanto, conseguir obter nenhuma evidência confiável, ou uma justificativa adequada para a eficácia da medicina energética, para a força da oração e até para a vida após a morte. De certo modo, eles nos ofereceram uma ciência da religião. Ao contrário da visão de mundo de Newton ou Darwin, a perspectiva desses cientistas estimulou e continua estimulando a vida.

Não somos simples acidentes da natureza.  Nossas mentes têm um poder que ainda desconhecemos. 

As ideias desses cientistas puderam nos fortalecer com suas implicações de ordem e controle.  Há um propósito e uma unidade em nosso mundo e no lugar que ocupamos nele, e temos uma influência considerável em tudo isso. O que fazemos e pensamos é importante. Na verdade, é fundamental para a criação do nosso mundo. Os seres humanos não estão mais separados uns dos outros, mesmo que desejem.  Não há mais nós e eles, eu e você.  Já não estamos mais na periferia do Universo, do lado de fora olhando para dentro. Podemos ocupar o nosso lugar legítimo, regressar ao centro do mundo, assumir a força da nossa mente.  E a responsabilidade por ela também.

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O preço que se paga por buscar a verdade

As ideias desses cientistas foram a substância da traição. Em muitos casos, eles tiveram que travar uma batalha defensiva contra um grupo dominante, obstinado e hostil. Essas investigações vêm acontecendo há trinta anos, em grande medida não reconhecidas ou refreadas, mas não por causa da qualidade do trabalho. Os cientistas, todos oriundos de instituições confiáveis como as universidades de Princeton e Stanford, as melhores instituições da França e da Alemanha, realizaram experiências impecáveis. Não obstante, tais experimentos atacaram vários princípios considerados sagrados e situados no âmago da ciência moderna. Eles não se encaixavam na visão científica predominante no mundo, no mundo encarado como uma máquina. Reconhecer essas novas ideias exigiria que nos livrássemos de grande parte do que a ciência moderna acredita e, em certo sentido, que começássemos do zero. A velha guarda nem quis ouvir falar dessas teorias, que não se encaixavam na visão de mundo delas e, portanto, estavam necessariamente erradas. Contudo, e felizmente, já é tarde demais. A revolução é irreversível.

Os cientistas que foram destacados em “O campo” são apenas alguns dos pioneiros, uma pequena representação de um movimento mais amplo. Graças a Deus, muitos outros estão vindo em seus rastros, desafiando, experimentando e modificando seus pontos de vista, envolvidos com o trabalho com o qual todos os verdadeiros exploradores se envolvem. Em vez de descartar essas informações como inadequadas segundo a visão científica do mundo, a ciência ortodoxa terá que começar a adaptar sua concepção de mundo para que ela se torne adequada. É chegada a hora de relegar Newton e Descartes aos seus devidos lugares, isto é, o de profetas de uma visão histórica hoje superada. A ciência só pode ser um processo que visa entender o nosso mundo e a nós mesmos, em vez de um conjunto fixo de regras eternas. E, com a introdução do novo, o velho quase sempre precisa ser descartado. “O campo” é a história dessa revolução que está se formando.